História Play with fire - Clace - Capítulo 10


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Amatis Graymark, Catarina Loss, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jordan Kyle, Kaelie, Lady Camille Belcourt, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Meliorn, Personagens Originais, Raphael Santiago, Sebastian Morgstren, Sebastian Verlac, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Stephen Herondale
Tags Clace, Clary, Criminal, Jace, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Visualizações 440
Palavras 4.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de tantos pedimos (e intimidações, talvez até ameaças 😥)
Cheguei com mais um!
E esse cap ta GIGAMEGANORME em!
Kskskkss

Boa leituraaaa

Capítulo 10 - Tease Demons


Fanfic / Fanfiction Play with fire - Clace - Capítulo 10 - Tease Demons


  Acordei sobressaltado. Meus olhos se iluminaram tão rapidamente que arderam. E mais a dor no meu tórax. Gemi e voltei para o lugar, fechei meus olhos marejados pela luz.

Cobri o rosto e abri os olhos, via feixes de luz por eles.

-- Alguém? - Minha voz saiu arrastada.

-- Princesa! Ah! - Senti braços em volta de mim, mas bem suavimente.

-- Clary?

-- Sim. - Ela tirou minha mão do meu rosto, minha visão focou nela. - Sim, sou eu.

-- Onde estamos?

-- Em casa. - Ela disse suspirando.

Franzi o cenho para a sala cinza, tinha mais duas camas como a que eu estava deitado, e vários equipamentos clínicos, caros e dignos de um bom hospital.

-- Em casa?

-- É. - Ela dá um sorriso. - Bom, a parte que você não conhece.

Assinto.

-- Você está bem? - Ela perguntou olhando o sangue pendurado que vinha até minhas veias.

-- Sim. - Disse. - E você?

-- Passei um dia todo quase sendo morta pelo meu chefe, mas to bem. Então valeu por estar vivo.

Eu ri bem fraco, meu tórax doeu um pouco.

-- Ele se importaria só pelo enterro. - Pisquei. - Relaxa.

-- Eu não ligo para ele. - Ela deu de ombros. - É que você não acordava...

-- Oh! - Disse como se estivesse chocado. - E você se importou?

Ela revirou os olhos sorrindo.

-- Sabe como é, crianças se apegam por seus brinquedos, pais por filhos, e príncipes por princesas...

-- E o dragão? - Perguntei. - Sempre tem um dragão na relação do príncipe e da princesa.

-- A Kaelie. - Ela respondeu.

Comecei a rir e grunhi de dor.

-- É sério. - Ela fez uma careta. - Um dragão bem sorrateiro.

Mordi o lábio contendo a risada.

-- Você é demais.

Ela jogou o cabelo pelo ombro e sorriu.

-- Eu sei. - Ela piscou.

-- E bonita.

-- Sei também.

-- E... - fitei seu corpo de cima a baixo. - gostosa.

Clary deu um sorriso convencido e arqueou uma sombrancelha.

-- Quase babei quando Izzy tirou sua camisa para fazer os curativos e tirar as balas.

Essa foi minha vez de sorrir malicioso.

-- Mas chorar, eu chorei. - Arqueei minhas sombrancelhas, e ela continuou. - Só não disse por onde.

Dei uma gargalhada engasgada.

-- Vejo que acordou. - Isabelle entrou no quarto.

-- Izzy, acho que você devia pegar algo para ele beber. - Clary disse rapidamente. - Jace deve estar com sede.

Arqueei a sombrancelha.

-- Já volto. - Antes de Isabelle fechar a porta, disse: - Ele está de cama, Clary. Não tente nada.

Clary fez cara de ofendida por breves momentos.

Esperei a porta fechar e os passos de Isabelle sumirem.

-- Vem cá. - Disse a Clary.

-- Que foi?

-- Quero te beijar.

Ela sorriu de canto.

Clary apoiou suas mãos ao em cada lado das minhas pernas e chegou perto. Me inclinei e capturei o lábio superior dela. Depois mordi o inferior. Clary pulou na cama, ficando sentada no meu colo, igual da primeira vez que nós beijamos.

Ela arfou quando mordi seu queixo, continuando o caminho para o pescoço. Chupei seu pescoço ouvindo Clary suspirar. Levei minhas mãos até a barra de sua camisa e levantei. Sorri e comecei a beijar seus seios pálidos. Quando mordi um, e apertei sua bunda, ela gemeu.

-- Pare de me provocar, princesa, não poderei fazer nada com você hoje... - Ela choramingou.

A encarei enquanto chupava um mamilo com força para dentro da minha boca. Clary gemeu pendendo a cabeça para trás. Ela me olhou com os olhos cheios de desejo.

-- Ah, essa cena é tão excitante... - Ela mordeu o lábio. - Provocadora...

-- Você me provocou por quase três meses. - Finquei meus dedos em sua bunda. Ela ofegou. - Mereço minha revanche.

-- Ah... Jace... - Ela fechou os olhos. - Você está de cama.

Dei de ombros, e abaixei sua camisa de volta. Cobri a boca de Clary com a minha. Ela suspirou enquanto eu subia minhas mãos apertando seu quadril, e fazendo carinho nas suas costas. Ela segurou minha nuca, nos encaixando melhor.

-- Ca-ham! - Nos separamos vendo Isabelle com um copo d'água e remédios nas mãos. - Clary! Você é impossível!

Ela fez uma careta saindo do meu colo.

-- Vai ter volta. - Sussurrou.

-- Estarei ansioso. - Rebati.

¤¤¤

Dias depois, eu já podia andar, mas não fazer nenhum esforço. Clary tinha sumido após o almoço. Isabelle continuava dando uma de médica. Tirei folga dos hospital por um mês, para estar bem. Inclusive ninguém precisou de cirurgia urgente durante esse tempo. Pelo menos até agora.

Entrei no meu quarto. Diposto a tomar um bom banho e cair na cama. Abro a porta do banheiro, tomando um susto vendo Clary tomar um banho ali.

-- Oi. - Ela sorriu maliciosa.

Suspirei fundo, me virando.

-- Tchau.

Ouvi o chuveiro ser desligado, e a porta do boxe ser aberta.

-- Princesa...

Sai do banheiro. Vendo Clary se enxugar as pressas.

  -- Clary, não...

-- Não? Não o que? - Ela abre a toalha, seu corpo curvilíneo ficou exposto a mim.

-- Clary. - Solto um suspiro. - Clary, por favor...

-- O que? Vai dizer que não quer isso? - Ela senta na cama abrindo as pernas.

  Fico ofegante. As vezes odiava ser homem. Meu olhar se fixou ali.

  -- Clary, sério eu...

  Ela leva a própria mão ao clitóris. Começando a se masturbar e gemendo.

   -- Poderia ser você a fazer isso em mim. - Ela diz suspirando.

  Respiro fundo e olho seu rosto. Ela dá um gritinho e eu vejo porque, tinha penetrado dois dedos nela mesma.

  -- Ah...

  Fecho os olhos com força. Aquilo era ao mesmo tempo o inferno e o céu. O próprio diabo fazendo o paraíso.

  -- Clary, para!

  Meu tom era desesperado. Abro os olhos de novo e ela estava chupando os dedos.

  -- Humm.. Me prove...

  -- Você é impossível. - Digo me controlando. - Sério, para.

  -- Não quero que fique com raiva de mim... - Clary volta se tocar.

  -- Não está me deixando feliz. - Excitado, com certeza

  Eu merecia um Oscar por mentir tão bem.

  -- Mas estou deixando excitado. - Ela dá um de seus sorrisos sacanas. - Por favor...

  Respiro fundo e me viro.

  -- Se vista e saia do meu quarto.

  Ouço ela bufar. Em alguns minutos ela estava passando por mim, totalmente vestida e sem olhar para trás. Bateu a porta na minha cara. Suspirei aliviado e me joguei na cama, já tinha tomado banho mesmo.

Mas as imagens não saiam da minha cabeça. Faziam meu amigo me acordar com uma pulsação insuportável. Quase dolorosa. Praguejei e me sentei na cama. Eu odiava o efeito que Clary tinha sobre mim; nunca me deixar dormir antes de "homenagea-la". Mesmo machucado!

  Ri sarcástico. Essa garota era impossível.

¤¤¤

-- Ou! - Senti algo vir em direção ao meu rosto.

Sentei na cama, esfregando o rosto. Um travesseiro caiu em meu colo. Olhei para cima, vendo uma Clary entendiada e de braços cruzados, a olhar para mim.

-- A princesa precisa escolher o vestido para ir tomar café?

Sorri. Ela estava de mau-humor.

-- Parece que alguém não está muito feliz.

Ela revirou os olhos.

-- Que cara é essa? - Provoquei.

-- A cara de quem teve que se masturbar para conseguir dormir!

-- Se serve de consolo... - Meneei com a cabeça. - Eu fiz o mesmo.

Ela sentou na cama.

-- Por quanto tempo vai ficar nessa abstinência?

Dei de ombros.

-- Isabelle que sabe.

Clary deitou na minha cama. Fechando os olhos.

-- Sua cama é macia.

-- É sim. - Me levantei, espreguiçando.

-- Faz barulho? - Ela sorriu maliciosa.

-- Nunca testei. - Sorri de volta.

-- Aaahhhh! Odeio o cara que atirou em você.

-- Por te impedir de transar? - Dei a volta na cama.

Clary ficou de bruços, apoiando o queixo nas mãos.

-- Também.

Passei por ela. Senti um tapa na minha bunda. Virei com o cenho franzido, Clary estava rindo.

-- Eu sempre quis fazer isso! - Ela disse se sentando.

-- Cada um com seu cada qual.

Ela riu.

-- Sua bunda é enorme. Dá vontade. - Ela deu de ombros.

-- Você também tem coisas enormes que eu morro de vontade de ficar pegando.

-- Ah, é? - Ela provocou. - Quais?

-- Gostaria de tocar, para demonstrar melhor, o quanto eu quero.

Clary sorriu e levantou, se aproximando mais.

-- Toque.

Agarrei sua bunda, grudando-a em mim. Apertando com força. Clary agarrou meu pescoço e me beijou. Passei minhas mãos para frente, apertando seus seios com possessão. Clary gemeu e mordeu meu lábio inferior.

A porta do quarto abriu.

-- Cl... - Nos separamos. Isabelle estava parada na porta. - Ah, foi mal.

-- A gente não ia fazer nada demais. - Clary reclamou. - Não pode.

-- A culpa não é minha. - Levantei as mãos.

-- Vai tomar seu banho, princesa.

Me viro. E sinto outro tapa na bunda.

Olho para ela volta, cruzando os braços. Clary ria.

-- Sério isso?

-- Vai! - Vi ela e Isabelle rindo.

Revirando os olhos e rindo também, entro no banheiro.

¤¤¤

Depois de uma semana, já de noite. Isabelle finalmente me libera. Me deixa fazer exercício. Porém nada muito "brusco". Pergunto para ela com o olhar o que realmente queria saber.

-- Pode fazer sexo. - Ela responde rindo. - Só que vai com calma.

Rio de volta.

-- Pode deixar.

¤¤¤

-- Onde vamos? - Pergunto quando Clary me empurra até a garagem.

-- Calma princesa, que ansiedade.

Entrei no banco do passageiro, ela foi dirigindo.

-- Carro novo do meu pai? - Perguntei após colocar o cinto.

-- Meu Jeep. - Ela sorri.

-- Não sabia que tinha um carro.

-- Não sabia que ficava tão excitante de jeans e camisa. - Ela me olhou de canto, enquanto saia da casa.


Ri, passando a mão no cabelo.

-- Você fica maravilhoso naquele jaleco. - Ela fala virando uma curva. - Sério. Fico encharcada em pensar em você me comendo vestido de médico.

Tento não me afetar demais com as palavras.

-- Fetiche?

-- Se tiver um fetiche chamado Jace-de-médico-filia, pode ter certeza que eu tenho.

Ri, tentando descobrir onde íamos.

-- Ou apenas Jacefilia. - Ela morde o lábio e me olha de canto. - Gostoso.

Pisquei um olho para ela. Rimos juntos.

-- Chegaaaaamos! - Ela cantarolou estacionando quase na frente de uma espécie de boate.

Em um letreiro enorme e em neon estava escrito "Tease Demons". Arqueei a sombrancelha enquanto passavamos pelo segurança, e entrávamos. Clary segurou minha mão, me guiando até o bar.

-- Duas doses de whisky. - Ela pediu para o barman.

Clary se virou para mim, parecia animada.

-- Há quanto tempo não vem em uma boate? - Ela disse pegando os copinhos, dando um para mim.

-- Quase um ano. - Dei de ombros. - Talvez mais.

Ela bebe a dose inteira em apenas um gole. Eu faço o mesmo.

Clary começa a se mover no ritmo da música.

-- Vamos dançar! - Ela agarra meu braço, me puxando para a pista de dança.

-- Eu não sei dançar. - Ri enquanto a vi jogar os braços para cima e rebolar.

-- Me acompanhe. - Ela disse maliciosa.

Clary cola seu corpo no meu. Dançando.

Ela gosta quando eu vou lá embaixo


Em seu corpo posso ver a definição

Dá pra ver que esse trabalho é motivado

Eu pedi que me ajudasse com uma só missão

Que me encha inteira de satisfação


Eu gosto quando você vai lá embaixo

Te peço que se vicie em ficar aí

Diga para mim: Garota, estou interessado

Se você quiser, venha e fique pra mais uma vez


Ela gosta quando eu vou lá embaixo

Me pede para ficar viciado

A digo: Uhm, gata, estou interessado

Se você quiser, eu fico para mais uma vez


-- Adoro quando vão lá embaixo. - Ela disse se virando, e empinando bem a bunda. Rebolando praticamente em cima do meu pau.

-- Gosta? - Pergunto segurando sua cintura.

Ela apenas dá uma quebrada de quadril, me provocando.

Que fique para mais uma vez

Pelo tanto que você já me pediu

Já te deixei sufocado

Eu tenho te observado


Se não aguenta, se adapte

Me diga: Não quero que termine (não)

Você é um mistério, mas não de cinema (não de cinema)

Nas noites sou eu quem define

Tudo o que vai acontecer

Você não tem que mandar em mim


Eu gosto quando você vai lá embaixo

Te peço que se vicie em ficar aí

Diga para mim: Garota, estou interessado

Se você quiser, venha e fique pra mais uma vez


Ela gosta quando eu vou lá embaixo

Me pede para ficar viciado

A digo: Uhm, gata, estou interessado

Se você quiser, eu fico para mais uma vez


-- Você gosta de provocar... - Subi minhas mãos pelo seu corpo. Clary se virou, sorrindo.

-- Adoro.

Oh, eu sei que você quer me ver

Deslizando por toda sua pele

Oh, eu sei que você quer que eu fique

O que você quer é se enrolar em minhas pernas


Seguro sua cintura, beijando sua boca, depois descendo para o pescoço.

Não adianta só um empate, eu sigo até te dar um xeque-mate

Até que um de nós dois se mate

Se você quiser, eu abaixo e de uma vez começo meu trabalho

Libere seu stress, garota, eu te faço relaxar

Está mais bonita, me diz que está lá

Que siga ali, que a deixei vendo estrelas

Se eu acelero, ela vai até lá embaixo

E como ela faz, nenhuma outra sabe fazer


Em seu corpo posso ver a definição

Dá pra ver que esse trabalho é motivado

Eu pedi que me ajudasse com uma só missão

Que me encha inteira de satisfação


-- Me encha de satisfação, Jace. - Ela disse mordendo o lóbulo da minha orelha. Se virando de novo.

Segurei na barra de seu jeans, acompanhando os movimentos de seu quadril.

Eu gosto quando você vai lá embaixo

Te peço que fique viciado

Diga para mim: Garota, estou interessado

Se você quiser, venha e fique pra mais uma vez


Eu gosto quando você vai lá embaixo

Te peço que se vicie em ficar aí

Diga para mim: Garota, estou interessado

Se você quiser, venha e fique pra mais uma vez

(DOWNTOWN, ANITTA FT. J-BALVIN)


A música acabou, nos levando para o bar novamente. Clary estava suando.

Ela tomou um longo gole do martini.

-- Uau, que tesão.

-- Achei que só eu estivesse sentindo. - Suspirei, passando a mão no cabelo.

Clary sorriu.

-- Vamos para a casa? - Perguntei.

-- De modo algum. - Ela segurou novamente em minha mão. Me levando para uma escada lá da boate.

-- Onde vamos?

-- Você vai gostar, princesa. - Ela garantiu, subindo.

Fui atrás dela, aproveitando a vista. Uau, que bela bunda, essa garota tinha!

-- Ta-dam! - Ela gesticulou para o lugar.

Estava lotado. Tinha umas três barras de ferro no final do lugar, as três ocupadas por stripers. Duas estavam com a lingerie completa. Uma, apenas com a calcinha. Clary riu ao ver minha expressão surpresa.

-- Você é mesmo uma princesa. - Ela alegou indo até o outro bar.

-- E você uma alcoólatra. - Disse enquanto ela pegava duas cervejas.

-- Não vai beber comigo?

Revirei os olhos e aceitei a garrafa. Não era muito fã de bebida, mas eu tinha um bom estômago para álcool.

-- Agora ficaremos apenas apreciando a vista? - Disse com deboche.

-- Tem outras vistas, se quiser.

-- Quero. Cansei de ver a mulher do meio. Está rodando no poste igual um frango assado.

Clary engasgou, rindo.

-- Só você!

-- Eu sou ótimo mesmo. - Bebi um gole da cerveja.

-- E está andando muito comigo. - Ela avisou, andando.

Eu ri, acompanhando.

Desviando das pessoas, em sua enorme maioria, homens. Vários em grupos. Alguns olhavam Clary como se ela estivesse nua. Mas eu até a achei bem vestida, uma calça jeans e uma blusa com um decote enorme. Ok, talvez eu soubesse o motivo da babação.

Começou a tocar outra música.

-- Meu Deus que música velha. - Disse.

Clary já estava rebolando. Franzi o cenho, como quem diz "sério?".

Ela deu de ombros.

-- É boa para dançar! - Ela se justificou.

Eu vou te levar pra loja de doces

Vou deixar você lamber o pirulito

Vai fundo, garota, não pare

Continue até atingir o ponto (woah)


Vou te levar pra loja de doces (woah)

Garoto, estou com o maior gosto (uh huh)

Eu vou gastar tudo o que tem

Continue até atingir o ponto (woah)


-- Tem os dois lados da moeda. - Clary disse me puxando para perto dela. - Um 69 talvez?

Ri, essa garota era incrível.

Você pode ter do seu jeito, como você quer?

Você quer voltar na coisa ou deveria insistir nela


Está esquentando, ok vamos para o proximo nível

Dança no chão, quente como uma brasa

Eu arraso pra você agora, é simples

Se você for uma tarada, eu serei tarado


No hotel ou em um quartinho

Na praia ou no parque, aonde quer que esteja

Eu tenho o cajado mágico, eu sou o Doutor Amor


Seus amigos te ensinaram a saltar no que eu tenho?

Quer me mostrar como você faz? Sem problema


Venha por cima e faça o seu melhor salto.

Eu me encaixo na parada quando essa merda vem


Depois que suar bastante, vai brincar com a varinha

Estou tentando te explicar da melhor maneira


Eu derreto na sua boca, e não em suas mãos.

hahaha


-- Criaram essa música inspirada no seu pau? - Ela perguntou no meu ouvido, sorrindo maliciosa.

-- Provavelmente. - Devolvi a provocação.

Garota o que nós fazemos (o que nós fazemos)

E onde nós fazemos (e onde nós fazemos)

As coisas que nós fazemos (coisas que nós fazemos)

São só entre eu e você (oh yeah)


-- Eu nunca quis tanto estar em um quarto. - Choraminguei.

Uma peça de roupa voou em Clary. A mesma tirou o tecido do seu ombro com a pontas dos dedos, jogando no chão.

-- Era uma calcinha! - Ela fez cara de nojo e riu.

Olhei, curioso, para outro ponto do local que faziam strip. E lá estava, uma mulher loira totalmente nua. Arregalei os olhos. Vídeo pornô ao vivo, uau.


-- Vou ter que tirar a roupa para me olhar? - Clary disse com deboche.

Voltei a olhar para ela. Mas ainda troquei alguns olhares com a strip nua.

-- Desse jeito eu vou ficar com ciúmes! - Ela cruzou os braços.

Ri, girando Clary, segurando sua cintura com uma mão. Abandonando minha garrafa na mesa vazia perto de nós.

-- Ciúmes, Clarissa?

-- Não fala assim no meu ouvido... - Ela choramingou. - Eu já estou morrendo de tesão por ter você, em um lugar desse, com essa música! Você falando assim me faz ter vontade de arrancar minha roupa.

-- Seria interessante. - Mordi o lóbulo de sua orelha.

Dá pra mim baby, gostoso e devagar

Suba em cima, cavalgue como em um rodeio

Você nunca ouviu um som como esse antes

Porque eu nunca tinha feito assim antes


Breve estarei entrando pela sua porta, ela vai abrir o meu zíper

Vai ser igual as corridas de quem consegue se despir


Não é irônico o quão erótico é te ver cheia de tesão

Me faz pensar na sua bunda depois de eu ter ido

Eu toco no seu ponto na hora certa


Luzes acesas, luzes apagadas, ela gosta por trás

Tão sedutor, você deveria ver o jeito que ela geme

Seus quadris mexendo devagar, ralando no chão


Ela não queria parar, eu também não queria

Muito melados, com o suor estalando

Acompanhado de champanhe, garrafa por garrafa

E nós saboreamos cada bolha da garrafa.

(CANDY SHOP - 50 CENT FT. OLIVIA)



-- Vamos fazer tudo isso? - Clary provocou, mordendo o lábio. - Deixa eu cavalgar em você?

-- O quanto quiser.

-- Jace... - Ela colocou minhas mãos em volta dos meus ombros. - Vamos?

-- Mas já? - Provoquei. - Aqui está tão divertido...

-- Em um quarto estaria muito melhor.

Dei uma gargalhada.

-- Ah, esse é o jogo de quem provoca mais? - Clary perguntou, desafiadora.

-- Esse que eu estou ganhando? - Dei de ombros.

-- Por pouco tempo. - Ela apertou os olhos e se soltou. Subindo em uma mesa.

Bati a mão na testa. Pelo anjo, essa garota era louca?!

Não preciso de permissão

Tomei a decisão de testar meus limites

Porque é da minha conta, Deus é minha testemunha

Vou começar o que terminei

Não preciso hesitar

Vou tomar o controle desse tipo de situação

Estou travada e carregada, completamente focada

Minha mente é aberta


No momento que Clary começou a dançar, várias cabeças viraram. Analisando-a.

Tudo que você faz, pele com pele

Oh, meu Deus, não pare, garoto


Algo em você

Me faz sentir como uma mulher perigosa

Algo em, algo em

Algo em você

Me faz querer fazer coisas que eu não faria

Algo em, algo em

Algo em


Ela desabotou a calça jeans, descendo a mesma.

Nada para provar, e eu sou à prova de balas

E sei o que estou fazendo

O jeito que estamos nos mexendo

Como se estivéssemos sendo introduzidos a algo novo


Eu quero saborear, guardar para mais tarde

O gosto, o perfume, porque sou uma pegadora

Porque sou uma doadora, é natural

Vivo pelo perigo


Pelo anjo, ela não iria... Não, não, não! A calça de Clary caiu ao meu lado. Sim, ela estava fazendo um strip. E puta merda, ela não podia fazer um strip em cima mesa da mesa!

Eu queria muito que alguém parasse essa garota. Porque eu só conseguia babar.

Tudo que você faz, pele com pele

Oh, meu Deus, não pare, garoto


Algo em você

Me faz sentir como uma mulher perigosa

Algo em, algo em

Algo em você

Me faz querer fazer coisas que eu não faria

Algo em, algo em

Algo em


Um coro de "tira mais, tira mais, tira mais!" Tinha se formado. Se eu não estivesse tão ocupado olhando, eu com certeza os daria uma surra.

Todas as garotas querem ser desse jeito

São meninas más por trás assim

Você sabe como me sinto por dentro

Algo em, algo em

Todas as garotas querem ser desse jeito

São meninas más por trás assim

Você sabe como me sinto por dentro

Algo em, algo em


E ela tirou. Pelo amor de Deus! Ela tirou. Sua camisa pousou ao lado da calça. Seus peitos dançavam junto com ela, como se fossem membros. Eu mesmo estava controlando o meu próprio.

Algo em você

Me faz sentir como uma mulher perigosa

Algo em, algo em

Algo em você

Me faz querer fazer coisas que eu não faria, querido

Algo em, algo em

Algo em você, você


Todas as garotas querem ser desse jeito

São meninas más por trás assim

Você sabe como me sinto por dentro

(Sim, você sabe como me sinto por dentro, querido)

Algo em, algo em

Todas as garotas querem ser desse jeito

São meninas más por trás assim

Você sabe como me sinto por dentro

Algo em, algo em


Ela desceu as alças do sutiã, provocando. O coro de imbecis continuava gritando. Mas eu sabia quem ela queria atingir diretamente. Clary me fitava com seus olhos de gata, hipnotizantes, enquanto dançava.

É, tem algo em você, garoto

É, tem algo em você, garoto

É, tem algo em você, garoto

Algo em, algo em, algo em você

É, tem algo em você, garoto

É, tem algo em você, garoto

É, tem algo em você, garoto

Algo em, algo em, algo em você


E ela decidiu provocar mesmo. Tirou o sutiã, jogando em mim. "Uhuuul", "Delícia", "Gostosa", "Mulherão" entre outros ecoou pelo local. Ela sentou na mesa, me agarrando com as pernas, me puxando para um beijo.

Ela não se importou com a plateia. Mas eu me importava.

Ouvi um "sortudo" enquanto encerravamos o beijo. Tentei o máximo possível não sentir vergonha. Pegando as roupas de Clary do chão, entregando-as para ela.

-- Vamos para casa agora? - Ela disse vitoriosa.

-- Se veste. - Disse.

Ela pegou a roupa bem lentamente, dando de ombros. Seus peitos fizeram uma dancinha.

-- Se demorar demais, eu levo aquela strip no seu lugar.

Ela fez um bico, recolocando o sutiã.

-- Chantagista. - Disse mostrando a língua.

-- Sou.

Após ela se vestir, tive que sair quase agarrado nela. Vários homens queriam quase força-la a fazerem outro showzinho. Como se ela estivesse ali para servi-los. Imbecis.

Saímos da boate, recebendo o vento frio em nossas peles suadas. Chegamos no carro. Dessa vez Clary foi no passageiro.

-- Cuidado com o meu lindo carrinho! - Disse ela.

-- Calma. - Eu ri. - Parece gostar mais desse carro do que de mim.

-- Ah, mas pode ter certeza que eu gosto mais do carro, mesmo.

Fiz uma careta.

Clary riu, puxando meu rosto para um beijo casto.

-- Brincadeira. - Ela disse contra meus lábios. - Ou não.

Segurei sua nuca, deixando o beijo mais profundo.

-- Tenho certeza... - ela suspirou, encerrando o beijo com uma mordida. - ...que gosta mais de mim, do que de tomar banho gelado.

-- Prefiro passar frio. - Brinquei ligando o carro.

-- Ei! - Ela me deu um tapa no ombro.

-- Brincadeira... - Ri. - Ou não...

-- Mas que audácia! - Ela me fez rir mais ainda.

-- Audácia será se você não ir ao meu quarto hoje.

Ela me olhou, parecia contente.

-- Izzy te liberou?!

-- Uhum.

-- Isso! - Ela bateu palminhas. - Uhuul! Ah, ê porra!

Comecei a rir.

-- Que delicada.

-- Você respeite minha ansiedade!

Ri ainda mais. Clary era uma figura.

Mas uma coisa eu não podia negar, eu também estava ansioso para chegar em casa.



Notas Finais


Acho que não é só o Jace que está ansioso... Vcs tb devem estar!
Ksksjsjskskks

Clary fazendo strip! É issu mesmu amores!

E nss Jace já está bem, n se preocupe

E o nss otp? Ele só está se formaaaaando heheeh😏❤

Bjo bjo e até o prox cap de PWF


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