História Pierce Stephan - Capítulo 9


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Categorias Aventuras com os Kratts (Wild Kratts)
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Palavras 787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Promessa é dívida


Eu então consigo parar a bala a tempo e abraço a Álice, ela então chora em meu ombro com medo:

-Calma, tenha calma, irei protege -la -ela então olha para mim e diz:

-Promete ? 

-Sim eu lhe prometo -olho para o assaltante e reparo que ele estava apontando para as vítimas.

-Vamos fazer o seguinte, eu não posso ser pego aqui, e aposto que vocês também não podem, então vamos nos ajudar.

Ele então dispara em todas as pessoas ali no local, não deixando ninguém além de mim e a Álice:

-Pronto, daqui alguns meses venho atrás de vocês novamente, por enquanto te dou paz, podem me seguir por aqui.

Então ele corre até os fundos e descobre uma porta de emergência que dava em um beco deserto, ele então abre a porta e corre em direção ao um muro onde ele escala e some de vista, eu carrego a Álice que estava machucada e começo a correr, o beco era muito mas muito extenso, parecia não ter fim, eu saia do beco onde estávamos e quando me dava em conta já estávamos em outro, até chegarmos em um que havia alguns prédios, e percebo que em meio a tantos havia um abandonado, não era grande feito os outros e também não estava visível os sinais de abandono oque facilitaria para nós que estávamos foragidos e nos ajudaria no abrigo, então começo a procurar nesse mesmo beco e encontro uma porta de emergência do prediozinho abandonado, eu então coloco a Álice sentada no chão e tento abrir:

-Esta emberrada, tem certeza que não quer ajuda ? -ela me olha e concluo que ela precisa de repouso e isso precisaria só de mim.

-Fique tranquila, eu consigo!

Olho para os lados e vejo que está vazio o beco ( como Invinnia'r é um país onde eles investem muito em emprego e em moradia própria, é raríssimo ver moradores de rua, oque facilitaria para nós ).

Pego distância e dou um chute com muita força oque abre a porta enferrujada. Eu então pego a Álice, e entro. Estava tudo escuro, como já era previsto, ainda bem que  eu havia pego alguns celulares na lanchonete e uns dinheiros. Acendo o flash do meu celular, falo para a Álice segurar enquanto eu a carrego, e avisto uma escada, começo a subi -la, até chegar no que eu suponho que seja o 5° andar, começo a andar pelo corredor e vejo uma porta, a emburo e avisto uma sala, oque eu suponho ser um escritório, e nesse escritório havia um sofá, que estava bem conservado por sinal, ele era comprido e um pouco largo oque seria perfeito para uma pessoa, então tive uma ideia, coloquei a Álice sentada no chão e bati no sofá para tirar a poeira, coloquei a Álice no sofá e me afastei saindo da sala, até que ela me puxa pela camiseta:

-Onde vai ? Fica ?

-Eu ja volto, calma aí.

Então sai da sala, e tentei encontrar uma idêntica, e não demorou muito até eu achar, mesmo no escuro peguei o sofá da sala e empurrei até a sala onde a Álice estava, quando cheguei até lá, juntei os dois onde dava um sofá de casal, então deitei em um e a Álice estava em outro, ali descansamos. 

Acordo no outro dia e olho para o lado e deparo com a Álice me observando fico com vergonha e me levanto:

-Onde vai ? 

-Vou ver se encontro um banheiro.

-Eu sei onde tem um, no final do corredor há uma porta na sua esquerda, então não é ela, e tem outra na direita, e também não é ela, na sua frente tem outra onde fica o banheiro.

Eu sorrio para ela, e percebo que ela só havia feito a brincadeira para me fazer sorrir, e então eu me levanto e vou até o final do corredor e abro a porta, faço oque tenho que fazer ali e saio, vou até a Álice e ela começa a falar:

-Temos coisas interessantes aqui Pierce.

-Oque por exemplo ?

-Computadores, no último andar tem computadores de última geração, televisores, geladeiras, notebooks, aqui temos muitas coisas que podemos utilizar. -Fico espantando pois podemos usar muito tudo oque ela disse

Eu então começo a pensar nas possibilidades até que ela me ajuda com isso.

-Podemos pega -los e tirar as peças danificadas com o tempo e colocar peças de outros que estão conservadas, olhei meio que por cima, no total temos 30 computadores e 23 notebooks, acho que conseguimos mais ou menos 18 aparelhos tranquilos, além dos celulares que eu e você pegamos lá na lanchonete.

-Que tal irmos em um mercado e pegar algo para comermos ? Trazemos para cá e veremos oque fazemos, okay ?

Ela concordou e descemos saímos pela saída de emergência e seguimos até o mercado mais próximo




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