História Photograph - Shawn Mendes - Capítulo 31


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Originais, Shawn Mendes
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Palavras 1.061
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAA DESCULPA A DEMORA ANJOS
sério
Acontece que eu tava com um bloqueio enooorme pra escrever hot, porém hoje eu pensei "caralho eu preciso postar". PÁ postei
Espero que gostem, e desculpa o hot meia boca

Capítulo 31 - Tell Me You Love Me


Agosto
Toronto, Canadá


Mamãe saiu e eu fui para o estúdio. Meus pensamentos voavam para a ruiva. Me peguei pensando sobre ela mais vezes do que eu poderia imaginar.

A saudade me enche a cada passo que eu dou aqui, me lembrando dos momentos juntos e das conversas. Eu sinto mais falta dela do que eu jamais pensei sentir de alguém.

Tentar focar nas músicas foi inútil, mas continuo no estúdio; porém, rolando a timeline do Twitter. Peguei o violão e comecei a tocar uns acordes de Understand, depois de Fallin’ All In You; logo Gabriella veio na minha mente. Então, desisti de me forçar a trabalhar.  

Toc toc toc

– JÁ TÔ INDO, SÓ UM POUCO – gritei, tirando o violão do meu colo e indo até a porta.

Toc toc toc

– JÁ VOU, JÁ VOU – passei pela sala.

Toc toc toc

– Mas que porra, TÔ INDO – que caralho, meu Deus.

Destranquei a porta e quando vi o que tinha atrás da madeira, meu corpo travou; meu queixo caiu; um milhão de coisas passou pela minha mente. Gabriella está aqui, Gabriella veio. Sorri largo quando a ficha caiu, ela realmente está aqui.

Céus, como eu senti falta dela!

Puxei-a para um abraço, sentindo minha camiseta ficar molhada. Ainda abraçando ela, coloquei as malas dela para dentro e tranquei a porta de novo. Ainda parece surreal, ela conseguiu.

– Meu Deus, você tá aqui. Você realmente tá aqui – eu olhava para ela como se um Deus estivesse na minha frente.

– Sim, estou.

– Como veio?

– Karen me trouxe.

– Eu não acredito – falei rindo. Fiz um carinho nas bochechas dela, limpando as poucas lágrimas que ainda caíam. – Eu senti a sua falta, Sweet.

– Eu também senti tanto a sua falta, Love.

Sorri ao escutar ela me chamando assim. Só tínhamos dito isso por ligação e mensagens, as borboletas ainda são as mesmas; mas com mais quantidade.

Demos esses apelidos um para o outro quando minha mãe veio aqui e me chamou assim, então Gabriella decidiu que esse seria um ótimo apelido; já o dela foi dado quando ela comprou um quadro escrito “Love" para colocar uma foto nossa, clichê.

Olhei para ela, que olhava o apartamento num todo, e sorri. Percebi que agora a minha vida realmente será outra com a Gabriella por perto o tempo todo, vai ficar menos vazia.

Caminhei até ela e a puxei pela cintura, colando nossos corpos. Espalhei beijos por todo seu pescoço, dando leves chupões. Fiz uma trilha até a boca dela, beijando-a. Gabriella gemeu baixo.

Ainda nos beijando, fomos até o sofá. Deitei ela ali, ficando por cima. Minhas mãos passeando pelo corpo da brasileira, parando em certas partes e apertando – como coxa e bunda –, fazendo ela gemer.

Suas mãos desceram pelo meu abdômen até a barra da camiseta cinza, tirando-a. Suas unhas arranhavam minhas costas.

Desci os beijos para seus peitos, beijando-os por cima da regata. Ela gemeu em frustração e se remexeu em baixo de mim, quando dei espaço ela tirou a peça de roupa. Sorri, voltando a beijar o local.

Segurei ela pela cintura, erguendo ela e colocando-a no meu colo. Logo o sutiã branco que ela usava estava no chão. Comecei a chupar o bico do seu seio, enquanto apertava o outro com a mão. Gabriella gemia alto, o que me fazia gemer às vezes também.

Minha mão esquerda, que estava nas costas da ruiva, desceu até o traseiro dela, apertando em seguida.

Ela começou a rebolar em cima do meu pau, me fazendo jogar a cabeça para trás e gemer alto. Gabriella continuou com os movimentos.

Deitei ela de novo, desabotoando sua calça e tirando junto com a calcinha. Nesse ponto, a calça moletom já estava apertada e desconfortável.

Me deitei sobre ela, beijando-a. Minha mão esquerda estava ao lado da sua cabeça, servindo de apoio; já a direita passeava pelo corpo dela, indo até a sua intimidade.

Comecei a estimulá-la pelo clitóris, depois coloquei um dedo dentro dela e comecei a fazer movimentos de vai-e-vem. Ela gemia alto e eu sentia meu pau pulsar dentro da minha cueca. Coloquei mais um dedo e acelerei os movimentos.

Quando ela estava quase gozando, comecei a estimulá-la com a língua; fazendo o mesmo que eu fazia com os dedos. Gabriella gozou na minha boca pouco tempo depois.

Fiquei em pé, indo até o banheiro e pegando uma camisinha. Voltei e tirei a calça, rasgando o pacote e colocando a camisinha em mim. Me deitei sobre ela de novo, colocando o meu pau na entrada dela.

– Se doer fala – disse, ela concordou e eu entrei nela.

Deixei ali um pouco pra ela se acostumar com a sensação, quando ela assentiu comecei a me movimentar. Logo eram nós dois que gemiamos alto entre os beijos. Gozamos juntos minutos depois.

– Eu senti falta de te ouvir gemer assim, soa como uma ótima canção. Mas sabe do que eu senti mais falta? – perguntei.

– Huh?

– De te foder gostoso como fiz hoje; de te sentir dentro de mim; de te ver pedir por mais – beijei ela, que sentou no meu colo.

Sua mão desceu até meu pênis, colocando dentro dela. Gabriella começou a rebolar, depois a cavalgar. Revirei os olhos, gemendo, e voltei a chupar seus seios. Quando gozei, ela saiu do meu colo e me puxou pela mão até o banheiro.

Tomamos um banho juntos, foi demorado e gostoso. Gabriella em si é gostosa, suas curvas e seu jeito de se movimentar; tudo deixa ela extremamente gostosa.

– Não é legal você ter pensamentos eróticos enquanto tomamos banho,Shawn.

– Por quê?

– Porque parece que você quer transar – ela riu.

– Talvez eu queira – dei de ombros.

– De novo?

– Todos os dias, babygirl.

Ela sorriu e revirou os olhos, voltando a ensaboar o cabelo.

– Não é culpa minha se você é extremamente gostosa, amor.

– Shawn?

– Yeah?

– Acho que preciso de ajuda pra ensaboar meu corpo – sorriu de um jeito safado e eu fui até ela.

O nosso dia pode ser descrito em: sexo e amor. Transamos – muito – e matamos a saudade. Vimos série e comemos besteiras entre intervalos de beijos. Combinamos de amanhã, sexta, ir ver sobre a faculdade de fotografia dela; passar no supermercado também está na lista, de acordo com ela eu só tenho coisas saudáveis.

Pensar que é isso que eu vou ter diariamente me traz uma paz e uma felicidade imensa, sei que vai dar tudo certo entre nós. Estamos prontos para isso.

Estamos?


Notas Finais


AAAAA SE VCS QUISEREM CV COMIGO, TEM O MEU TT
Confira Gi || fanfics no fix 💙🌈 (@L0stinvidinha): https://twitter.com/L0stinvidinha?s=09


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