História Pieces Of a Broken Heart - Norminah (HIATUS) - Capítulo 3


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Broke, Dinah Jane, Drama, Lauren Jauregui, Normani, Norminah, Romance
Visualizações 46
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá mores, eu sei que demorei e a única explicação foi a preguiça da escritora que voz fala, pois é.

Me perdoem kkkkkkkkkk

Mas eu prometo que a partir de agora as atualizações vão ser mais rápidas, ok?

Capítulo 3 - All of my love for you cuts me like barbed wire


Sou ótimo em ser sozinho, sou tão bom nisso que mesmo quando tenho pessoas perto de mim ainda permaneço só.

—       Caio Augusto Leite.

Ainda em estado de choque, Allyson chegou ao hospital com o coração aos pulos. Não queria que nada de mal acontecesse com sua melhor amiga, e pior, ainda estava com medo de que Rose ficasse sozinha, sem mãe. Essa dúvida, se deveria ou não contar para Normani sobre o que estava acontecendo, se apossou dela. Com certeza, Dinah ficaria uma fera se soubesse, mas ela estava com receio.  

Procurou por alguém que pudesse lhe dar alguma informação, mas os médicos estavam todos ocupados, restou apenas uma secretária que olhava para ela com cara de assustada.

:— Boa noite, estou buscando informações de uma paciente.

:— Qual o nome dela? — Por um momento Ally achou que seria difícil receber informações, mas como a moça estava sozinha ali, decidiu ajudar.

:— Dinah Jane Hansen, alguém da polícia me ligou e me informaram que ela deu entrada nesse hospital.

Ally queria sair correndo para encontrar a amiga, mas não era permitido.

:— Acho que é a moça que entrou faz algumas horas, o estado dela parecia crítico e está em cirurgia. Você faz parte da família?

:— Não, sou amiga.

:— Então sinto muito, não poderei deixa-la entrar.

O desespero se apossou da baixinha de forma descontrolada, Allyson queria muito poder fazer algo, mas sabia que seria impossível até que os pais de Dinah chegassem ao hospital. Ligou para Gordon e Milika assim que saiu de casa, avisando sobre o que houve com a filha deles. A mulher ficou desesperada no telefone e queria ir imediatamente para a cidade.

***

Allyson sentou na sala de espera, sem poder perguntar nada sobre a amiga. Segurou os dedos nervosamente, não tinha consciência se deveria ligar para Milika novamente. Pegou o celular e o encarou por algum tempo, até lembrar que ficou de ligar para Lauren avisando sobre como foi no hospital. E nessa história toda ainda havia Rose, que era pequena demais para entender o que estava acontecendo.

:— Allyson? — Antes que pudesse iniciar a ligação, Milika apareceu, com os olhos marejados e vermelhos.

:— Tia Milika, ainda bem que chegou, já estava ficando desesperada por que ninguém me fala nada, pois não sou da família. Por favor, eu preciso saber como ela está.

:— Tudo bem, Gordon foi ver Rose. Não quero que minha neta fique sozinha, ainda mais com a mãe nesse estado. Tudo bem se você esperar um pouco mais?

:— Sem problema, tia.

A baixinha viu a mais velha sair pelo corredor e ficou aflita, seu coração gritava que estava tudo errado. Dinah não era imprudente no trânsito e mesmo que estivesse bêbada iria de taxi para casa. Mas já era tarde demais para ficar criando suposições, precisavam que ela acordasse e sanasse as duvidas de todos.

:— Conversei com o médico, ele disse que ela apenas fraturou uma costela. Graças a deus está bem, e precisa de repouso intensivo. — Ally levou um susto pela chegada repentina de Milika e olhou-a com os olhos arregalados. :— Desculpe te assustar.

:— Estava distraída pensando, Dinah não é imprudente. Ela sempre foi muito cautelosa com relação a dirigir, tudo por causa de Rose. Isso é estranho.

:— Eu também acho, mas enquanto ela não acorda, vá descansar.

:— Promete que vai me ligar caso aconteça alguma coisa?

:— Prometo Ally, vá, você está cansada.

Ally assentiu e saiu do hospital, não estava se sentindo cansada, não até chegar em seu apartamento e deitar no sofá, por preguiça de ir para o quarto. Dormiu instantaneamente, sem ao menos tirar a roupa que estava.

Alguns quilômetros longe da casa da loira, Lauren tentava a todo custo colocar Rose para dormir. A criança ficou agitada, nervosa e estava prestes a ficar sem cabelo, pois estava enrolando o mesmo em seus dedos.

:— Rose, por favor, vem com a tia. — Rose parecia uma criança rebelde e corria da tia para que ela a deixasse em paz.

:— Não, eu quero a minha mãe. — A corrida pela casa pareceu cansar a pequena, quando deitou no sofá em posição fetal, com os joelhos sobre o peito, chorando. :— Onde ela está?

:— Eu preciso que você seja forte, ok? — Lauren não queria contar, a sobrinha tinha apenas cinco anos, o baque poderia ser bem pior que ela esperava. Teria que ter cautela em conversar com ela. :— Sua mamãe sofreu um acidente e está internada pequena, mas logo ela estará em casa novamente. Enquanto ela não volta, seu avô e eu ficaremos aqui com você, tudo bem?

:— Está tudo bem com ela, tia Laur?

:— Claro que sim pequeno muchkin, foi apenas um arranhão, mas o médico pediu para que ela ficasse mais um pouquinho lá. Mas agora promete que vai se comportar?

:— Sim, tia. — Rose se levantou e foi para o quarto, pegou um bichinho de pelúcia e desceu novamente. Entregou para a tia e falou. :— Você pode entregar para a mamãe?

:— Posso abelhinha, mas por que?

:— Por que ele vai proteger ela tia, do mesmo jeito que me protege quando eu tenho pesadelo. Mommy falou que ele espanta as coisas ruins.

Lauren sentiu seu coração ficar pequeno, seus olhos marejados eram incapazes de focar a menina a sua frente. Rose estava com medo e era compreensível, pois Lauren também estava.

***

Milika estava no quarto da filha, esperando que ela acordasse. Quase quarenta e oito horas que ela estava ali, e não houve nenhum tipo de indicio que ela acordaria. Estava começando a ficar preocupada de verdade.

:— Mamãe? — A mais velha se sobressaltou ao ouvir o chamado da filha.

:— Dinah, você quer me matar do coração? Nunca mais faça isso.  

:— Tudo bem, acho que acabei pegando uma estrada que não estava acostumada e tinha buracos na rua. — Dinah parecia confusa e não tinha noção de que estava a quase três dias no hospital e que sua filha estava quase tendo um ataque de nervos em casa. Pois se negava a ir para a escolinha e queria ver a mãe a qualquer custo. :— Onde esta Rose? Ela está bem?

:— Está bem, Lauren estão com ela. Ally queria ficar aqui, mas eu insisti para que ela fosse descansar.

:— Normani ligou. — O espanto no rosto de Milika foi tanto que ela se sentou e ficou encarando a filha. Ela sabia com a filha sofreu depois que a ex-noiva simplesmente desapareceu e deixou a sua menina grávida e sem apoio. Foi algo que ela jamais perdoara, caso encontre a morena novamente.

:— Como ela teve a audácia de ligar depois desse tempo todo? Ela sabe sobre Rose? O que você falou?

:— Calma mãe, você parece mais nervosa do que eu quando conversei com ela. Enfim, ela só disse que estava voltando, queria me ver e essas merdas todas que alguém fala quando faz coisa errada. Se é que você me entende.

Dinah estava magoada, e isso era uma coisa que iria demorar anos para superar. Isso se um dia chegasse a pensar sobre superação. Milika conhecia a filha muito bem para pensar que ela era muito sentimental, ligada as ações guiadas pelo coração e não pela razão. Algo que as vezes a colocava em encrencas, mas nunca foi motivo para que se envergonhasse.

:— Você se sente bem quanto a volta dela? Eu sei que não posso interferir, mas quero que saiba que jamais deixarei você sozinha, e ainda tem Lauren e Ally, suas melhores amigas. Somos a sua família. Bem, é óbvio que ela tem o direito de se explicar, isso não podemos negar, mas quem tem que tomar essa decisão, de deixar ela se aproximar é você.

:— Eu sei e juro que depois de todos esses anos eu tentei ao máximo superar e seguir em frente, mas parece que nada surte efeito, volta na mesma proporção do que eu senti nos primeiros dias. Me ajuda mamãe? Eu não sei o que fazer.

:— Oh minha filha. — Milika abraçou a filha, esperando que seus braços de mãe pudessem amenizar toda a dor que a filha sentia, que pudesse arrancar todo o passado da sua vida. :— Nós vamos resolver isso, ok? Eu prometo.

:— E por que dói tanto mamãe?

:— Por que nosso coração foi feito pra sentir. Não existe rosa sem espinho, do mesmo modo, não haverá amor sem dor, é assim meu amor.


Notas Finais


A playlist da fanfic está aguardando vocês, as músicas tem muito a ver com toda a história: https://open.spotify.com/user/22q3boljfnmauerpw44roq2yy/playlist/5GbyCiOG5dvhd2bSf6sGPN?si=io8kHMoyREGwyJF8P3Gnyw

Twitter: @demistn


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