História Piltover finest: The beginning - Capítulo 5


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Caitlyn, Vi
Tags Aventura, Caitlyn, Lol, Romance, Yuri
Visualizações 109
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Ficção Científica, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fala pessoal! Demorei né? Problemas. Mas então oh, tenho uns avisos antes de vocês começarem a ler.

A parte da historia do narrador, é de fato, a historia original das personagens, disponivel pelo site oficial do jogo, eu adaptei para caber no universo que estou escrevendo, então, estão avisados tudo bem?

Estou escrevendo a continuação já, e como ja apresentei os possíveis vilões da pra ver que logo a historia vai ganhar um pouco de ação. blz?

Peço para que vocês comentem, não custa nada, preciso saber quem esta lendo, é importante para mim.

obrigada

Beijo e boa leitura

Capítulo 5 - O passado das duas.


Fanfic / Fanfiction Piltover finest: The beginning - Capítulo 5 - O passado das duas.

Alguns dias antes, na cidade baixa de Zaun.

- Essa é uma propriedade privada, saia antes que eu peça a um dos meus homens para que lhe retire.  – Disse Jacob, Líder dos Desordeiros da Selva Fabril.

A pessoa então avançou em sua direção.

-Fique à vontade para chama-los, mas devo lhe alertar. – Avançou mais um pouco. – Que todos eles estão desmaiados na entrada desse buraco que vocês chamam de esconderijo.

Jacob sacou sua arma e apontou.

-O que você quer de mim?

-Quero que vocês acabem o serviço que foram incapazes de terminar há 3 anos. – A voz parou. – Quero que matem uma velha conhecida de vocês. A recompensa será entregue em seguida. – O desconhecido jogou um saco de ouro na frente de Jacob. – Isso será um adiantamento, e tudo o que você precisar de informações eu lhe darei.


O homem então abaixou a arma e pegou o saco de ouro.

- Quem? – Perguntou.

- Sua velha conhecida, antes fora da lei, hoje policial em Piltover. – Sua respiração pareceu grosseira. – Vi.

Jacob sorriu de uma forma cruel.

- Com todo prazer. -  Ele olhou para frente e não havia mais ninguém lá. – Eu faria até de graça, mas como estão pagando, vai ser melhor ainda.

 

 

Atualmente:

 

Vi havia deixado Caitlyn em sua casa, a moça que estava desacordada devido a quantidade de álcool ingerida. Ela ria ao lembrar de como Caitlyn estava, não deu nenhum trabalho para ela, mas vê-la embriagada foi interessante e engraçado, apesar de não ter durado mais que 5 minutos, quando a mesma perdeu a consciência.

Já passara do meio dia, VI não havia pregado o olho, passou a manhã arrumando sua casa e sua moto.

Vi morava em uma casa de 3 cômodos, para ela era o suficiente. A proprietária da casa era uma senhora simples, que Vi estava sempre ajudando, sendo carregando suas compras, fazendo reparos ou simplesmente fazendo companhia para ela.

-Vi – Chamou Dona Muriel.

Vi deixou as ferramentas no canto e foi até o lado de fora da casa. Chegou lá fora, não apenas Dona Muriel a esperava, mas também uma figura conhecida.

-Bom dia Vi querida – Ela sorriu para VI. – Essa linda jovem estava lhe procurando. – Disse ela referindo-se a Caitlyn, que estava tirando o capacete. O movimento do cabelo de Caitlyn deixou Vi fantasiando por uns segundos.

-Obrigada Muriel.

A senhorinha caminhou sentido a própria casa, que ficava no andar a cima do cortiço onde elas moravam.

-Venha almoçar depois, fiz bolinhos de carne.

Vi acenou para ela e em seguida voltou sua atenção para Caitlyn.

-Sua casa foi fácil de achar Vi. – Disse ela caminhando até a moça de cabelos rosa.

Vi sorriu.

-Eu achei que você estivesse em casa de ressaca. – Brincou

Caitlyn sorriu para ela também.

-Não posso negar, ainda estou de ressaca. – Ela parou diante de Vi. – Mas eu precisava conversar com você antes de nós duas começarmos a trabalhar juntas.

Vi olhou seria para ela e abriu passagem para sua casa.

- Claro, por favor entre. - Caitlyn passou por Vi e ela fechou a porta. – Só não repare, minha casa é simples e não tem nenhum tipo de luxo.

Caitlyn observou a jovem enquanto ela arrumava um local para elas sentarem.

-Para você ter uma noção, nem sua casa condiz com o que dizem de você nas ruas. – Disse Caitlyn admirada com a organização e limpeza da casa de VI.

Vi deu de ombros.

-As pessoas não me conhecem de verdade. – Dizendo isso ela ofereceu a cadeira para Caitlyn sentar.

Ela sentou e já começou a falar.

- Antes de começarmos a trabalhar juntas, se não houve problema para você VI, eu gostaria que você me contasse um pouco sobre você. – Ela hesitou. – Seu passado, se não for um problema.

Vi puxou outra cadeira e sentou-se ao lado dela.

-Eu não tenho problema com isso não.

-Não quero que você me leve a mal, também falarei sobre mim, meu passado, o porque estive fora de Piltover e porque só agora estou voltando para casa.

Vi respirou fundo.

-Tudo bem. – Coçou sua cabeça. – Eu espero que você ainda queira ser minha parceira depois de tudo o que vou lhe contar.

- Sou toda ouvidos.

 

(Narrador em 3ª pessoa)

 

Vi é uma mulher impulsiva, de pavio curto, com pouco respeito por autoridades, e já foi uma criminosa nas ruas de Zaun. Ela cresceu sozinha e desenvolveu instintos de sobrevivência aguçados e um senso de humor ácido. Agora, ela trabalha com a Guarda de Piltover para manterá paz, e usa poderosas manoplas hextec capazes de destruir paredes e suspeitos com um único soco.

 

Ela lembra-se pouco de sua infância, e preferiria se esquecer do pouco que se lembra. Quando andava com as gangues de arruaceiros, ela aprendeu a usar a astúcia e os punhos para sobreviver. Também foi importante saber ignorar as críticas. Todos a conheciam como alguém capaz de sair de uma encrenca, falando ou batendo. O caso mais comum, no entanto, deixava hematomas.

 

Nenhum dos adultos da sua infância foram capazes de contar algo sobre seus pais. A maioria simplesmente achavam que eles haviam morrido em algum dos vários acidentes industriais tão comuns em Zaun. Alguns ainda diziam, vagamente, lembrar dela como uma das crianças do Lar Esperança, um orfanato deteriorado encrustrado em um dos penhascos cavernosos de Zaun. No seu leito de morte, um lutador de Sump, conhecido pela sua loucura, alegou ter encontrado Vi em um pequeno berço nas ruínas de um laboratório químico desmoronado. No fim, Vi desistiu de descobrir qualquer coisa sobre os seus pais, chegando à conclusão de que é melhor deixar algumas coisas de lado.

 

Boatos ainda mais mirabolantes do que esses começaram a surgir quando ela ganhou fama entre os bandos da cidade de baixo. Com seu chamativo cabelo rosa, Vi era facilmente notada nas ruas de Zaun; sempre fugindo de comerciantes furiosos nas galerias dos mercados da fronteira, perambulando pelos bazares coloridos das Rotas, ou pegando carona até Piltover nos bondes hexdráulicos. Onde houvesse uma briga a ser começada, ou um golpe do qual fugir, na maior parte das vezes, também haveria uma Vi. Apesar da sua reputação de causadora de problemas, ela seguia um código de conduta que não lhe permitia roubar daqueles que não podiam perder o que ele levasse, nem machucar aqueles que não merecessem.

 

À medida que foi crescendo, as pequenas infrações da infância foram se tornando mais ousadas e atrevidas, e Vi terminou formando seu próprio bando. Impaciente e de pavio curto, ela ainda gostava de usar os punhos demais da conta e, embora fosse sempre a última em pé em todas as brigas, seus olhos costumavam estar sempre roxos e seus lábios partidos. Ao longo dos anos, Vi ficou amiga do proprietário de um bar nos limites das Rotas, e ele conseguiu domar algumas das suas tendências mais autodestrutivas. Ele reforçou seu código pessoal e mostrou a ela como lutar com disciplina, ensinando também como fazer melhor uso da sua fúria.

 

Contudo, apesar da influência dele, o bando de Vi continuava a causar motins por todos os cantos de Zaun, sendo tolerados pelos Barões da Química apenas porque sabiam que ela e seus comparsas poderiam ser úteis de tempos em tempos. Vi ficou conhecida como alguém que fazia o que lhe era pedido sem questionar. E apesar de ter passado a vida desafiando a lei, seu senso de moralidade começou a incomodá-la cada vez mais quando ela percebeu o estrago que ela e outros bandos causavam por onde passavam.

 

A gota d'água foi quando ela trabalhou com outro bando para roubar e destruir um complexo químico que havia recém-encontrado uma valiosa jazida. Ouvindo a conversa dos mineradores nos bares, ela descobriu quando o pagamento pelo minério seria feito, e bolou um plano para aliviar o peso dos bolsos do dono da mina. O plano precisava de mais gente para ser executado, então Vi chamou os Desordeiros da Selva Fabril para participar. O plano seguia como planejado até que o líder dos Desordeiros usou um golem químico para matar o dono da mina com suas enormes Manoplas Pulverizadoras. Seus homens encurralaram os trabalhadores na mina e começaram a demolir a entrada, sobrecarregando o golem. A chacina e a destruição sem sentido deixaram Vi furiosa. O plano tinha sido um sucesso, mas esses idiotas insanos estavam estragando tudo!

 

Os Desordeiros pegaram sua parte no roubo e fugiram, mas os mineradores ainda estavam presos no subsolo e logo ficariam sem ar. Vi não podia deixá-los lá para morrer e vestiu as manoplas do golem sobrecarregado antes que ele desmoronasse. Os mecanismos agarram-se aos seus pulsos e braços, mas ela aguentou a agonia por tempo suficiente para abrir um caminho para salvar os mineradores da morte certa.

 

Após libertar os mineradores, Vi e seu bando fugiram com o restante do ouro. No dia seguinte, ela fez uma visitinha aos Desordeiros da Selva Fabril. Ainda com as manoplas, ela deu tamanha surra no bando que até hoje ainda se fala sobre isso entre as gangues de Zaun. O episódio do roubo da mina foi o ponto final para Vi, e ela jurou jamais trabalhar com alguém que ela não confiasse. Ela guardou as Manoplas Pulverizadoras e mandou modificá-las para não queimá-la quando precisasse invadir cofres supostamente impenetráveis ou emboscar comboios blindados de ouro, tecnologia ou o que quer que ela decidisse roubar.

 

Vi desapareceu de Zaun durante um momento de grandes revoltas, quando a tensão entre as duas cidades atingiu o seu pico. Ela substituíra as manoplas à base de combustível químico antigas por um par de manoplas hextec. A Vi das ruas de Zaun, a que usava os punhos antes de usar a cabeça, ainda estava lá, mas ela havia crescido um pouco e percebido que o caminho que estava trilhando só a levaria a um lugar.”

(Fim da narração)

Dona Muriel havia levado almoço para as jovens, que ainda estavam conversando.


-E você não se lembra nada sobre sua infância? – Perguntou Caitlyn ainda prestando atenção.

-Não – Respirou fundo. - Prefiro não forçar muito essas memorias.

-Está certa. -Ela observou VI, e a mesma esperava por uma reação negativa de Caitlyn. – Você passou por muitas coisas, e eu não sou ninguém para julgar você por tudo o que passou. Acredito que finalmente você achou seu lugar e que merece cada coisa boa que vem acontecido com você.

-Obrigada, eu tenho me esforçado.

-Obrigada eu, por você confiar sua história a mim.

Elas terminaram o almoço, e estava na hora de Caitlyn contar sua história para VI.

-E você, me conte. – Vi puxou a conversa. – O que a filha de uma das famílias mais rica da cidade fez tantos anos fora  e porque volto apenas agora?

-Eu vivi boa parte da minha infância e adolescência fora dos portões dessa cidade...

(Narrador em 3ª Pessoa)

Caitlyn é uma investigadora determinada e capaz. Ela é esperta, com um forte senso de justiça e uma devoção inabalável à lei. Armada com um magnífico rifle hextec, Caitlyn é uma caçadora paciente e o terror de criminosos por toda Runterra.

 

Ela nasceu em uma família influente e rica de artesãos hextec em Piltover e aprendeu rapidamente os costumes da vida na cidade, apesar de que preferia passar o seu tempo nas terras selvagens ao sul. Ela se mistura aos cidadãos abastados da Cidade do Progresso com a mesma habilidade que caça cervos pela lama da floresta, tendo passado a maior parte da sua juventude além dos portões de Piltover. É capaz de encontrar um pássaro em voo ou acertar uma lebre no olho a mais de 200 metros com o mosquete repetidor das Águas de Sentina do seu pai.

 

As suas maiores vantagens eram, no entanto, a sua inteligência e vontade de aprender com seus pais, que reforçaram a sua compreensão inata daquilo que é certo e errado. Embora as habilidades em engenharia da família os tenham tornado ricos, sua mãe sempre a alertara para o lado sedutor de Piltover, sobre como as suas promessas douradas poderiam amargar até o coração mais doce. Caitlyn, contudo, deu pouco atenção aos conselhos da mãe, pois Piltover era para ela uma cidade de beleza e ordem, que ela sempre apreciava após as suas viagens às terras selvagens.

 

Mas tudo mudou em um Dia do Progresso cinco anos depois.

 

Caitlyn retornou de uma das suas longas viagens às terras selvagens e encontrou o seu lar vazio, pilhado. Os guardas da família estavam todos mortos e não havia sinal dos seus pais. Caitlyn procurou pela casa e partiu imediatamente em busca de sua mãe e seu pai.

 

Encontrar uma presa que não deseja ser encontrada no espaço fechado de uma cidade é muito diferente de caçar em terras selvagens, mas, um a um, Caitlyn localizou os homens que haviam invadido a sua casa. Nenhum deles sabia a identidade de quem os contratara, apenas que este havia agido através de um intermediário de inicial "C". As pistas terminaram levando-a a um laboratório secreto de hextec, onde seus pais estavam sendo forçados a trabalhar para um clã rival sob ameaça de morte. Ela resgatou os seus pais, e a guarda de cidade pôde prender o líder do clã responsável pelo sequestro agindo com as informações obtidas por Caitlyn. Ela e seus pais voltaram para casa e começaram a reconstruir as suas vidas, mas algo importante havia mudado para Caitlyn.

 

Ela havia visto como Piltover podia ser perigosa, como ambição e ganância eram tão letais quanto uma fera encurralada. Durante a sua investigação, Caitlyn pôde ver além da máscara do progresso e da ciência em Piltover. Ela viu pessoas precisando de ajuda, tantas almas perdidas e sós. E ela viu o que poderia fazer para ajudá-las. Embora amasse os seus pais, Caitlyn não tinha nenhum desejo de seguir o mesmo caminho como artesã e procurou uma forma de se sustenta.

No seu aniversário de vinte e um anos, seus pais lhe presentearam com um rifle hextec de qualidade artesanal magnífica. A arma era um trabalho perfeito, com cartuchos especializados que lhe permitiam atirar com maior precisão do que qualquer outro rifle. Ela também podia ser modificada para disparar uma série de tipos diferentes de munição e passou a acompanhar Caitlyn.

( Fim da narração )

- Você é uma caçadora? Incrível. – Os olhos de Vi brilhavam. – Uau.

Caitlyn riu.

-Eu já fui uma caçadora e foi assim que eu lhe achei.

Vi olhou de forma surpresa.

-Você estava me caçando?

- Mais ou menos.

Elas se olharam e riram.

Vi continuou.

-O que eu não entendi, se você está em busca deste tal de “C”, porque não voltou para cidade antes?

-Eu estava em um relacionamento, e estava investigando por fora, pistas e pessoas que talvez soubessem algo. – Ela suspirou. – Por fim meu relacionamento acabou, descobri que eu estava sendo usada para conseguir informações também, irônico não?

-Bastante. – Eu teria quebrado ele. – Disse ela batendo uma mão na outra.

-Eu a mandei para a prisão.

 Vi olhou para ela.

-Ela? Virou a cabeça em sentido de confusão.

-  Eu espero que isso também não seja um problema entre nós, afinal acredito que isso não seja motivo para nada.

Vi riu.

-Quem sou eu para dizer algo Srta. Disse ela num sorriso maroto.

Caitlyn olhou firme para ela.

-Outra coisa, eu espero que você pare de me chamar de Srta.

Vi resmungou.

-Eu devo de chamar de que então? – Pensou imediatamente na forma com qual havia chamado ao deixa-la desacordada na cama.

-Caitlyn, Parceira. – Deu de ombros. – Tudo menos senhorita, já pedi até para os empregados da casa do meu pai pararem de me chamar assim.

Vi riu baixinho.

-Ok então, Parceira.

Caitlyn virou de costas.

-Pode me chamar de Cait também – Provocou – Mas só quando estivermos só nós duas, igual hoje quando você me deixou na cama.


Vi corou.

- O que? Você ouviu?

-Sim, nitidamente, achei até fofo.

Vi ficou tentando se explicar e parecia não estar dando certo.

Caitlyn sorriu enquanto levantava da cadeira.

-Estamos resolvidas? Sabemos tudo uma da outra.

VI olhou para ela.

-Nenhum segredo, você sabe tudo.

-Nenhum. – Concordou Caitlyn. Esticaram as mãos e apertaram.

Vi a acompanhou até o lado de fora da casa.

-Da próxima vez que resolver me visitar, me avise antes, eu preparado algo. – Disse sem graça.

-Não se preocupe com isso. – Ela pegou o capacete. – Ah, antes que eu me esqueça, estou de mudanças para o apartamento novo, aquele que ganhei dos meus pais. – Se quiser aparecer lá para eu retribuir o almoço, claro que com um jantar.

- Quando você irá se mudar?

-Ainda hoje, estou procurando um montador de moveis e carregadores, assim que fechar com eles já estarei mudando.

Vi deu um passo para frente.

-Eu posso ajudar, eu sei fazer esse tipo de serviço

Caitlyn sorriu.

-Se não for atrapalhar seus planos, eu agradeceria sua ajuda. - Ela tirou um papel do bolso. – Esse é o endereço do meu novo apartamento, vou para casa e quando estiver de saída lhe envio uma mensagem para você ir para lá.

- Certo.

Caitlyn sorriu e colocou o capacete.

- Até mais tarde.

Vi acenou em um meio sorriso.

-Até.

Caitlyn acelerou e foi embora.


Vi olhou para o papel. Dona Muriel apareceu ao seu lado.

-Que moça bonita, ela é sua namorada?

Vi olhou para ela e riu.

-Não, eu não tenho essa sorte.

Dona Muriel sorriu para ela.

-Ela se deslocou do outro lado da cidade, veio aqui para almoçar e conversar com você, não acho que isso não quer dizer nada. – Continuou. – Sem dizer o clima que fica quando vocês duas se olham. – Cutucou com o cotovelo Vi. – Eu notei isso. – Riu baixinho.

Vi retribuiu o riso e colocou a mão sob seus ombros.

-É não é? E eu não sei lidar com isso.

-Não precisa ir com pressa, ela também não sabe lidar pelo que percebi. – Ela passou o braço por trás de Vi e a abraçou. – Deixa acontecer com o tempo.

Elas riram.

A caminho de casa Caitlyn sorria.

-Eu não entendo o que esta acontecendo. – Pensou. – Vamos ver no que vai dar.

 


 


Notas Finais


Vilões apresentados, e a história começa a ganhar mais espaço. Sei que muita gente ta esperando o Ship acontecer, calma, ta só começando a história kkk

Sobre a história das personagens, eu amo ela kkkkkk. RIOT poderia ter feito o ship ser Canon né? Mas vamos aguardar.

Beijos :*


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