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História Photographer - Imagine Kim Taehyung - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Capítulo 2


S/n 

Acordo com o celular tocando, procuro ele as cegas, logo atendendo:

-Alô? - Pergunto bocejando enquanto levanto da cama.

- Oi S/n! Só queria avisar que estou saindo de casa, daqui 15 minutos já tô aí.- Taehyung diz numa tranquilidade, enquanto ouço de fundo uma buzina.

- Saindo de casa? - Pergunto nervosa, despertando de vez. - Ah sim claro, já estou pronta pode vir.- Digo me levantando correndo enquanto procuro meu chinelo. Até que ouço a risada de Taehyung.

- Essa voz de sono não me engana S/n. - Ele percebeu que eu acabei de acordar, merda. - Eu te espero, deve não estar acostumada por ser seu primeiro dia de trabalho, pode se arrumar com calma.

Eu ganhei na loteria, onde que eu conseguiria achar outro chefe como esse?!

- Ah sim claro, muito obrigada, não irá se repetir.- Digo me desculpando.

- Vou desligar porque estou dirigindo, até daqui a pouco.

-  Até.- Digo desligando a chamada e indo me arrumar. Coloco uma calça jeans, uma blusa solta e um tênis para ir, uma roupa bem leve mesmo. Enquanto estou arrumando meu cabelo ouço a campainha tocar e vou atender o Taehyung:

- Oi, pode entrar.-Digo abrindo a porta para ele.

- Com licença.- Ele diz entrando.

Por Deus! Que homem cheiroso e educado, se todos os homens fossem assim, o mundo seria bem melhor. 

- Pode sentar, só vou pegar o celular. - Digo indo em direção ao meu quarto.

- Vou esperar então. - O mesmo diz se levantando, já que seria rápido.

Pego o celular que ele me emprestou e as chaves de casa, colocando um item em cada bolso enquanto chamo ele.

- Vamos? - Digo enquanto ando em direção a porta e saindo dela, dando espaço para ele fazer o mesmo.

- Claro, se não se importar iremos tomar café no carro. - Ele diz enquanto me acompanha ao seu carro.

- Claro que não, é bem melhor até. - Digo animada por poder estar sozinha com ele. Espera o que eu acabei de pensar? Animada em estar sozinha com ele? S/n você não o conhece não tem nem uma semana, cadê o senso?

Já no carro estávamos tomando café, pairava um silêncio agradável, enquanto eu olhava a gente se afastar da cidade.

- Me lembro que dá última vez ficou com medo de entrar no meu carro, o que me impediria agora? - Taehyung pergunta brincalhão.

- Seu senso e minha carteira assinada, posso estar morta, mas ainda sim tenho meus direitos trabalhistas. - Digo segurando a risada. Ele não estava errado, mas me sinto completamente segura com ele perto de mim.

- Ok, você venceu desta vez. - Ele diz sorrindo se concentrando no caminho.

- Como vai ser lá? O que eu vou ter que fazer? - Pergunto enquanto dou mais um gole no café.

- Coisas simples, arrumar  a iluminação quando eu pedir, auxiliar o cliente, me ajudar em algumas poses e cenários, o básico. E só fazer o que eu auxiliar que não vai ter problema. - Ele diz batucando o volante no ritmo da música baixa no rádio, que já estava ficando sem sinal.

- Entendo, então não irá ser tão difícil certo?.- Digo enquanto pego o celular para ver as horas.

- Fique tranquila.- Ele diz calmo com um sorriso confiante.

Chegamos na tal cachoeira e ela é realmente linda! Não é atoa que escolheram fotografar aqui. Logo a cliente chega com seu namorado, após cumprimentar eles vou ajudar Taehyung com algumas coisas que ele me pede, logo iniciando a seção de fotos. Apenas fico no canto observando. A modelo era simplesmente linda, eu precisaria de umas 20 plásticas para chegar aos seus pés.

A seção acaba e eles vão embora, Taehyung ainda precisa editar as fotos, escolher as melhores e transforma-las em um book. Agora entendo o quão difícil é o trabalho de um fotógrafo, não se limita em apenas tirar fotos e pronto. Enquanto desmontamos o cenário ele me pergunta:

- Posso te chamar de S/a? Seria mais fácil já que vamos conviver juntos agora. - Ele me diz meio sem graça, é normal que queira me chamar pelo meu apelido, mas acho fofo sua vergonha.

- Claro, posso te chamar de Tae?- Digo enrolando os cabos e colocando no banco traseiro do carro.

- Claro S/a! Vai querer ir embora agora? - Ele me pergunta após fechar a porta do carro, agora que terminamos de arrumar tudo.

- O que você tem em mente para fazermos? - Pergunto brincando meus dedos.

- Estamos em uma cachoeira, tem trilha e um monte de coisa para a gente fazer, vem. - Ele diz pegando a minha mão e me puxando animado para perto da cachoeira. Ele começa a tirar o tênis e meu sangue gela, e ele percebe.

- Calma S/a, vou só tirar meu tênis, imagino que não seja muito legal andar com um tênis molhado. - Diz ele entrando na cachoeira de calça e tudo. - Ta esperando o que? Vem logo bocó. - Ele diz nadando para a parte funda da cachoeira, e sim, ele ainda está de roupa.

Tiro meu tênis e sigo o mesmo, porém ficando só na parte rasa, que mal tampava meus pés.

- S/a? Não vai vir? - Ele diz fazendo um biquinho fofo e uma cara de decepcionado.

- Eu não sei nadar Tae, prefiro não arriscar. Digo pegando algumas pedrinhas ao redor e colocando perto do meu tênis, achei elas lindas e vou levar para mim.

- Eu te ensino, assim como sou bom com a câmera, sou bom como professor. Vem pode pular, eu te seguro. - Ele diz estendendo os braços, mas escolho por ir andando mesmo. Assim que chego na parte funda ele me segura, já que o mesmo alcança o fundo e eu não.

- É fácil, é só deitar e bater os braços. - Ele diz me ajudando a ficar na posição correta.

- Me diga alguma dica que eu não saiba. - Digo olhando para ele, deitada de barriga para baixo me apoiando no Tae, pronta para nadar, ou pelo menos tentar.

Algum tempo depois, eu já aprendi mais ou menos a nadar, mas agora estamos brincando de tacar pedrinhas na água, quem consegue mais pulos vence.

- Consegui, eu avisei que era boa nisso. -Digo me gabando.

- Você usa uma técnica ai que não vale, e nem adianta negar. - Ele diz emburrado.

- Não há regras aqui meu chapa. - Digo brincando com ele.

- Pela posição do sol, já deve ser uma hora da tarde, e eu particularmente estou morrendo de fome e você? - Ele diz levantando enquanto pega seu tênis na mão e vai em direção ao carro.

- Também estou. - Digo repetindo seus movimentos. A viagem de volta foi tranquila, almoçamos em um drive thru, já que estávamos molhados e não tinha nenhuma chance de sairmos do carro. Foi um dia calmo e agradavel, só me pergunto o motivo, tomara que seja pela cachoeira e não pela minha compania, estou ciente que não devo manter nenhum sentimento a não ser o de patrão e empregada, mas sou besta demais e eu mesma admito isso. 

Deito na minha cama depois de um logo banho quente, estou cansada, mas cansada feliz, se todos os dias de trabalho forem assim, nunca vou querer largar esse emprego. Após um tempo, durmo observando minhas pedrinhas na minha bancada.














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