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História Piltover finest: The beginning - Capítulo 12


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Notas do Autor


Hey pessoal!

Um ano, muito tempo né?
Aconteceu tanta coisa, mas não da pra ficar explicando, importante que voltei.
Não esqueça de deixar seu comentário, ele me ajuda criando minha energia para continuar aqui xD

Como sempre, erros serão corrigidos blz?
Tia ficou mais velha, cansada e mais cheia de compromissos, tenham paciência comigo kk

Capítulo 12 - Conflito


Fanfic / Fanfiction Piltover finest: The beginning - Capítulo 12 - Conflito

Vi estava meio desnorteada no meio de toda aquela poeira, várias paredes da delegacia delas estavam no chão.

-Cait, cadê você?
 

Algum tempo ...

- Vocês pediram uma audiência emergencial. – Juiz.

Caitlyn se levantou e foi em direção ao juiz.

-Um grupo terrorista está ameaçando a paz da nossa cidade. Precisamos de uma força tarefa para que possamos descobrir quem são esses terroristas antes que mais pessoas inocentes acabem morrendo.

O juiz a olhou.

- Vocês passaram para o Clã de metal? Eles são responsáveis pelas fronteiras da cidade.

Caitlyn por mais que fosse paciente estava nitidamente irritada com toda aquela situação.

-Com todo respeito senhor, como um grupo terrorista consegue entrar dentro de Piltover e atacar sem que esse Clã percebesse? Tem algo de errado e preciso de mais pessoas no caso para nos ajudar.

As portas do salão se abrem e Camille e dois homens de seu clã passam por ela.

-Nenhum terrorista passou por nossas fronteiras, eu lhe garanto. Se alguém está causando todo esse tumulto com certeza é alguém que já está dentro de Piltover.

Camille fitou Vi. Ela fechou o punho e revidou o olhar.

- O que está insinuando?

Camile apontou para Vi, o que a fez ficar mais nervosa ainda.

- Sua parceira. – Ela encarou Vi e caminhou em sua direção. – Ela pode ser uma detetive da Polícia de Piltover, mas há alguns anos ela fazia parte de uma gangue e pelo que estou sabendo, é a mesma gangue que está assassinando seus membros e policiais dentro das prisões. – Sendo assim, acredito que ela deveria ser presa. – Apontou para Vi.

Caitlyn entrou em sua frente.

-Isso é uma calunia! – Defendeu. - A detetive Vi esta há anos na polícia de Piltover, já mostrou sua lealdade da cidade e fez com que as coisas ficassem sob controle enquanto a maioria dos policiais locais deixaram a cidade ao descaso.

Camille olhou para ela.

- Abaixe esse Tom para falar comigo Xerife, eu sou sua superiora.

- Nós temos o mesmo título, você apenas fantasiou o seu, mas você não tem autoridade nenhuma sobre nós duas! – Caitlyn falava firmemente.

O juiz apenas as observavas.

-Uma investigação tem que ser feita antes de ficar claro que a detetive não seja declarada culpada.

-Xerife... – Refutou Caitlyn. – E ela não vai ficar sob custodia do estado esperando julgamento por algo que ela não fez.

 

Camile não parecia estar decidida a deixar barato.

- E toda essa sua defesa sobre ela, queridinha, tem algum motivo? – Camile caminhou para o outro lado da sala e virou seu rosto com um olhar cínico para elas.

O juiz prestava atenção em Camile agora.

- Junto das provas encontradas na delegacia com o prisioneiro que vocês de fato “capturaram” havia uma marca com a letra “C”, a mesma marca encontrada quando seus pais foram aprisionados há alguns anos, e em um momento que a senhorita também não estava na hora do crime.

- Como ousa?

-Que você e sua parceira estão causando esses ataques na cidade e isso é nitidamente claro! Vocês são cumplices, qual outro motivo teria para passarem tanto tempo junto fora do trabalho.

Camile estalou os dedos e um dos homens que entrou com ela apresentou ao juiz algumas fotos de Caitlyn e Vi fora do trabalho, tomando café juntas, Vi na porta do apartamento de Caitlyn, e até mesmo uma foto quando Caitlyn foi ao encontro de Vi em sua casa.

- E desde quando duas pessoas não podem ser amigas?

-Amigas? Nessas circunstâncias posso dizer que vocês duas são cumplices. Se você não pode me provar o contrário é isso o que tenho que considerar, Xerife.

O juiz agora encarou as duas esperando uma resposta.

-Eu acho muito conveniente, agora que seu Clã está tomando conta das fronteiras e assegurando “que ninguém entre sem sua supervisão” você querer tirar a polícia da cidade.

- Você não me respondeu Xerife!

-Nós estamos ao lado de Piltover, somos fiéis a nossa cidade e jamais faríamos algo que fosse prejudica-la e seus cidadãos!  Por isso tenho que dizer que não, não somos cumplices.

- O que vocês são então?

A porta abriu novamente.

-Elas são amantes! – Jayce entrou.

Elas olharam para ele.

Vi soltou um comentário rápido.

-O que esse ridículo quer aqui? – Levantou-se da cadeira preparada para dar um soco nele. Caitlyn fez um sinal para ela não fazer nada.

O juiz levantou a voz.

- Quem o senhor acha que é para invadir uma sessão e dizer essas palavras.

Camille tomou a palavra.

-Ele é Jayce, o defensor de Piltover, e meu representante dentro da Polícia.

Jayce caminhou até o lado de Camile.

- E qual a relevância das duas policiais estarem ou não tendo um caso? Isso não tem nada a ver com o que tem acontecido aqui, esses assassinatos e eventos catastróficos.

-Isso é mais uma prova que elas são cumplices e que a detetive Vi só continuou na polícia de Piltover porque a Xerife Caitlyn assegurou seu cargo para elas colocarem seus planos em ação em seguida.

- Isso é ridículo! Eu não conhecia a Xerife Vi até então, como poderia fazer com que ela fosse promovida dentro da polícia?

Vi estava nervosa sentada, não estava aguentando mais.

- Essa discussão é totalmente irrelevante. – Afirmou o Juiz. – As duas Xerifes não se enquadram em nenhum momento nesse circo que vocês estão criando. Isso está mais para um problema pessoal de vocês dois com elas do que o problema que está acontecendo dentro de nosso estado. – Camile o encarou com raiva. – Por isso mesmo, eu desconsidero tudo o que aconteceu aqui, a não ser, o pedido das Xerifes por uma força tarefa para ajudar na investigação do caso. – Ele bateu o martelo.

Camile saiu furiosa, seguida pelos dois homens e Jayce.

 

Vi se levantou e foi até Caitlyn.

 

-Eu juro que nunca vou entender esse tipo de audiência aberta que tem aqui em Piltover. – Sem advogados apenas os dois lados discutindo perante o juiz.

- Mas isso só aconteceu diante a nossas patentes. Se fosse cidadãos comuns isso não seria possível.

 

- E agora como vai ficar? Todos vão saber que nós duas, bem, que segundo Jayce, somos “Amantes”.

Caitlyn parecia preocupada.

- Esse é o nosso menor problema Vi, acabamos de armar uma guerra com o clã de metal e eles não vão deixar barato.

- Eu não tenho medo deles, podem vir, eu darei um soco bem no meio de suas caras. – Disse ela dando um soco em sua mão.

Caitlyn riu, mas ainda manteve a seriedade.

-Vamos embora, temos uma força tarefa para organizar.

As duas saíram de dentro do tribunal e Camile estava do lado de fora esperando.

- Vocês duas não achem que eu irei facilitar, estou de olho em cada passo de vocês, Jayce irá me informar de cada movimento dessa sua força tarefa.

Dizendo isso ela caminhou e entrou no carro junto com seus acompanhantes.


Os dias foram passando e elas conseguiram arrumar uma boa equipe para iniciar as investigações, e como não sabiam em quem confiar, passaram ordens aleatórias há alguns policiais e deixaram seu plano explicado para apenas para aqueles que elas confiavam.
Só que naquela manhã, algo deu muito errado. Vi havia saído para buscar o café das duas na cafeteria de Pam e quando estava voltando ouviu uma explosão vinda diretamente da região da delegacia. Ao chegar lá, metade do prédio estava desabado. Nem parou a moto direito e correu para dentro.

- Cait... Cait

Ela viu a morena tentando levantar um pedaço de concreto onde sua perna estava presa.

Correu até ela e com a ajuda de suas manoplas ela levantou o pedaço de concreto.

-Obrigada Vi.

Os outros policiais foram entrando e ajudando aqueles que conseguiam achar. Vi pegou Caitlyn no colo e saiu do prédio, seguida pelos outros policiais. Momentos depois o prédio desabou, e por azar, nem todos conseguiram sair.


Notas Finais


Comente ai o que achou.

Beijos e até o próximo capitulo.


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