História Pilar - Simbar. - Capítulo 4


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Categorias Sou Luna
Personagens Alfredo, Ámbar Benson, Delfina, Emília, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Matteo Balsano, Personagens Originais, Ramiro, Sharon, Simón, Tamara, Yam
Tags Ámbar Smith, Bemilia, Lutteo, Simbar, Simon, Sou Luna, Yamiro
Visualizações 361
Palavras 1.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiie, voltei.
Tentei ao máximo não demorar pra postar!

Quem mais está ansioso para esse final de SL? PORQUE EU TÔ SURTADA AQUI.
Triste porque vai acabar, mais feliz pelos altos tiros Simbar que vi no trailer.
E ainda mais que ela voltou a usar branco, que sdds que estava!
Enfim,
espero que gostem!

Capítulo 4 - Capítulo 3: Right to be wrong.


Fanfic / Fanfiction Pilar - Simbar. - Capítulo 4 - Capítulo 3: Right to be wrong.

Eu tenho o direito de errar

Meus erros me farão forte

Estou entrando no grande desconhecido

Sinto que tenho asas embora eu nunca tenha voado

[…]

Eu tenho minha opinião

Eu sou de carne e sangue até o osso

Eu não sou feita de pedra

Tenho direito de errar

Sendo assim, me deixe em paz

Right to be wrong, Joss Stone.

Ámbar preparava sua última mala, enquanto ouvia algumas músicas da Amy Winehouse. Ao contrário do que pensavam, Ámbar não gostava apenas de pop, ouvia muitos outros gêneros também.

— Pronto! — Ela disse e sorriu acariciando a barriga. A cada dia que se passava ela se sentia mais próxima do bebê, tanto que nem em adoção pensava mais. Sim, ela pensou em adoção, Ámbar não tinha ideia de como criar uma criança, mas abortar, isso ela nunca faria.

Ámbar respirou fundo, e olhou pela última vez seu quarto. Ela pegou dinheiro no fundo da gaveta de sua cômoda, 800 reais, tudo que tinha, mas venderia algumas roupas, para comprar o apartamento. Ouviu seu celular tocar, e correu pra atender.

— Alô?

— Oi, minha loira mimada. — Ela escutou a voz de Emília do outro lado da linha e sorriu. — Como está?

— Na medida do possível. — Ámbar suspirou. — E você?

— Bem. — Emília disse e Ámbar não se convenceu muito.

— Quando vai sair da mansão? — Ela perguntou.

— Pretendo sair agora. Está tudo pronto, vou passar em algum brechó, não sei, vou vender algumas roupas.

— Tudo bem. Quando for comprar o apartamento, me chame. — Emília disse e desligou. Ámbar pegou suas malas, no total, duas de roda, e uma mochila. Venderia a mala maior, Ámbar não precisava de tanta roupa, não era como antes.

Ámbar, então saiu do quarto, com as malas. Enquanto descia, olhava tudo, detalhe por detalhe, queria se recordar de tudo, foi aqui que cresceu, apesar das más lembranças.

— Ámbar? — Alguém a chamou, reconheceu a voz, era Luna. Ou Sol.

— Luna.. Quer dizer, Sol... Ah, tanto faz. — Ela diz sem jeito e se vira.

— Onde vai com essas malas? — Ela pergunta com um olhar acolhedor.

— Embora. — Ámbar diz, e dá de ombros. — Não posso ficar aqui, não é mais a minha casa.

— Ámbar, só porque eu sou a Sol, que essa casa deixará de ser sua.

— Não estou falando nesse sentido, de ser a dona de tudo. Estou dizendo que não reconheço mais esse lugar como casa, Luna. — Ámbar diz, e suspira. — Está na hora de dar um jeito em tudo, eu sou independente agora... Tenho que trabalhar pra me sustentar, e sustentar o meu filho. — Ámbar segura as lágrimas e acaricia a barriga. — Ainda mais agora… Que somos apenas eu e ele.

— Ámbar... — Luna vai até Ámbar e a abraça. — Estou aqui, tudo bem? Por mais que nossa relação não seja das melhores...

— Obrigada…

— Ámbar... — Luna se separa do abraço. — Quem é o pai?

— Não sei se devo contar… Você ficará nervosa, eu acho. — Ámbar diz e Luna raciocina. Ámbar e Simon andavam muito juntos, e Simon sempre dizia a Luna que amava Ámbar, antes de chegar Emma.

— É Simon, não é? — Ámbar assente cabisbaixa. — Não acredito!

— Tudo bem, Luna.… Tudo bem.

Ámbar entrou no brechó com a mala, todos a encaravam por conta das bagagens que carregava.

— Posso ajudar? — Uma garota aparece atendendo Ámbar.

— Quero vender algumas roupas, a maioria, a verdade. — Ámbar diz.

— Posso vê-las? — A garota pede, e Ámbar assente abrindo a mala no chão mesmo. A garota agacha e analisa as roupas. — São todas roupas de marca e em muito bom estado! Porque quer vende-las?

— Preciso comprar um lugar pra morar... — Ámbar diz sem jeito. — Preciso de dinheiro.

— Tudo bem. — A garota se levanta. — Vou falar com a gerente. — A garota sai deixando Ámbar sozinha. Ela olhava todos os cantos, e admirava tudo. Apesar de ser um brechó, era muito delicado e lindo. — Aqui está, 2000 reais. — A garota entrega o envelope a Ámbar.

— Tudo isso!? — Ámbar arregala os olhos. — Mas, em meus cálculos, daria tudo 1000.

— Falei com a minha chefe, ela é um amor de pessoa, e quis te ajudar. Por favor, aceite, como ajuda.

— É… Tudo bem, muito obrigada. Muito obrigada mesmo!

— Não tem de que!

Luna mal conseguia encarar aquele rapaz a sua frente. Rapaz porque não podia acreditar que era seu melhor amigo.

— Você não vai assumir? — Luna perguntou incrédula e ele negou. — Eu não acredito! Quem é você? Porque o Simon, meu melhor amigo, que não é. É sua responsabilidade, Simon. Não só como pai da criança, mas como pessoa.

— Luna…

— Luna nada, Simon! — Luna se levantou do sofá alterada. — Nunca imaginei isso de você! Meus parabéns, me decepcionou.

— Desculpa, Luna, desculpa! Mas eu não quero magoar Emma!

— Ah, me poupe, Simon, me poupe. — Luna revirou os olhos. — Eu nem sei porque está com ela, você sabe que não esqueceu de Ámbar.

— Luna… Eu não posso estar com Ámbar.

— E porque, Simon? Porque? — Luna diz impaciente.

— Porque ela só faz mal as pessoas. É como uma máquina de destruição. Deixá-la ir, dói menos que tê-la. — Após dizer isso, Simon sai da sala da mansão, e vai a calçada tocar seu violão, para esquecer.

Ámbar terminou de guardar todas as suas roupas, e se jogou na cama. Ela alugou o apartamento, e conseguiu organiza-lo em dois dias. Algumas pessoas fizeram doações de móveis, a maioria amigos de Emília, Luna fez questão de dar algumas coisas também, mas nunca chegou a vir no apartamento. Emília esteve com ela a todo momento, dava apoio e fazia questão de cozinhar pra Ámbar não fazer muito esforço, e Ámbar sempre dizia: "São só 3 meses de gestação."

Nesses dois dias Ámbar conseguiu um emprego, não maravilhoso, mas bom. Aprendeu a cozinhar algumas coisas, e não foi mais ao Roller. Apesar do emprego, e do dinheiro que tinha, Ámbar não tinha certeza se conseguiria pagar boas consultas, pois havia i aluguel, e as compras que havia de fazer na casa, além de ainda ter que comprar coisas como o berço, mamadeiras, e essas coisas de bebê. Ámbar escuta a campainha tocar e se levanta, quando abre a porta dá de cara com Luna.

Luna entrou no apartamento minúsculo — que pra Ámbar não era tão pequeno assim — que Ámbar estava morando e aquilo apertou seu coração. Como podia ter deixado Ámbar sair grávida da mansão?

— Luna… Oque está fazendo aqui? — Ámbar perguntou ao ver a morena entrando na sua sala.

— Eu vou pagar todas as suas consultas, Ámbar. Pagarei o parto, e não deixarei que essa criança nasça em lugares perigosos pra sua saúde e saúde dela. — Luna disse direta. Ámbar ia negar, mas Luna cortou. — E não é uma proposta. Eu vou. E ponto. Não quero sua autorização. 


Notas Finais


G.💚


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