História Play And Go - Capítulo 22


Escrita por:

Postado
Categorias Philippe Coutinho
Personagens Personagens Originais, Philippe Coutinho
Tags Catharina Bittencourt, Futebol!, Philippe Coutinho, Romance
Visualizações 353
Palavras 2.015
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEY, ANGELS! Tutupom?
Cá está a autora desta fanfic com mais um capítulo que acabou de sair do forno E SE PREPAREM PORQUE TEM JOGO E REENCONTRO DO OTP A
Muito obrigada por tudo, eu amo muito vocês <33

Bora lá <3

➸ Ignorem os erros e talvez a formatação do texto, se houver algo errado quando eu postar, tentarei resolver o mais rápido possível.
➸ Tenham uma boa e gostosa fuckin' leitura, sweeties. <3

➸ Love ya'll. <3

Capítulo 22 - Convite aceito.


Ponto de vista — Catharina Bittencourt.

— Será muita maldade eu inventar uma cólica menstrual pra não ir? — perguntei a Dani, que me olhou se segurando pra não rir. — Caralho, Dani, é sério.

— Vai ser muita maldade, você viu a carinha dele? Ele tá super entusiasmado com isso. — Dani falou e neste momento minha mãe entrou no quarto.

— As madames não vão se apressar não? — perguntou pegando minha escova emprestada pra pentear seus cabelos curtos e loiros que eu honestamente invejava. Ela usava uma camisa 10 do Brasil, só que com o nome dela. Meu pai usava a camisa 9 com o nome dele e eu utilizava a camisa 11, também com meu nome. Era uma combinação nossa que fizemos a partir do nome dos jogadores da Copa de 2002 e levamos adiante até hoje.

Na época, o camisa 9 era o Ronaldo Fenômeno, jogador favorito do meu pai; o camisa 10 era o Rivaldo, jogador favorito da minha mãe; e o camisa 11 era o Ronaldinho Gaúcho, meu jogador favorito.

Mas olha como o destino é uma cobra traiçoeira pior do que o André: a seleção atual tem os jogadores Gabriel Jesus como camisa 9, Neymar Jr. como camisa 10. Até aí tudo bem, né? Bom, e tem o Philippe Coutinho como camisa 11. Certinho, né?

— Já vamos, tia. — Dani respondeu terminando de passar seu batom. Ela iria também, com o ingresso pago por Firmino. Bom, segundo ela, eles já estão namorando, mas não é oficial porque ele ainda não pediu. Quanta enrolação, Deus.

Depois de muito relutar, finalmente fomos. O Maracanã não ficava muito longe, já que ficava na Zona Norte do Rio. E de longe já vinham torcedores de toda parte, todos para assistirem o amistoso.

Meu pai estava mais eufórico que criança em parque de diversões, e eu gostava de ver ele assim. Poucos momentos que eu via um sorriso no rosto dele assim, e ele só fica assim quando a família está reunida ou quando ele está num estádio. E hoje temos os dois num momento só, então ele tá muito contente.

— Vou comprar sorvete, vocês querem? — ele perguntou assim que chegamos em nossos lugares, bem privilegiados, inclusive. Todos concordamos.

Ele voltou minutos depois com os sorvetes e posso dizer que foram os melhores minutos da minha vida porque eu tava com uma puta vontade de tomar sorvete de chocolate com baunilha. E na mesma hora, os times entraram em campo.

Costa Rica com seu novo uniforme vermelho. Brasil com o tradicional amarelinho.

Eu prestei atenção em todos os jogadores e eles estavam tão magníficos que eu poderia olhar para eles o tempo inteiro.

Meu pai se segurava para não chorar com o hino nacional, mas foi em vão e ele desabou em lágrimas em meu ombro. Sim, meu pai é muito emotivo quando se trata de futebol.

E então, em certo ponto, eu o vi. Entre Firmino e Neymar.

Ele parecia abatido, com cara de que não sabe o que é dormir há semanas e que só estava de pé pela misericórdia.

— Nossa, ele tá meio acabadinho, hein. — minha mãe comentou com Dani, mas ainda sim eu pude ouvir. — Philippinho sempre foi muito alegre, será que aconteceu alguma coisa? — perguntou e Dani olhou rápido para mim. Neguei com a cabeça.

— Talvez seja apenas a pressão da Copa, tia. — mentiu dando um sorriso ameno. Suspirei aliviada. Minha mãe não precisava saber disso. Não agora.

E então, o jogo começou.

[...]

Caralho, que jogo! E olha que aquele era apenas o primeiro tempo. A torcida mais eletrizada do que nunca, e o Brasil botando uma pressão de toneladas pra cima da Costa Rica. A Costa Rica nunca conseguia atacar, e a bola não passava do trio Marcelo, Thiago Silva e Casemiro, reis da zaga que quero muito botar num potinho e amar pro resto da minha vida.

Aos dezessete minutos, Neymar chutou no travessão, e meu pai soltou um belo palavrão, bem típico de torcedor fanático inconformado. Paulinho e Willian fizeram uma jogada incrível pela lateral, mas ao fazer um passe para a grande área, Willian sofre uma falta dura, e se não fosse tão insistente e forte, teria sido substituído pelo paizinho Tite.

A falta é perigosa e é cobrada por Beto. Infelizmente findou em apenas um tiro de meta para a Costa Rica. Danielle nem gritou, só teve um ataque de leve e quase pariu 56 bois ao meu lado. Ela é tão apaixonada por ele, eu adoro ver como ela fica toda derretida e eufórica quando o vê jogar.

Bom, Philippe tá muito apagado no jogo, e de onde eu tô eu consigo ouvir Tite gritar coisas do tipo: “PHILIPPE TOCA NA PORRA DA BOLA, CARALHO!”, “CORRE, PHILIPPE, CORRE!”, entre outras derivações. Mas não adianta muito, ele tá muito distraído e disperso, e meus pais estão mais preocupados do que mãe esperando o filho voltar do rolê.

— O que tá acontecendo com o Philippe, ele tá mais inútil do que feriado em final de semana! — minha mãe exclamou.

— É verdade, tem alguma coisa errada com ele. — meu pai disse sério, suspirando em seguida.

Então, mais uma falta a favor do Brasil em cima do Fagner. Dessa vez, foi bem feia e precisou da equipe médica dentro de campo.

Enquanto ele era atendido, alguns jogadores bebiam água, descansavam um pouco, e Philippe foi chamado imediatamente por Tite em particular, e de longe se percebia o quanto Tite tava furioso e falando muita merda pra ele. Philippe ouvia tudo apenas concordando com a cabeça, e então olhou para a nossa direção e EU NÃO SEI COMO MAS ESSE DESGRAÇADO ME VIU (em letras maiúsculas sim porque eu realmente tô gritando internamente)! Tantas pessoas, mas esse garoto parece ter o olho que tudo vê especialmente para a minha pessoa, não é possível ele ter me encontrado naquela multidão!

— Caralho, ele te viu, cachorra. — Dani murmurou para mim com cara de quem não quer nada, e eu tentei me esconder por detrás do corpo grande de meu pai, mas não adiantou muito.

Ele ainda permaneceu me olhando sem ao menos piscar, ainda silabando um “Catharina?” antes de levar uma advertência de Tite, ordenando que ele prestasse atenção no que ele tava falando. Ainda meio atordoado, voltou sua atenção para Tite, intercalando entre ele e a minha direção.

O jogo voltou ao normal, e ele fez questão de passar bem pertinho de nós olhando bem pra minha cara ainda sem acreditar. Meus pais perceberam que ele olhava para a nossa direção e ficaram eufóricos, assim como o resto da torcida que também percebeu que ele olhava para cá.

— Philippinho, que saudade aaaa! — minha mãe berrava acenando e meu pai também. Philippe acenou sorrindo para eles e voltou a atenção ao jogo.

Então a mágica aconteceu. Finalmente um gol numa jogada perfeitamente ensaiada entre Gabriel Jesus e Neymar, resultando num gol do próprio menino Ney por debaixo das pernas do goleiro Navas. O estádio foi à completa loucura. Meus pais se abraçaram, gritaram euforicamente com outros torcedores e gritavam “Brasil” de forma ritmada.

Foi lindo de se ver. E assim acabou o primeiro tempo.

[...]

O segundo tempo ainda conseguiu ser mais emocionante do que o primeiro, com direito a briga de porrada entre alguns jogadores de ambos os times após um empurrão proposital de um jogador da Costa Rica no Thiago Silva numa cobrança de escanteio para o Brasil. Neymar, Philippe, Firmino e Casemiro se meteram no meio e todos levaram cartão amarelo e por pouco não foram expulsos.

Após isso, nada mais justo do que mais um gol da nossa amada seleção. E esse foi mais bonito do que o primeiro.

Depois de uma cobrança de tiro de meta muito bem executada pelo goleiro Alisson que mais parece o Thor brasileiro, a bola caiu como uma pluma na cabeça de Fernandinho, que a direcionou até os pés de Marcelo, bem na lateral. A zaga da Costa Rica tava muito espalhada, o que facilitou o toque do Marcelo para Firmino. Agora eram três contra três. Firmino, Neymar e Philippe contra três zagueiros e o goleiro da Costa Rica. Firmino chutou para Neymar, que estava bem no meio da grande área, e quando todos pensavam que ele iria arriscar o chute dali mesmo, até simulando o movimento de um chute direto para o gol, mas ele simplesmente executou uma trivela espetacular, tocando a bola especialmente para Philippe que, mesmo marcado, chutou de primeira para o ângulo esquerdo do gol, sem chances para o goleiro.

Gol.

E mais uma vez de Philippe Coutinho.

E assim termina o jogo.

Brasil 2 x 0 Costa Rica.

Isso vai ser o suficiente para meus pais comemorarem até a Copa chegar, e eu até que estou feliz pelo resultado.

Dani nem sequer quis me esperar e foi correndo até o vestiário parabenizar Beto. Eu e meus pais estávamos deixando o estádio pela entrada lateral, mas um segurança nos abordou, alegando que alguém queria conversar conosco.

Que não seja quem eu estou pensando, por favor, Deus.

— Ué, mas quem será que quer falar com a gente? — minha mãe perguntou confusa.

— Tomara que seja o gari dizendo que esquecemos alguma coisa nos assentos. — murmurei para mim mesma, e por sorte eles não ouviram.

Ao ver aquelas três figuras próximos aos vestiários, infelizmente concluí que não era um gari avisando que esquecemos alguma coisa nos assentos.

Dani, Beto e Philippe.

Meus pais tiveram um surto igual aquelas adolescentes quando vêem seus ídolos teen, e isso foi um pouco vergonhoso para mim.

Meu pai abraçou Beto como se fosse quebrar ele, e duplicou a dose quando foi a vez de Philippe. Até pude ouvir alguns ossinhos estralando. Meus pais amam Philippe, essa é a verdade. Por mais que eu odeie essa ideia, é a verdade.

Fiquei bem afastada deles, mas isso não impediu que Philippe intercalasse incessantemente o olhar entre meus pais e eu.

— Meu Deus do céu, quanto tempo! Você tá lindo, menino, tá mais forte, mais habilidoso, está incrível! — minha mãe dizia babando o ovo dele e eu revirei os olhos, completamente com vontade de deixar eles aí e ir embora.

— Iti malia que cara de cu mais fofa. — Beto veio encher meu saco e eu o olhei com tédio.

— Primeiramente: parabéns pela vitória. Segundamente: vai ver se eu tô vendendo meu corpo na esquina, vai. — falei brava cruzando os braços e Beto riu de meu gesto.

— Ow, “Marina”... — deu ênfase no meu apelido pouco usado, me abraçando de lado. — Ele tá doidinho pra falar contigo, você sabe. Eu sei que você tá com ódio, também tenho uma vontadezinha de estourar os testículos dele com uma metralhadora vez ou outra, mas… — dizia e eu só ouvia meus pais e ele conversando animadamente sobre o jogo. — Ele é meu melhor amigo, e eu te juro que nunca vi ele da forma como ele tá. O cara tá uma merda, literalmente.

— Tá, mas e daí? Eu não tenho culpa, tenho? — perguntei com desdém e Dani deu um tapinha na minha cabeça.

— Deixa de ser quenga, Catharina. — falou enquanto eu resmungava pelo tapa na cabeça. — O cara tá sofrendo, e tu tem uma parcelinha de culpa sim. Você sabe que não aconteceu nada, por que não deixa isso…

— Catharina, vem cá, filha! — meu pai me puxou e eu fiz uma cara de “por favor, me matem” para Dani e Firmino, que riam sem pudor. — Você nem falou com ele, ao menos parabenize pela vitória. — me empurrou na direção de Philippe.

— Parabéns. — falei curta e séria. Ele apenas assentiu com a cabeça.

— Estávamos pensando em fazer um jantar especial para comemorar. — minha mãe comentou e meu pai concordou. — Por que não vai lá em casa, Philippinho? — ela sugeriu e eu arregalei os olhos para ela, incrédula no que acabei de ouvir. Ah, não.

— Eu agradeço o convite, mas…

— Ah, não, Coutinho! — minha mãe o interrompeu. — Vamos ficar muito chateados se você não for. Farei a lasanha que você tanto gosta… — o persuadiu e ele pareceu pensar. Por favor, não aceite, eu imploro.

— Ok, eu vou. — sorriu para meus pais e lançou um olhar rápido para mim.

Desgraça.


Notas Finais


Então??? Gostaram? O que acham que vai rolar nesse jantar? O que acharam do reencontro breve do otp? Vão comentando aí, anjos <3

Um beijão, até o próximo e a tia Manu ama vocês <3

All The Love, M.


Xx Manu <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...