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História Planeta Supremo - The Selection - Capítulo 4


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Notas do Autor


Então floquinhos! O grande dia chegou.
Só lhes desejo uma ótima leitura, e nos falamos lá em baixo 🤗

Capítulo 4 - Fazendo as malas. (Cap. 1)


" Seja você mesma. E nunca ignore o que seu coração esta lhe dizendo, mesmo que isso a machuque, mesmo quando segui-lo pareça ser muito difícil ou inadequado."
- O Bangalô.

A garota de classe média caminhava sozinha sobre a ponte do Rio Netu, mais famoso do planeta das fragrâncias. Fazia frio aquela noite, mas a jovem de lindos cabelos ondulados e tão escuro quanto aquela noite não ligava, o frio era seu amigo. Os carros movidos a inteligente motores geradas pela energia solar capiturada pela alta tecnologia circulavam fazendo barulho de turbinas que os faziam quase flutuar sobre o asfalto, mas ela não se importava com o barulho, sua mente vagava por outro rumo.

Ela para seu trajeto e resolve se apoiar as laterais da ponte e olhar para o Rio de águas correntes que se iluminava com as luzes da cidade e parecia estrelas na água. Colocando a mão no casaco e retirando a carta com o selo real de SS onde consta o convite para participar da Seleção do Herdeiro que se passaria dali um mês.

Em sua mente passava um filme de tudo que sua mãe já havia programado para ela. Cursar uma faculdade, ter uma carreira promissora e, até mesmo, sua vida amorosa. Tudo era muito previsível e programado, ela sabia que poderia ter tudo aquilo se quisesse, visto que sempre foi uma aluna superdotada, e aquilo seria moleza para ela alcançar. Mas uma coisa era quase impossível nós olhos da mãe, era impossível se ter amor e poder simultaneamente, e a mulher sempre lhe ensinou que ter poder era mais importante. Sabia muito bem que ela não apoiaria sua decisão de partir para a Terra e tentar ganhar os dois ao mesmo tempo.

Olhando para o horizonte, pensou: “ As vezes eu me pergunto se existe mesmo razão para viver... A vida é tão previsível.” Sorrir debochada com esses pensamentos. Pegando uma moeda de 0,25¢ ela resolve ver o que a sorte lhe reservaria.

– Se der coroa minha mãe vai chorar (chorar significava fazer parte da Seleção). Se der cara, ela não vai chochar. (Significava ela aceitar a vida previsível e programada pela mãe, não indo fazer parte da Seleção)

Girando a moeda para o alto, estende as mãos para pegá-la, mas a mesma passa direto caindo para o fundo do Rio Netu. Com um suspiro ela olha pra o horizonte... decide que deu coroa. Como sempre, ela faz o que quer.

Um mês depois daquela decisão, para desgosto e desaprovação de sua mãe, uma foto de seu rosto ao lado do nome estava estampado nos telões de JSS: Maitê Sol Perrone, de Netuno.

[...]

Tão distante dali, a jovem tomava café da manhã com a família, pois ao contrário de Netuno, Urano já era manhã. A filha única do casal de governadores comentava animadamente sobre suas expectativas de poder ser chamada para a Seleção, que seria divulgada naquela mesma manhã.

– Pai! Será que vou ser sorteada? – a loira de olhos azuis pergunta, receosa por estar criando espectativas atoa. 

O homem que bebia seu café amargo repousa a xícara após a pergunta da filha e se dispõe a responder.

– Não se preocupe minha filha. Com sua ficha impecável, seria improvável te recusarem. Além do mais, eu sou bem influente como governador.

Ao ouvir a resposta do pai, uma enquete brotou em sua cabeça.

– Então não será através de sorteio que as meninas serão chamadas? - ela pergunta com curiosidade.

– Você conhece o Sistema de Solar. O Grande Rei não arriscaria que qualquer pessoa entrasse em sua casa. Não duvido que será ele a controlar essa Seleção. – dessa vez quem diz é a mãe da jovem.

Ela sabia que viviam em uma ditadura comandado pelo Rei, mas diante daquilo, sentiu pena do príncipe. Ela sempre foi bem livre, seus pais a amavam muito e deixavam ela tomar suas próprias decisões, mas imaginar uma vida cheia de regras, a fez lamentar pelo rapaz.

Todos já estavam na sala após o fim do café da manhã para ouvir o resultado das jovens aceitas. O coração dela palpitava em seu peito. Todos achavam que aquilo tudo se dava pela possibilidade de ser a futura esposa do príncipe Lee e isso agradava aos pais, mas, esse fato estava longe de ser verdade.

– Silêncio! Vão anunciar. – A matriarca da família fala e todos dão atenção.

E após alguns nomes serem ditos, quase deixando a loira explodindo de ansiedade, enfim surge na tela de alta resolução a imagem da jovem com suas informações básicas: Sophia Valentina de Albuquerque, de Urano.

Ao ouvir seu nome, ela sorriu de felicidade. Enfim poderia descobrir uma verdade que tanto lhe martelava na cabeça: O repentino sumiço de seu namorado.

[...]

Em Marte o clima era totalmente diferente. A bela morena cumpria mais um de seus castigos, permanecendo em casa sem poder sair. Isso se deu pois ela havia aprontado um mês atrás, indo a uma boate com os amigos que eram totalmente desaprovado pelo pai, o governador do planeta. Como sempre, o rosto da jovem amanheceu nas manchetes de jornais por ter feito uma cena no palco do lugar, como todos sabiam que a jovem era filha do governador, logo o nome do homem ficou falado por todo o grande planeta vermelho. Como punição, ela estava trancada em casa sem poder sair por um tempo indeterminado.

Em um momento raro, toda a família estava reunida na sala de estar, a mãe Nicole e o pai, Thaylon, sentavam juntos no sofá de luxo, enquanto Esther Allen Grey estava sentada no chão, atitude que sempre era chamada atenção pela mãe, tomando uma taça de vinho, a única coisa para mantê-la mais confortável ali presa em sua grande “masmorra” como ela chamava. Mas o motivo por estar toda família junta era que eles assistiam ao JSS onde seriam anunciados os nomes das Selecionadas do príncipe Lee. Esther achava aquilo um monte de baboseira e uma longa tortura ter que assistir.

– Isso tudo é tão torturante, ter que viver como se estivesse num Hialith Show. Se fosse esse príncipe já teria fugido de casa... – Esther faz seus comentários nada agradáveis ao pai.

– Não fale assim dele! É o príncipe e seu futuro Rei. – o homem a repreende, fazendo ela revirar os olhos.

– Silêncio! Já vão anunciar as meninas. – Nicole os alerta.

– Ainda bem que não me inscrevi para esse circo...

Esther se gabava por não estar inclusa naquela confusão toda, seria um imenso absurdo disputar por um cara que nem conhecia. Mas logo se cala, pois o que ouviu a fez ficar totalmente muda, o primeiro nome a ser anunciado foi justamente o que nunca passou por sua cabeça. Por estar com um gole de vinho na boca ela o lança como um jato d'água para longe daquele ambiente interno. Seu pai a encara com um rosto tranquilo, pois sabia exatamente o que havia acontecido.

– O QUE!!! Como meu nome foi parar aí? Eu não lembro de ter me inscrito... – só então sua fixa caiu. – Foi o senhor não foi? – ela fuzila o pai com aquele olhar mortal que ela possuía. O homem nada diz, apenas sorrir como um vitorioso após ganhar um prêmio Nobel. – Como pôde?!

– O que você acha? Não pensou que acataria sua vontade de ficar de fora de algo tão grandioso e que entrará para a história, não é?! – ele diz, com uma voz tão calma e fria que chegar a dar medo.

– Por que fez isso comigo? – ela pergunta, furiosa.

– Sério que você não sabe, Minha filha? – Dessa vez é a mãe quem se mete. – Você esteve aprontando bastante esses últimos tempos, fingindo não se importar com nossos alertas, isso foi uma forma que seu pai e eu encontramos de te dar uma lição.

– Vocês são inacreditáveis!

Dando a última palavra, a garota sai a passos largos para seu quarto e se tranca lá, prometendo não sair até que tudo passe e não precise se submeter a tal showzinho.

[...]

A jovem de ascendência Asiática estava em seu quarto, acompanhada do irmão mais velho, Kim Haru. A menina de 18 anos olhava seu álbum de fotografia para decidir se colocaria na mala ou não. Ela havia sido aceita na Seleção.

Filha de um dos maiores generais que o sistema solar já teve, olhava com um sorriso as imagens de lembranças vividas por ela e sua família. Ao passar por uma foto tirada a uns quatro anos antes ela prende a atenção na lembrança nostálgica que daquele dia. Era uma lembrança de sua verdadeira mãe.

O mais velho já sabia o que se passava no coração gentil da menor. Mesmo não sendo seu irmão de sangue, ambos eram melhores amigos e confidentes. A irmandade entre eles era muito preciosa. E isso só fez crescer a preocupação dentro do peito do jovem.

– Você vai mesmo se arriscar e ir para a Terra? – Haru pergunta.

– Vou. Você sabe que preciso ir...

– Mas é muito arriscado! Eu temo por sua vida.

– Haru! Eu enxergo isso como uma oportunidade. A vida está me dando a chance de ser ouvida, não posso desperdiçá-la! Por favor, me compreenda.

Kim Jin-Hee! – Ele chama o nome da jovem, a fazendo encara-lo, cansada daquela insistência dele.

A jovem de Saturno segura firme as mãos do irmão. Conseguia entender a preocupação do maior, mas não poderia ficar surda para ouvir o que seu coração pedia, nada e ninguém a fariam mudar de ideia.

– Eu já pensei bastante. Eu compreendo sua preocupação e agradeço... Mas ninguém irá mudar minha decisão. Eu só peço que você fique do meu lado. Por favor!?

O jovem suspira. Conhecia a irmã e que quando colocava algo na cabeça, nada a fazia mudar de ideia. Só lhe restava orar pra que ela conseguisse aquilo que tanto queria e que nada acontecesse a ela.

– Do que estão falando?! – Kim Min-Jae adentra fazendo barulho, como sempre.

Se joga na cama entre os irmãos e percebe o clima tenso ali dentro.

– Aconteceu alguma coisa? – O caçula pergunta.

– Não é nada! Apenas estamos arrumando minhas coisas para minha ida ao Planeta Supremo. Quer nos ajudar?

E se nada tivesse sido dito, ela deixa de lado aquela conversa com o irmão e volta a arrumar suas coisas.

[ ... ]

Ayla Belluz, de Jupter, foi uma das Selecionadas de classe baixa a ser aceita na competição, isso surpreendeu a todos, pois ninguém esperava por algo assim conhecendo os critérios do rei e suas exigências. E todos pensavam que seriam apenas classes altas.

Mas Ayla não ligava para os falatórios, a garota extrovertida e bastante faladeira não parava de comentar com a mãe, Cristiane, que trabalhava em uma cafeteria e a avó, Aurora, que apenas sorria junto da neta que tanto ama, sobre estar contente em poder fazer parte de algo tão grande.

Sempre foi o desejo de Cristiane que a filha tivesse um futuro brilhante, melhor do que o que ela poderia proporcionar, onde não existissem segredos e traumas. Mas acima de tudo, queria que ela fosse feliz, apesar do seu receio quanto a ida da menina pra Terra.

Ayla, na calada da noite, vai para seu quarto e pega seu diário, onde costumava fazer suas anotações e esconder seus segredos, além de gravar momentos significativos para ela, e aquele dia, foi exatamente significativo.

Querida agenda e amiga.

Hoje recebi uma das notícias mais fantásticas... Não! A mais fantástica da minha vida. Estou que não me aguento de emoção e como sempre faço, vim dividir esse momento com você.

EU FUI ACEITA NA SELEÇÃO!!!

Dá pra acreditar?! Eu sei... É loucura, mas estou muito feliz.

Primeiro de tudo é que enfim poderei ser útil e ajudar minha família de alguma forma. Você sabe, a vovó não está bem de saúde, e o dinheiro irá ajudar no tratamento dela; Segundo... Sei que parece idiotice, mas eu poderei, enfim, conhecer o príncipe Lee Dak-Ho. Você é cansada de saber sobre a quedinha que tenho por ele.

Será como ele é? Digo, caráter, pois beleza a ele não faltam. E será que ele vai gosta de mim quando me conhecer? Sabe, eu estou a quilômetros de estar a altura dele... Isso me deixa receosa. Mas como sempre faço, darei meu melhor para conquista-lo. Essa é a chance da minha vida, e não vou desperdiçá-la. Você está comigo?

Com um suspiro apaixonado enquanto seu coração batia forte em seu peito, ela fecha seu mais íntimo amigo e confidente. Abraçando forte a cardeneta contra o peito, mesmo dispondo de tecnologia, a jovem sempre gostou mais de papel e caneta, parecia mágica em suas mãos. Ela olha para o teto como sempre fazia olhando as estrelas coladas em seu teto feito por ela e a mãe e fecha os olhos, imaginando a aventura que a esperava.

[ ... ]

O anúncio havia acabado de ser feito para toda SS, e todos puderam conhecer as jovens que entrariam na competição pela coroa e o coração do jovem herdeiro. Mas para Lee Dak-Ho, tudo era tão estranho ainda. Ele saiu da frente das câmeras segurando seu tablet com as fichas das jovens, a fim de analisar cada uma. Não se tratava de ver a qual era mais bela, mas sim para pelo menos, aprender seus nomes e não passar por um completo desastre de sua primeira imagem a elas.

Ainda não era de seu agrado como as coisas vinham acontecendo tão rápidas, mas resolveu aceitar seu destino que seria assim dali em diante. Depois de pensar muito, viu que as meninas não tinham nada haver com seus problemas pessoais, afinal, como ele, elas eram apenas mais umas no tabuleiro daquele imenso universo.

Chegando ao seu escritório particular, ele senta-se na cadeira e abre a pasta onde guardavam informações sobre as jovens. Ao abrir as fichas, olha cada uma e tenta decorar seus nomes, mas no percurso disso, teve algo que lhe chamou atenção. Ele olha para a imagem da jovem que estava no topo do formulário. E, por incrível que pareça, algo lhe chamou atenção, não soube dizer o que foi, mas sentiu-se curioso quanto aquilo que viu.

[ ... ]

A jovem Serena Demetriou estava em uma balada muito famosa em Vênus com os amigos mais íntimos. Naquele mesmo horário seria anunciado a Seleção de seu amigo, príncipe Lee Dak-Ho, mas depois daria as felicitações ou lamentações a ele, só saberia quando ligasse para o mesmo e perguntasse como estava com tudo aquilo. Naquele momento, ela só queria se divertir um pouco, mas tudo isso foi por água abaixo quando alguém chega até ela e revela algo que nunca passou pela sua cabeça ouvir.

– Serena! Meus parabéns. – Uma colega de escola grita para que ela ouvisse, já que o som da música era alta. 

Ela olhou para ela e agradeceu sem saber o porquê. Mas não demorou muito e a curiosidade continuou martelando em sua cabeça, então resolveu perguntar.

– Desculpe, mas... A que devo esse parabéns? Pelo que sei não é meu aniversário.

– Você não soube? – a jovem, cujo nome era Bianca, pergunta. A morena nega com a cabeça. – Você foi selecionada pra participar da Seleção do Herdeiro.

A moça que dançava no ritmo da música agitada fica estática Com a revelação. Como ela foi selecionada se nem ao menos se inscreveu? Era algo que dominou sua mente, e só lhe veio uma resposta para aquela situação.

Sem pensar duas vezes, entrega a bebida de suas mãos a loira e sai apressada para sua casa. Sabia que foi armação de seu pai e exigiria uma explicação. Após longos minutos num táxi, ela chega em sua residência.

Adentrando sem cerimonias no escritório do homem, joga sua bolsa de grife no sofá e encara o pai com frustração. O homem tira seus olhos da papelada e encara a filha irada a sua frente.

– Como pôde?! Eu disse que não queria me inscrever! Por que fez isso? – ela o questiona.

– Ah! Vejo que já soube da novidade. Achei que ficaria feliz em poder rever um velho amigo. – ele diz, com indiferença a frustração a mostra da filha.

– O senhor sempre faz as coisas sem nem me consultar! Eu não sinto nada por Lee Dak-Ho! Isso é insano, pai!

Aos gritos vindos de dentro do escritório, a mãe da jovem adentra o local para ver o que se passava.

– O que houve, William? – Valquíria pergunta.

– Seu marido fez algo que eu não aprovei, como sempre. – Serena bufa.

– A Seleção? Não entendo seu desgosto. Pelo que parece, você e o herdeiro se dão muito bem. Além disso, imagine os benefícios que receberemos se você for a escolhida. – A mulher, com o coração cheio de ganância, diz, sem nem prestar atenção nas queixas da filha.

– Sua mãe está certa. Não precisa ficar tão chateada. Agora, podem se retirar? Tenho muita coisa pra fazer. – o governador de Vênus diz. Voltando sua atenção aos papéis.

– Quer saber? Será melhor mesmo eu sair desse ar tóxico.

Serena pega sua bolsa e sai pisando firme em direção ao seus aposentos.

[ ... ]

Ao bom e velho vinho de marca cara, Nailah Granger se deliciava com o licor doce misturado ao amargo que lhe descia a garganta e a extasiava. Ela comemorava a vitória de ter sido selecionada para representar Mercúrio na competição, e ao lado de seu pai, o governador do planeta, maquinavam planos gananciosos para a estadia da garota no palácio.

Barck Granger estava orgulhoso de ter tido uma filha com os mesmos focos que o seu, já que a caçula era o oposto da mais velha. E foi por isso que o homem mexeu alguns pauzinhos para que Nailah fosse a felizarda a ser escolhida.

– Você conhece o plano, certo? – o homem pergunta.

– Sim, pai. “Conquiste o poder!” – ela recita o mantra conhecido por ambos.

– Ganhe o coração do garoto e teremos tudo ao nosso controle. Mas lembre-se: não se apaixone por ele. Isso será nossa perdição caso aconteça. - ele alerta, com rigor.

– Eu nunca liguei pra sentimentos. A única áurea que emana de mim é o domínio e sede do poder. – ela sorrir e olha para o pai. – aprendi com o melhor.

Ele retribui o sorriso, já sabia que a menina herdou todo o seu gênio e inteligência. Ela não falharia na missão. O Rei mal sabia que havia aceitado uma cobra em sua residência, e isso provava o quão falho era o homem que se intitulava Soberano sobre todos os planetas. E eles fazem um brinde a isso.

– Pai! Só uma coisa que não sai da minha cabeça, e acho que preciso partir sabendo disso. Você está envolvido nós ataques a corte? Sabe, o que dizem provir de Plutão.

Após perguntar algo tão confidencial, que nem mesmo o rei tinha conhecimento, o homem para pra observar o restante de vinho que havia em sua taça, balançando o líquido escuro como sangue.

– Quem dispõe do poder não é aquele que está no trono, mas sim, quem está por trás dele. Lembre-se disso.

O homem finaliza, sem dar uma resposta precisa e se despede da jovem partindo para seus aposentos. Mas a jovem de Mercúrio era boa com frases distorcidas, e compreendeu perfeitamente o que o pai quis dizer.

Continua...


Notas Finais


E como esta o coração de vocês?
Eu sei que perguntei sobre postar o capítulo completo, mas ficou enorme! E imaginei que poderia ser exagero de informações em um capítulo só, por isso o dividi em duas parte... Mas calma. Não surtem comigo ainda!!! Enquanto vcs estavam lendo esse capítulo eu já estava postando o outro, então, é só arrastar pro lado que vocês vão encontrar a continuação 😁 peguei vcs em!! Rsrs
Vamos lá que também dividi oq eu tinha pra dizer aqui e coloquei o restante lá.

Quero que comentem nesse o que acharam das Selecionadas desse capítulo.
Bjs e até daqui a pouco 😎


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