História Play With The Darkness (Imagine Suga - BTS) - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Hoseok, Imagine, Imagine Min Yoongi, Imagine Suga, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Long-fic, Min Yoongi, Namjoon, Rap Monster, Suga, Taehyung, Você, Vocêxbts, Vocêxsuga
Visualizações 53
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Notas finais minha gente, notas finais (?)

BoA lEiTuRa <3

Capítulo 12 - 11. Playing With The Children


Fanfic / Fanfiction Play With The Darkness (Imagine Suga - BTS) - Capítulo 12 - 11. Playing With The Children

Play With The Darkness

Playing With The Children

By Effis

"Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."

Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944)


— E você continua um péssimo mentiroso, Min. — Hana sorriu minimamente para o aliado e amigo, ao mesmo tempo em que estendia a mão direita numa saudação formal. — Prefiro quando é um idiota sincero.

— É, eu também. — aceitou o cumprimento, também sorrindo. — Bem-vinda de volta, Hana.

— É bom estar de volta.

— É mesmo? Você não me parece tão bem assim. — Yoongi acusou, sentindo a mão pequena soltar-se do aperto no instante seguinte. — Sinto muito.

A Lee respirou fundo, apoiando-se à porta recém-fechada. Desejava com todas as suas forças — e não eram poucas — adiar aquele assunto o máximo que pudesse, ainda mais ao acreditar tê-lo superado. Não havia aceitado o convite de Seokjin para regredir ao passado, mas sim para alcançar o pleno oposto.

Tudo ficaria bem.

Tudo precisava ficar bem.

— Está tudo bem. — desviara do olhar tão analítico quanto o seu, ciente do quão bem ele lhe conhecia. — Tudo bem... — se distanciou da porta, presenciando o olhar desfocado do outro se chocar a ela. — Pensei que fosse mais discreto, Yoongi, mas você está deixando tudo tão na cara.

— Até você? — sussurrou tão baixo que acreditou não ter sido ouvido. — Isso é irritante.

— Deixe-me adivinhar? — voltara a recostar-se, dessa vez à parede. — Seokjin?

Min Yoongi estava muito perdido, mais do que imaginava.

— Retiro o que eu disse. — resmungou. — Vocês são irritantes.

Hana gargalhou alto — uma reação muito incomum de sua parte —, não compadecendo-se pela visível irritação alheia.

— Ela está dormindo, parecia muito cansada. — iniciou o assunto ao qual ele parecia estar mais interessado. — Ou melhor, fazê-la confiar em mim foi cansativo. — olhou para baixo, pensativa. — Ah, ela não gosta muito de você. — acrescentou, sorrindo de lado. — Tipo, quase nada mesmo.

— Acredite, é recíproco. — Yoongi falou, dando as costas para a menor e seguindo adiante. — Até mais, Hana.

Sua resposta veio em palavras lentas e frias, após quatro passos contados:

Por que está usando as luvas, Yoongi? — Hana lateralizou o rosto, ainda imparcial ao observá-lo parado a uma distância curta de si. — Pensei que não precisasse mais delas, você mesmo disse isso.

Yoongi soprou um riso.

— Não preciso. — afirmou com firmeza.

— Então por que está usando-as novamente?

O maior pareceu ponderar por alguns instantes, para logo virar-se e encará-la, como se assumisse sua culpa por algo desconhecido.

— Por causa dela.


*                    *                    *


HOSEOK! Seu filho de uma... — o mais novo pareceu repensar suas palavras, para logo completar ainda mais furioso: — Venha aqui agora e me enfrente como um homem, seu bastardo!

— Tenho uma ideia melhor... — Hoseok, claramente desapegado de sua vida, debochou a uma distância considerável do oponente. — Por que você não vem me pegar, cookie?

(S/N) gemeu desgostosa, assistindo à discussão que já se mantinha por tempo demais, sem um motivo ou finalidade razoável. Debruçara-se sobre o sofá uma vez mais, jogando todo o corpo para trás em frustração acomulada, já cansada de toda a falação repetitiva.

Tudo aquilo por causa de um biscoito.

Um maldito biscoito.

Aparentemente, Jung Hoseok possuía o fetiche estranho de relacionar pessoas a alimentos, em especial doces — tanto que lhe apelidara carinhosamente de "moranguinho", quase como se pudesse adivinhar seu amor pela fruta. E com Jeon Jungkook não seria diferente, exceto pelo fato de que, com ele, os apelidos não tinham nenhuma conotação afetiva.

Não tinham mesmo. Pareciam ser utilizados apenas pelo prazer de irritá-lo; visto que, pelo pouco que percebera, essa era a única forma de tirar o mais jovem do sério.

E após um Hoseok extremamente implicante dizer aquilo que não deveria ser dito, os dois passaram a correr em torno do grande sofá da sala, onde ela se encontrava na hora errada, protagonizando uma verdadeira briga infantil. No entanto, pelo pouco que pôde averiguar sobre eles em menos de três dias de convivência, Hoseok e, algumas vezes Jungkook também, eram verdadeiras crianças.

Esses dois são como duas crianças.

Sim, crianças bonitas, inteligentes e, puta merda, muito bem desenvolvidas; porém apenas crianças em corpos adultos, ou seriam adultos com mentalidades infantis demais?

— Jungkook, coloca esse vaso no lugar bem devagar!

Bem, criancinhas.

— Eles são sempre assim? — perguntou, inclinando o pescoço para trás e encarando um Kim Seokjin bem vestido e encostado à parede com uma carranca no rosto, assistindo ao espetáculo incrédulo.

— Mais vezes do que gostaria. — sorriu para si. — Digamos que eles ainda estão bem controlados, normalmente já teria destruído boa parte da sala numa hora dessas. — arregalara os olhos, assustada. — Não se preocupe, esses dois não vão destruir nada — pausa dramática, a confusão estampada em seu olhar. — Eles estão se segurando porque você está aqui, isso é engraçado. O que Hoseok fez dessa vez?

— Bom, parece que Jungkook detesta ser relacionado a biscoitos.

— Hoseok realmente não cansa? — Seokjin foi retórico, rindo ao andar em direção à porta de entrada. — Tenho que ir, Namjoon detesta ficar sozinho naquela empresa gigante. Ele não admite, mas se sente solitário. — segredou com a menor, que acabou rindo. Jin era uma ótima pessoa, lhe lembrava tanto uma mãe com seu jeito acolhedor de ser. — Mas antes... — encarou os dois encrenqueiros entediado. — Já chega, não acham?

Imediatamente os citados encerraram seu ato infantil com uma pressa hilariante, um pouco ofeganfes e mantendo uma distância segura um do outro, como se as ordens do mais velho fossem imutáveis.

O que realmente pareciam ser.

— Ótimo. — abrira a porta e, antes de fechá-la novamente, retomou a fala: — Taehyung está na biblioteca e acredito que o almoço já esteja pronto, (S/N), coma alguma coisa, está bem?

— Está bem, Seokjin-oppa. — afirmou e recebeu um sorriso enorme como resposta, antes dele bater a porta com força. Virou-se na direção dos outros dois, os quais lhe encaravam de maneira duvidosa. — O que foi?

Eles se entreolharam e sorriram entre si, não aparentando mais serem as mesmas pessoas que se caçavam minutos atrás. Por instinto, sentira seu rosto queimar ao perceber o que havia dito.

Oppa? — escondeu o rosto entre as suas mãos, envergonhada. — Pode nos chamar assim sempre que quiser.

Provavelmente nunca mais os chamarei assim.

Talvez no dia em que Yoongi for gentil por livre e espontânea vontade...

Em outras palavras, nunca.

— Idiota. — sussurrou, mesmo que não soubesse a quem estava se referindo. — Então... vocês têm uma biblioteca?


[…]


Não, eles não tinham uma biblioteca.

Eles tinham A Biblioteca.

Nunca, em toda a sua vida, pensou que pudesse existir um lugar com tantos livros, em tantos lugares diferentes, com tantas possibilidades literárias, estante atrás de estante, numa imensidão sem fim à sua vista. Nossa... aquele era o seu País das Maravilhas?

Parece que eu dormi e acordei no Paraíso.

— Isso só pode ser uma brincadeira. — de muito bom gosto. Seu queixo foi ao chão observando seção por seção e perdendo-se nas possibilidades. Considerava-se uma amante dos livros, contudo, custava a acreditar que tivesse lido um quinto do que havia ali. — Alguém me diz que eu morri, porque eu não creio que uma maravilha dessas exista na Terra.

— Não, você não está morta. — seria um anjo? — E meus ouvidos também não, se me permite dizer, eles estão bem vivos.

Não, não era um anjo.

Girou o corpo em direção à voz rapidamente, encontrando o homem sentado em uma das mesas destinadas à leitura, com uma pilha de livros bem ao seu lado.

Certo, anjo ele pode até não ser.

Mas com certeza tem a aparência de um.

— Ah, me desculpe pela gritaria. — abaixou o rosto e fitou o chão, fugindo do olhar alheio. De forma tola, porém, pois ele não estava, nem conseguiria, encará-la. — Você é Kim Taehyung?

— Sim, e você tem uma voz muito bonita, (S/N). — sorriu, revelando um lindo sorriso quadrado que conseguiria desnortear qualquer um. — Gosta de livros?

Seus olhos adquiriram um brilho característico antes de respondê-lo:

— Amo, na verdade. — fitou-o, percebendo assim as pálpebras cerradas em sua direção. — Você também gosta, eu presumo, caso contrário não estaria aqui. — posicionou-se atrás do acastanhado, tentando vislumbrar aquilo que era lido por ele em vão. — O que está lendo?

Taehyung balançou a cabeça em negação, retirando as mãos de cima das páginas do livro que antes saboreava com tanta gula.

— É um romance policial em braille. — Taehyung soprou um riso ao mesmo tempo em que ela engasgava, surpresa. — Romances são os meus preferidos se quer saber, alguns são bastante previsíveis, mas não deixam de ser apaixonantes.

— Você é... — tentava não ser grosseira, mas sabia que falharia.

— Cego? — negara, o sorriso quadrado ainda presente em seu belo rosto. — Não enxergo bem como você, mas enxergo melhor do que quem não enxerga nada.

— Entendo. — permanecera em silêncio, sem saber se deveria pronunciar algo.

(S/N)? — Taehyung chamou, ouvindo um resmungo duvidoso soar baixinho. — Você poderia me fazer um favor?

— Claro.

— Obrigado. — o Kim virou o rosto até estar de frente para ela, tendo certeza de que era encarado com admiração e... pena? Não, definitivamente não existia pena naquele olhar, seus ombros não pesavam tanto quando de costume. Curiosidade, talvez. — Pegue algum livro na seção que quiser e leia para mim, espero que não me entenda mal, mas...

Eu realmente gosto muito de poder escutar sua voz novamente.



Yes, I love children, bae

But these children are no longer children, my love

They smile with the purity of a, bae

But they correct me as adults, my love


They say that you have grown up

I say that you have changed

You answer, "What the fuck?"

You do not call, you do not call,

 You do not really care


We are sugar children

Children who want to meet,

Children wanting to look,

Looking for love.


Notas Finais


~joguei a bomba e saí correndo~

Eu sei, demorou, demorou muito, demorou muito mesmo, demorou ao quadrado!

*-* podem me xingar com carinho nos comentários, tá legal? Amo vocês <3

Motivos da demora:

+Bloqueio criativo;
+Falta de tempo para atualizar;
+Gente, as minhas férias foram muito puxadas, férias não deveriam ser para relaxar né?

E só, PWTD NUNCA será abandonada, ok? Eu amo a fanfic e amo meus leitores, tá legal? Ótimo +-+

Até mais (juro que vou tentar voltar o mais rápido possível)
OBRIGADA PELOS 140+ FAVORITOS E POR TODOS OS COMENTÁRIOS, EU AMO VOCÊS DEMAIS POXA @-@

Comentem o que acharam do capítulo, loviu <3
Agora sim, até mais <33


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