História Photograph(Laurinah) - Capítulo 3


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Categorias Fifth Harmony, Sabrina Carpenter
Personagens Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Sabrina Carpenter
Tags Laurinah
Visualizações 39
Palavras 932
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Bebê vs Talher


Fanfic / Fanfiction Photograph(Laurinah) - Capítulo 3 - Bebê vs Talher

Dinah estava terminando de vestir a roupinha na bebê,já havia dado banho e penteado seus cabelinhos e fez um penteado fofo e simples. Passou a colônia suave que tinha um cheirinho docinho de frutas vermelhas.

Infelizmente o relógio apitou indicando 10:00 horas em ponto,já estava na hora de Dinah ir trabalhar e ela não poderia se atrasar,tinha uma casa inteira para planejar daqui para o final do dia. Ser arquiteta ás vezes pode ser bem complexo.

Pegou a bebê no colo e a aninhou em si amorosamente.

Saiu do quarto e desceu as escadas,indo para a cozinha encontrando Clara que terminava de aprontar um lanchinho para Sabrina.

Bananas cortadas em rodelas e uma caldinha de caramelo por cima,e o suco de uva em um copinho de bico.

_A bebê da abuela acordou!! -  Clara colocou o pratinho com garfo e o copinho sobre o cadeirão de alimentação da garotinha. E pegou a pequena nos braços enchendo-a de beijinhos.

_Bu-Bu-Bu.  - Sabrina deu um sorrisinho e tentou falar a palavra inteira em español.   

_A-b-u-e-l-a.  - A Jauregui repetiu a palavra novamente letra por letra. Seus olhos marearam ao lembrar da filha,ao perceber as semelhanças entre a neta e sua filha. E consegui segurar suas lágrimas.

_Bu-Buela.  - A bebê deu uns gritinhos e bateu algumas palminhas ao falar a palavra quase toda,faltou apenas uma palavrinha. Mas ficou orgulhosa e alegre mesmo assim.

Dinah ajeitou sua bolsa com tudo que precisaria e deu um longo suspiro. Não queria voltar para trabalhar,queria apenas cuidar da filha e dar todo o amor do mundo. Mas tinha que ganhar dinheiro para sustentar a criança e não queria escorar nos Jauregui's, eles já tinham suas próprias despesas.

Clara percebeu sua frustração e imediatamente tentou tranquiliza-lá.

_É chato deixar nossos filhos para ir trabalhar não é mesmo?!.   - Clara falou enquanto colocava a pequena no cadeirão e  o prendia bem.

Isso foi uma pergunta retórica,mas a polinésia não deixou de responder mesmo assim.

_Sinto como se eu estivesse abandonando-a...  - Dinah suspirou e deu um sorriso fraco.

_Mas não está. Está cuidando dela como nunca,e está enfrentando as dificuldades e sendo forte por ela...  - A mulher afirmou e enquanto terminava de abotoar os botões do babador da bebê.

_E pela...Lauren.  - A loira complementou a fala da sogra e deu um sorrisinho aproximando-se da filha.

_Isso! Pela minha Lauren.  - Clara fungou e limpou rapidamente ás lágrimas que insistiam em cair.

_Mommy tem que ir agora,mas mommy volta logo. Obedeça aos seus avós e tios okay? A Mommy te ama muito!  - Dinah despediu-se da filha com muitos beijos e abraços  e algumas recomendações,no qual a garotinha escutava tudo atentamente e mando beijinhos para sua mommy e deu um tchauzinho,derretendo o coração de Clara e Dinah.

***  

_non,non,non  - A bebê virava o rostinho e fazia um biquinho bravo toda vez que Clara fazia um aviãozinho com o garfinho lilás tentando fazer a pequena comer. Mas ela não queria e falava um "non,non" direto.

Clara tentou colocar o garfinho na mãozinha da pequena,pensando que ela queria comer sozinha. Mas não foi isso que ocorreu. A bebê pegou o garfinho e o jogou no chão,e em seguida começou a pegar as rodelas de banana e colocou-as na boquinha e comeu de uma por uma. 

A mulher chegou a conclusão de que a pequena não gostava de talheres e preferia comer com as próprias mãozinhas. 

_Sapeca. Você não gosta do garfinho né?  - Clara apanhou o talher e mostrou para a garotinha que fez um biquinho novamente e negou com a cabeçinha.

_Non,non,non.  - Sabrina fez uma carinha bravinha para o garfo e deu um tchauzinho para ele e uma risadinha seguida vários "não".

Mas não pode jogar as coisas no chão tudo bem? Tem que entregar na mão dá abuela.  - Clara deu uma pequena advertência,não estava brigando,mas sentiu-se no direito de ensinar a loirinha que não se deve jogar as coisas no chão.Porque se não a garotinha iria crescer assim com essa mania.

_Buela. - Sabrina deu um gritinho e pegou o copinho com bico tomando o restinho do suquinho uva e pegou o pratinho limpou e tentou esconder o rostinho corado,estava com bastante vergonha e Clara achou isso adorável e deu uma risada alta,na qual a bebê acompanhou depois de uns segundos.

As risadas foram interrompidas por um toque de notificação de mensagem no celular de Clara e a mesma foi checar a mensagem imediatamente.

*Whatsapp On*

Taytay: Mãe fomos liberados mais cedo. Vem buscar a gente porfavor!!!!!

Taytay: ��

*Whatsapp OFF*

Clara leu e releu a mensagem,não entendendo o porque de terem sido liberados tão cedo,já que não passava das 10:30, deu de ombros e tirou Sabrina do cadeirão,limpou sua boquinha que sujou um pouquinho com babador e a colocou no chão por enquanto. Pegou uma mamadeira e a colocou uma águinha bem geladinha,crianças sempre sentiam sede e era melhor andar prevenida.Colocou a mamadeira na sua bolsa e pegou uma fraldinha com duas chupetas amarradas.

Foi até a sala e pegou a garotinha no colo e colocou a chupeta em sua boca. E saiu de casa,fechando a porta e a trancando com a chave. 

Não trocou a roupa da bebê,pois não queria se atrasar e ainda tinha um almoço para preparar quando chegasse. 

Clara não tinha empregadas,gostava de fazer tudo sozinha e limpar aquele casarão sozinha também.

Foi até a garagem e abriu a porta de trás,ajeitando a bebê na sua cadeirinha,e a prendendo firmemente. Depositou um beijinho na sua testa,e entrou no banco do motorista,ligando o carro e indo em direção ao colégio dos meninos.

 

 

 



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