História .piano man - Capítulo 1


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Categorias Stray Kids
Personagens Lee Felix, Seo Chang-bin
Tags Changlix, Skz, Spearkeasy
Visualizações 40
Palavras 1.095
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


alo alo passarinho que som eh esse

Capítulo 1 - ..my sexy outfit and my carefully placed lipstick.


changbin iniciou a primeira nota do piano naquela noite de sábado calando todos os cafetões e suas acompanhantes da noite como imediato.

a melodia tranquila que soava do piano dava início à mais um show do príncipe daquele spearkeasy, todos se animavam para vê-lo entrar; o filho do dono do local, tão novinho no ramo e tão esbelto.

o loirinho de aparência angelical e áurea sexy surgia assim que se abriam as cortinas extravagantes e vermelhas, e em seu corpo uma justa peça banhada em vinho e sedução. a arte de seo changbin dava uma pausa apenas para a voz grossa soar pelo local como anunciação.

— damas e cavalheiros, meus potes de dinheiro e luxúria, estou contente em ver todos por aqui novamente. aliás, belo terno caríssimo, senhor hwang. — o mais velho soou uma nota fina no enorme piano, incentivando-os a darem gargalhadas. caminhou até o centro do palco com delicadeza, tranquilidade e um sorriso escandarado no rosto, e continuou a introdução. 

— vejo aqui novos rostos, prazer em conhecer vocês. espero que a chegada até aqui tenha sido tranquila, detetive nenhum acha esse aqui, vocês tem sorte. — mais uma nota soada e os velhos se engasgavam de rir. — ...ou um tesão enorme em apanhar da esposa. vocês são todos loucos e com nervos a flor da pele ainda, mesmo nessa idade. 

felix não podia estar mais orgulhoso de si mesmo, vendo todos rirem e se divertirem consigo, tomando os drinks mais caros do local apenas por si.

— oh seo, querido! — ao sessar as risadas, aproximou-se do pianista que se levantou para o cumprimentar. eles se encararam pela primeira vez na noite, e sentiram aquele choque de emoções percorrerem suas veias de novo.

— boa noite, felix. — entrou no jogo mais uma deliciosa vez. o loiro ofereceu a mão para ele beijar, e ao sentir o relar dos lábios sobre a palma coberta pelas luvas, felix se encheu de confiança. — veja, tenho uma novidade. — exclamou de repente. — agora tens escadas propícias para subir no piano, não precisas mais de meu auxílio para isso.

risadinhas soavam. changbin amava tudo isso. felix fez uma carinha surpresa e meio tristonha, extremamente adorável. — poxa, eu gosto de me empinar para ti- digo, de sua ajuda, bin! mas okay, lido com isso cantando. e é isso que vou fazer, bonitinho. obrigado por cortar meu barato com a escada. — e o público ia a loucura com as luzes sendo escurecidas e algumas se direcionado para o rapazinho e o acompanhante de espetáculo.

felix subiu no piano, e changbin voltou a se sentar no banco para enfim, começarem o show. mais uma vez, as notas deslizavam dos dedos compridos do moreno, agora acompanhadas de backing vocals e da banda completa revelada do outro lado da cortina.

a voz de felix soou pelo salão e arrepiou a todos, como de costume. a cantoria de bordel já decorada por todos era o primeiro frame, antes dele deleitar-se no piano e virar-se para o piano man.

a brincadeira começava agora. o jogo de palavras do loiro encantava a todos, algumas vezes ele dava o luxo à todos ao mostrar seu talento na composição das cantigas, como hoje. 

uma composição sua, juntamente com o seu pianista e companheiro de cama e de espetáculo favorito.

dali, seo podia ver o jeito afiado que a boca rosadinha se mexia. era com vontade, com confiança absoluta em sua dicção. nada dizia, pois sabia que se ousasse comentar, se perderia nas notas e nas curvas do belo corpo e do sorriso do novinho.

o príncipezinho se ajeitava no instrumento de madeira, e começava a coreografar sobre ele, como quem não queria nada mas queria sim, tudo. "hey, piano man, hello hmm..." 

encarava o pianista e agora sim, se deixou possuir. a dança, a atuação, a excitação que exibia seu olhar, o corpo quente que já exalava suor e molhava o vinho do pouco tecido que usava deixava tudo mais interessante, tonteava o homem em auto controle de sua sanidade após os movimentos insinuativos de seu quadril sobre o piano.

o público que gritava encantados pela química deles pareceu mudo, em mais um show do príncipe felix e seu pianista, changbin. eles se encontraram naquele momento em seu próprio mundo de luxúria e era de nada secreta saber que pela maneira que se olhavam, desejavam estar sozinhos com esse jogo de sedução.

"darling, you're my own." e mais uns vocais antes de acabar a música. os aplausos vieram e com mais intensidade do que durante a apresentação. felix saiu do mundinho deles assim que as cortinas se fechavam e as batidas das mãos ainda eram ouvidas em excesso o acordando, junto com assobios e palavras de baixo calão. felix saira do personagem que moldou mais uma vez e sorridente, foi agradecer todos os participantes que fizeram o show. 

permitiu-se respirar ar puro, retirou o salto que já incomodava. e ao tocar a porta que o guiava para fora do palco, lembrou-se de algo. ou melhor, de alguém.

— hey, piano man. — e com os saltos em uma mão e uma garrafa de bebida e chaves na outra, se escorou na viga da sala onde changbin estava se desfazendo do personagem dele, e o chamou.

— você novamente, bae. — sorriu travesso ao olhar a situação insinuante do jovem rapaz.

este entregou-lhe as chaves e como em um pedido mudo para que o outro o seguisse, andou para fora dali. changbin foi segundos atrás, não deixando de reparar mais uma vez na roupa e no corpo esbelto que logo tiraria.

chegaram no corredor depois de uns mínimos minutos, felix foi tomando o líquido da garrafa durante o caminho todo, já tonto e exalando fogo em sua alma. empurrou changbin contra parede e o enrolou em um beijo ardente, vendo ele se amolecer todinho, mas ainda sim o apertando contra o corpo como se fosse fugir de ser seu.

as mãos subiram para dentro do tecido e no tópico do beijo, changbin acidentalmente derrubou a garrafa de vidro das mãos pequenas no carpete, fazendo eles se afastarem e ofegantes, se olharem como selvagens.

— toque no meu corpo como se fosse um piano, cara. porque amanhã, e depois de amanhã, eu ainda vou querer me derreter com isso.

aquilo fazia com que o coração do pianista batesse como um perfeito staccato. e o coração do artista também se pareceu com um, assim que o moreno girou as chaves e abriu a porta de seu quarto mais uma vez.


Notas Finais


reviso dps tchau


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