História Play And Go - Capítulo 21


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Categorias Philippe Coutinho
Personagens Personagens Originais, Philippe Coutinho
Tags Catharina Bittencourt, Futebol!, Philippe Coutinho, Romance
Visualizações 225
Palavras 1.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEY, BABIES! Tutupom?
Cá estou eu com mais um capítulo essa fanfic que vocês tanto amam (eu acho dkfhdkdh)
O capítulo na minha opinião é meio chatinho e curto, mas é porque eu adoro acabar na melhor parte, vocês sabem u.u
Muito obrigada por todos os comentários E EU ACHO QUE O SPIRIT TÁ ROUBANDO OS FAVORITOS PQ TODA HORA FICA OSCILANDO ENTRE 114/115/116 FAVORITOS A

Bora lá <3

➸ Ignorem os erros e talvez a formatação do texto, se houver algo errado quando eu postar, tentarei resolver o mais rápido possível.
➸ Tenham uma boa e gostosa fuckin' leitura, sweeties. <3

➸ Love ya'll. <3

Capítulo 21 - Brasil.


Ponto de vista — Philippe Coutinho.

Voltei para casa mais deprimido do que o burro do Ursinho Pooh. Abri a porta e nem me surpreendi mais com a mesma cena que estava quando saí: Danielle, Beto e André batendo boca com Leena, que ainda estava presa pelo cabelo nas mãos de Danielle.

Sentei-me no sofá enquanto todos se calaram ao me ver.

— Ela já foi. — foi tudo o que eu soube dizer antes de esconder o rosto com as mãos. Eu a perdi por minha culpa. Me lembro bem de quando ela pediu para eu não beber muito, e olha só o que eu fiz. Eu mereço mesmo isso.

— Bom pra ela. — André falou. — Agora responde, embuste: vocês dois treparam? — perguntou direto e eu nem sequer respondi.

Eu honestamente não lembro de nada.

— Não! Quer dizer, eu não sei, eu não lembro… — respondi e Dani riu forçada.

— Anda, vadia, responde. — falou para Leena. — Eu não tô brincando, se você não me responder nos próximos cinco segundos eu vou quebrar a janela com a sua cara e deixar ela mais deformada do que asfalto esburacado. — ameaçou e Leena cedeu, com medo de Danielle fazer mesmo aquilo. Era bem capaz, inclusive.

— Tá, tá, eu digo! Não fizemos nada. Só falei aquilo pra fazer raiva para aquela sonsa e fazer ela largar o Philippe. — respondeu e pareceu bem sincera e sem arrependimentos, o que fez Danielle perder completamente o controle e voar para cima dela, distribuindo tapas e socos, e logo as duas foram separadas por Beto e André.

Jesus amado.

— SUA QUENGA MALDITA DOS INFERNOS! — Dani vociferou irada, sendo levada para fora do apartamento por Beto. — Não me segura, eu vou acabar com essa cara de mico com dengue!

— Sai daqui agora e nunca mais apareça na minha frente ou eu não vou responder por mim. E tira a minha camisa. — me limitei a falar isso para Leena e ela me olhou com ódio, arrancando a camisa do corpo e literalmente deixando o apartamento só de lingerie e com as roupas em outra mão.

Meu Deus do céu, Berg.

Isso não tá acontecendo.

Logo depois, Beto voltou com Dani, agora mais controlada.

— Você é um porra, puta que pariu. — Beto se limitou a falar isso para mim, e eu apenas o ouvi. Eu não tinha direito de falar nada, e eu sabia muito bem disso. — A Catharina falou pra você não beber, mas você resolveu bancar a egípcia.

— Minha amiga não merecia isso, não merecia mesmo. — Danielle falou com a voz entrecortada. — De qualquer forma, aquela desgraçada pareceu dizer a verdade, mas isso não muda o fato de você ter agido como um merda.

— Eu sei, eu sei. Eu não irei atrás dela, ela tem todo o direito de me odiar agora. — falei. — Agora… vocês podem me deixar sozinho? — perguntei indo abrir a porta para eles. Eles apenas saíram e me permiti trancar a porta e me sentar no chão, chorando sem parar.

Oh, merda.

Ponto de vista — Catharina Bittencourt.

Eu estava de volta.

E eu tive que inventar a maior história para minha mãe depois que ela soube que eu e Philippe nos reencontramos e voltamos a namorar.

— Eu não acredito que precisei saber por sites de fofocas que vocês dois se reencontraram. — minha mãe dizia indignada enquanto batia a massa do bolo de chocolate que fazíamos. — E aquela sessão de fotos que fizeram juntos, então? Eu gostei.

— Tá mãe, mas isso é passado. Nos reencontramos, passamos um breve período juntos e acabou. — falei tentando mudar de assunto, mas minha mãe é um ser muito teimoso.

— O que aconteceu para vocês se separarem de novo? — perguntou curiosa.

— Eu já te disse, nós definitivamente não damos certo. Acabou e… acabou. — falei untando a fôrma distraída, e quando me virei, minha mãe me fitava com a espátula suja de massa de bolo a centímetros de meu rosto, me assustando.

— Maria. Catharina. Bittencourt. Alves. — falou meu nome completo pausadamente e eu juro que nunca senti tanto medo e apreensão em toda a minha vida. Minha infância e adolescência se passaram diante de meus olhos como se ela fosse me espancar com aquela espátula. — Eu sou tua mãe. Eu sei de todos os passos que tu dá nessa terra. Não mente pra mim.

— Mãe, a senhora tá me assustando. — falei baixo, amedrontada. — Tivemos muitas brigas, remoemos o passado inúmeras vezes e decidimos que seria melhor não tentar de novo, só isso.

— Uhum, sei. — falou se fingindo de convencida e logo buscamos conversar sobre outra coisa.

Dani e André apareceram em minha casa alguns dias depois.

Nem preciso dizer a algazarra que foi porque minha mãe simplesmente ama Dani e André como se fossem seus filhos. Muda completamente de personalidade quando tá com eles e fala 50 palavrões a cada frase dita. Meu pai já é mais centrado e só muda de personalidade quando o assunto é futebol e não admite que digam um “a” sobre o Flamengo. Dani adora fazer raiva pra ele.

— E aí, como se sente sendo conhecida internacionalmente? — minha mãe perguntou pra Dani enquanto ajudávamos ela a tricotar. Minha mãe tricotava lindamente, e seu ponto forte eram sapatinhos de bebês e tapetes.

— Me sinto maravilhosa, tia. — Dani falava entusiasmada. — Sério, a ideia de ser famosa ainda me assusta um pouco, mas é algo bom. Um sonho que se realiza.

— É, minha Marina deve se sentir assim também. — minha mãe proferiu olhando para mim. Marina. Só ela e meu pai que me chamavam assim. Uma junção de “Maria” e “Catharina” só podia resultar nisso.

— Com certeza, mãe. — sorri.

— E você, André? Fotógrafo em ascensão que fala, né? — minha mãe cutucou André que tentava tricotar um coração numa touquinha.

— Dona Fernanda, é algo mágico. Nunca largaria o que eu faço. — André dizia animado.

Ainda conversamos bastante antes de minha mãe sair com meu pai para fazer compras no mercado.

— E aí, como você tá? — Dani já perguntou e eu suspirei. Era a primeira vez que conversamos sobre isso desde que eles chegaram, cerca de quatro horas atrás.

— Tô na mesma. Ainda sem acreditar, mas um pouco feliz por ter me livrado dele. — brinquei com a bola de lã em minhas mãos.— Ele é um cretino, embuste, desgraçado, corno, filho da…

— Opa, calma, amiga. — André falou. — Eu sei que você tá com ranço dele. Todos nós estamos, até o Beto. Mas…

— A bruxa confessou que não fez nada com ele. — Dani o interrompeu, revelando tal coisa que me deixou atônita. — Tipo, ela aproveitou a deixa pra fazer você pensar que ele tinha te traído pra você largar ele.

— Como ela confessou isso? — perguntei ainda incrédula.

— Ah, a Dani ameaçou ela de tudo quanto foi forma e as duas saíram no fight depois. — André falou natural e Dani riu.

— Ela te chamou de sonsa, não respondi por mim. — deu de ombros e eu a abracei. Eu tenho a melhor amiga do mundo. — Mas agora a situação é: Philippe tá sofrendo bastante.

— É verdade. — André confirmou. — Beto dizia pra gente que toda hora ele ficava jogado nos cantos da casa se lamentando. E nos treinos ele tava igual um pedaço de merda ambulante. — falava e eu senti um involuntária pontada no coração. Droga, ouvir que ele tá desse jeito não é legal.

Se bem que ele merece por ter sido um babaca.

— Bom, não há nada que eu possa fazer, né? — dei de ombros, fingindo não me importar. Eu não me importo. Nem um pouquinho.

Não mesmo. Eu acho.

[...]

— Filha, você nem sabe o que eu fiz! — meu pai chegou mais feliz que formiga em tampa de xarope, entrando na minha frente e de Dani, impedindo que nós continuássemos a assistir Os Incríveis, bem numa das melhores partes do filme.

— O que o senhor fez, pai? — perguntei pouco curiosa e ignorando o fato de que eu tava perdendo o filme.

— Tu sabe que vai ter amistoso da seleção aqui, né? — perguntou e eu franzi o cenho e olhei para Dani. Amistoso? Que?

— Não, não sabia. — respondi ainda confusa. — Você sabia, Dani?

— Claro que sabia, Beto me falou. — falou naturalmente, enchendo a boca de pipoca.

— Brasil x Costa Rica, amanhã no Maracanã. — meu pai falava animado. — E eu comprei três ingressos.

Arregalei os olhos minimamente.

— Isso significa que…

— Nós iremos assistir ao jogo do Brasil amanhã. — meu pai completou, super entusiasmado.

Oh, merda.


Notas Finais


Então? Gostaram? O que acham que vai acontecer nesse jogo??? Vão comentando aí, anjos. Muito obrigada desde já!

Um beijão, até o próximo e a tia Manu ama vocês <3

All The Love, M.


Xx Manu <3


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