História Play With The Darkness (Imagine Suga - BTS) - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Imagine, Imagine Min Yoongi, Imagine Suga, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Long-fic, Min Yoongi, Namjoon, Rap Monster, Suga, Taehyung, Você, Vocêxbts, Vocêxsuga
Visualizações 141
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 8 - 7. Playing With The Need


Fanfic / Fanfiction Play With The Darkness (Imagine Suga - BTS) - Capítulo 8 - 7. Playing With The Need

Play With The Darkness
 Play With The Need
By Effis
"A necessidade é a melhor mestra e guia da natureza. A necessidade é terna e inventora, o eterno freio e lei da natureza."
Leonardo da Vinci


– Yoongi, onde ela está?

Namjoon inquiriu ao ver o mais velho adentrar sua sala cheia sozinho.

Estavam quase todos ali presentes, apenas à espera. Nervosos e ansiosos demais para que pudessem evitar o descontentamento em ver apenas o Min ali. Sabiam que duvidar do outro era uma perda de tempo, mas era inevitável para seres como eles, que presenciaram tantas coisas e sabiam que sua vitória estava longe de ser fácil. Eram conscientes de tudo que poderia ter dado errado, e aquilo sim era preocupante. Eram coisas demais em jogo.

Foram anos atrás de respostas que agora poderiam lhe dar, anos procurando uma forma de esclarecer os fatos até para si mesmos; até que fossem capazes de identificar seu objetivo. E agora que o tinham, não o perderiam.

Yoongi suspirou e passou as mãos pelos fios desbotados, jogando-os para trás e suspirando de forma audível. Seu corpo estava curvado e tenso demais, queria apenas algumas horas de sono a mais e descansar. Coisa que não teria novamente tão cedo.

E como ele queria não ter aquela certeza.

– Eu a deixei na sala. – pendeu o pescoço para trás, estralando-o. – Achei que quisessem falar comigo antes de tudo.

O mais velho dos presentes suspirou profundamente, não aparentando nada além de puro alívio. Em passadas lentas, colocou-se de frente para o menor e encarou-o mordaz. No instante seguinte, contradizendo toda a calmaria de outrora, o Kim agarrou Yoongi pelo pescoço, suspendendo-o no ar.

– Você tem idéia do que poderia ter causado, Yoongi? – cuspiu em um rosnado involuntário. – Você sequer pensou que estava errado, Suga? Eu não me importo de ter burlado ordens dos outros, de ter sido imprudente como sempre. – Seokjin diminuiu o aperto, apenas para voltar a olha-lo. – Mas você poderia ter o mínimo de consideração com as coisas que realmente nos importam, não é? Me diga, Min, é tão horrível ter de cumprir sua missão?

Yoongi nada respondeu, permanecendo neutro o tempo inteiro, escutando todas as palavras rudes direcionadas a si calado. Era até justo, no final. Mas, para um Kim Seokjin em ponto de ebulição, aquilo fora mais que uma simples afronta costumeira.

Min Yoongi renegava seu papel, e isso era uma traição.

Me responda, Yoongi. – os presentes estremeceram e o ambiente passou a pesar. – É tão ruim pensar que alguém se importa?

Após a fala, Seokjin simplesmente soltou-o e voltou para o seu lugar ao lado do líder, deixando o mais jovem incrédulo. Quando fez menção de aproximar-se do outro, Namjoon bateu o punho em sua mesa, dando aquilo por encerrado.

– Já chega vocês dois! Já não basta a carga de problemas que me causaram, Kim Seokjin, Min Yoongi, vocês querem um caos interno também?

Não, eles não queriam. Apenas eram pessoas diferentes, que tinham ideais diferentes e condutas completamente opostas. Um confronto iminente era mais do que normal. Mas eles não tinham tempo a gastar com briguinhas bestas entre si. Um desentendimento interno resultaria no caos real.

E como era necessário prezar pela ordem.

– Ao menos nada de valor foi perdido, pelo menos isso. – o mais novo ali, Jeon Jungkook, afirmou sussurrando. Tolerar seus hyung's era um trabalho difícil que exercia vinte e quatro horas por dia, e preferia horas trancafiado numa sala cheia de papelada. – Nós podemos resolver o seu caso depois Yoongi, traga-a aqui.

E só os céus sabiam o quanto Namjoon ficara feliz ao ver um de seus irmãos agindo com prudência. Nem tudo estava tão perdido assim.

Yoongi murmurou algo desconexo antes de virar-se com o intuito de fazer o que lhe fora pedido, mas uma pergunta indagada cercou sua mente:

– A propósito, alguém aí viu o Jimin?


*          *          *


Mas que merda, Yoongi!

S/N praguejava, amaldiçoando o fato de ter sido deixada sozinha na sala.

Aparentemente, estar dentro daquela casa nem se comparava à visão de fora, a sala de estar com certeza seria dez vezes maior que seu apartamento — por mais que ele fosse espaçoso e até bem caro. Os móveis devidamente colocados e arrumados estrategicamente dando um ar ainda mais rústico ao imóvel, faziam com que se sentisse em algum tipo de volta no tempo ao ver as paredes em tons de vermelho escuro e ornamentadas com quadros de época, que provavelmente eram tão caros quanto todo o resto.

Quebrar alguma coisa ali significaria um rim a menos, talvez mais.

E por enquanto, prefiro deixar meu corpo sem baixas.

Mas o que mais lhe chamara atenção não fora nenhuma daquelas coisas, mas sim o que se encontrava sobre uma espécie de bancada presa em uma das paredes. Vasos. Uma bancada que carregava ao todo três vasos pintados e decorados de forma abstrata, pela ar imponente e belo que transpareciam com certeza seriam importados.

E se tinha uma coisa que ela adorava, era uma boa arte tátil, algo que pudesse tocar ao admirar, sentir a textura contra sua pele. Aquilo era aconchegante.

Sem pensar muito, desencostou-se do sofá e em menos de dez passos já encontrava-se de frente para o seu objetivo e, sem dúvidas, era mil vezes mais belo quando visto de perto, assim como a casa. Pincelou o ar, tendo consciência de que pagar um conserto daqueles não seria nada barato, e hesitou antes de finalmente pousar a mão esquerda ali. Mas a sensação foi gratificante.

Era macio, constatou, sentindo a porcelana contra sua pele e fazendo cócegas com o contato. O relevo era levemente enrugado pelas linhas pretas que o adornavam e criavam outras paralelas à elas. Desceu as mãos e segurou o vaso pela base, no intuito cego de levanta-lo para senti-lo melhor.

Era um tipo de fascínio seu tocar tudo que achasse belo e merecedor de atenção.

Realmente iria completar sua ação, se não tivesse sentido no meio do caminho uma mão pequena tocando-lhe o ombro.

Seu sangue gelou à medida que o corpo saltou em susto e antecipação: o vaso caíra de suas mãos.

Eu só faço besteira mesmo, vou te contar.

Pressionou os lábios e fechou os olhos, apenas imaginando tamanho esporro que levaria a seguir e o quanto seria obrigada a pagar por isto. O vaso era caro, só de se observar percebia-se, talvez custasse mais que sua alma. E era tudo culpa do Min.

Porque se não a tivesse deixado sozinha ela não estaria ali, e se não estivesse ali não seria levada pela curiosidade e, assim sendo, não teria parcela de culpa nenhuma. Mas nem tudo era como S/N queria.

E aquilo estava mais do que claro.

Diferente do esperado, o objeto não caiu no chão. Em movimentos rápidos e não visíveis por si, a figura desconhecida impediu que o vaso tivesse seu encontro com o chão, segurando-o por um dos cabos e soltando o ombro alheio para colocá-lo no lugar, dando a ela apenas a visão de suas costas.

Ele era lindo, observou, abrindo os olhos. A estatura um pouco mais baixa — ironicamente — lhe destacava, assim como os fios alaranjados e as roupas sociais, o dando um ar mais sofisticado e altruísta. Por um instante imaginou se o rosto também séria tão perfeito quanto o que vira.

– E-eu... sinto muito. – retardou a fala, xingando-se internamente por soar tão nervosa. – Não sei o que deu em mim, perdão.

Alguns segundos de silêncio e um suspiro foram sua resposta, antes que ele finalmente tirasse sua atenção do objeto para ela, inclinando o rosto para trás.

Estava certa, era tão perfeito quanto o esperado. O rosto de feições delicadas e ao mesmo tempo másculas, as bochechas salientadas e os olhos pequenos em um tom belíssimo de quase preto evidenciavam sua descoberta. Céus, era algum tipo de ser cuja peculiaridade era ser perfeito demais?

– Tudo bem, tome mais cuidado da próxima vez. – ele sorriu minimamente, quase transformando seus olhos em dois risquinhos bonitos. Calmamente, passou raspando por ela e parou a alguns centímetros de distância, pendendo a cabeça antes de completar: – Seja bem vinda, S/N.

E sumiu em um dos corredores desconhecidos, deixando-a confusa para trás.

– Ok, como ele sabia meu nome? – entoou perplexa.

– É só com isso que está preocupada? – Yoongi apareceu, apoiado em uma das portas da parte superior da sala, tirando-a de seu torpor. – Venha, eles querem falar com você.


*          *          *


– Presumo que não saiba quem nós somos, certo?

Quase todos, agora, encontravam-se em uma das principais salas de reuniões dos rapazes em sua própria morada. Grande em todos os sentidos, tão grande quanto qualquer outro cômodo da mansão, imaginou. A maioria dos presentes era desconhecida, mas cogitava que ainda existiam faltantes, visto que o desconhecido alaranjado não estava ali. Talvez, o único que pudesse dizer conhecer fosse a peste ao seu lado.

E olhe lá!

Dois permaneciam sentados despretensiosamente no sofá, aparentemente desligados das presenças alheias; outro, loiro, permanecia de pé ao lado da mesa onde o que julgou ser algo como um líder jazia; enquanto ela e Yoongi permaneciam perto da porta, ele recostado na parede e ela no lugar onde fora pedida pelo loiro para estar, mais exatamente no centro.

Se não fosse uma situação estranha, pararia para admirar a beleza dos presentes, até mesmo a de Yoongi. Eram verdadeiras obras de artes.

– Nem desconfio.

O moreno suspirou, pronto para continuar se não tivesse sido interrompido.

– Antes de mais nada deixe que eu nos apresente. – o loiro se pronunciou, recebendo um olhar reprovador que foi ignorado do outro. – Eu sou Kim Seokjin, e é um prazer conhecê-la. – fez uma curta reverência, a qual S/N achou estupidamente elegante para não devolver o gesto, e o fez mesmo que desajeitadamente. – Este aqui é Kim Namjoon – trocou um olhar fuzilante com o maior. – Aqueles dois são o Hoseok e o Jungkook, mas ainda temos dois faltosos irresponsáveis fora do recinto, vejam só – balançou a cabeça em falsa indignação. – E o cubinho de açúcar aí você provavelmente já conhece, certo? – Revirou os olhos antes de focar seu olhar no da menor, em uma intensidade quase intimidante, mas com um ar de súplica. – E, bem...

– Nos precisamos de você, S/N.


Continua...


My heart needs truths

This is my greatest need

A reason to escape this darkness.


Are you ready to give it to me?


Notas Finais


Eita Jãooo

E aí, leitores lindos do meu kokoro, como vocês estão depois dessa?
Entãooooo, i love you, sabiam? Esse capítulo deveria ser maior, só que eu decidi deixar o resto pro próximo.
.
.
.
Eu sou um amor, diz aí XD


Ahhh, eu tenho uma fanfic nova (Yaoi, pra quem gosta) com uma parceria top pra vocês ( @Min_lunna <3)
O nome é "Como (NÃO) Amar Min Yoongi?"
Link: https://spiritfanfics.com/historia/como-nao-amar-min-yoongi-10888422

Um bb meu Jikook <3: https://spiritfanfics.com/historia/fatal--jikook-10784336

Gostaram? Amaram? Odiaram? Detestaram? Mais ou menos?
Querem matar e depois abraçar a autora?

Comentem aí ;)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...