História Planeta 3D2Y - Capítulo 3


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Categorias One Piece
Personagens Monkey D. Luffy, Nami, Nico Robin, Sabo
Tags Namixluffy, Namixrobin, Robinxsabo
Visualizações 17
Palavras 3.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Intrigas.


Nico Robin foi deixada nos aposentos privados da Malika pela própria monarca, com instruções para não mexer em nada, sob ameaça de punição, e servir-se da comida que seria trazida em breve. A tal refeição realmente chegou, trazida por três escravas Kyria. Os dois carrinhos da frente traziam consigo refeições estritamente saudáveis, frutas, verduras, sucos, água, coisas leves. Atrás da comitiva, a última escrava carregava uma bandeja com leite e pão com queijo. Os carrinhos luxuosos foram postos à parte, e a bandeja foi posta na frente de Robin. Ela devia ter imaginado que Monkey-Bellemere Nami nunca compartilharia sua comida com uma escrava.

As três Kyrias se puseram a arrumar o aposento com o esmero que delas era cobrado. Não era um trabalho fácil. O lugar era grande, cheio de móveis e enfeites, digno da dona dele. Não era comum uma Malika ter um aposento separado do Verligte, mas esse não é um casamento usual. Estamos falando do casamento de Bellemere Nami e Monkey D. Luffy, onde não havia motivação nem mesmo para dormir juntos.

A primeira Kyria que entrou se chamava Vivi, e era a mais falante das três. Cabelos azuis pintados por ela mesma e um quê de alegria, o que era uma surpresa diante da situação em que vivia. A segunda se chamava Rebecca, Um pouco mais calada e reservada, mas simpática a seu modo. Seus cabelos rosados estavam amarrados num coque simples. A última, Caimie, tinha cabelos verdes e era a mais desastrada. Por consequência de sua falta de jeito, também era a mais reprimida e castigada.

Robin não falou com elas. Não era de seu costume se aproximar das pessoas. Achou que elas a ignorariam também, mas estava enganada. A garota de cabelos azuis se aproximou, carregando consigo um esfregão, ajeitou as almofadas onde a Khusi estava sentada e sorriu amigavelmente.

- Seja bem vinda. Meu nome é Vivi, sou uma escrava da Malika. Você deve ser Nico Robin, não é? Ouvimos falar de você.

- Sim, sou eu. É um prazer conhecer vocês. – Respondeu educadamente. Esperava que a conversa não se estendesse, mas, outra vez, estava muito enganada.

- Aquela ali de cabelo rosa é a Rebecca, e a criatura que derrubou um pouco do seu leite no chão é a Caimie. Se precisar de qualquer coisa, pode falar com a gente.

- Ei, Vivi. – Rebecca disse secamente. – Acho bom você se apressar aqui, Se a Malika chegar e esse lugar não estiver brilhando, nós três estamos muito, muito ferradas.

- Tentem ser um pouco mais otimistas! Talvez hoje ela e o Verligte dividam o leito e a Malika finalmente engravide. Eu ia adorar ser liberada das obrigações de limpeza para cuidar do bebê Verligte alguns dias por semana. – Caimie suspirou enquanto espanava os móveis.

- Faça-me o favor. É mais fácil um meteoro cair sobre nossas cabeças do que isso acontecer. – Vivi resmungou, voltando a esfregar o chão. Robin, subitamente, se sentiu interessada pela história.

- Se me permitem a intromissão, mas poderiam me contar um pouco mais sobre isso? O Verligte e a Malika não têm um bom relacionamento?

As três Kyrias riram diante da pergunta, mas Robin não demonstrou estar embaraçada e continuou a encará-las com insistência. Rebecca, então, tomou a palavra.

- Poder te contar, mesmo, não podemos. Mas todo mundo fala sobre isso, porque nós não haveríamos de falar?

- Não é que o Verligte e a Malika não tenham um bom relacionamento... – Caimie disse, se encostando momentaneamente na parede para descansar. – A verdade é que eles não têm um relacionamento.

- Casaram por casar, entende? – Vivi completou. – A Malika se conformou porque sua ambição falou mais alto que seus sentimentos. Ela suporta o casamento sem amor porque está interessada no dinheiro do Verligte. E quem não estaria? Ele dá ricos presentes a ela toda semana para manter a relação entre os dois pelo menos cortês.

- E o Verligte? – Robin perguntou, ainda mais curiosa. – Ele que escolheu a esposa! Não era mais fácil escolher uma mulher que ele amasse do que viver num casamento assim?

- Ah, por favor, Nico Robin, não seja tola. Você acha mesmo que o Verligte ama alguém desse jeito? O boato é que ele nunca se apaixonou. – Rebecca riu novamente. – Pra todos os efeitos, quem escolheu a Malika no Katresnan há dois anos atrás foi Rononoa Zoro, o Grande Mantree. Ele se reuniu com o Verligte e indicou a candidata mais apropriada. Você já deve ter ouvido falar da família Bellemere, são riquíssimos e muito poderosos. O casamento foi uma manobra política para arrecadar mais fundos pro país.

- Que coisa horrível. – Robin murmurou consigo mesma.

- E o que não é horrível neste planeta? – Caimie sussurrou. – Quem me dera nossos ancestrais nunca tivessem destruído a Terra! Tudo o que eu mais queria era estar lá agora, só eu, e mais ninguém. Morreria sozinha, mas pelo menos não sofreria tanto quanto sofro aqui.

- Pode até ser, Caimie, mas é essa é a vida que lhe foi dada, agora pare de reclamar e volte a trabalhar. – Vivi repreendeu, e todos voltaram a seus afazeres. Nico Robin terminou o pobre almoço que lhe ofereceram e começou a refletir. Agora fazia um pouco de sentido a sua aquisição. A Malika provavelmente estava precisando de uma válvula de escape para compensar a ausência do marido em sua cama. A ideia de se deitar com uma mulher, apesar de ser uma bela mulher, não lhe agradava nem um pouco. Mas era seu trabalho. Faria sem reclamar. Ou pelo menos não deixaria ninguém saber de seu desagrado.

 

 

O quarto do Verligte havia sido projetado muito antes de Monkey D. Luffy começar a dormir nele, então, obviamente, não batia com seus gostos arquitetônicos. O lugar era cheio de pinturas dos antigos Verligtes e possuía uma do atual acima da cabeceira da enorme cama de dossel vermelho. Uma banheira com mil e uma funções era embutida no chão, livros e mais livros nas estantes, roupas sem fim, e dispositivos de comunicação espalhados em pontos estratégicos. Se lhe pedissem para ser honesto e garantissem que nenhuma má repercussão seria consequência de suas palavras, talvez ele confessasse seus íntimos sentimentos acerca do aposento – e do Palácio de Aço inteiro. Luffy não gostava da construção. Achava-a feia e antiquada. Por ser um patrimônio nacional, ele não podia fazer nenhuma reforma, apenas manter o prédio em bom estado.

Mas gosto é gosto. O que Luffy não podia negar era que o Palácio de Aço tinha lá seu charme e era uma construção imponente, digna do monarca que governava um planeta inteiro. Sua área total englobava um grande bosque, a nascente de um rio, dois lagos, jardins, o alojamento dos escravos, o estábulo, o quartel general do Exército Electi, isso tudo sem contar o próprio Palácio, muito semelhante à um castelo gigantesco, cheio de torres, torrinhas e varandas, mas todo feito de concreto e metais que faziam as paredes reluzirem quando a luz do dia batia nelas em determinados ângulos.

Sentado em uma confortável cadeira em sua varanda, o Verligte contemplava tudo a seu redor, A estrada que permeava o caminho para Métallo, o fim de tarde magnífico, o som dos pássaros. A tarde estava tão agradável que, por um minuto, um simplório minuto, ele se permitiu esquecer todos os seus problemas enquanto o vento bagunçava seus rebeldes cabelos negros, já despidos da coroa de aço e pedras preciosas, que se encontrava repousando sobre uma almofada dentro do quarto. Aquele momento de paz estava sendo tão sublime... Talvez ele durasse ainda mais se uma voz não tivesse trazido Luffy de volta à realidade, chamando-o com uma voz manhosa e sensual de alguém que ardia de desejo.

- Querido, já está escurecendo... Venha ficar aqui comigo...

O Verligte virou a cabeça para encarar Monkey-Bellemere Nami, sua esposa, que se encontrava nua sobre as almofadas da cama. Os cabelos ruivos se esparramavam pelos lençóis brancos, e o corpo escultural clamava por um pouco de atenção. Céus, em seu íntimo, ela estava implorando por prazer. Para qualquer homem naquelas paragens, ouvir aquele convite seria o presente de uma vida. Para Luffy, não passava de um incômodo. Sem expressar grandes coisas, ele entrou, fechou as cortinas e acendeu as luzes.

- Nami, vista-se. Já disse que não vai acontecer. – Disse sério, enquanto tirava o manto real de seus ombros. A Malika sentou-se na cama, frustrada e irritada.

- Como assim? Há meses não fazemos amor, Luffy! Você é meu marido e tem obrigações a cumprir comigo. – Ela bufou, amarrando os cabelos.

- Quando foi que eu deixei de cumprir minhas obrigações! Eu te sustento. Dou tudo o que você quer, nada te falta. Pelos céus, mulher, o que quer de mim?

- Quero um filho! – Nami exclamou, levantou da cama e se aproximou do marido, o abraçando por trás e roçando seus voluptuosos seios nas costas fortes dele. – Luffy... Se casamento fosse apenas sobre dinheiro, as coisas seriam muito mais fáceis pra todos. Mas não é assim. Eu tenho meus desejos e sei que você também tem os seus... – A mão dela foi escorregando devagar para o membro viril do monarca. Ao perceber o movimento, ele se afastou.

- Nami, eu não estou no clima agora. E não estou pronto para ser pai. Não me pressione. A última vez que me pressionaram a fazer algo, eu acabei me casando com você. – Eles se encararam. – E nós dois sabemos as consequências disso.

A Malika se calou. Mil pensamentos e lembranças vieram-lhe à mente, mas ela os afastou com um meneio de cabeça e voltou ao momento. Ela não podia desistir, Precisava engravidar, e rápido.

- Mas não há mais o que se fazer, Luffy. Você aceitou a sugestão de Rononoa e se casou comigo. Agora nós dois temos que arcar com as nossas responsabilidades. Me dê esse filho. Ele vai ser a alegria dos nossos dias e compensar a falta de amor entre nós. Talvez... Talvez ele até faça você me amar. – Nami sorriu, esperançosa. Luffy nem mesmo esboçou um sorriso. – Você precisa de um herdeiro. Já faz dois anos... As pessoas estão começando a falar.

- Eu não me importo com o que elas falam. Sou um bom Verligte, trago a prosperidade para esta terra! Que falem do meu casamento o quanto quiserem, contanto que não falem mal do meu governo.

- Agora você já está agindo como criança. No fundo você concorda comigo e com os Mantrees, eu sei que sim. A imagem conta muito, meu Verligte. – Ela deixou-lhe um beijo no rosto e se afastou para vestir o vestido verde que mandou separar. – Se não foi para o sexo que me chamou, alguma outra coisa deseja de mim. Sou toda ouvidos.

- Soube que comprou uma escrava Khusi. Sabe muito bem o que penso sobre isso. – Ele começou a falar. A voz assumiu um tom gélido. – Se seus sentimentos por mim são tão intensos quanto diz, ao menos apoiar minhas ideias você deveria. Já não basta a legião de Kyrias? Agora uma Khusi? Nami, que tipo de força terei eu diante das massas quando eu for discursar contra a escravidão dos humanos se a minha própria esposa, dentro da minha casa, não segue as minhas ideologias?

- Luffy, querido, você tem todo o direito de não comprar nenhum escravo. Afinal, quando seu pai, Dragon, faleceu, todos os escravos dele foram leiloados, como manda a tradição. Você começou com nenhum e pretende morrer sem nenhum, eu sei. Mas você não pode me proibir de ter escravos, ainda não.

- Não é você que se preocupa tanto com a imagem do nosso casamento? – O Verligte arqueou a sobrancelha. – Estou te dando uma oportunidade de melhorá-la e você recusa.

- Você se recusa a cumprir com as obrigações mais básicas do nosso casamento, você nunca nem me deu um beijo e não transa comigo. Acha mesmo que eu irei contribuir com a sua campanha abolicionista, Monkey D. Luffy? – Nami ajeitou a última joia e caminhou para perto do marido uma última vez antes de sair do quarto:

- Se você acha mesmo isso, meu amor, deixe-me dizer: Você achou errado.

 

 

 

Vinsmoke Sanji não era bem a pessoa mais fiel do mundo quando se tratava de relacionamento. Todos os seus namoros e casamentos sofreram com suas traições em algum ponto. Quando ele desposou Violet, uma mulher belíssima, corpo perfeito, cabelos compridos, hábil dançarina, todos esperavam que ele sossegasse e largasse a vida de gandaia. Mas estavam todos redondamente enganados.

Mais uma noite caía e mais uma vez o Mantree voltava pra casa cheirando a outra mulher. O cabaré era seu ponto de descanso, onde tomava todo o álcool que podia comprar e podia curtir as moças que estavam ali para dar prazer. Ele sonhava, ao ter qualquer mulher nos braços, com aquela que um dia amou. Ele dormia ao lado delas sonhando com sua amada e ficava frustrado ao acordar e ver que tudo não passou de uma doce ilusão.

O que Sanji não daria para tê-la em seus braços só mais uma vez, sentir seu perfume, deslizar os dedos entre seus cabelos e beijar aqueles lábios tão macios! O que o deixava ainda mais ressentido era saber que ela provavelmente não sentia a mesma saudade. Ela estava bem e ele estava sozinho. Rodeado de mulheres, mas sozinho.

Silenciosa, sua esposa, Violet, abriu a porta para ele entrar. O jantar, caprichosamente preparado, acabaria por ser guardado e consumido só no dia seguinte, um destino triste para uma mesa tão bonita. Sanji sabia bem o valor de cada refeição e não permitia que se jogasse comida fora dentro de sua casa. Nem que tivesse que comer comida requentada mil vezes, não importava, ele continuava proibindo a mulher e seus empregados de jogarem a comida fora.

Quando Violet tirou de seus ombros o manto, ele sabia que ela sentiria o cheiro de outra mulher na peça de roupa e choraria ao saber que o par de chifres em sua cabeça havia crescido alguns centímetros. Os dois já viviam assim há meses. Ao que tudo indicava, não duraria muito tempo, logo a mulher explodiria e pediria o divórcio. Era sempre assim. Sanji pensava que tinha se apaixonado, namorava, até chegava a casar, mas depois descobria que tudo não passara de um tesão exacerbado e que a mulher a seu lado não era nada mais nada menos do que um curativo mal feito sobre uma enorme ferida que nunca ia cicatrizar.

Depois do banho, o casal se deitou, um de costas pro outro. Não se falaram, não acharam necessário. Qualquer palavra poderia iniciar uma briga que nenhum dos dois estava disposto a travar. Violet dormiu primeiro. Sanji, por sua vez, segurou em suas mãos o pingente pendurado em sua corrente de prata e abriu. Dentro do pingente, a foto de uma mulher sorrindo. Ele sorriu de volta para a imagem inanimada e suspirou.

- Droga. – Sussurrou. – Por que eu tenho que te amar tanto, mulher?

 

 

 

Sabo não fazia a mínima ideia de para onde estava sendo levado. Assim que o tiraram do leilão, o doparam. Tudo ficou escuro e ele caiu num sono profundo. Até aí tudo bem. Assustador mesmo foi acordar e perceber que tudo continuava escuro.

Passado o desespero inicial, ele se deu conta de que não estava cego, mas sim vendado e amarrado dentro de algum transporte que não conseguiu identificar. Assim ficou por horas e horas. Perdeu até a noção do tempo. Mas a noção de que tinha fome e sede, ah, era bem nítida. Sua criação de Vegter não permitia-o reclamar das situações adversas, mas que era incômodo era. Lá fora, o ruído de homens conversando sobre esportes, mulheres debatendo sobre dificuldades no casamento e crianças brincando nunca tinha fim.

Não dá para dizer quanto tempo Sabo ficou daquele jeito, sendo alimentado e hidratado precariamente. O que se sabe é que, em determinado ponto da viagem, as conversas alegres da caravana electi que o levava para seu novo cativeiro foram substituídas por ruídos de destruição, gritos de dor, horror e pedidos de clemência. O Vegter sentiu seu coração bater mais rápido. Seriam ladrões? O que teria acontecido para aquela gente? Por mais cruéis que fossem, não mereciam morrer na dor do fio de uma espada. No meio do grande barulho, uma voz forte se elevou, fazendo todos se calarem.

- Não mataremos nenhum de vocês se cooperarem conosco! Queremos todos os escravos humanos de vocês, todos, sem exceção! Se algum de vocês nos denunciar, podem ter a certeza de que não ficarão impunes. Sabemos quem vocês são e onde moram. Destruiremos as cidades de vocês sem piedade!

Sabo não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Ele estava sendo liberto dos electi para cair nas mãos de sanguinários. O que o aguardava? A dor, a tortura, a morte? Naquele momento de ligeira apreensão, ele pensou em Nico Robin. Aquela linda, sedutora e inteligente garota. Quando Sabo prometeu que um dia eles se veriam de novo, deu para perceber naqueles olhos de gato que ela não acreditou em nada do que ele disse. Não tinha confiança alguma naquela promessa. Ele precisava voltar e provar que ela estava errada. Mas agora, mais do que nunca, lhe parecia infantil sonhar com tamanho impropério.

Mãos apressadas o tiraram de dentro do transporte, desamarraram seus pulsos e tornozelos e tiraram a venda de seus olhos. Logo outros escravos se juntaram e todos formaram um pequeno grupo no centro da paisagem semiárida. O que ele viu, além do grupo de electi assustados e levemente feridos, foi um grupo de homens montados à cavalo. Usavam roupas diferentes umas das outras, meio improvisadas. No centro deles, um rapaz, na casa dos vinte e poucos anos, se destacava pelo porte de guerreiro vigoroso. Sem camisa, vestido apenas com uma calça branca e um colar de contas vermelhas no pescoço, os cabelos negros balançavam ao vento. Ele se aproximou de Sabo e dos outros escravos com seu cavalo e sorriu simpaticamente.

- Meus irmãos e irmãs, nós sabemos bem dos sofrimentos que vocês têm suportado. Vocês estavam indo rumo à uma longa vida de abusos e mal tratos. Mas aqui eu estendo a todos vocês a oportunidade de não viverem dessa maneira. Não cobramos nada. Só precisarão de coragem para lutar. Não precisam aceitar se não quiserem. Vocês podem ir com os electi e aceitar o destino medíocre que foi reservado para suas vidas... Ou lutar por uma vida mais digna do que essa que lhes foi oferecida! Juntem-se a nós!

- E quem são vocês? – Sabo indagou.

- Ah, me perdoe, irmão. – O rapaz riu. – Onde estão meus modos? Eu me chamo Ace. E sou o comandante da Missão Terra.



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