História Pierce Stephan - Capítulo 8


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Categorias Aventuras com os Kratts (Wild Kratts)
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Palavras 738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Garfos


Ele então atirou para o alto acelerando o assalto, provavelmente não veio roubar alguém, veio na intenção de nós pegar.

Coloco sem demorar minhas coisas na mesa, cartão e meu celular, mas vejo que Petrus encara sem parar o assaltante, vejo a ira nos olhos dele e coloco a mão no ombro de Petrus e digo:

-Calma men, vamos sair desta, pode ter certeza !

Ele me olha de um jeito desesperante e diz :

-Certeza ? Praticamente não temos chance contra ele, a maneira dele segurar uma arma, do jeito que ele fala, não temos a mínima possibilidade contra ele Pierce- ele então olha para fora e aponta com a cabeça - está vendo aqueles homens lá fora ? São cabangas dele, em número ? Somos três contra 8.

-Calma Petrus dúvida mesmo que posso tira -los daqui ? 

Então eu caminhava até o assaltante 

-Não me lembro de ter deixado sem movimentar -Diz o assaltante

-E eu não me lembro em precisar da tua permissão! - Juro não lembro em ser tão arrogante.

-Ousado você hein ? -Me olhando com um olhar arrepiante.

Chego mais perto dele, e observo os reféns tremendo de medo, me aproximo mais um pouco e em questão de segundos pego alguns garfos e jogo com muita força contra a janela, com o impacto as janelas quebram e os garfos que joguei sem parar com tal força acerta os cabangas, os atingindo diretamente na garganta de cada um, matando 4 de uma só vez, com o pânico todos os reféns gritam sem parar com o estrondo do quebrar das janelas. 

Então o assaltante atira 3 vezes e que quebra algumas luminárias, os reféns ficam quietos e mais ainda apavorados, ele então aponta a sua arma para mim e diz :

-Parabéns foi ágil e confesso que estou admirado, e isso me comprova que é você quem eu preciso.

Sem demorar ele então atira em minha direção, aquela bala veio muito rápida e confesso que não esperava por ela, em um momento ele me quer, em outro ele tenta me matar ? Que bipolaridade !

Por um triz eu consigo desfiar -me dela, mas quando percebi já era tarde, a bala foi em direção a cabeça de uma garotinha que estava com a mãe dela comemorando o aniversário dela. Vi ela que estava abraçada a mãe dela com medo cair dura ja morta no chão, a mãe dela começou a entrar em desespero chorando:

-Ei Thalya ? Meu Deus, não tira minha filha de mim não !!

Eu caí joelhado, não tinha outra reação, fiquei paralisado, não sabia se explodia de raiva, se chorava se ficava parado, se corria em direção ao assaltante, eu não sabia oque fazer naquele momento, senti tudo ficar em câmera lenta, todos aqueles reféns chorando gritando para não serem os próximos, me senti culpado daquele bala atravessa o crânio daquele pobre criança. Álice corre até a mãe da criança já morta e começa a chorar de desespero junto a mãe, Petrus então corre até lá fora e começa a brigar com os outro cabangas, o assaltante meio que já estava acostumado com aquilo e apontou a arma novamente para mim :

-Pierce, piercinho, você e eu sabemos que poderia muito bem ter evitado esse acidente - começa então a dar um sorriso de canto -talvez o culpado não seja eu, por ter apertado o gatilho e sim você ter desviado da bala, pobre criança morreu tão cedo.

Quando olho para o lado, Petrus no chão sendo pisado pelos cabangas, olho para trás, a criança morta por minha culpa, e viro a cabeça para o assaltante novamente e ele sorrindo, ele rindo da minha cara ou da situação ?

Ele então aponta a arma para mim novamente e diz:

-Seria muito fácil somente te matar...Oque acontece se eu matar a mãe da criança ? -Ele então aperta o gatilho, e ouço novamente os reféns gritando, olho para trás novamente e vejo além da criança a mãe também havia adquirido uma bala na testa. Álice que estava ali do lado também havia ficado assim como eu, em choque.

-E aí piercinho, quem será a próxima? Que tal sua namoradinha ? - ele então aponta sua arma para Álice, e volta a falar -Seria uma pena se eu apertasse o gatilho né ?

Ele então atira e a bala vai diretamente para a cabeça dela, todos os reféns já sabem seus destinos, a sete palmos do chão. A polícia chega no local e começam a preparar o envadimento da lanchonete.




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