História Photograph - Capítulo 31


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizadecolorida, Comedia, Drama, Fotografias, Mistério, Obsessão, Romance, Suspense
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Palavras 3.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 31 - Eye of the Storm


Fanfic / Fanfiction Photograph - Capítulo 31 - Eye of the Storm

Tina sentiu seu corpo tremer quando um vento cortante chocou-se contra sua pele exposta. O tecido fino de seu vestido destoava de toda paisagem escura e turbulenta que denunciava a tempestade que estava por vir. A áurea agitada que escurecia o céu sacudia as árvores altas que delimitavam o caminho asfaltado em que os pés descalços de Tina tocavam.

O lugar desconhecido e deserto não parecia com nada que Tina já havia visto mas ao mesmo tempo trazia em seu peito uma sensação de dejávú perturbadora. Seus olhos voltaram-se para trás, procurando por algo ou alguém que pudesse mostrar para ela o caminho que deveria seguir para voltar às ruas conhecidas, mas sua visão parecia turva com o acúmulo de informação e as inúmeras folhas que voavam em sua direção.

Bom, ela sabia que pedir ajuda seria difícil considerando o silêncio sepulcral que dominava o ambiente, então ela se pôs a caminhar, seguindo o rumo da estreita rua e do balançar das árvores ao seu redor. A cada passo que dava, sua pele parecia queimar com o vento gelado e não demorou muito para que começasse a bater o queixo pelo frio, as mãos cobrindo o corpo com força enquanto seus passos aceleravam o ritmo, arranhando seus pés que corriam contra o asfalto.

A força da corrente de ar contra o seu corpo parecia sugar suas energias pouco a pouco e por um instante ela considerou caminhar a favor do vento, evitando que sentisse mais frio e se cansasse mais rápido. Assim que virou, uma figura esguia e encapuzada a encarava a poucos metros, parada com as mãos enfiadas nos bolsos como se a agitação do vento pouco o incomodasse.

-- Você não estava ai antes... – Tina falou para si mesma, o coração acelerando contra o peito e aquecendo com o nervosismo o frio que antes ela sentia gelar a pele. – Quem é você?! – berrou.

O silêncio se manteve intacto e Tina sentiu o medo tremer cada um de seus ossos quando o indivíduo a sua frente deu o primeiro passo em sua direção. Uma de suas mãos que antes se escondia no bolso da calça tirou uma fotografia que ela conhecia muito bem.

Os olhos de Tina se arregalaram e seus pés não demoraram a se por a correr, desesperados para fugir de quem quer que fosse aquela pessoa assustadora. Ela podia ouvir os passos rápidos que tentavam a alcançar, cada vez mais perto enquanto sua respiração acelerava, dando o melhor de si para se manter afastada.

O pânico tomava conta de si. As lágrimas já escorriam contra a pele de sua bochecha em um choro desesperado por socorro enquanto seus pés sangravam pela força que depositavam contra o asfalto. Ela não conseguiria manter aquele ritmo por muito tempo enquanto ainda podia ouvir os passos fortes de bota logo ao seu encalço.

Em um instante de cansaço Tina sentiu duas mãos agarrarem seus ombros, seu corpo cedendo à força daquele indivíduo que rapidamente a rodopiou, se pondo de frente para ele.

-- Tina! Tina acorda! – Ela ouviu o indivíduo gritar a sua frente mesmo que ela não conseguisse ver o seu rosto.

-- Tina! Acorda! – A voz de Stephan finalmente penetrou seus ouvidos e Tina abriu os olhos em um susto. Stephan a encarava com os olhos verdes arregalados e inchados de sono, uma expressão preocupada dominava os traços de seu rosto.

De forma desesperada, Tina lançou seu corpo contra o dele, passando os braços por seu pescoço enquanto sentia o calor que dele emanava dominá-la por inteiro. Os soluços que escapavam sua garganta disputavam uma corrida com seus batimentos cardíacos acelerados e ela tentava, entre respirações profundas, tirar de Stephan a calma que ela precisava naquele momento.

--Sh... calma. Só foi um pesadelo, meu amor... – A voz grossa e rouca de Stephan soou em seus ouvidos e Tina suspirou em alívio, os olhos fechando molhados sobre a pele de seu peito. – Desculpe te acordar no susto, eu fiquei preocupado. – Seus dedos subiram para a nuca de Tina, o toque das carícias provocando ondas de tranquilidade por todo o corpo enquanto ela ainda respirava pesado, tentando impedir que mais lágrimas surgissem aos olhos.

-- Foi horrível... – Foi tudo que ela conseguiu responder após alguns segundos em silêncio no escuro do quarto de Stephan.

-- Quer falar sobre isso? – Stephan soou mais uma vez, a calma de seu tom de voz dando estruturas para Valentina se recompor e abrir os olhos.

-- Que tal outra hora? – Tina sorriu fraco em sua direção.

-- Tudo bem... – Stephan sorriu em resposta, a puxando mais uma vez para a aconchega-la em seus braços. – Todo o tempo que precisar.

E era exatamente o que ela queria ouvir como resposta.

Ela não queria ter que retomar os medos que a assombravam desde o surgimento de sua primeira foto.

Ela só queria afundar naquele colchão, nos braços de Stephan e esquecer que um mundo a aguardava do lado de fora junto com todas as suas incertezas.

xxXXxx

Stephan cantarolava junto com a música que tocava no rádio enquanto seus olhos estavam presos no trânsito à sua frente. As ruas ficavam cada vez mais movimentadas conforme o tempo esquentava, dia após dia, e, especialmente naquele bendito dia, as ruas de Vancouver estavam abarrotadas de carros fazendo com que o caminho até a West Point School se tornasse extremamente lento.

Pelo menos era o que parecia para a personalidade ansiosa de Tina que sentia como se o seu coração fosse explodir a cada metro que diminuía a distância até a escola.

-- Tina, para de tremer essa perna, não precisa ficar nervosa! – Stephan riu ao seu lado, os dedos passando pelos cabelos bagunçados enquanto ele se olhava pelo espelho retrovisor.

-- Como você não está nem um pouquinho nervoso? – Tina cruzou os braços, as sobrancelhas arqueando em indignação.

-- Se eu fosse me importar com tudo que as pessoas pensassem de mim eu não conseguiria mais entrar naquela escola. – Stephan riu fazendo Tina revirar os olhos. – E além disso, não é como se fosse uma grande novidade, casais se formam e se separam toda a semana por lá... – deu de ombros.

-- Mas nós não somos um casal normal! – Tina riu empurrando seu ombro de leve.

-- Como não? – Ele franziu a testa.

-- Tudo o que aconteceu entre a gente poderia facilmente virar um roteiro de filme de Hollywood! A amizade colorida, as brigas incansáveis, os nossos antigos namoros, as minhas brigas com a Jessie, a confusão com Peter... - Ela enumerou.

-- Tudo bem, agora estou entendendo seu ponto. – Stephan coçou a nuca rindo. – Mas mesmo assim não estou nervoso, na verdade eu estou ansioso para mostrar pra todo mundo que finalmente o que era pra dar certo se concretizou. – Ele piscou em sua direção com o sorriso brilhante nos lábios.

-- É... por esse lado a situação fica menos pior. – Tina correspondeu o sorriso e se permitiu respirar fundo, trazendo a tranquilidade para seu corpo mesmo com suas veias ainda bombeando rápido o sangue com adrenalina.

 

Quando o amarrotado de pessoas a frente do portão da West Point School surgiu no campo de visão de Tina, seu coração voltou a acelerar sob o peito acelerando sua respiração. Seus olhos estavam grudados nos rostos diversos que se misturavam à sua frente mas os dedos de Stephan a despertaram de seu transe nervoso ao apertar a protuberância de suas bochechas.

-- Vamos lá? – Ele a perguntou sorrindo e Tina apenas assentiu com a cabeça em resposta.

Tina abriu a porta do carro e tentou não focar sua atenção nos olhos que já se voltavam em sua direção. Stephan não demorou a se por ao seu lado e logo entrelaçou seus dedos com os dela, a puxando para adentrar no meio da multidão de alunos. Tina o encarou, buscando por segurança, e como se soubesse o que estava sentindo, os olhos verdes de Stephan já a esperavam com todo o carinho que conseguiam transmitir.

Deixando a eterna dúvida de como ele conseguia ser tão especificamente perfeito.

-- Eles estão encarando... – Tina suspirou passando os olhos pelos adolescentes reunidos em diferentes grupos, suas expressões sérias e de espanto provocavam cochichos que ecoavam como gritos. –... e cochichando.

-- Eu sei... até mais do que eu imaginei. Parece até que eles estão fazendo um corredor para desfilarmos. – Steph revirou os olhos. – Eles não tem coisa melhor para fazer do que se preocupar com a vida dos outros, nada que não me surpreende. - completou com o deboche carregado em seu tom de voz.

Tina suspirou forte mais uma vez, desviando o olhar e tapando mentalmente a audição do que quer que aquelas pessoas estariam comentando de si. A última coisa que ela precisava era mais um motivo para retornar para seu ciclo sem fim de crises de ansiedade. Ela estava muito bem e feliz para ser frágil agora.

Ela precisava resistir.

"Você é forte, Valentina" pensou.

E pensando nisso ela entrou de cabeça erguida na porta da frente, caminhando pelo corredor de armários com o queixo levantado e um sorriso confiante nos lábios. Tudo ficaria bem desde que ela ainda tivesse seus amigos e Stephan ao seu lado. Nada poderia dar errado. Nada poderia impedi-la de ser feliz agora.

Mas quando ela viu o rosto pálido de Dylan correndo em sua direção, ela teve certeza que algo sim poderia dar errado.

Sua vida estava longe de ser um conto de fadas.

Enquanto Dylan se aproximava, Tina se permitiu dar atenção para as dezenas de pessoas que agora a encaravam com expressões variadas...Algumas riam, outras lançavam sorrisos maliciosos, outras esboçavam uma das sensações que ela mais repudiava: pena.

E foi aí que ela reparou os sinais esquisitos que aquelas pessoas estavam tentando mostrar desde o início.

Tinha algo de muito errado com tudo aquilo.

-- Tina, pelo amor de deus, vem comigo. – Dylan estava ofegante pela agitação e puxou sua mão com força. – É urgente.

A brutalidade e impaciência do amigo não demorou a chamar a atenção de Stephan que logo interviu:

-- Dylan, pera aí, o que está acontecendo, dude? – Stephan se pôs entre eles e os olhos assustados de Dylan se voltando em sua direção.

-- Por favor, Stephan. Precisamos tirar ela daqui, agora.

-- Dylan... Dylan, o que aconteceu? – Tina fechou os olhos tentando conter o nervosismo que já subia por seu corpo.

Mas a troca de olhares silenciosa que os dois garotos travaram na sua frente pareceu ser o suficiente para que trabalhassem juntos para tirá-la da atenção incessante dos alunos que dominavam o corredor. Uma Tina confusa era puxada entre salas e armários e enquanto era guiada com pressa, seus olhos circulavam atentos para qualquer coisa que indicasse uma pista da emergência claramente séria de que Dylan estava falando.

E foi em uma dessas procuras aleatórias que sua visão recaiu na imagem que brilhava na tela do celular de uma das alunas que passou junto a eles. E o que seus olhos encontraram foi o suficiente para fazer seu mundo ruir.

Ela entrou em pânico.

-- Dy-Dylan... Dylan diz pra mim que não sou eu nessas fotos... – Um nó já se formava em sua garganta com o choro de desespero que ameaçava escapar, seu corpo enfraquecendo nos braços de Stephan que a empurrava. 

-- Tina, por favor, fica calma. Vamos sair daqui antes, ok? Nós vamos cuidar disso! – Dylan respondeu nervoso, acelerando o passo pelos corredores.

-- Que fotos? O que está acontecendo? – Stephan perguntou mais uma vez, nervoso, suas mãos bagunçando os cabelos enquanto seu corpo tentava equilibrar uma Tina totalmente desnorteada. – Eu não estou entendendo nada!

Uma parada brusca fez com que Dylan tacasse o casaco que estava em suas mãos para Stephan.

-- Stephan, tapa os olhos da Tina. Agora! – Dylan então a empurrou para os braços do amigo que a pressionou contra o peito e tapou seus olhos.

Ela sentia as lágrimas já escorrerem por seu rosto, com os cochichos se tornando mais altos e o aglomerado de pessoas maior conforme Stephan continuava a guia-la às cegas. Ao sentir seus braços pressionarem com força seu corpo, Tina sabia muito bem por onde estavam passando.

As fotos que ela havia visto no celular da menina estavam coladas em seu armário e era exatamente ali que deveriam estar atravessando naquele momento.

Todas as pessoas que estavam presenciando suas fotos nuas em seu próprio quarto

-- Dylan... Dylan quem foi que... – Stephan começou a perguntar mas foi interrompido.

-- Não sabemos e também não importa agora! – Dylan berrou com raiva. – Leva ela pra sala da diretora, eu vou terminar de tirar essas fotos daqui com as meninas. Vai, vai!

Tina escutou Stephan grunhir com raiva e puxou um casaco por cima da cabeça de Tina, se abaixando e a pegando no colo. Seus passos eram rápidos mesmo com o peso de seu corpo e, entre os soluços dela, grunhidos de raiva escapavam de seu peito em meio a diálogos desconexos que ele travava consigo mesmo.

Ele estava com raiva.

Muita raiva.

E ela se culpava por fazê-lo se sentir assim.

Não demorou muito para ele a sentá-la na pequena saleta de espera da diretora Wilson e tirar o casaco de seu rosto. Seus olhos verdes estavam mais escuros que o normal e ele tomava no rosto aquela maldita máscara inexpressiva como forma de defesa, o que só trazia ainda mais angústia para o peito de Tina.

-- Stephan... eu... – Tina tentava elaborar uma frase entre os soluços repetitivos, mas a mão de quente de Stephan a interrompeu, segurando seu rosto com delicadeza.

-- Sh... Não precisa dizer nada. – Ele engoliu em seco, seus olhos a analisando com atenção, tentando manter firmeza. – Eu te prometo que vou encontrar quem fez isso com você, eu vou encontrar quem fez isso com a gente.

-- Me perdoa por tudo isso... – Ela sussurrou cabisbaixa.

-- Você é a vítima aqui, Tina. – Stephan falou baixo, se agachando à sua frente. – E eu não vou deixar nada entrar no meio de nós de novo, ok? Nós vamos passar por isso, juntos.

Tina assentiu, puxando o corpo de Stephan em um abraço apertado. Ela sentia seu corpo fraco e ele estava ali, como uma rocha para a sustentar como nunca imaginou que faria. Stephan estava mostrando para ela que dar a eles mais uma chance foi a melhor coisa que ela poderia ter feito e que, o que nutriam um pelo outro, definitivamente não seria fácil de romper.

Eles finalmente haviam encontrado o equilíbrio...

... Mas o universo estava realmente os testando quanto a isso.

Eles se mantiveram abraçados por alguns minutos enquanto Tina tentava encontrar motivos para secar as lágrimas e se recompor.  Mas não demorou muito para a porta da sala da diretora se abrir.

-- Valentina e Stephan, por favor entrem. – Sra. Wilson apareceu no batente da porta, sinalizando com uma expressão séria para que os dois adentrassem sua sala.

Rapidamente, Tina e Stephan caminharam para a sala que já conheciam bem, desde a confusão com Peter na porta da escola há algumas semanas. Apesar da tensão da última vez, naquele momento a diretora parecia mais contida e um tanto preocupada. Seus olhos estavam atentos à Tina e a tristeza que exalavam deixava claro que ela estava decepcionada em ver o que Tina estava passando.

-- Acho que vocês já sabem por que estão aqui, quero ser breve e objetiva com o assunto. Mas, acima de tudo, quero dizer que... – Sra. Wilson hesitou por um instante, soltando um suspiro pesado, como se tivesse tentando tomar forças do oxigênio do ambiente. - ... que eu vou fazer o possível para encontrar o responsável por essa covardia que fizeram com você, querida. Ninguém merece ser exposto dessa maneira e de uma forma tão cruelmente planejada.

O silêncio se instaurou entre eles por alguns instantes, Stephan e a diretora a analisavam com o olhar preocupado perfurando a alma machucada de Valentina que se esforçou para responder:

-- Obrigada, Senhora Wilson. Agradeço o apoio... – Tina falou baixo, a voz ainda embargada de choro.

-- Diretora, o que podemos fazer agora? – Stephan perguntou de prontidão, se remexendo incomodado e impaciente em sua cadeira.

-- Bom... considerando o caso recente de violência em nossa escola envolvendo seu ex-namorado, Valentina, acho que teremos que convocar os seus pais para deixa-los à par da situação. Além disso, uma exposição de uma menor de idade como você me obriga a levar esse caso para Secretaria de Educação de Vancouver e, consequentemente, para a polícia. – A diretora suspirou, massageando suas têmporas. – Acho que teremos que levar não só as fotos expostas mas as fotos que tiramos no dia da agressão para um inquérito policial. O que está acontecendo é muito sério... Não sou advogada, mas pelo básico que conheço, o responsável por isso pode ser preso, não apenas punido.

-- Os pais dela já entraram com um processo contra o ex-namorado dela, essas fotos podem ser usadas para emitir um mandato de restrição contra ele. – Stephan respirou fundo mas suas veias já estavam saltadas no pescoço. Seus punhos cerrados sobre a mesa denunciavam a raiva que circulava com velocidade por todo o seu corpo.

-- Sim, vou tratar de comunicar os pais delas e o advogado responsável, me desculpe, Valentina, mas isso é necessário para a sua segurança e privacidade. – Sra. Wilson afirmou com determinação. – Agora, pegue suas coisas e vá pra casa, vou pedir para os professores que compõe sua grade enviarem o material do dia pelo Stephan ou pelo Dylan. Vá pra casa e converse com algum de seus pais. Você não é a culpada e não precisa passar por isso sozinha. Nós vamos nos esforçar para que isso não ocorra mais nas nossas dependências e que o responsável por esse ato seja identificado. E... o que precisar, conte comigo.

E foi com aquelas últimas palavras que o choro subiu mais forte do que nunca pela garganta de Tina.

Foi naquele momento que ela entendeu a proporção que toda aquela confusão tinha tomado.

Foi naquele momento que ela percebeu que estava no olho do furacão. 


Notas Finais


Um capitulo pequenininho porém impactante...
As coisas estão ficando tensas por aqui...
Até semana que vem, chuchus!


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