História PINK - The Color Of Danger - Capítulo 1


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Categorias 24K, Bangtan Boys (BTS), DAY6, ONE, Seventeen
Personagens DaeIl, Hansol "Vernon" Chwe, Jae, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Wonpil
Tags Big One, Daeil, Jimin, Suga, Vernon
Visualizações 76
Palavras 2.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, sociedade!

Essa fanfic é uma parceria entre quatro amigas anormais! Demorou? Muito, mas estamos aqui.

⚠Fanfic contém violência e mais algumas coisas fortes, se coisas do tipo não lhe agrada, todas nós temos fanfics individuais que possam lhe agradar.⚠

Espero que gostem! 😊

Boa leitura!❤

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction PINK - The Color Of Danger - Capítulo 1 - Capítulo 1

                      -Heloísa-

Estava tudo perfeito, a decoração da igreja que tinha tons entre o branco gelo e o dourado escuro, meu vestido que tinha um grande véu de acompanhante, e por fim, ele.

O Lucas estava mais que perfeito, seu sorriso ao me ver, seu terno branco...

Esse dia tinha tudo pra ser perfeito.

  - Está pronta, querida? - meu pai disse assim que me entregou para o meu futuro marido.

  - Tenho certeza que sim - sorri calma pra os dois.

Me arrumei já em cima do altar e o olhei com o sorriso ainda estampado no rosto. Em minhas mãos tinha um buquê de flores vermelhas e eu olhei nervosa para elas.

Erro meu...

As flores começaram a meio que derreter, minhas mãos melaram com a tinta que saía delas e meu vestido já estava todo manchado de... sangue?

Olhei ao redor e todos estavam mortos, meus pais, meus amigo e até mesmo meu noivo, todos mortos.

A igreja virou uma verdadeira atração de horrores cheia de corpos e carnificina, o cheiro de sangue pairava pelo ar e eu só pude me jogar no chão chorando aos montes e tentando chamar por ajuda, ajuda aquela que nunca veio.

  - Heloísa... - ouvi uma voz ao longe, mas eu estava muito nervosa pra prestar atenção. - Heloísa!

Senti meu corpo chacoalhar e com um impacto forte nele eu abri meus olhos rapidamente.

  - HELOÍSA! - Jae Park pulou da cama e correu até onde eu estava no chão, meu corpo estava suado e eu me encontrava ofegante. - você está bem?

E assim eu passo mais uma noite relembrando aquele maldito dia.

  - A-acho que sim... - disse após um tempo em silêncio tentando retomar meus sentidos. - eu apenas tive um pesadelo, desculpe por isso, Jae.

Ele sorriu acolhedor pra mim e colocou uma mexa de meu cabelo atrás da minha orelha para, por fim, me abraçar calorosamente. Ele sabe sempre o que fazer nesses momentos.

  - Tudo bem, meu amor. - senti seus dedos percorrerem toda a extensão das minhas costas até pararem em meus fios de cabelo fazendo uma leve massagem no lugar. - você não tem culpa daquilo ter acontecido, apenas agradeça por ter saído viva dali, ok?!

  - Ok. - sorri sincera.

{°°°}

  - O que temos pra hoje? - perguntei animada enquanto colocava um pedaço da torrada recém feita na boca - quero ir logo trabalhar.

  - Calma princesa - ele riu nasal - você precisa descansar um pouco, não está dormindo bem a noite. - seu semblante ficou sério de repente.

  - Eu estou bem, é sério oppa. - falei verdadeira, ele não precisava se preocupar com o meu passado. - não precisa ficar desse jeito por minha causa, eu estou dormindo bem.

  - Não adianta fingir pra mim, Heloísa. - ele me olhou repreensivo. - Eu te conheço a tempo o suficiente para saber quando você não está bem, eu sinto quando não está.

Meus olhos estavam voltados para o chão, mas eu podia sentir suas órbes me encararem profundamente.

  - Se não quer falar, que seja, não fale! - Jae suspirou sarcástico e o vi pegar algo em cima do micro-ondas. Ele jogou o objeto, que então pude ver que se tratava de uma foto, na minha frente e bebeu um pouco do seu café - Está aí o seu trabalho, tenha um belo dia. - indagou irônico e saiu da cozinha subindo as escadas.

E é sempre a mesma merda todos os dias.

{°°°}

  - Nós podemos entrar pelos fundos, ele não irá nos ver e será bem mais rápido do que pela janela do quarto. - Melissa tagarelava sobre diversas formas de entrarmos na casa sem sermos vistas.

A verdade era que eu não prestei atenção em nenhum dos planos, apenas queria que tudo isso acabasse logo pra que eu pudesse me jogar na cama e fingir que minha vida não é cheia de problemas.

Só que ela era.

  - Helo, presta atenção caralho! - ela me empurrou de leve e aproveitei a ação pra poder me encostar na janela da cafeteria, onde eu estava encarando fixamente as pessoas passando. - Brigou com o Jae de novo, não foi?

Como uma pessoa pode me conhecer tão bem? Não seria exagero se eu a comparace com a Milena, ela é uma das pouquíssimas pessoas que sobreviveram a aquele ocorrido na igreja.

  - Tá tão na cara ssim? - ri sem humor ao perguntar o óbvio. Não era comum eu e ele brigarmos tanto, pelo menos não até esses dias.

  - Desencana dele. - ela proferiu com desdém - Tá, eu sei que ele é o chefe e tal, mas você não está bem com essa relação, e eu tenho certeza de que ele tá te traindo. - ela falou calmamente, como se tivesse acabado de recitar um poema romântico da época do trovadorismo.

  - Fala sério, Mel. - Ri debochada. - Só você mesmo pra inventar algo assim.

  - Se achas que é mentira, então o problema não é meu. - ela sorriu sarcástica. - Mas cá entre nós, ele tem agido estranho pra porra e você sabe tanto quanto eu que as saídas dele de madrugada não são pra matar. - ela sussurrou pra que só eu ouvisse.

  - Tá, tá! Vamos logo terminar esse serviço, quanto mais rápido melhor! - disse me levantando. - E assim que eu chegar em casa vou falar com ele, vai ser melhor.

  - Se é isso que queres...

                         - Gi -

Os leves fios de água da garoa fina são visíveis apenas por conta das janelas do carro. Desviei meu olhar para o retrovisor, olhar esse que durou poucos segundos afim de não manter contato com o motorista.

“ _Esse desconforto está me matando_ ”

Apoiei minha cabeça no branco do carro do lado contrário da janela, assistindo o sono tranquilo do pequeno ser acomodado no bebê conforto rosa.

Mordo meus lábios inferiores com nervosismo, enquanto estalo os dedos da mão um por um. Parece que sua tranquilidade é o meu nervosismo.

– Você está bem?. - a voz velha e despreocupada pergunta.

Não respondi sua falsa preocupação, apenas me ocupei em endireitar a manta fofa onde a mais nova está enrolada, revelando um pouco mais o seu rosto sensível.

– Ela é sua filha?. - e novamente o idoso pergunta.

– É. - respondi logo em seguida.

Deixo a bebê de lado, voltando em direção a janela, vendo que a garoa sumiu tão rápido quanto apareceu.

Um vibração estranha, mas reconhecível, surgiu em minha coxa direita. Peguei o aparelho celular com as duas mãos, lendo cuidadosamente o nome que brilhava na tela.

                  “Yoo JeongHan”

Atendi de imediato a ligação, levando o celular ao meu ouvido.

~ Mingyu dongsae? - uma voz delicada chamou pelo nome tão conhecido por mim.

~ Mingyu não está aqui. - respondi com uma voz seca.

~ Como eu já imaginava .

Parece que sua última frase foi para si mesmo. Respirei fundo, mantendo minha voz impacivel.

~ Estou perto de onde ficava o playground de Hongdae, nos encontramos lá.

Encerrei a ligação, me sentindo mais leve aos poucos.

– Você parece mais aliviada.

Fechei meus olhos por breves segundos.

– E realmente estou.

                            [...]

Arrumei meu sobretudo antes de sair do táxi, pegando o bebê conforto logo depois.

– Não acha esse lugar um pouco perigoso hoje?.

– Você fez muitas perguntas hoje, mas não estou reclamando.

Me afastei do carro rapidamente, me aproximando mais e mais, percebendo o quanto a rua está vazia.

Olhei ao meu redor, vendo apenas um mulher sentada sobre o chão molhado enquanto encara de longe outras duas, que parecem ser amigas de longa data.

– O que pode ter acontecido com ela, hum?. - pergunto desviando o olhar para a bebê, que ainda dorme tranquilamente.

Mesmo depois de longos minutos, a mulher ainda continua ali, imóvel na mesma posição, enquanto encara o lugar mesmo depois que as duas moças fugiram de nossas vistas.

        “Extremamente deprimente".

Suspiro, cansada de esperar o tal Yoo JeongHan, que provavelmente nem vem ao meu encontro. Me viro lentamente, dando de cara com um homem alto e bonito, e como estamos realmente perto, ouso dizer até mesmo angelical.

– Você realmente veio. - sorri satisfeita.

– Você me chamou, então estou aqui, afinal de contas.

Pude sentir seu hálito quente bater contra meu rosto a cada palavra que deslizava de seus lábios.

– Esta é a pequena Viv? - perguntou olhando para o bebê que estou carregando.

Apenas o respondi com um aceno.

– Ela realmente parece com o Mingyu. - comentou sorrindo. – É adorável.

– Sim... Ela é. - respondi um tanto receosa.

Deu de ombros enquanto suspirava, ainda olhando para a Viv.

– Consegui arrumar um lugar para vocês ficarem por algum tempo, não está nas melhores condições. - finalmente voltou a me encarar. – Vamos, não é muito longe daqui.

Assim que o mais alto se afastou gradativamente, passei a segui-lo sem hesitar. Afinal, não tenho mais para aonde ir.

                           [...] 

Sentei-me no sofá não muito confortável do ambiente pequeno, enquanto Viv se mantém quieta, sentada em minhas coxas.

– Você deve saber mais assuntos sobre o Mingyu do que eu, a noiva, não é?.

– Provavelmente, mas nem tanto assim. - fez uma breve pausa. – Sei que aquele dongsae me escondia muita coisa enquanto ainda estava aqui, e ainda não me disse o porquê da viagem tão repentina.

– Ele sempre me contava como era viver nesse país, mas nunca me disse o motivo de ter saído.

Abaixo a cabeça, começando a assistir novamente minha filha, que agora parece ter os olhos pesados, que insistem em fecharem.

– Onde o Mingyu está?. - perguntou repentinamente.

Chamei sua atenção ao acariciar deu rostinho e, quando me afasto, ela parece ficar chateada, mas logo sua atenção se volta para chupeta prateada que está presa à sua roupa com o prendedor de chupeta branco detalhado com um laço de pedrinhas.

                     “Estranho.”

– Eu não sei. - respondo depois de algum tempo, mas as palavras saem rápido de meus lábios. – De verdade.

Tentei analisar sua expressão, que ouso dizer que não mudou nada com a minha resposta, porém percebi que sua mente me parece distante.

– O que você fez com ele?.

Coloquei a menor sentada no sofá, ainda distraída com o objeto.

– Eu não pretendo ser a única a responder perguntas aqui, então eu comando as coisas primeiro.

Riu com escárnio.

– Você muda da água para o vinho sempre?.

– Só quando me convém.

JeongHan então sorriu docemente.

– Não tenho certeza se posso lhe ajudar, mas direi o que precisa saber.

– Estou ouvindo com atenção.

Arrumou sua postura no sofá, tirando suas costas do encosto do sofá e me mirando firmemente.

– Kim Mingyu nunca me contou nada sobre como conseguia dinheiro de forma fácil, então eu acabei criando minhas próprias suspeitas... Algo relacionado a venda ilegal de algum tipo de...

– Drogas. - o interrompo, afirmando suas suspeitas.

Ele mordeu o lábio inferior, parecendo tentar ingerir a realidade que joguei sobre si.

– Eu encontrei uma mochila junto com o celular onde vocês mantinham contato, dentro daquela merda só tinha porcarias.

– E... - me instruiu a continuar.

– E eu dei meu próprio jeito de sair de perto daquele infeliz desgraçado. Era isso que queria ouvir?! - acabei explodindo um pouco, assustando a Viv levemente.

– Você... Você matou ele? Matou o Mingyu?. - perguntou com os olhos arregalados.

Respirei fundo, envolvendo meus dedos em meus fios de cabelo, puxando em seguida, como um tipo de punição.

– Admito que tentei, ok?! E realmente achei que tinha conseguido se não fosse o sumiço daquele filha da puta!.

Assisti os olhos de Viv se encherem de lágrimas, provavelmente por causa de meus gritos.

– Está tudo bem, tudo bem. - repeti a frase mais de uma vez enquanto acalmo a criança em meus braços.

Parece que estou falando para mim mesma.”

– Eu sei que estão atrás do Mingyu, que estão o caçando como de fosse uma verdadeira praga.

Levantou-se do sofá, pegando seu celular que estava sobre a cômoda.

– Tome cuidado, pois essa kitnet está no nome do Mingyu, se descobrirem que você está aqui e está com a filha dele, bem... Não acho que sobraria muita coisa.

Não demorou para JeongHan se afastar de mim, indo em direção da porta, mas antes que eu possa ouvir o ultimo bater da porta, me viro para o mais alto.

– De qualquer maneira, obrigada por de preocupar e ir ao meu encontro mesmo sem nem me conhecer.

Pude ver um de seus verdadeiros sorrisos brotar em seu rosto delicado, antes de sair, disse-me:

– Não precisa me agradecer. Também não esqueça de trancar a porta, para você e a Viv, um erro assim pode ser muito mais perigoso.

– Eu não vou esquecer.

                              [...]

Verifiquei novamente o horário pelo celular.

                           06:32

Nesse tempo, provavelmente as ruas estão repletas de adultos indo aos seus respectivos trabalhos e criança e adolescentes indo para mais um dia de aprendizado. Lembro que acordava perto desta hora quando era adolescente, conseguindo chegar no colégio antes das 07:20.

                   “ Nostálgico.”

Mas agora? Agora estou acordada as 06:32 da manhã por causa de um choro que demorou para acalmar, mesmo com diversas distrações como brinquedos, leite materno e colo, Viv passou o resto madrugada inteira chorando.

Consegui que a menor adormecesse certa das 05:46 da manhã, quando ao menos o céu tinha clareado. Agora não consigo dormir, muito menos coxilar, sinto que tem algo muito errado com a minha filha.

E foi com esses pensamentos que me aproximei lentamente da cama de casal, onde a minúscula garotinha dorme no centro, fico apenas a observando de longe.

Sua respiração, que normalmente é calma e longa, agora está curta, rápida, ofegante. Não tardei em encostar na pele de seu pescoço, sentindo a tez mais quente que o comum.

Não se desespere... Não fique estressada.”

Simplesmente peguei o celular e disquei rapidamente o número de JeongHan, sem nem me importar se estaria o atrapalhando.

~ Gi, o que é? - apesar das palavras parecerem rudes, foram ditas de forma extremamente calma.

~ Viv está doente, eu só sei que leva-la para um hospital seria perigoso... Poderia me ajudar também dessa vez?.

~ Não se preocupe, conheço uma pessoa . - respondeu após passar alguns segundos em silêncio.

Desta vez a ligação foi encerrada pelo mais alto, me sentei no sofá pequeno, começando a estalar meus dedos novamente.

06:37.

06:59.

07:02.

07:08.

              “Esperar é cansativo .”

Assim que ouvi leves batinas na porta, a abri sem raciocinar direito. Fiquei paralisada por alguns segundos ao encarar os olhos homem à minha frente.

“A tonalidade clara é quase... Enfeitiçante."


Notas Finais


Capítulo de: @Pandinha_07 e @Yukiko_Ri

Desculpem qualquer erro! 😊

Até o próximo capítulo!😙


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