História Playboy - Capítulo 28


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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Amor, Dança, Dance, Dyo, Exo, Exol, Fanfic, Kai, Kaisoo, Playboy, Sulay, Xiuchen, Yaio
Visualizações 311
Palavras 2.027
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - 28


Fanfic / Fanfiction Playboy - Capítulo 28 - 28

Quando vi Jongin ajoelhado com aquele olhar meu coração quase parou. Ele estava ali do meu lado, tao perto. O modo que fiquei quando o encontrei na rua não chega perto de como fiquei aquele momento, olhar dele descendo para minha boca, como eu queria que ele me beijasse, que saudade estava dos seus beijos.

- Soo? - Lisoo entrou na sala e foi até mim - você está bem?

A olhei com os olhos cheios de lágrimas - me deixa sozinho Lisoo, por favor. - Ela se levantou e saiu, fechei os olhos e deixei as lágrimas cair, passei a mão na barriga - e agora bebê?

Abri os olhos e olhei para ela.

Estiquei a mão e peguei o papel que Jongin tinha me dado, olhei bem a letra que o assinava. - Se isso for verdade eu vou matar Chungho. - Levantei e peguei minha jaqueta e juntei as coisas do bebê.

- Liso, vou sair não volto mais hoje - ela levantou.

-Para onde você vai? - Coloquei o braço dentro da jaqueta deixando as sacolas no chão - resolver uma coisa - ela pegou a bolsa.

- Vou junto - a olhei - e se você não deixar eu ligo para o Minseok - revirei os olhos - só para lembrar, eu sou seu chefe ainda.-

Ela riu e saímos. Em quanto íamos para o elevador peguei meu celular. 

- Alô?

- Soo?

- Oi Chungho, estava pensando quer sair mais tarde?

- Claro, quero, que horas? Quer que eu te pegue?

- Não precisa, as 7 no restaurante perto do meu prédio.

- Ok, eu te contro lá.

- Até então.

- Até, Soo.

Lisoo me olhou parada na porta do elevador - você pode me explicar o que acabou de acontecer?  - Dei uma piscadela e a puxei para dentro do elevador - você vai ver. -

Fomos para casa de Lisoo para ela pegar uma roupa mais confortável e menos chamativa e depois seguimos para meu apartamento, digo, paramos em um fast food porque minha pessoinha ama batata frita e se não comece seria capaz de morre e não quero meu bebê com cara de batata frita.

Tenho que agradecer ao pai dele por isso.

Chegamos ao meu apartamento e segui direto para o banheiro para tomar banho, em quanto tirava a roupa notei minha barriga, realmente ela já estava um pouco "saliente" para apenas três meses e meio, fiquei uns minutos a olhando no espelho. Não me cansava de passar a mão nela, nunca pensei em ter filhos e quase morri de susto quando li aquele exultado, mas agora, não me imagino mais sem esse serzinho.

Sai do banho de cueca e o roupão por cima, Lisoo estava deitada toda estirada na minha cama - você tem que me falar onde compro esse box, necessito dele agora para viver, como ele é confortável.

Sorri e balancei a cabeça - depois te dou o endereço da loja- abri o closet e peguei uma calça jeans a vesti e tirei o roupão - nossa.

Lisoo sentou na cama me olhando - que barriga linda - ela se aproximou de joelho e passou a mão - oi bebê - fiquei olhando a cara e boba dela.

Depois você baba mais, agora deixa eu vesti uma camisa - ela deu língua - tomara que você puxe seu papai Jonginie para ser... - Ela me olhou - desculpa Soo eu não quis...

Balancei a cabeça e peguei uma blusa e a vesti- do jeito que esse serzinho come é capaz de nascer ele todinho. -

Estava meio frio e como minha barriga já estava começando a aparecer vestir um moletom preto (cujo o qual era de Jongin).

- Vamos?

Ohei para Lisoo que pulou da minha cama e vestiu as botas.
O discreto de Lisoo é uma roupa preta coloca com salto alto.

-Vamos - peguei o papel que Jongin me entregou mais cedo e seguimos para a porta.

Ao chegar no restaurante, Lisoo entrou na frente e eu depois, cheguei uns minutos mais cedi e me sentei em uma mesa para esperar Chungho, e já que estava em um restaurante pedi uma porção de batata frita.

Meu plano era o seguinte, conversar com Chungho e tentar fazer ele confessar, para minha sorte ele nunca foi tão inteligente, sempre acaba pego, como quando me traiu. Sempre deixava um rastro e era esse rastro que eu queria pegar. Conhecia a letra dele e era a mesma do cheque, mas, queria confirma antes de tomar alguma atitude referente ao cheque e Jongin. Até o dia daquele beijo, Jongin nunca tinha feito nada que me levasse a desconfiar do amor e da fidelidade dele, mesmo sendo o sonho de consumo de homens e mulheres ele sempre me passou segurança e se Chungho fez isso com a gente ele iria pagar.

Assim que a porção chegou, Chungho atravessou a porta do restaurante, deixei meu celular em cima da mesa, para qualquer coisa chamar Lisoo, apesar de tudo tinha noção da minha gravidez e do que ele fez comigo no meu apartamento.

Ele caminhou até mim, olhei para o lado e vi Lisoo rodando o celular na mão enquanto bebia um refrigerante.

- Você não sabe o quanto me deixou feliz seu convite - ele puxou a cadeira e sentou - que bom - sorri - quer? - ofereci as batatas, ele pegou uma - obrigado, então - enfiei uma batata na boca.

- O que você queria falar comigo naquele dia no meu apartamento?

Fui direto não queria que isso demora-se mais que o necessário. Chungho sorriu de orelha a orelha e pegou minha mão - eu queria me desculpar por tudo Soo, de verdade a pior coisa que fiz na vida foi ter te trocado por outro - sorri novamente, mas, de raiva. - Você gosta mesmo de mim, Chun? - fiz a carinha de inocente - ahh, Soo, eu te amo.

Me segurando para não vomitar em cima dele, entrelacei nossos dedos - me ama? Mesmo?

Chungho apertou minha mão e se inclinou para me beijar, virei o rosto e sorri. Vi Lisoo que abaixou os óculos escuros. Sim ela foi de óculos escuros a noite.

Minha suspeita é que ela acha que está em um filme.

Ele se afastou e ficou me olhando - vamos devagar está bem?

Ele concordou.

Ficamos conversando, Chungho me contou sobre sua mudança de vida, agora trabalhava com o pai ajudando a cuidar das empresas, ele perguntou dos meus pais, disse que estavam bem - você está lindo com essa blusa preta sabia - mordi o lábio - obrigado. -

Ficava lindo mesmo com essa blusa, por isso "peguei" de Jongin. Mudei de assunto depois disso, já estava cheio e as batatas estavam rodando meu estômago junto com o suco que pedi. - Chungho queria te pergunta uma coisa, mas me responda com sinceridade - ele me olhou.

-Pode perguntar Soo.

Fiz carinha de inocente e segurei a mão dele - me deram isso a alguns dias - peguei o papel do bolso e o mostrei - disseram que você pagou um cara para beijar o Jongin, isso é verdade?

Ele arregalou os olhos - eu...

-Se for, foi a prova de amor mais linda que já recebi na vida.

Meu estômago girou.

Calma serzinho, não faz papai vomitar desse cara.

Chungho me olhou desconfiado, forcei mais o sorriso e usei toda minha habilidade de manipular as palavras, apertei a mão dele com as minhas duas mãos - tudo bem, já sei que é mentira - sorri de lado e chamei o garçom - a conta por favor - o garçom assentiu e foi até o balcão. - Foi bom te ver Chungho.

Disse quando o garçom chegou com a conta - peguei o papel e afastei a cadeira, Chungho estava me olhando ainda com os olhos arregalados - espera Soo - ele segurou minha mão - olha, me perdoa, não queria te ver sofrer mas não aguentava mais te ver com aquele cara - respirei fundo e sentei novamente - então você fez isso?

Ele concordou. Estava certo a letra era dele - mas fiz isso porque eu te amo, e agora a gente pode ficar juntos novamente - ele sorriu segurando minha mão.

Meu sangue só não ferveu porque me controlei por causa do bebê. Esse filho da mãe me fez ficar esse tempo todo longe do meu Jonginie por nada. Vi o copo de suco de laranja que ele bebia e não pensei duas vezes, no minuto seguinte o líquido do copo estava na cabeça de Chungho.

- VOCÊ ME FEZ PASSAR OS PIORES MESES DA MINHA POR NADA? - comecei a berrar com ele - não foi por nada, Soo eu posso te fazer feliz, lembra a gente era...

Comecei a tacar coisas que via pela frente e até de outras mesas nele.- SE FELIZ PARA VOCÊ É ME FAZER DE TROUXA E DE BRINQUEDO ENTÃO?

Respirei fundo - NUNCA MAIS, TA ME OUVINDO, NUNCA MAIS HOUSE A SE APROXIMAR DE MIM OU DE JONGIN SE NÃO EU FAÇO PIOR COM A SUA CARA DO QUE ELE FEZ.

Todos os presentes no restaurante nos olhavam, Lisoo levantou e veio correndo até mim - se acalma - a olhei - EU TO MUITO CALMO, SOU A CALMA EM PESSOA, VOCÊ ESTÁ AVISADO!

Chungho ficou ali parado sem falar nada, peguei a mão de Lisoo e sai a puxando, parei na frente do segurança - a conta e dele.

Abri a porta do restaurante e sai.

Voltamos para meu apartamento andando, estava possesso tive que parar em um beco para vomitar a batata toda e o suco. - Jurei que você ia dá uma cadeirada nele - Lisoo riu - acho que são os hormônios da gravidez.- disse rindo.

Quando estávamos chegando na entrada do prédio vi uma figura alta de cabelos castanho discutindo com o porteiro, Lisoo e eu nos olhamos - vou te falar uma coisa se esse bebê não nascer barraqueiro vai ser um milagre. - Ela disse.

- O senhor não pode entrar aqui, o Senhor Do proibiu a sua entrada - o porteiro falava segurando o portão do prédio - eu preciso falar como ele é urgente - Jongin retrucava - das últimas vezes também era é a resposta foi a mesma "não deixe ele entrar"

Jongin cruzou os braços como fazia quando se irritava - pelo menos interfone para ele - o porteiro suspirou - pela quinta vez, ele não está em casa.

Jongin se aproximou do portão novamente - eu não acredito em você e se ele não está aí para onde ele foi? - - Senhor eu vou chamar a polícia se o senhor não se retirar.

Jongin subiu o capuz - eu só sai daqui quando falar com meu namorado. - O porteiro revirou os olhos.

Lisoo e eu ficamos observando a cena - podem falar o que quiser de Kim Jongin, menos que ele não é insistente - ela disse e comecei a rir - vamos - atravessamos a rua indo em direção ao portão. Jongin tinha recomeçado a encher a paciência do porteiro - senhor, eu vou chamar a polícia - ele se afastou do portão indo para portaria.

- Não precisa chamar a polícia - os dois olharam para trás, Jongin desceu o capuz.

Era um pecado ele com os cabelos bagunçados assim.

-Para de fazer escândalo na portaria do meu prédio - ele olhou para mim de cima a baixo - não faria escândalo se você não me ignorasse.

Lisoo que me olhou -acho que essa é a hora que eu vou embora - a olhei - eu te levo - ela sorriu - eu pego um táxi - ela olhou para Jongin e acenou e me abraçou cochichando - boa sorte e qualquer coisa me liga que venho correndo - me despedi dela e ela foi em direção ao ponto de táxi.

Me dirigi até o portão e o abri e dei passagem para Jongin que olhou o porteiro com uma expressão de vitória.

Andamos até o elevador, entramos nele e ficamos em silêncio até chegar na porta do meu apartamento.  

* * *




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