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História Piloto número 2 - Capítulo 6


Escrita por: e galaxie-


Notas do Autor


🐰 – Bom dia. Boa tarde ou boa noite minhas estrelinhas! Tá tudo bem com vocês? Estão se alimentando bem? Dormindo direitinho? Estudado...? 😝😝😝

Mais um capítulo de PILOTO NÚMERO 2 e com várias emoções pra esquentar o dia frio hehehe. Boa leitura! 💖

Let's read the night away? Let's read the night away! 💖🐰

Capítulo 6 - Apê


Sai da Escola correndo até a garagem em busca do carro de minha mãe. No entanto, não o vi. Peguei o celular pronta para ligar para ela e perguntar sobre a demora, mas, não foi preciso. 


Senti mãos rodear a minha cintura e pulei de susto me virando. Meu sorriso foi de orelha a orelha abraçando o corpo alto e bonito em minha frente.


– Você me assustou! – Digo, ao me separar. Minho pescou as minhas mãos e me puxou para longe dali e paramos em frente a sua moto.


– Vem, vou te levar a um lugar. – Ele me estendeu o capacete.


– Mas, e a minha…


– Não precisa se preocupar, sua mamãe já está ciente disso aqui, não achou estranho ela não estar lhe esperando? – Minho colocou o seu capacete subindo na moto.


– O que? A minha mãe sabe? Você falou com ela? O que ela disse? Como você é conseguiu convencer ela? – Perguntei afoita. Minho riu e tirou o capacete de minhas mãos o colocando em mim.


– Vamos pra' um lugar. Você vai gostar. – Dei de ombros e subi na moto segurando a cintura do Lee e partindo dali com ele.


A estrada não foi muito longa e logo chegamos ao nosso destino. Desci da moto assim como Minho e tirei o capacete olhando para o estabelecimento em minha frente.


– O que é aqui? – Minho me abraçou por trás pegando o capacete e deixando em frente a moto.


– Aqui, é a minha casa. – Ele me puxou para dentro dali. Era um prédio, quase igual a um condomínio, só muda que, tinha muitos desenhos por fora de grafites. Ao entrar, tinha um hall de tamanho considerável com: alguns sofás de couro preto e plantas espalhadas por ali, eu via meninas e meninos passando por ali. Eram jovens tatuados e dançantes. Eles dançavam em um ritmo de Hip Hop e pareciam se divertir.


Os olhos foram totalmente para mim, que, em meio a muitos jovens rebeldes estava ali, de cabelinho arrumado, uniforme passado e tênis impecável, eu era totalmente diferente dos que estavam ali e isso estava na cara.


– Vem, vamos pro meu APÊ! – Minho me puxou para subir algumas escadas já que, ali não havia um elevador. Subimos em média umas quinze escadas até pararmos em frente a uma porta vermelha, ela era toda decorada de frases em inglês e carros de corrida. Era certamente de Minho. O Lee abriu a porta.


– Primeiro as damas. – Eu entrei em seu apartamento tendo a vista de uma sala de cor cinza, com sofás pretos e uma televisão de 50 polegadas. A janela era grande e coberta por uma cortina de cor branca impecável. Sem contar no tapete de camurça de cor marrom do chão.


– Aqui é tão você. – Me virei para o Lee que fechava a porta com o pé. – É a sua cara.


– Eu sei, Yuna decorou como eu gosto. – Minho jogou as chaves em uma mesinha ali que antes eu não tinha visto


– Porque me trouxe aqui? – Perguntei seguindo o Lee até uma porta ali. Entramos em um cômodo que havia uma cama de casal coberta por um acolchoado vermelho e travesseiros brancos. Tinha uma pequena mesa ao lado com um abajur e um relógio digital que marcava 13:00. O quarto era médio, e não muito decorado, a parede também era cinza e tinha pôsteres grudados. Minho se sentou na cama e me chamou para sentar também. Me aproximei sentando em sua coxa esquerda e suas mãos rodearam o meu quadril.


– Achei que fosse gostar de conhecer o meu cantinho. – Ele deitou sua cabeça em meus ombros.


– Você mora sozinho? – Perguntei.


– As vezes, sim. Às vezes, não. Quando Yuna briga com o nosso pai ela vem passar alguns dias comigo até a raiva passar. É até bom a companhia dela.


– Inteligente. – Ambos rimos. Minho se levantou, me levando até fora dali e indo até o que posso chamar de cozinha. Era organizada, em tons de vermelho e cinza. Mas, era muito bonita. – Deixe-me adivinhar… Yuna que decorou?


– Errou. Eu decorei. Se há uma coisa que Lee Know gosta além de carros é cozinhar. – Minho começou a pegar algumas panelas ali. – É hoje a minha convidada especial será você! – Minho riu e roubou-me um beijo.


– Sua convidada de honra? – Me sentei em cima do balcão enquanto via Minho ir para lá e pra' cá.


– Sim, senhorita. – Ele riu, ligando o fogo.


Apenas observei o Lee cozinhar enquanto ficava sentada em seu balcão.


■■■


– É… Tcharam! – Minho colocou meu prato com sua comida ali em cima. – Penne à romanesca. – Ele se sentou em minha frente na mesa.


– Está um cheiro delicioso! – Elogiei pegando o garfo e pegando uma porção a colocando na boca. – Uau! – Arregalei os olhos.


– Está bom?


– Está maravilhoso! Você tem mãos de anjo! – Comi mais. 


– Sabia que ia gostar. – Ele riu vitorioso.


– Seu convencido. – Brinquei. – Eu não fazia idéia de que você cozinhava tão bem assim. – A cada segundo eu comia mais.


– Estou vendo, você não respira pra' comer! – Ele riu.


– Idiota. O que eu posso fazer se está tão bom? 


– Apenas coma! – Ele diz, pegando seu garfo e dando em minha boca.


– Hm! – Mastiguei. – Você Ainda não me disse como falou com a minha mãe!


– Ah, sim. Eu já conheço a sua mãe através de Mina e ela falou comigo quando soube que a filha estava se envolvendo com algo e queria saber quem. E eu disse quem era e que, era eu. Ela não pensou duas vezes antes de permitir que eu levasse você pra' passear.


– É bem a cara da minha mãe fazer isso. – Respondo rindo.


■■■


No resto da tarde, eu e Minho conversamos e jogamos em seu vídeo game. Eu pude conhecer alguns dos seus amigos e ficar mais próxima dos corredores que passei a admirar, logo depois das sete horas, Minho me levou pra' casa.


Desci de sua moto duas casas antes da minha e me despedi lhe dando um beijo.


– Te vejo sábado. – Ele acariciou minhas mãos.


– Até. – Me virei correndo até a mansão em que morava. Abri a porta e vi minha mãe e o meu pai sentados no sofá. Meu pai batia seus pés no chão freneticamente e a minha mãe chorava.


Entrei dentro da casa e fechei o objeto atrás de mim. Minha mãe olhou para o canto da sala onde havia duas malas, e eram as minhas malas de viagem.


– O que aconteceu? – Perguntei segurando a alça com força. Minha mãe iria falar algo, mas é impedida por meu pai.


– Você vai pra' Tailândia hoje a noite! – Ele respondeu aparentemente calmo.


– O-O que? M-Mas…


– Eu já disse que não quero você com aqueles delinquentes, e parece que não me ouviu, não é? – Meu pai veio em minha direção e agarrou o meu braço com força.


– Não faz isso com ela! – Minha mãe se levantou, mas parou ao meu pai encará-la. 


– Você vai subir e se trocar. E eu não quero ouvir uma palavra sua até a hora do motorista te levar para o aeroporto! – Meu pai me levou a força até o meu quarto e me jogou lá dentro. 


– Pai…


– Pense nos seus erros, Sharon _____! – Ele bateu a porta. Toquei a maçaneta e tentei abri-la, mas, me dei conta de que meu pai havia me trancado.


Me desesperei. Comecei a chorar e tirei o celular do bolso da mochila discando alguns números.


"– Alô?... _____ porque você está chorando? O que aconteceu?"


"– Mina… O papai descobriu… Eu estou indo para a Tailândia, e desta vez, eu não sei quando volto…"


Notas Finais


~ 🐰


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