História Pinguim (Hybrid) - Capítulo 37


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Categorias TWICE
Personagens Mina, Momo
Tags Fluffy, Híbrido, Híbrido!au, Hybrid, Hybrid!au, Mimo, Twice, Yuri
Visualizações 108
Palavras 1.560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, LGBT, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sim, a Ayunie está viva ^-^
Perdoem a demora, bolinhos.
Maaaas, não desistam Jimin aaaaaa :')
Eu vou tentar não demorar tanto.
Vão ler agora. Boa leitura!

Capítulo 37 - Faz carinho que a dorzinha passa


 

•• Momo’s POV ••

 

Ajudei Mina a se vestir, também coloquei minhas roupas e desci para a sala com a pequena agarrada a mim, limpando suas lágrimas na minha blusa, o que em qualquer outra circunstância eu acharia algo lindo, mas no momento só me enchia de preocupação.

A levei para a cozinha, sentei a baixinha com cuidado no cantinho do balcão, abrindo devagar suas pernas e fazendo carinho em cada uma delas com meus dedos. A híbrida respirava ofegante, deixando as mãozinhas próximas ao rosto, tirando as lágrimas que escorriam pela bochecha gordinha. 

Me aproximei dando um beijinho em seus dedinhos frios. 

— Meu amor, você já pode falar? — perguntei e ela fez que sim. — Então fala alguma coisa, por favor, você tá me preocupando... 

— Leite. 

— Leite? Ah sim... Leite. 

Fui até a geladeira, pegando uma das oito mamadeiras que Nayeon havia preparado para a pequena assim que soube que ela nos visitaria. Nayeon exagerava às vezes. 

Levei até a híbrida, coloquei em suas mãozinhas e depressa a vi levar até a boca, bebendo com desespero o leite frio.

— Devagar, Mina. — acariciei a bochecha gordinha. — Você tá se sentindo melhor?

Ela fez que sim, sem largar nem por um segundo a mamadeira. 

— Você tava mesmo com fome. — sorri toda abobalhada. — Mas me conta, você chorou por quê?

A pequena terminou de beber as últimas gotinhas de leite, estendendo a mamadeira para mim na mesma hora. 

— Pinguim quer mais.

— Primeiro, me responde o porquê...

— Omma não deixa pinguim beber leite. — falou furiosa. — Omma só deixa pinguim comer peixe. — passou a mãozinha sobre a boca retirando algumas gotinhas do leite que sobrara, me derretendo de fofura. 

Sorri, como uma idiota apaixonada. 

— Não, Mina. Eu perguntei o motivo de você ter chorado. — meu sorriso só esticou ainda mais, enquanto minha vontade de esmagá-la no meu abraço só crescia. 

— P-por quê? — perguntou em um sussurro enquanto coçava os dedinhos. — Foi... Hmm... Porque a Momo deixou pinguim com o bumbum ardendo, e agora dói até pra sentar. 

Me senti horrível ao ouvir aquilo. Embora eu soubesse que não havia feito nada de tão grave assim, me doía vê-la sentindo dor, e embora eu também soubesse que ela estava contornando o assunto da minha pergunta de todas as formas possíveis. O que era muito estranho. 

— Você se arrependeu do que a gente fez? — me arrisquei a perguntar, um pouco receosa. — Não gostou não foi? 

— Não é isso, Momo. — enrolou as perninhas ao redor da minha cintura puxando-me para perto. — Pinguim gosta de acasalar com a esposa. 

A pequena colocou as mãozinhas em meu rosto, se aproximou beijando meus lábios devagar, introduzindo com cuidado a língua quentinha para dentro da minha boca. 

Foi impossível evitar que o sorriso bobo aparecesse. 

Subi minhas mãos para suas coxas, a segurei com força pegando a híbrida em meu colo. Desci até seu pescoço, olhando para as "marquinhas" vermelhas que eu havia deixado ali na noite passada. 

— Quer voltar para a cama? 

— Não não não, Momo. — empurrou meu rosto para o lado antes mesmo que eu pudesse beijá-la de novo. — Pinguim quer leite. — explicou devagar, mas sem muita paciência. . — L-e-i-t-i-n-h-o. — repetiu ainda mais devagar. 

Ótimo, Momo! 

Trocada pelo leite. Eu estava mesmo incomodada com isso, até porque ela tinha ido para casa e passado uma semana sem ao menos me ligar. Por sorte Nayeon pegou o número da Omma Jihyo e conversou com a mesma para que deixasse a pequena vir, e então ela veio, veio e me trocou por uma mamadeira de leite frio. 

Senti meu coração ficar apertado. 

— Vou pegar mais. — assenti um pouco decepcionada, mas disposta a fazer a vontade da pequena. 

Levei a híbrida até a mesa, a sentei na cadeira e depressa ela soltou um gritinho de dor, virando-se com uma carinha de choro. 

— Ai o que foi dessa vez? — me agachei ao seu lado, desesperada. 

— O bumbum tá doendo, Momo. — falou bem baixinho, deitou a cabecinha sobre a mesa mordendo o lábio inferior e segurando um choro manhoso. Colocou a mão na cauda fofinha a balançando de um lado para o outro. — Dói aqui atrás. — falou em um sussurro fraquinho. 

Agora eu estava oficialmente me sentindo um lixo humano. Olhei para a pequena se contorcendo sobre a cadeira e senti que a qualquer momento eu era quem entraria em desespero. 

— E-eu vou ver se encontro a-algum remédio, fica quietinha aqui...

A híbrida me puxou pelo braço, levou minhas mãos para o seu quadril, me fazendo a segurar firme ali. 

— Faz carinho que a dorzinha passa, Momo. — fechou os olhinhos, respirando fundo, enquanto eu estava completamente sem ar a vendo naquela posição. Como ela ainda conseguia me deixar tão sem reação com essas coisas? 

Eu já podia ouvir os gritos da Omma dela quando descobrisse algo assim. Eu estava morta. 

— A esposa tá ficando quente. — sorriu ainda de olhinhos fechados, sentindo minhas mãos em sua pele branquinha. — Pinguim só vai ficar boa se a Momo fizer carinho. Vai, Momo!

— Eu acho que... — apertei um pouco os quadris da menor sem desviar os olhos dela. 

Ouvi passos vindos da sala e só reparei quando Jeong e Nayeon entraram na cozinha, de olhos arregalados, as duas. 

— Momo, eu não acredito que você tá batendo nela de novo! — Nay se aproximou me puxando de arranco. 

— Tia Nay, a Momo só tava fazendo carinho no bumbum, não tava batendo dessa vez. — a pequena explicou virando-se com dificuldade na cadeira, voltando a posição normal, ou quase normal. — A Momo tava fazendo carinho agora né, porque antes ela bateu e... 

— Mina, meu amor, eu acho que elas já entenderam. 

Nayeon finalmente largou o meu braço, mas me lançando aquele seu olhar desconfiado. O silêncio se estabeleceu, ela e Jeong ainda me olhavam como se esperassem que eu dissesse algo, eu sabia bem que tudo aquilo parecia muito mal explicado. 

— Hmm... Então, Jeong você não tem algum remédio lá no quarto... Sei lá, que tire dor? — perguntei tentando ao máximo manter a postura. 

Olhei para Jeong e ela imediatamente fez que não. 

— A pequena não pode ficar sentindo dor ali, por favor meninas, me ajudem...

— Você fala isso depois de fazer o que fez? — Nay arregalou os olhos. 

— Vou ir procurar o remédio em alguma farmácia aqui por perto antes que a Jihyo resolva aparecer para buscar a Mina e já matar a Momo de uma vez. 

— Não, espera aí, você não pode sair agora. — Nayeon falou para a namorada, a segurando pelo braço. 

— Alguém tem que ir comprar o remédio, enquanto eu vou até lá vocês duas façam ela não pensar na dor. — Jeong falou como se aquilo fosse um super plano, no qual ela dava as coordenadas. Logo saiu murmurando algo da cozinha em direção à porta. 

Nayeon me puxou para o canto da cozinha, depressa. 

— Eu sei que não foram só os tapas. — estreitou os olhos mais uma vez, falando baixinho para que a pequena não ouvisse. — Tô achando que você andou mexendo em um lugar além do lugar onde você sempre mexe. Você por acaso...?

— Nayeon, por favor, que vergonha, para com isso! — senti meu rosto queimar. Eu deveria estar parecendo um morango de tão vermelha. 

— Ah Momo, que maldade fazer isso com ela! Seu lugar no inferno tá reservado. 

— O quê? Eu não falei absolutamente nada. 

— Mas também não negou. 

— Nayeon, chega! 

A deixei ali sozinha, fui até o balcão, abri a primeira gaveta tirando um bloquinho de notas, peguei uma caneta sobre a geladeira que usávamos para anotar recados e caminhei até a mesa, me agachando ao lado da híbrida. 

— Meu amor, você gosta tanto de desenhar. Eu tenho certeza que consegue desenhar algo bem bonito. — coloquei a caneta na mãozinha pequena e a direcionei até o papel, eu ainda estava trêmula depois de ouvir as insinuações absurdas da Nayeon. 

— Pinguim tá sem os olhinhos, Momo. É tudo escuro daqui, dá medo. — falou encolhendo as perninhas sobre a cadeira e até o silêncio que se seguiu me fez querer apertá-la nos meus braços o mais forte que conseguisse. 

Acariciei a bochecha gordinha afogando meu rosto em seu pescoço e a enchendo de beijinhos ali. 

— Não precisa sentir medo, eu sempre vou estar aqui para te proteger, ouviu? 

— Como uma super esposa? — perguntou puxando as mangas da minha blusa com desespero. 

— Isso, meu amor. 

— Pinguim vai desenhar a Momo. 

A baixinha sorriu, apertou a caneta entre os dedinhos e começou a fazer alguns rabiscos, hora ou outra deixando a superfície do papel e passando para a mesa, rapidamente eu a ajudava a voltar para o lugar certo. 

Me aproximei depositando um longo beijo na testa da pequena, dei a ela outro papel do bloquinho e fui até o canto da cozinha, encontrando Nayeon ali, calada, quieta. 

— Ei, Nay? — sussurrei baixinho. 

 

 

 

 

— Já sei, já sei. — falou fechado os olhos enquanto respirava fundo. — Sei exatamente o que vai falar. 

 

 

 


Notas Finais


Eu já disse que estamos no final da fanfic? (acho que já, não sei)
Enfim, estamos caminhando para o final da fanfic ^-^
Ainda faltam alguns capítulos na verdade kkkk.
De qualquer forma eu sei que é chato ficar esperando atualização, então vou fazer o possível pra postar rápido, porque eu quero muito terminar de postar também e aaaaaaaaa.
Era só isso mesmo kkkk.
Até o próximo <333


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