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História Plastic Heart (Seongjoong) - Capítulo 8


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Notas do Autor


Quase esqueci de fazer o upload do capítulo kkkkk enfim, esse é um dos meus favoritos porque fala mais um pouquinho da relação entre o Hongjoong e o Wooyoung <3 espero que gostem. Nesse capítulo tem a aparição de uma personagem que é baseada numa amiga minha (Ash, te amo <3)

Capítulo 8 - Capítulo VIII - Bunker


— Hongjoong! Meu Deus, achei que demoraria mais! Por acaso ele perguntou sobre…

— Pssiu, as paredes têm ouvidos… A gente conversa em outro lugar.

Wooyoung agarrou Hongjoong pelos ombros, arrastando-o para fora do DDP.

— Aliás, você nem ao menos colocou uma máscara. Daqui a pouco vão postar fotos suas com a legenda dizendo que você é um bandido… Ou que eu sou um bandido… E se falarem que sou seu namorado e que sou bandido?! Ah, Woo, você é descuidado…

— Você sabe que eu tô nem aí com isso.

Entrando no carro, Wooyoung perguntou para onde Hongjoong iria.

— Sei lá, Woo… — Ficaram quietos por um momento, pensando no que fariam — Ei, me passe as informações do rastreador que colocou nele. Vou encontrá-lo.

— Hongjoong, eu vou te ajudar. Vamos juntos…

— Não, você não vai. Essa história tá parecendo ser mais complexa do que imaginei… Quero que fique longe disso, Woo.

— É sério? Hongjoong… Quando vi que estava em prantos ontem por causa do Seonghwa, eu prometi que faria o que estivesse ao meu alcance para encontrar ele. Pretendo cumprir isso.

— O problema é que…

— O problema é que ele sumiu, e nós vamos o encontrar. Olha só… Eu realmente achei que você pediria ajuda agora, mas quer lidar com tudo sozinho. E nem é novidade essa atitude vinda de você… 

— Wooyoung, não! Não é isso, eu...

Wooyoung virou-se bravo para Hongjoong.

— Meu Deus, você não muda nunca! Existem situações que não podem ser resolvidas por uma única pessoa, Hongjoong. Se alguém te oferece ajuda, aceite-a! E eu estou oferecendo agora a você. E sabe por quê? Porque aquele androide te faz feliz! E eu quero continuar vendo meu melhor amigo feliz! — Wooyoung começou a lacrimejar — Faz muito tempo desde que te vi sorrir pela última vez… Você se afastou de mim, na verdade de todos por causa daquele imbecil. Ficou recluso no seu mundinho, se recusando a sair… Eu vi você sofrer e pude fazer nada. Agora que você está sofrendo de novo, eu quero ajudar. Mais que isso; eu quero ajudar porque o Seonghwa resgatou o meu Hongjoong.

Hongjoong estava chocado. Nunca pensou em ouvir isso vindo de Wooyoung, mesmo que ele fosse um amigo muito sentimental e carinhoso com todos. Na verdade, nem Woo pensou em dizer isso, mas estava tudo entalado em sua garganta, consumindo sua alma. Há alguns anos, um cara se aproximou de Hongjoong e o fez sofrer, mudando completamente quem o rapaz era. Wooyoung só pôde ver tudo de longe, já que Joongie não deixava ninguém se aproximar. 

Wooyoung fez de tudo para fingir que estava bem, tentando apoiar o amigo, contudo não obteve sucesso. Fingia sorrisos para todos, quando estava sendo consumido pelo sofrimento de Hongjoong. 

Depois de tentar se reaproximar do amigo diversas vezes, ele simplesmente começou a respeitar o momento de Hongjoong, mas continuou tentando dar apoio a ele. Sempre mandava mensagens e algumas coisinhas fofas. Era o jeito de Wooyoung dizer “ei, estou aqui, amigo”.

Lembrando desse momento horrível que Hongjoong passou, Wooyoung começou a soluçar. O sentimento de impotência diante da passada situação continuava atormentando o rapaz, todos os dias. Ele se culpava por tudo isso também, mesmo sem motivo algum.

Hongjoong abraçou Wooyoung. Ele estava sem palavras e sem reação. Sua mente estava vazia. Essa foi a segunda vez que viu Woo chorar. Seu coração quebrou-se ao presenciar esse momento e ficou em pedaços quando pensou que era por sua causa novamente.

— Wooyoung… Me desculpe… — Afagou as costas de Woo enquanto tentava dizer palavras de conforto, já que não era muito bom nessas coisas.

— Hongjoong, deixe-me ajudar…

— Woo, me escute agora, okay? — Segurou as bochechas de Wooyoung com as mão — Eu nunca mais irei recusar sua ajuda ou te afastar novamente. Não fique triste, está tudo bem. Na situação atual, eu não recuso a sua ajuda. Só peço que não fique comigo, finja que está seguindo sua vida normalmente e que sabe de nada do que está acontecendo. 

Hongjoong limpou as lágrimas de Woo com os polegares e limpou-os em sua própria roupa. Bagunçou o cabelo liso do amigo enquanto continuava a confortar Wooyoung.

•••

Eles chegaram no apartamento de Hongjoong novamente. Ele mesmo estava fazendo as próprias malas. Iria viajar

— Você realmente não vai me contar para onde vai, certo?

— Não, mas vou arrumar uma forma de me comunicar com você. Não se preocupe muito, isso faz mal pra sua pele.

Wooyoung soltou um pequeno “ah” quando deitou na cama antes de levantar correndo como se acabasse de lembrar de algo.

— O que foi, Woo? — Perguntou casualmente.

— Só de imaginar as coisas que vocês fizeram nessa cama me dá arrepios.

— Wooyoung! — Hongjoong ficou chocado, mas não esperava menos do amigo. Deveria agradecer por não ter saído um comentário pior.

— Foi mal, Joongie. Nem é da minha conta o que você faz ou deixou de fazer… — deitou-se novamente na cama.

— Pois é, né?!

Hongjoong fechou a mala e sentou ao lado do amigo, soltando um suspiro.

— Sabe, Woo, eu estive pensando esses dias… Será que ele sente falta de mim? Porque pra desaparecer de repente… É não ter a mínima consideração pela minha pessoa. Talvez ele nem mesmo gostasse de mim e decidiu ir embora por conta própria.

— Você tá piradão mesmo, hein? Olha só, não é preciso ser muito inteligente pra perceber que o jeito que ele te trata é diferente, inclusive diferente do jeito que os androides tratam as pessoas. Hongjoong, me escute — Sentando-se ao lado do amigo, segurou suas mãos, dando ênfase à frase seguinte — Eu tenho certeza que ele fez isso por que gosta muito de você e foi a melhor opção. Tudo bem que você indo o procurar agora acabe com o plano dele, mas entenda isso: tudo o que você sente é recíproco. E eu tenho certeza disso.

Apesar de Wooyoung ser lento para pensar, quando se tratava de relacionamento, ele era realmente como uma máquina de raio x, conseguindo captar bem os sentimentos das pessoas com um único olhar. Era por isso que ele e Hongjoong se davam bem; Wooyoung conseguia analisar bem as pessoas e ensinou isso a Hongjoong, enquanto que o segundo ensinou algumas boas lições de vida ao primeiro. De certa forma, isso ajudou no desenvolvimento da amizade dos dois; no começo, um precisava de ajuda para se relacionar com o mundo, enquanto o outro precisava aumentar seu rendimento escolar. Com o passar dos anos, descobriram que poderiam aprender a serem pessoas melhores juntos. Certamente se completavam.

Foi Wooyoung, inclusive, que apresentou a música para Hongjoong. Woo tinha aulas particulares de piano há anos, mas nunca gostou muito, se sentia mais confortável com o canto e a dança. Contudo, percebeu que talvez seu amigo se desse bem com essa arte e um dia arrastou-o para sua casa, obrigando o garoto a assistir uma de suas aulas. Quando começou, o garoto ficou encantado. Seus olhinhos brilhavam ao ouvir o belo som sair do instrumento.

Quem ficou mais encantada foi a professora de Wooyoung, uma senhora marrenta. Parecia que ela também não se sentia confortável em ministrar aulas para o aquele adolescente chato e reclamão. Vendo como Hongjoong estava apreciando aquilo, ela chamou-o para o ensinar algumas coisas. Wooyoung ficou no canto, admirando a felicidade do amigo ao conhecer a música. 

E desde então a música tomou conta da vida de ambos. 

Enquanto Hongjoong seguiu a carreira de compositor e produtor, Wooyoung decidiu seguir na carreira de cantor, que era o que mais gostava. Dessa forma, ambos começaram a construir suas próprias vidas da maneira mais agradável: Hongjoong trabalhava parcialmente em home office, sem muito contato com pessoas, no conforto de sua cama, sofá, mesa… Qualquer lugar que ele pudesse trabalhar em suas músicas antes de precisar ir ao estúdio fazer alguns ajustes; Wooyoung viajava o tempo todo, fazendo shows em diversos países e tendo muito contato com seus fãs.

Enfim, Hongjoong acreditou em Wooyoung, que era uma das únicas — se não a única — pessoa a qual ele confiaria de todo o coração. 

— Agora vá logo, Joongie. Antes que eu comece a chorar de novo.

•••

Hongjoong já estava longe. 

Alugou um carro antigo, do começo dos anos 2000. Não queria correr o risco de ser hackeado e ter a localização descoberta usando um carro sem motorista. Como as câmeras de monitoramento de estradas foram substituídas por sensores de chips de identificação dos veículos, estava tudo bem em viajar dessa forma.

Parecia loucura, mas ele sempre teve um pé atrás com tanta tecnologia. Sempre desconfiou de que tanto avanço nessa área era claramente usada contra a população, ao invés de a ajudar. Não confiava em grandes empresas, também. Sempre pensou em como o poder é conquistado com o dinheiro, e este faz a humanidade de cada um se perder no meio do caminho. 

Depois que conheceu Wooyoung foi que isso ficou ainda mais claro na cabeça de Hongjoong.

A família do amigo — principalmente o pai — não tinha um pingo de humanidade no coração. Pareciam mais robôs do sistema do que os próprios androides. As ações deles eram movidas apenas pelo interesse em ter mais e mais poder para fazer o que quisessem com os outros.

Imaginava como seria se ele não tivesse entrado na vida de Wooyoung: cresceria tão mesquinho quanto o pai. 

Hongjoong era um tipo de “escape” para Woo; alguém que o puxava de seu trono para ver a realidade da Terra. Mesmo tendo um péssimo relacionamento com pessoas, Joongie ensinou aos poucos ao amigo o que é ser humano, puxando a orelha dele em certos momentos que Woo passava dos limites, dizendo coisas… talvez duras demais para os outros, o que certamente a classe alta dizia sobre os mais pobres, ou seja, algumas atrocidades.

Wooyoung adorava ir para a casa de Hongjoong. Dizia que era um lar de verdade, deixando a mãe de Joongie muito feliz, já que era mãe solteira e sempre quis proporcionar ao filho um lar de verdade. Naturalmente, Woo foi carinhosa e não oficialmente adotado pela senhora Kim, portanto, ia todos os dias para a casa deles e ficava lá até tarde, quando o motorista chegava para o buscar.

Hongjoong se lembrou de um momento infeliz: quando o pai de Wooyoung foi à sua casa, disparando um tipo de manipulação para sua mãe com o objetivo de a deixar triste e nunca mais aceitar Woo em seu lar. Aparentemente o velho se sentia desconfortável com o fato de Woo frequentar a periferia da cidade. Inclusive cogitou mudar o jovem de escola novamente.

Aquele dia foi certamente o pior para ambos. Wooyoung brigou com o pai e apanhou na frente dos outros. Hongjoong correu para proteger o amigo, apanhando também. Se alguns vizinhos não tivessem escutado os barulhos e gritos e ido averiguar a situação, talvez até mesmo a senhora Kim teria levado alguns tapas no rosto, visto que o pai de Wooyoung era muito violento.

Enquanto Hongjoong ficou chocado por alguns instantes no chão, Wooyoung estava agarrado na senhora Kim, chorando horrores. Essa foi a primeira vez que viu o amigo chorar. A mãe de Hongjoong limpou as lágrimas do pequeno e disse algumas palavras de conforto, incluindo que ele poderia ficar ali e considerar como sua segunda casa.

Certamente a amizade de Hongjoong e Wooyoung passou por mais momentos de luta do que de glória.

Enfim ele chegou em seu destino: um bunker escondido no meio de uma área de preservação que, ironicamente, não estava sendo preservada.

Bateu duas vezes na porta de ferro com o pulso. Logo a janelinha foi aberta, mas a parte de dentro estava escura.

— Quem é você?

— Kim Hongjoong. Vim falar com o Wonwoo.

— Tem ninguém com esse nome por aqui.

— A senha é “meu pau é grandão do tamanho de um canhão”.

A pessoa do outro lado fechou bruscamente a janela antes de abrir a pesada porta e mandar Hongjoong entrar e permitir que ele a visse.

— Então você é o amigo do Wooyoung. 

— Sim. E você é…?

Essa pessoa estava com uma máscara no rosto. Joongie achou interessante, já que possuía alguns LEDs.

—  Pode me chamar de Ash.

Demorou um pouco para sua visão se adaptar à escuridão do lugar. Seguindo Ash, passaram por um longo corredor sujo e fedido antes de chegarem a uma porta. Abrindo-a, Hongjoong entrou.

Diferente do corredor, a sala era limpa. Limpa até demais, por sinal. Além disso, ficou chocado em como realmente parecia uma base de uma organização de hackers de filmes de Hollywood: com muitas telas e escura.

Havia somente uma pessoa lá dentro. Hongjoong deduziu que fosse Wonwoo.

— Wonwoo?

O outro levantou a cabeça com olhos arregalados por trás de uma estação, como se estivesse realizando algum tipo de manutenção. Estreitou o olhar antes de arregalar novamente.

— Ah, Kim Hongjoong. Esperava que nunca aparecesse por aqui… Digo, pessoas de confiança só vêm aqui quando a situação está complicada, então não é muito legal… Enfim, senta aí, fique a vontade — Apontou para um sofá encostado na parede.

— “Pessoas de confiança”? Desculpe se parecer grosseria, mas nunca nos conhecemos pessoalmente. Como pode confiar em mim?

Wonwoo levantou-se, indo em direção a um frigobar. Como se estivesse falando com o aparelho, ele respondeu:

— Hoje em dia não é preciso conhecer alguém pessoalmente para saber sua índole. Seus dados falam por você e nos mostra quem realmente é. Dados nunca mentem — Entregou uma lata de energético para o rapaz, que agradeceu — De qualquer forma, te conheci… Naquela ocasião horrenda.

Sentando-se numa cadeira de escritório, aproximou-se de Hongjoong.

— E você é amigo do Wooyoung, consequentemente é meu amigo. Além disso, ele deu a senha exclusiva dele pra entrar… Que, aliás, é nojenta.

Hongjoong riu, pensando em como teve coragem de reproduzir aquilo sem ficar com as bochechas vermelhas.

— Hum, primeiro eu gostaria de agradecer pelo o que você fez há alguns anos… — Wonwoo gesticulou um “deixa disso”, cortando a fala do rapaz, mas Hongjoong continuou — Eu sei que vocês lidam com coisas muito maiores do que aquilo — Curvou-se levemente, demonstrando respeito — E é por isso que agradeço, também.

— Hongjoong, para nós, os cibercrimes não tem prioridade maior ou menor. Ferindo as pessoas, fisicamente ou psicologicamente, já é motivo para agir. Aliás, descobrimos algumas coisas sobre o desgraçado. Ele foi indiciado por alguns crimes pesados fora do país e… 

— Ah, nem me fale dele, Wonwoo. Ficou no passado — Hongjoong sentiu-se desconfortável lembrando daquela situação.

— Não deixe isso no passado, não deixe isso em nenhum dos tempos, senão não se converterá em sabedoria. O certo é deixar em nuvem, numa pastinha de experiências. Assim, sempre que quiser dar uma olhada pra conferir, você não irá se ferir no futuro. Quem deixa as coisas no passado é quem é fraco em superar os empecilhos do cotidiano e, portanto, não vive.

— Essas foram… Sábias palavras, Wonwoo. Obrigado.

— Nah, pare de ser tão formal. Agora me diga: você certamente não veio fazer uma visita, né?

Soltando um suspiro, Hongjoong não se sentiu mais confortável com o momento atual. Tanto o passado e o presente possuíam questões de serem difíceis de serem lidadas. Pensando sobre, Joongie decidiu resolver primeiro o que o afligia atualmente.

— Preciso que você rastreie alguém pra mim.

— Hum, preciso do código do rastreador do androide — Wonwoo afastou-se com a cadeira, encostando numa estação, começou a digitar algumas coisas.

— Como sabe que ele é um androide?

— Bom, se fosse o Wooyoung que tivesse desaparecido, a Dita-Cuja já teria o encontrado e você não estaria aqui. Dificilmente nos procuraria pra achar outra pessoa, já que praticamente só tem contato com Wooyoung, portanto é um androide e ele é divergente — A suposta “Dita-Cuja” a quem ele se referia era justamente a Cyberlife. Seu tio iria até o inferno em busca do sobrinho e usaria a empresa a seu favor, isso é fato.

Wonwoo não ouviu resposta alguma de Hongjoong, portanto parou o que estava fazendo e olhou para o rapaz, que estava com a feição perdida.

— Só androides divergentes fogem. Ou alguns protótipos que têm o software mais instável para parecer mais humano. De qualquer forma, esses também podem se tornar divergentes, então só adquirem consciência de que podem fazer escolhas por si mesmos — Hongjoong começou a imaginar coisas novamente.

Será que Seonghwa fugira porque realmente não gostava dele? Por isso ele foi embora? Para ser livre?

Será que ele deveria continuar com isso?

— Hongjoong? O código — Wonwoo capturou a atenção do outro.

— Ah, está no meu email. É o mesmo que eu usava.

— Hum.

— WONWOO! — Ash gritou de trás da porta, abrindo-a de repente, arrastando um jovem pelo braço.

— O quê? — Respondeu Wonwoo, sem tirar os olhos de seu monitor.

— OLHA O QUE ESSE DESGRAÇADO FEZ!

— Hum.

— WONWOO! ELE CORTOU O CABELO! — Gritou Ash de volta.

— Hongjoong, aquele é Jeonghan — apontou para o jovem na porta.

— Ah — Hongjoong acenou timidamente e Jeonghan soltou um pequeno “e aí?”.

— Você vai falar nada?! Sério, Wonwoo?!

— Vai boiolar pelo cabelo dele em outro lugar, Ash. E seu cabelo ficou maneiro, Han.

— Obrigado, Nonu — Agora era Jeonghan arrastando Ash para fora da sala. Wonwoo soltou um suspiro e voltou sua atenção ao computador

— Percebeu alguém te seguindo?

— An… não?

— Ai, ai… 

— O que foi, Wonwoo? — Hongjoong se aproximou do outro.

— Espere aqui. E não se mova — Abriu a gaveta da mesa ao lado e pegou uma pistola e então saiu da sala.


Notas Finais


1. Percebi só semana passada que a formatação to texto ficou estranha (o recuo especial ficou maior em alguns parágrafos porque o google docs, o qual utilizei pra escrever, converte o tab em um conjunto de espaços e então ficou feio demais). Peço desculpas por isso, gente (sério, fiquei super triste com isso), mas depois eu vou organizar.

2. Planejei uns 6 flashbacks da história, mas somente 2 deles vão entrar antes da finalização. Os outros 4 vão ser extras mesmo, contando algumas coisas que aconteceram antes do momento atual, em ordem cronológica (avisando agora porque senão vou esquecer kkk). No último capítulo eu vou colocar nas notas finais os títulos ou os personagens que estarão nos extras.

3. Talvez eu faça atualização dupla nas próximas semanas, fiquem atentes 👀

4. ME FALEM O QUE ESTÃO ACHANDO!!! Gosto de ver vocês comentando! Me dá um ânimo tão grande quando leio os comentários, meu coração fica super quentinho <3


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