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História Play with fire - Clace - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Eu sabia que vcs tavam com saudade
Só não sabia que era tanto assim ❤❤❤❤

OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS ME TORNAM A PESSOA MAIS FELIZ DO MUNDO TALKEI

Capítulo 2 - Segredos


Fanfic / Fanfiction Play with fire - Clace - Capítulo 2 - Segredos


  -- Para... casa? - Digo lentamente e ela assente. - Que casa?

  -- A sua casa, fofo. - Ela apoia os cotovelos nos joelhos, e o queixo nas mãos. - Você sabia que fica bonitinho preocupado?

  Decido ignorar. A garota estava flertando comigo?

  -- Por que está tão quieto? - Ela pergunta voltando a sua posição.

  -- Não tenho nada a dizer. - Respondo simplesmente.

  -- Sabias palavras, meu jovem. - Ela diz com um tom de gracinha na voz. - E então Cinderela, quantos anos você tem?

 -- Não diz ao seu respeito. - Os apelidos estavam me irritando. E de qualquer modo, eu não falaria.

  -- Nossa. - A expressão de ofendida dela muda em segundos, para maliciosa. - É tão grosso fisicamente quanto na personalidade?

  Eu quis rir, rir de sarcasmo, de desespero, de nervoso. Rir da situação que eu tinha me metido. Era só maia um dia na minha tediosa vida. Só mais um.

  -- Não vai descobrir. - Digo me mantendo inexpressivel.

  Ela dá uma risada sacana.

  -- Por que você tem tanta certeza assim? - Ela respira fundo e abaixa o ziper do casaco, dava para ver que ela estava com calor.

  -- Porque não fico com mulheres só por serem atraentes.

  Ela finge felicidade, depois voltando a sua expressão maliciosa e sacana.

  -- Me acha atraente? - Disse ela. - Obrigada, querido. E olha que nem fiquei nua ainda.

  -- Ainda? - Arqueio uma sombrancelha.

  -- É. - Ela dá de ombros. - Ainda.

  -- Pretende ficar nua na minha frente? - Acho que não consegui me manater inexpressivel, eu estava levemente espatado.

  -- Ah, com certeza eu pretendo. - Ela morde o lábio inferior. - Você é bonito. Uma versão melhor e mais charmosa do seu pai.

  -- Meu pai? - Quantas vezes eu tinha ouvido pessoas desconhecidas falarem dele hoje?

  -- Sim. - Disse ela. -- Seu pai.

  -- Você conhece meu pai? - Uma pergunta, que pela expressão de tédio dela, era bem idiota.

  -- Um pouco óbvio não é, querido? Se eu te disse que parecia com ele.

  -- E como você conhece meu pai?

  Ela parece pensar, olha para mim de novo, me analisando. Por um momento sinto que estava totalmente nu e a exposição. Ela volta a olhar nos meus olhos.

  -- Tem heterocromia? - Ela descruza as pernas.

  -- Um tipo raro.

  -- Adorei seu olho. - Ela sorri. - É estranhamente selvagem e atraente.

  -- Selvagem? - Pergunto quase incrédulo.

  -- Sim. - Ela semicerra os olhos e faz um bico de interesse. - Me diga, amorzinho, é selvagem em outros aspectos também?

  -- Outros aspectos? - Ela parecia impaciente.

  Suspira fundo ajeitando a postura.

  -- Dá beijos selvagens? Faz outras coisas selvagens na cama?

 Meus olhos se arregalam levemente. Aonde aquela mulher queria chegar?

  -- Pergunte a minha namorada.

  Ela não pareceu surpresa, pelo contrário. Dá mais um sorriso sacana olhando as unhas.

  -- Quem é a sortuda?

-- Por que eu te falaria?

  -- Porque eu tenho uma arma e estou perdendo a paciência com você - Ela dá um sorriso sarcástico. -, meu doce

  -- Desculpe, mas também não te diz respeito. - Era melhor ser educado a levar um tiro na cara. - Ainda não respondeu como conhece meu pai.

  -- Ainda não me respondeu qual o nome da sua namorada. - Ela parecia tranquila e despreocupada agora. - E nem a sua idade.

  -- Isso é sério? - Eu levanto uma sombrancelha.

  Ela para de analisar as unhas e olha para mim.

  -- Sim, fofo. É sério. - Diz despreocupadamente. - Entendo que esteja preocupado com a segurança dela. Mas eu não a mataria, afinal, poderíamos nos divertir a três.

  Meus lábios se desencostam em surpresa.

  -- Não vai desistir da ideia de transar comigo, vai?

  -- Shh.. - Ela coloca um dedo nos próprios lábios. - Princesas não usam esse tipo de palavras.

  Reviro os olhos, ela dá uma gargalhada.

  -- Mas respondendo sua pergunta - Ela disse. -, não, não vou desistir. Você parece ser bom na cama. E é mesmo?

  -- Já disse para perguntar a minha namorada.

  -- E você ainda não falou o nome dela.

  -- Não vou falar. - O balanço da van me deixava com ainda mais vontade de vomitar.

  -- Um pena. - Ela dá de ombros.

  O silêncio paira no ar, aquilo estava aumentando meu sono e meu cansaço. A onda de adrenalina havia passado. O porque eu já não sei.

  -- Tem quantos anos? - Pergunto tentando puxar assunto.

  Ela parece surpresa, volta com seu sorriso e me responde.

  -- Você tem quantos? - Pergunta.

  Eu penso um pouco antes de responder, mas no final das contas, o que minha idade mudaria?

  -- Trinta. - Respondo. - Trinta anos.

  -- Interessante. - Ela diz. - Eu tenho vinte e nove.

  -- Como conhece meu pai?

  -- Qual o nome da sua namorada? - Ao ver meu desanimo, sorri. - Estamos chegando?

  -- Sim. - Responde uma voz grave.

  -- Chegando? - Pergunto mais para mim mesmo.

  De repente a van da um tranco e para. Eu vôo para frente na direção dela. Como estava algemado não conseguir segurar em nada. Ficamos a centímetros de distância. Vê-la tão de perto de novo me fez ficar ofegante.

  -- Opa.. - Ela sorri maliciosa.

  Antes que eu pudesse me afastar, ou ela me empurrar a porta da van se abre. Os dois com as máscaras de esqui apareceram na escuridão. Quase dei um berro. A cena estava igualzinha a de filme de terror; dois desconhecidos de máscaras, armas na mão, uma mansão assustadora atrás e estava de madrugada, praticamente sem iluminação nenhuma.

  -- Já está se aproveitando em? - A pessoa de cabelos compridos fala abafando uma risada.

  -- Humm... - Ela passa a mão sobre meu rosto com um sorriso malicioso.

  -- Vamos. Daqui a pouco o Steph chega. - O mais alto fala.

  Minhas sombrancelhas se arqueiam em surpresa. "Steph"? O que eles queriam com o meu pai? Eles conheciam meu pai. Para que raios meu pai estava chegando?

  -- Vem, princesa. - A ruiva me empurra para fora da van. Onde para sair eu quase caio de cara. Já ela salta com graciosidade e aterrisa no chão sem barulho. - Prontinho. - Bate uma mão na outra como se estivessem sujas.

  -- Como é o nome dele mesmo? - O mais alto pergunta.

  -- Termina com Herondale não é? - O de cabelos compridos pergunta.

  -- Jonathan Christopher Herondale. - Responde a ruiva. - Vocês não ouviram nada que o Steph falou?

  -- Eu estava pensando se ele seria bonito. - Disse o de cabelos compridos.

  -- Bom, pelo visto é. - A ruiva se envosta em mim e todos meus músculos ficam tensos. - Agora vamos, já está quase amanhecendo.

  E era verdade. O sol começou a nascer de trás da mansão, dando a ela um brilho dourado como de uma auréola, as portas do paraíso ou algo assim. Me guiam até as escadas da frente. A mansão estava maior do que eu lembrava. E fazia apenas alguns meses que eu não vinha visitar. A mesma porta dupla enorme de madeira escura. Me sentia entrando em um palácio. Os três sabiam se orientar bem por ali. Viraram corredores, passaram portas, subiram escadas, até o escritório do meu pai -- Que era restritamente proibido -- e entraram. Era a primeira vez que tinha visto aquela sala destrancada quando ele não estava. Ele me empurraram para dentro.

  A sala continuava a mesma; tapete vermelho no chão, a mesa de mogno no meio, duas cadeiras menores de couro marrom estavam posicionadas em frente a mesa. E atrás dela, uma cadeira maior de couro preto. Tinha duas janelas de vidro branco, que o sol já começava a entrar por ali, deixando dois feixes de luz dourada no chão. Nas paredes, estantes com inúmeros livros. A mesa dele estava praticamente vazia, se não fosse por uma luminária e um porta canetas.

  -- Agora é só esperar. - A ruiva se senta na mesa. Tirando a jaqueta de couro. Dando lugar a uma regata minúscula e apertada. Cavada dos lados e no decote. Um belo de um decote. Tentei não reparar muito desviando o olhar para as prateleiras, afinal, eu tinha mesmo uma namorada. E não iria traí-la.

  -- Graças a Deus. - O mais alto tira a máscara da cabeça. Seu maxilar era quadrado, os ossos do rosto se contrapunham com a pele pálida. Suas sombrancelhas eram grossas mas não feias. Os olhos eram de um tom mais gélido de azul que o meu, os longos cílios pareciam feminos, e a boca com lábios finos.

  O de cabelo comprido também tira a máscara, dando lugar a outro rosto feminino e delicado. Era pálida como o homem ao lado, e se parecia um poco com ele. As mesmas curvas no rosto, porém nariz e queixo mais finos e lábios mais grossos, cor vermelho sangue. E os olhos eram grandes e castanho escuros. Eles deixam as máscaras em uma das prateleiras.

  -- Permita-me apresentá-los. - A ruiva desceu da mesa com um pulo, se colocando na frente dos dois. - Esse é o Berlim - Ela mostra o homem. - Essa Nairobi. - Mostra a mulher. - E eu sou a Tóquio. - Se mostra com um sorriso sacana.

  Eu arqueio uma sombrancelha.

  -- Pelo amor do anjo. - A morena diz balançando a cabeça. - As séries da Netflix estão te afentando amiga. - Coloca uma mão no ombro da ruiva.

  -- Chega de brincadeira. - Reclama o homem.

  -- Vocês não sabem brincar. - Reclama a ruiva. Ela bufa, movendo uma mecha de seu rosto mais para o lado. - Aquele mal-humorado ali é o Alexander. - Mostra o homem. - Mas prefere que chamem de Alec.

  Ele acena com a cabeça para mim e um fantasma de sorriso passa por seu rosto. Eu devolvo o aceno.

  -- Essa aqui é a Isabelle. - Mostra a morena que sorri simpática.

  -- Pode me chamar de Izzy. - Ela diz com um pouco de malícia, eu só assinto.

  -- E eu... - Ela coloca as mãos na cintura e eu acompanho o movimento com o olhar. Porém meus olhos não obedecem e ficam perdidos no seu -- nada discreto -- decote. Quando percebo volto a olhar para ela de novo, que sorria com mais malícia ainda. - Eu sou...

  A porta se abre, em um barulho alto. Talvez por que tudo estivesse praticamente em silêncio. E logo no meio da sala estava meu pai, seu cabelo loiros desbotados penteados para trás, seus olhos gélidos e frios como um rio congelado. O terno liso e azul, com um cigarro no canto da boca. Ele põe entre os dois dedos e tira dos lábios, expelindo fumaça como um trem.

  -- Clarissa. - Ele cumprimenta a ruiva. Que assente com um sorriso -- dessa vez não malicioso, mas simpático. -- Meu pai dá mais uma tragada e olha para mim de cima abaixo. - Jonathan.

  -- Pai. - Comprimento com o mesmo olhar. - Dá para explicar o que raios está acontecendo?

  -- Claro. - Ele dá a volta na mesa e se senta na grande cadeira, que me lembraria um trono pelo tamanho.

  -- Pode me soltar? - Ele faz um gesto de mãos para os três.

  A morena -- Isabelle, ou Izzy. -- vem até mim, destravando uma tranca e abrindo. Olho para trás, a porta estava aberta. A ruiva -- Clarissa -- se coloca na frente.

  -- Tsc, tsc. - Ela balança a cabeça e coloca a mão na cintura de novo, fazendo seus peitos se moverem em uma dancinha. Mas que droga, Jace! Para de olhar para os peitos da desconhecida. - Não pense em sair, querido. Por mais que fosse interessante ver você tentando fugir.

  -- Eu não ia.. - Sou interrompido pelo meu pai.

  -- Sente-se Jonathan. Temos que conversar.

  Eu, totalmente confuso, faço o que ele me pede. O que raios estava acontecendo? Sem esperar ele começar, faço minhas perguntas.

  -- Quem são eles? Por que estou aqui? Por que fui parado pela polícia? Você sabe que eles mataram policiais? Por que os policiais me levaram a delegacia falando de você? Que merda está acontecendo?

  -- Que indelicado. - Clarissa apoia as mãos nos meus ombros. - Usando palavras de baixo calão. Steph nunca lhe ensinaria isso. Foi a sua namorada?

  Mexo meus ombros tentando sair de seu toque, algo em vão, porque ela praticamente apertou mais.

  -- Pode me responder pai?

  -- Vou ser breve e resumido. - Ele se curva e apoia as mãos na mesa, tirando o cigarro da boca, soltando mais fumaça e deixando em um cinzero que eu nem percebi a existência. -- Eles trabalham para mim. - Aponta para os dois no canto e Clarissa praticamente em cima de mim. Provavelmente se olhasse para cima veria os peitos dela balançando em cima de mim, então decidi continuar olhando para frente. - E você precisa saber de algo.

  -- Pois não. - Eu disse. - Estou ouvindo.

  -- Eu sou o chefe da máfia de Boston, Londres e uma parte de New York. - Ele fala como se aquilo fosse perfeitamente normal. Eu arregalo os olhos e um calafrio passa pelo meu corpo. - E também dos maiores roubos.

  -- Seu pai é um exemplo. - Clarissa diz com uma admiração notável.

  -- Obrigada, Clarissa. - Ele assente com um aceno de cabeça. - O que tem a dizer, Jonathan?

  -- Que isso é loucura. - Falo ainda espantado. - Você... Não pode...

  -- Posso, e sou. - Ele encosta na cadeira de novo. - Isso não é brincadeira e tinha que saber, agora sabe. E eles sabem que eu tenho você, meu único filho.

  -- Mas o que eu tenho a ver com isso?

  -- Acham que você participa disso. - Ele dá de ombros.

  -- Olha, eu não quero participar disso. - Digo suspirando fundo quando as mãos de Clarissa alcançam meu pescoço.

  -- E não vai. - Meu pai responde. - Mas precisará de segurança.

  -- Vai contratar um guarda-costas? - Era metade brincadeira, metade curiosidade.

  -- Eu já tenho um. - Respondo desviando o olhar do meu rosto, indo para cima. - Clarissa.

  -- Ela? - Pergunto com um pouco de desespero.

  -- Sim. - Meu pai responde sério. Um sorriso passa voando sobre seus lábios. - Vai cuidar dele?

  -- Direitinho, chefe. - Ela responde, seu tom sarcástico e malicioso estava nítido no tom de voz.

  Em um impulso olho para cima. Me arrependendo totalmente. Os peitos de Clarissa estavam a milímetros do meu rosto. Volto a olhar para baixo um pouco sem graça. Ela dá uma risada safada e meu pai nem se importa.

  -- Não quer saber como isso? Do por que? Desde quando? - Ele pergunta, parecia interessado na minha falta fascínio por aquela história maluca.

  -- Eu só quero ir para a minha casa descansar. - Me senti muito cansado de repente pela segunda vez. - Eu não ligo para o que faz, ou deixa de fazer. Contanto que a minha vida não seja mudada por isso. - Ele desvia o olhar para os outros dois na porta. Depois para Clarissa, e finalmente para mim.

  -- Se quer continuar trabalhando, e fazendo coisas normais do seu dia a dia. Vai ter que seguir duas coisas.

  -- Que seja. - Dou de ombros, tudo que eu mais queria no momento era minha cama, estava ficando completamente irracional pelo sono.

  -- Vai ter que se abdicar de seu apartamento e morar aqui novamente. - Com relutância eu assinto, eu só voltaria a morar na minha antiga casa não era tão ruim. - E, Clarissa será sua guarda-costas em tempo integral.

  -- O que?!

  Ah, não. Não. Não. Não! Por tempo integral não!

  -- Sim, senhor. - Clarissa diz obediente. - Vou cuidar muito bem dele. - Passa os dedos pela minha nuca e eu arrepio.

  -- Mas... - Ele me ignora completamente.

  -- Isabelle, Alexander já estão livres. - Meu pai dispensa os dois com um aceno. - Clarissa, mostre o quarto que Jonathan vai ficar.

  Ela solta meu pescoço e pega a jaqueta dela apoiada na cadeira vazia. E faz um gesto para segui-la. Apenas querendo uma cama eu vou. Meu pai não diz mais nada, eu também não queria ouvir.

  Seguimos pelo corredor, ela um pouco mais a frente. Estava tudo exatamente igual; as mesmas paredes escuras, as mesmas janelas finas e sem graças, alguns vasos entre as portas de vários cômodos. Ela para em uma porta, abrindo e me dando passagem. Eu entro, não era o meu antigo quarto, era uma suite de hóspedes. Dou de ombros me virando para ela.

  -- Não tranque a porta. - Diz inexpressiva antes de fechar a mesma e me deixar sozinho no quarto.

  Tiro os sapatos e a jaqueta, me jogando de costas na cama. Viro de um lado, depois o outro. Eu estava com sono e cansado, mas não conseguia dormir de modo algum. A cama cheirava a lençóis novos, era macio e bom. Mas mesmo assim minha cabeça estava muito cheia.

  Decido tomar um banho rápido, afinal mal não ia fazer. Me levanto indo ao banheiro, tiro a camisa que estava grudada nas minhas costas pelo suor. Tiro minha calça e a cueca, deixando junto com a camisa. Entro no chuveiro. Estremeço com o contato da água gelada. Mas no fim eu precisava. Tomo um banho rápido e saio do box.

  Pego a toalha que estava em um gancho e começo a secar meus ombros. Ouço um barulho de ranger de porta e olho para a mesma.

  Clarissa estava parada lá mordendo o lábio inferior com uma expressão maliciosa.


  -- Amém...


Notas Finais


HAHAHAH eu amo esse final
Sério, Clary mulherão tudo pra mim

Será que a gente consegue bater 50 likes rápidão? KSJSK indiquem pros seus amiguinhos ❤


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