História Play with fire - Capítulo 8


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Categorias Naruto
Tags Itachi Uchiha, Itaino, Sasuke Uchiha, Sasusaku, Vaahferreira
Visualizações 147
Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Sua chegada


Fanfic / Fanfiction Play with fire - Capítulo 8 - Sua chegada

O ambiente inteiro era demarcado por um suave tintilhar de música clássica, e sinceramente, não era a minha praia. E também nunca pensei que fosse o dos Uchiha. Mas pelo jeito, me enganei mais uma vez. 

— Essa música é horrível. — comentei, voltando aos braços de Sasori quando ele me girou. 

— Poucas coisas do gosto Uchiha não são horríveis. — me respondeu. — Como foi retornar? 

— Por que não me contou que estava morando na Grécia? — Perguntei, ignorando a pergunta interior. Estávamos juntos, na pista, tentando algo como dançar. Que lógico, não era nossa praia. 

— Você não perguntou. 

— Mas... — novamente, Sasori me virou, fazendo-me rodopiar nos calcanhares e bater em seu peito com mais ferocidade que o normal. — Sasori! Você devia pelo menos ter mandado uma mensagem. Tantos anos se passaram e...

— Você excluiu todo mundo da sua vida. Inclusive eu.

— Não é verdade. — talvez fosse. — Mantivemos contato. Você e eu.

— Isso com certeza não é uma verdade. Eu mantive contato com você. Mas isso não quer dizer que você manteve contato comigo. 

— Eu respondia as suas mensagens.

— Mas nunca as enviava primeiro. 

Assim que deixei Nova Iorque, achei que precisava ficar alheia de tudo aqui. E por um tempo, não era bom manter o contato. Sozinha, em Londres, eu pude enfim chorar sem me importar se preocuparia alguém. Porque ninguém veria minhas lágrimas. E foi o que fiz por um longo tempo. Inclusive, me privar de tudo quanto é relacionamento. 

— Me desculpe. — Pedi. O ruivo continuou sério, me encarando. — Eu não tinha pensado nisso desta forma. Pensei que estava fazendo o certo, ficando distante. 

— Você ficou bem? — Questionou.

— Eu tentei. O tempo todo. 

— Falhou? 

— Algumas vezes. Mas tudo bem. Ninguém é feliz o tempo todo. 

Ele assentiu, um sorriso iluminou seu belo rostinho, e então mudou de posição, me abraçando, sendo calorosamente retribuído. 

— Senti a sua falta, Sakura. 

— Nem imagina o quanto senti a sua. 

O resto da noite foi melhor do que eu poderia imaginei. Sasori e Karin se deram muito bem, logo de cara. Não me lembro de tê-los apresentado um ao outro no passado, então fiquei surpresa de rapidamente terem se dado bem. Já Ino e Itachi não se desgrudaram um minuto. 

E quando a noite veio chegando ao fim, notei que apesar da música ruim, eles sabiam como fazer uma festa funcionar. E a organização de Ino estava mesmo impecável, o que só tornou tudo ainda melhor. E bêbada, minha amiga prometeu até organizar meu evento. E ocasionalmente, eu vou cobrar. 

— Enfim, isso foi muito bom. — comentei. Estávamos nos preparando para ir embora. Karin e Ino se pendurando uma na outra, e eu em Sasori. Bem plenos.

— Bom é minha cama. — Ino disse. 

— Com campainha é melhor ainda. — Itachi apareceu por trás,  abraçando Ino e roubando o apoio de Karin.

— Ah não, Uchiha! — que logo reclamou. 

— Vocês viram o Sasuke? — Naruto perguntou, se aproximando de nós. 

— Ele foi embora. — Itachi falou. 

Tão cedo, pensei. 

— Ele estava muito incomodado. — Ino disse. 

— Com o que? — Perguntei. 

— Muitas coisas, na verdade. — Karin continuou: — Você e Sasori se esfregando na pista de dança também não ajudaram. 

— O que o Uchiha tem haver com isso? — Sasori tomou a frente, perguntando, e passou a mão ao redor da minha cintura. 

— Você é homem. — Naruto falou — Entende outro homem, ruivo.  

— Eu não sou homem. Então não entendo. — Sakura levanta a mão, e todos riem. Ok. Álcool não era o seu forte. 

— Ok. Acho melhor todos irmos para casa . — Itachi falou. 


.oOo. — .oOo. — .oOo.

Chegar em casa não foi tão difícil, mesmo alterada além da conta. O difícil mesmo, foi por os pés em casa, louca para pular na cama e dormir. Sabendo que o dia de amanhã, talvez não fosse dos melhores. Mas isso não estava sendo fácil. Assim que chegou, notou logo o som ensurdecedor que o vizinho de cima fez questão de deixar ligado. 

— Cacete! Quem será que não dorme e nem da paz pros vizinhos? — reclamou a rosada. 

Como que ouvindo as reclamações, o barulho do som aumentou alguns décimos a cima. 

— É por isso que não gosto de gente. 

Sakura saiu no corredor, pegou o elevador e subiu para o andar de cima, a cobertura. Contava os segundos para o elevador parar e ela poder gritar um "Vai pra porra!" Para o sinico que não se importava com o bem-estar dos seus vizinhos. 

Assim que o elevador abriu, ela se deu conta que ele ia direto para dentro do apartamento: merda! Chiou e receosa adentrou o apartamento a passos curtos e receosos. 

— Isso é errado... errado e muito errado. 

Sua mente repetia, mas seus instintos sò a faziam seguir em frente. Enfim estava na sala de estar. E que sala belíssima. Um lustre tão bem refinado, que sem muito esforço você se via refletido no mesmo. uma sala espalhafatosa demais. Era tudo muito grande, e rico. Sim, por um momento me questionei se não estava na casa de algum artista. Tudo gritava "Dinheiro". Do grande lustre na sala de jantar, até os tapetes felpudos da sala de estar. 

— Uau! — deixou escapar. 

Sem nem mesmo perceber, estava sendo observada. Cada passo que dava não passava despercebido pelos olhos onix a fitando da escada. 

Em um canto mais afastado, Sakura avistou o rádio e inquisitor de todo seu mal humor. Sem pestanejar, ela seguiu até o mesmo e o puxou da tomada. 

Agora jazia um silêncio. Um silêncio assustador. Até que foi quebrado por uma voz rouca e certamente que causou um arrepio por toda linha da espinha da rosada. 

— Belas pernas. 

Sakura sobresaltou-se ao ouvir aquela voz. Apesar de não estar tão claro quando a água, ainda reconheceria sua voz em qualquer situação. 

— S-S-Sasuke?!

De todos os Uchihas que ela poderia pensar, Sasuke era o último. E que grande golpe de azar o dela. O moreno descia os degraus alinhadamente, enquanto segurava um copo de whisky e na outra tragava um único cigarro já quase terminado. Última coisa que imaginava, era que Sasuke Uchiha era fumante. 

Ele parou de andar, apenas quando estava bem a sua frente. Sakura recuou dois passos, e Sasuke avançou na mesma quantidade. 

— Desculpa, eu não sabia que era o seu apartamento. Eu sinto muito... — Sakura tentará falar, porém nem pôde terminar sua frase. 

O moreno a segurou pelo braço, e pressionou seus labios no da rosada estática. Os olhos de Sakura se arregalaram em confusão, e ela não conseguiu fazer nada a não ser ficar imóvel. 

"O... O que ele estava fazendo?" Se perguntava, mas a resposta veio logo a seguir quando ele se afastou e ainda mais desengonçado tentou aprofundar o beijo, movendo seus labios contra os dela. 

Sakura foi mais rápida, o empurrou facilmente, pois sentiu o cheiro de álcool em sua respiração, e sem delongas disparou em correr pro elevador. Apertou rapidamente os botões diversas vezes, e antes que ele fechasse pode avistar de longe Sasuke sorrindo pra ela do mesmo lugar. 

Segundos depois o mesmo abriu em seu andar, e sem cerimônias, Sakura saiu as pressas e entrou em seu apartamento. 

— O que foi aquilo? — se perguntou, enquanto deslizava pela porta até se sentar no chão. 



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