História Places - Capítulo 5


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Categorias CSI: Crime Scene Investigation
Personagens Diebenkorn "D.B." Russell, Julie "Finn" Finlay
Tags Csi, Csi Las Vegas, Drama, Frussell, Romance
Visualizações 1
Palavras 1.001
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente! Chegamos ao último capítulo desta fanfic. Quero agradecer a todos que leram! Aproveitem!

Capítulo 5 - O Ponto de Partida


Russell fez como prometido. Barbara e ele conversaram bastante e por fim os dois oficializaram o divórcio. Não dava para dizer que foi algo fácil para o supervisor devido a todo o contexto e o que esta escolha acarretaria no futuro. Todavia, se por um lado concordar com Barbara sobre a separação foi “simples”, com os filhos a história foi outra. O primeiro estágio foi de negação, principalmente vindo de Charlie, que não conseguia entender porque tudo aquilo estava acontecendo. Chegou a culpar a si mesmo, inventando que a escolha dele em estudar e ficar em Vegas foi um fator para isso. Maya lamentou bastante, mas entendeu que não podia forçar os pais a continuarem casados.  

Quando Russell e Finn iam até o bar, era o momento dele em desabafar sobre o que estava sentindo e o que estava passando dentro de casa. Não foi um momento fácil para ele, que já esperava algo parecido, porém não sabia como seria na prática. Ela o ajudou a passar por isso sendo sua âncora e uma “profissional em divórcio” como se autoproclamava, tudo para tirar um sorriso no rosto dele. Naquela mesa havia muito mais que apenas troca de olhares; de vez em quando os toques carinhosos nas mãos refletiam o cuidado de um pelo outro. 

Quando o seu divórcio foi “anunciado”, a notícia pegou toda a equipe de surpresa. Ninguém esperava que isto fosse acontecer porque a imagem passada era de um casamento feliz e praticamente sem problemas. Foi um alívio para o pessoal saber que o Russell ranzinza e fechado de antes foi embora, mas para eles havia pena dele por causa da separação. Ele dizia que ficaria bem, ainda que alguns não acreditassem realmente em sua declaração. O que importava agora era que estava feliz ao lado de alguém que amava. Claro, os outros não tinham ideia sobre o relacionamento e tampouco poderiam saber, melhor para os dois. 

As idas ao bar se tornaram menos frequentes com o passar do tempo. A casa dela tem sido a preferência deles; mais privacidade, liberdade para dizer ou fazer o que realmente queria. Mas isso não queria dizer que o bar era menos interessante e seria deixado de lado. Eles ainda passavam por lá algumas vezes para se divertir, ouvir uma música e curtir o ambiente. Eles até visitavam outros locais para saber se também iriam gostar, mas aquele bar era especial para os dois, que acabavam indo lá quase sempre para um lazer em particular. Sem a companhia do restante da equipe, claro. A diversão com eles era em outros lugares. Aquele ali era somente para os dois.  

A próxima parada geralmente era a casa dela, a segunda casa de Russell, o lugar mais seguro. De todos os lugares, aquele era o qual se refugiava junto com a mulher por quem estava apaixonado.  

—|-

Um ano se passou. O que parecia difícil no começo, de repente, ficou melhor. Se desdobrar entre sua casa e a de Finn, viver um relacionamento em suma proibido não foi coisa simples de administrar nos primeiros meses. O medo de serem descobertos ou de usarem isso contra eles não era pequeno. O tempo foi passando e a preocupação que usassem o relacionamento para atacar ambos ainda continuava e iria continuar, entretanto, Russell e Finn se fortaleciam cada vez mais. 

O jantar ficou por conta dela, ao contrário dos outros dias. Finn preparou algo simples, não muito especial, mas para ele, foi tudo. 

— Eu estava pensando naquele apartamento perto de Paradise. Tem uma vista boa e o condomínio é bom, do jeito que você gosta — disse ele enquanto terminava de mastigar seu macarrão com molho branco. 

— Vou morar com você agora, é? — Ela retrucou brincando. 

— Acho que sim, você adora viver no meu cantinho alugado, Jules! — Russell não deixou a provocação para trás. 

— Ah, e quem está aqui agora e já trouxe uma bolsa cheia de roupas? 

Apontando o garfo para ela como quem dizia ter um bom argumento, Russell aproveitou para tomar um gole do vinho tinto. Virou rotina que os dois separassem um momento para ficar juntos quando o trabalho permitia. O primeiro melhor local, com certeza, era a casa de um ou de outro, depois o bar.  

— Quero que venha comigo. Sei que você vai gostar. 

Finn esboçou uma cara de quem estava desconfiada por toda aquela insistência de Russell. Seu olhar penetrante, daqueles que não iria desistir até almejar o que queria estava fazendo efeito nela. 

— Seguro o suficiente? 

— Pode confiar — respondeu sorridente. 

— Vamos ver... — Ela curvou os lábios num sorriso.

Eles continuaram a comer, evitando falar muito. Sempre que podia ele a espiava para saber como ela estava reagindo a tudo aquilo. Um ano se passou desde que estavam juntos, mas sempre parecia a primeira vez.  

— Julie. 

— Hum?  

— Eu te amo. 

A mulher parou de comer na mesma hora.  

— O que disse? 

— Eu sei que você ouviu, Jules. 

Ele a encarou bem e lhe deu uma resposta direta. Finn não suportou fingir não ter ouvido e deixou escapar uma risada. 

— Eu sei que você me ama — replicou disfarçando, e depois de alguns instantes. 

Sem dizer qualquer coisa os dois, como por instinto, se inclinaram para a frente para um beijo, porém a distância era grande demais. Eles retornaram aos seus lugares, sem sucesso, e não puderam segurar o riso. 

— Ok, vamos tentar outra coisa — falou o supervisor, após limpar-se com o guardanapo. Ele se levantou e a tomou pela mão. 

— O que vai fazer? — Finn perguntou desconfiada. 

Em silêncio, o supervisor tocou em sua cintura com ambas as mãos e a beijou carinhosamente, sem ter a mínima pressa. 

— Você beija bem, tenho que admitir. — Ela comentou enquanto se apoiava em seu peito. 

— Eu te amo, Jules. Agora tenho certeza que você ouviu. 

Finn o chamou com um gesto do dedo indicador para que falasse bem próximo dele. Sem tirar o sorriso travesso do rosto, ela tocou em seu rosto com afeição e lhe disse ao pé do ouvido: 

— Eu também te amo, Diebenkorn. 


Notas Finais


É isso aí, pessoal, chegamos ao fim. Obrigada a todos e até a próxima <3


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