História Physic Prison - O início da Loucura - Capítulo 2


Escrita por: e Alli_Quinn

Postado
Categorias Arlequina (Harley Quinn), Esquadrão Suicida, Hera Venenosa
Personagens Amanda Waller, Chato Santana (El Diablo), Coringa (Jack Napier), Floyd Lawton (Pistoleiro / Deadshot), Harleen Frances Quinzel (Harley Quinn / Arlequina), June Moone (Magia / Enchantress), Pamela Lillian Isley (Poison Ivy / Hera Venenosa), Personagens Originais, Rick Flag, Tatsu Yamashiro (Katana), Waylon Jones (Crocodilo / Killer Croc)
Visualizações 9
Palavras 2.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey
Espero que gostem
Boa leitura

Capítulo 2 - Patterns In Crime


Harley Points off Views 

Sr.J estava dirigindo cerca de 30 minutos, de acordo com ele iríamos em um local muito especial e eu iria amar estar lá.

- Doutora, chegamos- a voz desgastada do homem de cabelos verdes surge em meio ao silêncio

Descemos do carro e fomos até o galpão, homens vestidos de uma forma estranha começam a aparecer e eu começo a me encolher ao lado do Sr.J.

Assim que entro no local, 4 homens vem em minha direção para me segurar, e infelizmente eles conseguem.

- Sr.J o que está acontecendo- pergunto nervosa- Me soltem, vão tratar a mulher do Coringa Assim?- grito e começo a me debater contra eles- ME SOLTEM, ME SOLTEM- já não via o Sr.J por lá, ele tinha me abandonando? Depois de tudo que eu fiz ?

Os homens com roupas estranhas me colocaram em uma maca e me prenderam lá, continuo a me debater, em tentativa de conseguir escapar mas foi tudo em vão.

Ouço passos vindo em minha direção, e por fim ouço aquela voz

- Doutora, você se meteu onde não devia- ele aparece e solta uma risada maléfica

- Sr.J, eu lhe ajudei, oque vai fazer comigo?- falo assustada- Por favor me solte

- Hum deixa eu pensar- ele fala e faz uma pausa- NÃO- e novamente ouço a risada maléfica

- Sr.J por favor, eu imploro- suspiro

- Calada, não mandei tentar ser minha amiga- ele ri- Capangas tragam para mim- ele diz e eu começo a tremer

Derrepente instrumentos de tortura são postos ao lado da maca.

Sr.J liga todos eles e me olha com desprezo

- Vai me matar Sr.J?- pergunto com um nó entalado em minha garganta

- Não- ele passa a mão em meu rosto- Eu jamais faria isso com a minha Doutora favorita- ele ri

- O que vai fazer então?- falo assustada

Oque seria pior que a morte para um Psicopata ?

- Eu só vou te machucar- ele pega os instrumentos- e vai doer, muito, muito mesmo

- Você acha?- falo sem medo- Pois eu aguento

- Veremos- ele solta aquela risada novamente e eu me contorso- Para de se mexer- ele põe algo na minha boca- Não faça barulho doutora, ninguém pode te ouvir- ele cantarola para mim de forma amedrontadora

Sinto um choque na minha cabeça, tento gritar mas o pano em minha boca não me permite fazê-lo.

Outro e mais outro e novamente outro choque, sinto meus olhos fechando e tudo ficando escuro a minha volta porém tento ficar acordada.

Vejo ele aumentar a voltagem e me dar outro choque; Apago de vez

[...]

- Harley- vejo um homem em minha frente- Você acordou, irei chamar o chefe

Tento me levantar porém uma forte dor de cabeça me atinge, Vejo o Sr.J em minha frente

- Olá querida- ele sorri largamente- cuidado para não se machucar

- Oi Sr.J, oque aconteceu?- suspiro cansada

- Assim que fugimo do Asilo Arkham, você caiu e bateu forte a cabeça, desmaiou logo depois- ele se senta na cama ao meu lado- Como a doutora está?

- Melhor eu acho- sorrio

- Isso é exelente- ele ri- Bom temos trabalho a fazer- ele se levanta e sai andando

[...]

Algumas semanas se passaram desde minha fuga com o Sr.J.

Ele tem sido tão atencioso e carinhoso comigo durante esse tempo, mal posso acreditar nisso.

Acho que ele está se apaixonando por mim.

Ah quase me esqueço, tenho que tomar os remédios que o Sr.J mandou.

Me levanto da cama e tomo os remédios, para ser sincera eu não sei que remédios são esses mas se o Pudinzinho mandou eu tomar deve ser para o meu bem

- SR.J BOM DIAAA- grito

- Porque você está gritando criatura medíocre?- ele fala com desprezo

- Eu só...- suspiro frustrada

- Cala a boca vadia- estranho aquele comportamento

- Sr.J ta tudo bem?- ele revira os olhos quando ouve minha voz

- Some da minha frente- ele diz me empurrando e sai do quarto

Vou atrás dele e paro na sua frente, o encarando.

- O que você tem?- o olho perplexa

- Não vai sair da minha frente?- ele fala me fitando

- Não- respondo seca

- Então eu te tiro- ele me empurra e eu acabo caindo escada a baixo

[...]

Acordo no chão da cozinha, sem entender nada, Vejo um bilhete na mesa e sorrio

Pego o tal bilhete

" Querida doutora; eu me cansei de você, por isso fui embora, não me procure ou eu te matarei dessa vez, tchau.

Sr.J"

Sinto meus olhos marejarem com a situação, começo a chorar, me sento no chão e fico por lá

Vejo um dos capangas saindo, deve ser o novato

- Novato- o chamo

- Sim?- ele se vira de frente para mim

- Onde o Sr.J está?- pergunto tristonha

- Ele está saindo de Gotham, só posso dizer isso- ele sai andando

Corro para o quarto troco de roupa e saio em direção a garagem.

Pego uma moto qualquer e saio dirigindo atrás dele.

Corro em alta velocidade e vou em direção à rodovia.

Avisto o carro de longe e rapidamente o alcanço.

O carro vermelho ainda correndo em alta velocidade tenta escapar de mim, olho para dentro do carro e lá Vejo ele, Sr.J revira os olhos.

Passo na sua frente e dirijo até uma certa distância de seu carro, pulo da moto e paro no meio da rua.

Sr.J acelera em minha direção, eu realmente achei que ele iria me matar porém quando ele está MUITO perto, o carro para em minha frente.

- Por que?- o olho triste

- Oque você quer?- ele fala seco

O cara do caminhão atrás do carro do Sr.J para também e desce, vindo até nós

- PEGUE SUA VADIA, A COLOQUE NO CARRO E VAZE DAQUI, SEU BOSTINHA- o homem diz, Sr.J se vira para trás, olhando o homem

Pego a arma de coringa e atiro no cara.

- Chata, Chata, Chata, Chata- Sr.J murmura

- Eu fiz tudo que você pediu- falo- todos os testes, tomei todos os remédios e matei todos que pediu; Porque não asseita que eu te amo?

- Harley, Harley, Harley- ele suspira- Podemos ser bons amigos mas você não coopera- ele ri

Aponto a arma para ele e o Sr.J ri novamente

- Vamos, Aperte- ele diz- Faça, Faça, Faça, PUXE O GATILHO PORRA- ele grita

- Tem mais medo do meu amor do que de uma arma?- digo com a voz embargada

- Você é fraca- ele me desarma e aponta a arma para a minha cabeça

- Então prove que é melhor, vamos me mate; Não sou tão boa para você não é- choro

- Vamos logo com isso- ele abaixa a arma- Tem uma última coisa que você deve fazer- ele suspira- Vamos embora

Ele segura meu braço com força e joga dentro do carro.

Sr.J começa a dirigir velozmente em direção a uma indústria de químicos desativada.

- Chegamos doutora- ele para o carro

Desço do carro em silêncio e entro na indústria, o local estava velho e sujo.

Subimos várias escadas e caminhamos até um "abismo" e o que estava embaixo dele era uma única caldeira de ácido ligada

- Você morreria por mim?- ele me encara

- Sim- digo firme

- Muito fácil- ele ri- Você viveria por mim?- ele me olha sério

- Sim- falo sem alguma expressão em minha face

- Prove- ele sussurra em meu ouvido

Assinto e lentamente caminho até a borda de ferro, me viro de costas e abro os braços, olho uma última vez para o Sr.J, que no momento não possui nenhuma feição, e me jogo, de costas.

Quanto mais eu vou caindo com mais medo eu fico, Será que oque me espera vai doer?

Ainda caindo ouço aquela risada satânica inconfundível, Sr.J era o propio demônio e eu o amava por isso.

Finalmente caio na caldeira fervente de ácido, sinto meu corpo queimar, meus ossos se corroerem e minha cabeça latejar.

Acabo me afogando naquela imensa e profunda dor, ele não me salvaria?

Eu morreria Assim? A troco de nada?

Não que eu esteja arrependida, muito pelo contrário eu não estou, mas esse será o meu final?

Tudo se apaga novamente.

Alguns minutos depois 

Acordo sentindo aqueles lábios nos meus, Ele não me deixou.

Olho para Sr.J e sorrio

- Olá Arlequina- ele diz e sorri

Começamos a rir como doidos, afinal de conta nós realmente éramos doidos.

Ele me beija novamente e eu me sinto em casa.

- Você é louco- digo e rio

- Você é insana- ele diz sério

Depois de um tempo, saimos da caldeira e trocamos de roupa.

Que por sinal era nova e muito diferente.

Amarro meu cabelo em dois rabos, olho as pontas dos meus cabelos e me assusto, de um lado estava rosa/vermelho e do outro estava azul

- Oque aconteceu?- pergunto assustada

- Provavelmente foi o efeito de pular os de roupas- ele riu- sua blusa é azul e a minha é avermelhada- ele explica- não se preucupe está bonita assim

Me sinto nas nuvens com aquele comentário.

[...]

Desde a indústria de ácido, Sr.J vem me treinando e me dando aqueles choques, nada que eu já não esteja acostumada.

Parei de tomar os remédios e minha pele está mais branca, aprendi a atirar com várias armas diferentes, e minhas habilidades na ginástica nunca foram tão úteis como agora.

- Harley se levanta- Um dos capangas diz seriamente- O chefe tá te chamando

Me levanto sorridente e caminho até a porta.

- Você devia sorrir mais fofinho- cantarolo e saio andando

Entro na sala do Sr.J, que por sinal era bem escura.

- Mandou me chamar Pudinzinho?- sorrio toda animada

- Sim- ele fala sério

- No que posso ajudá-lo Sr.J?- falo de forma sexy e me sento na cadeira em sua frente

- Vamos roubar um banco docinho- ele sorri e eu também

[...]

Já estávamos dentro do carro em silêncio, indo até o tal banco.

Minha função era distrair o guarda, depois mata-lo e aí eu poderia ajudar o Sr.J a pegar a grana e matar os reféns.

Saio de dentro da Kombi que nos levava, eu estava usando um vestido de gente chata, aqueles vestidos tubinho pretos sem sal e saltos pretos também, confesso que amei os sapatos.

Entro no banco, assim como no plano que o Sr.J falou.

- Olá Bonitão- falo pro guarda gordinho em minha frente, que sorri animado

- Olá senhora- ele sorri novamente

- Que tal irmos ali no banheiro- sugiro enquanto passo minha mão por cima da suas calças

- Vamos sim- ele ri animado

Fomos até o banheiro; tranco a porta enquanto ele tira a roupa.

Amarro as mãos dele e 'tapo' sua boca afim de que ele não grite

Tiro uma faca do meu espartilho e meto-a em sua barriga

- Me desculpa por isso comilão- rio e continuo lhe dando facadas

O sangue espirra no meu rosto e corpo porém eu não ligo.

Quando foi tão prazeroso matar um cara?

Termino o meu serviço e saio do banheiro.

Sr.J já tinha matado os reféns e estava pegando a grana.

- POXA NEM ME ESPEROU- falo brava-eu queria mata-los também- pego um saco e encho de dinheiro

Esvaziamos todos os caixas.

Estávamos quase indo embora, mas ouvimos o som dos carros da polícia.

Pudinzinho pegou o dinheiro e saio correndo junto com seus capangas.

Ele tinha me esquecido?

- Pudinzinho e Eu?- grito tentando alcançar o carro que já estava em movimento

- Foda-se, Se vira- ele sai com o carro e some do meu campo de visão

Saio correndo desesperada, Vejo uma mulher com seus filhos entrando em um carro, vou até ela.

- Saia do carro- falo e seguro uma de suas crianças- Ou eu mato ele

A mulher sai do carro.

- Me entregá as chaves- falo ainda apontando a arma para a criança- Vamos rápido ou eu atiro

Ela me joga a chave, seguro-a e solto a criança, entro dentro do carro, fecho a porta e dou partida.

Vou em alta velocidade até ver o carro do Sr.J, assim que o avisto fico atrás dele.

Continuo o seguindo, o carro finalmente para em frente a casa onde coringa fica.

Eles entram em casa e eu os sigo.

- NUNCA MAIS FAÇA ISSO- grito e aponto o dedo para coringa

- Não grita comigo- ele quebra meu dedo e me empurra

Começo a chorar.

- Porque está fazendo isso comigo Pudinzinho?- falo com a voz embargada

- Vá pro porão Harley- ele me empurra e eu saio andando

Corro até o porão, ponho meu dedo no lugar é volto a chorar.

[...]

Alguns dias se passaram e eu ainda estava no porão, lá era escuro e fedorento

Vejo uma luz entrar quando a porta é aberta; e lá estava ele.

Com um pequeno buquê de flores, murchas, e um sorriso estampado no rosto.

- Vai me desculpar não é docinho?- ele sorri

- Claro que vou, mas antes me tira daqui- sorrio

Saímos do porão e fomos para a cozinha.

- E agora?- ele me olha

- Claro que eu te desculpo Pudinzinho- rio e o abraço, ele não retribui porém eu me sinto maravilhosamente bem

Continua......


Notas Finais


Eai, gostaram?


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