História Photogarph - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Glee
Personagens Finn Hudson, Noah "Puck" Puckerman, Quinn Fabray, Rachel Berry, Sam Evans, Santana Lopez
Visualizações 57
Palavras 1.443
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Cada um joga com as armas que tem


Rachel se virou lentamente. Era única coisa que podia fazer no momento, sem ter uma crise e acabar desmaiando ali mesmo na sala de Quinn Fabray. A empresária ainda estava perto de seu pequeno bar, parada feito uma escultura de uma deusa, algo meio moderno e ao mesmo tempo super, arrogante que Rachel tentava decifrar. Quinn se sentou depois de preparar outro drinque cruzou as lindas pernas esculturais, com ar de elegância, poder e confiança, aquilo tudo colocava por terra a tentativa de Rachel ganhar vantagens. A luz do sol penetrava as janelas deixando o semblante presunçoso de Quinn ainda mais evidente, os olhos duros à boca firme que expressava um sorriso sacana. Rachel tinha ficado pálida e Quinn tinha percebido isso.

– Se der as costas para mim mais uma vez, vai se arrepender Rachel Berry.

 — Você não ousaria me demitir. — Rachel falou.

— E Porque não? – Quinn rebateu. — Afinal eu sou a filha da mãe que te ofereceu ao próprio primo para que ele se, diverti-se um pouco lembra? Como você mesma disse eu sou capaz de qualquer coisa.

 Rachel pensou que Quinn não podia esta falando serio. Ela disse aquilo a si mesma ficando ansiosa. Quinn estava querendo vingança e dizer aquilo fazia parte do plano, por Rachel ter a chamado de grosseira.

— Se você me demitir e fechar a creche vai prejudicar as outras mães.

 — Rachel me poupe do seu discurso. — A morena a interrompeu.

 — Você trabalhou comigo por mais de ano, sabe como as coisas funcionam. E estivesse no meu lugar e tivesse que cortas custos na Honey por onde iria começar?

— Não sendo uma maldita e começando pela creche! — Rachel exclamou.

— Isso porque você tem seus próprios interesses? — Os olhos da morena flamejavam de medo, não mais desafiaria Quinn dali para frente. Quinn notara isso. — Mas eu não tenho interesses com a creche Berry.

 — Você... Você... — Rachel engasgou com as palavras antes que pudesse articular qualquer coisa. Quinn se levantou da mesa e se inclinou um pouco para frente.

— Eu o que Berry? — A empresaria indagou. — Ia me dizer algo muito importante bela mujer? Ou ia me convencer que eu também tenho interesse no lugar?

— Não Quinn. — Rachel gritou tentando não se exaltar.

 Quinn voltou a se sentar a relaxar.

 — E sobre seu emprego então? — Quinn continuou com o crescente joguinho entre elas. — Se estivesse no meu lugar, o que faria para reduzir os custos? Cortaria pessoal começando pelos arquivos talvez? — Ela sugeriu. — O departamento é dispensável e ocupa um espaço muito grande do porão que poderia ser usado para algum outro negocio lucrativo e gerar uma renda.

— Toda empresa precisa arquivar documentos Quinn. — Rachel afirmava firmemente, tentando impedir que o pânico que sentia se revelasse. — Todas as empresas bem administradas que conheço não empregam mais um monte de gente estúpida exclusivamente para fazer copia naquelas maquinas velhas Rachel. — Quinn respondeu sem questionamentos. Era um jogo perigoso pressionar Rachel, mas ela não via outro caminho no momento. — Se eu contratar uma equipe de mais ou menos cinquenta pessoas e trouxer equipamento moderno, posso me livrar de toda aquela papelada em uma semana Berry. E me custaria caro, mas evitaria maiores custos no futuro. —Quinn calculou um valor que fez Rachel ficar tonta. – E isso torna o seu trabalho e todos os seus colegas arquivistas desnecessário.

 E onde mais eu poderia cortar gastos? Naquele momento Rachel tremia de verdade, a pele estava fria feito gelo. Com extrema facilidade, Quinn ameaçava deixar dúzias de pessoas sem emprego por mero capricho. E, se não bastasse, também queria fechar a creche e deixar mais de 34 mães sem o serviço que local oferecia, o que, portanto, também tornaria a equipe da creche desnecessária e deixaria mais pessoas sem emprego.

— Você não merece ter uma filha. — Rachel exclamou exasperada. — Muito menos merece ter a posição que tem aqui! Deveria estar na sarjeta rastejando, recebendo o troco por ser tão egoísta assim! Tentando ficar indiferente aos insultos mesmo que lhe doesse ouvir aquilo. Quinn apenas encolheu os ombros.

— Meu negocio é salvar empresas da falência e não pessoas Berry. — Ela respondeu. — E sei que essa empresa precisa ser renovada urgentemente. — Quinn acrescentou com severidade. —Se tiver que demitir pessoas para que empresa cresça é o que farei. —

E eu serei a primeira a ir embora. — Rachel murmurou. — Eu odeio você. — A loira acrescentou impulsivamente.

— Odeia mesmo Rachel? Que incentivo gostaria de receber para mudar de ideia. Dinheiro talvez? Outro cargo? Ou uma creche melhor para nossa niña? Os olhos castanho brilhavam e o rosto estava tão branco que Quinn pensou que Rachel iria desmaiar ali mesmo.

— Beth adorava os cuidados que recebi na creche daqui. — Ela insistiu vacilante.

— Então venha, sente-se e discutiremos o assunto...

Só que Rachel não queria se sentar. Ela queria dar as costas e fugir para bem longe dali sem nem ao menos olhar para trás. O silencio começava a se intensificar, assim como a tensão entre ambas as mulheres. Rachel sentia que Quinn a estudava, esperando e calculando o próximo passo, e aguardando por quanto tempo ela ainda resistiria.

— Eu preciso te lembrar de quem eu sou senhorita Berry. Naquele momento Quinn usara sua autoridade como sua chefe.

Sua espinha se retesou. E ainda sim Rachel não conseguia mover seus pés do lugar.

— Não venha com suas ameaças Quinn. — Rachel disse tentando manter o controle. Em respostou Quinn se levantou e deu a volta á mesa. Pegou o telefone, sem desviar os olhos de Rachel, ela estava lívida e cautelosa.

— Santana. — Ela disse calmante. — Quero que providencie o desligamento da Srta. Berry da Honey imediatamente. Peça que mesa dela seja limpa e todos os objetos pessoais delas sejam tragos para minha sala, por favor. Com extrema calma, Quinn recolou o fone do gancho e voltou a sentar. — Pronto está feito. — Falou simplesmente como se nada tivesse acontecido. — Esta demitida mais uma vez.

 Sem demonstrar qualquer arrependimento, mesmo que por dentro estivesse se sentindo péssima, Quinn voltou a sentar e se reclinou contra a mesa e esperou que Rachel assimilasse o que tinha acabado de acontecer. Quinn precisava fazer Rachel acreditar que ela não estava para brincadeiras quando se tratava de sua filha, mesmo que morena a odiasse agora, talvez no futuro ela entendesse os seus motivos melhor. Então com voz modulada e calma Quinn prosseguiu a conversa.

— Será que agora pode sentar e podemos conversar melhor.

 E como um fantasma, Rachel se aproximou dela e se sentou como Quinn tinha lhe pedido. E Quinn achava que terninho barato que Rachel usava lembrava lenços de papel, o rosto dela agora tinha uma cor semelhante. Quinn tinha mesmo feito aquilo? Quinn se perguntava que diabos, não sabia se estava falando serio. Ela não era uma desalmada que demitiria uma mulher na situação de Rachel.

 E sim aquilo a tinha corroído por dentro, mas no fundo ela sabia que Rachel a conhecia intimamente. Rachel sabia que Quinn não considerava questões pessoais quando se tratava de negócios. Porém tudo aquilo ia além de negócios eram questões de sangue, família e amor em jogo. Mais Quinn tinha a vantagem de Rachel acreditar que suas ameaças eram mesmo reais, por todo tensão que situação gerava.

Rachel parou na frente da empresaria. As pernas cruzadas de Quinn bloquearam a sua passagem ate a cadeira. Rachel estava tão perto que podia sentir o tremor do corpo moreno. Os olhos dela estavam abaixados, os braços envolviam o corpo como se formassem uma proteção. Mas nada adiantava.

— Por favor, não faça isso comigo, mais uma vez Quinn. —Rachel sussurrou. — Eu preciso desse emprego.

E por uma razão inexplicável, o hesitante pedido fez o corpo de Quinn se agitar e ela permitiu que sensação fluísse. Ela queria se levantar e abraçar Rachel e dizer que não passava de simples blefe, mas o medo a impedia. Quinn pode sentir o perfume, quente de Rachel. O terninho parecia um saco e não valorizava em nada a loira, mas não impedia que morena imaginasse o que havia por baixo.

 E ela se lembrava de bem daquele corpo, os seios firmes e claros com mamilos maravilhosamente sensíveis, o abdômen que adorava receber o toque de sua língua, assim como pequeno umbigo e os delicados contornos da virilha. Logo a morena se repreendeu sabia que se continuasse com esses pensamentos teria sérios problemas, refletiu aborrecida, então concentrou o olhar no rosto de Rachel.

Era linda, pensou. Muito linda, mesmo com pele pálida, e a boca levemente tremula e aquela rigidez dos olhos castanhos. Seria complicado e difícil fazer Rachel ceder e confiar nela, mas Quinn não desistia fácil e tinha argumentos convincentes para fazer a loira mudar de ideia e com toda certeza usaria todos eles.


Notas Finais


Um capitulo por dia


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...