História Playboy - Capítulo 29


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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Amor, Dança, Dance, Dyo, Exo, Exol, Fanfic, Kai, Kaisoo, Playboy, Sulay, Xiuchen, Yaio
Visualizações 154
Palavras 1.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 29 - 29


Fanfic / Fanfiction Playboy - Capítulo 29 - 29

Kim Jongin...

- Está mais calmo? - Jun perguntou da mesa do nosso pai, ele estava lendo alguma papelada, era para eu estar fazendo isso mais no momento não tinha cabeça.

Para não fugi-se da sala, Junmyeon trancou a porta e ficou com a chave, então voltei para o sofá e fiquei ali deitado.

-Estou- na verdade não estava, tinha um furacão de pensamentos dentro da minha cabeça e eu precisava sair daquela sala i ir atrás de Kyung.

- Se você estiver pensando em como sair daqui a única opção é a janela, mas, não aconselho, são mais de três andares.

Olhei sério para Junmyeon que começou a rir - vamos pirralhão, te deixo em casa.

Dito isso, ele pegou uma pasta com os documentos e a chave em seu bolso, levantei do sofá e o segui até a porta.

- Jun, será que o bebê vai parecer comigo? - ele me olhou em quanto manobrava o carro - você nem sabe se ele está mesmo grávido e já está pensando nisso?

Concordei, fiquei pensando em tudo e Jun tinha dito, meio que ele tinha razão sobre Lisoo, mesmo ela sendo uma louca ela não arriscaria se machucar se debatendo daquele jeito se estivesse grávida. E se Soo não tivesse poderia ficar, certo?! - Tenho sim.

Jun revirou os olhos e começou a rir - tá aí uma coisa que nunca achei que ia ver parte dois, Kim Jongin sendo pai.
Tá aí uma coisa que nem eu esperava, não vou dizer que nunca quis ter filhos, porém, sempre achei que iria acabar adotado ou mimando os filhos que Jun e Yixing terão. A possibilidade de ter um filho meu, meu e de Soo era algo inexplicável, Jun tinha razão, ele tinha me pegado de jeito.

Junmyeon me deixou na frente do meu prédio e entrei. Meu apartamento ficava fazio sem Soo e muito mais desorganizado. Lembro-me dele me dando bronca em quanto tentava arrumar-lo e eu o agarrava.

Você não sabe a falta que me faz, Kyung.

Deixei as chaves na mesinha e fui para meu quarto e me joguei na cama, o travesseiro dele ainda tinha seu cheiro, o peguei e abracei o mais forte que pude. Depois que perdi minha mãe adquiri a mania de dormi agarrado a alguma coisa, acho que era por ela sempre me colocar para dormir ficando abraçada comigo até o sono chegar, perdi as contas de quantas vezes acordei em cima de Soo o abraçando, as vezes ele mesmo me acordava por causa do meu peso. Soltei o travesseiro e fui tomar um banho.

Fiquei um bom tempo deixando a água cair, nunca fui de chorar e podia contar nos dedos quantas vezes chorei na vida, porém, desde que me separei de Soo as lágrimas vinham cada vez com mais intensidade eu sempre deixava para solta-las de baixo do chuveiro, onde o salgado delas se mistura com a água doce.

Fui me arrastando até o quarto e me troquei, fiquei caçando minha blusa de moletom preto, mas não a encontrei - devo ter posto para lavar - dei de ombros e peguei outra.
Fiquei andando pelo apartamento de um lado e para outro, parecia um viciado em abstinência, de certa forma era um e meu vício é Kyungsoo e a falta dele me deixa assim.

Em certo momento quando enfim tinha parado de andar e me sentado na bancada da cozinha a imagem de Soo com aquele ursinho veio a minha mente. Se ele estiver mesmo grávido? Porque não me contou?
Pergunta retórica, óbvio que não iria falar, está com raiva e achando que foi traído. Devia ter sido mais insistente com ele. Sei lá, invadir o apartamento, acampar na porta. Comecei a rir com essa última ideia, meu celular começou a vibrar do meu lado na bancada, o nome de Lisoo apareceu na tela.

Lisoo: Se você falar que eu estou falando isso com você para Soo eu te bato mais forte que bati no seu irmão.

Jun tem razão, alguém tem que acalmar essa mulher.

Lisoo: Fiquei sabendo do que Chungho fez "supostamente", então como sou boazinha...

Tive que rir dessa boazinha.

Lisoo: ...vou te dar uma ajuda, encontra Soo hoje. Vocês têm que pelo menos tentar resolver isso. Mas, se você estiver enrolando a gente. REPETINDO, eu vou te socar mais forte que soquei seu irmão gato.

Lisoo: Ps: Pede desculpas por mim para ele.

Bloqueiei o celular e peguei as chaves do carro. Não sabia o que tinha acontecido depois que "saímos" do prédio, porém, pelas mensagens de Lisoo algo bom (pelo menos para mim) deve ter acontecido.

Sai de casa e fui em direção ao elevador.

Parei o carro perto do prédio de Soo e fui até o mesmo, para o meu azar o porteiro que estava hoje na portaria era o mesmo que Soo tinha dado a ordem de não me deixar entrar e o mesmo que quase sempre me barrava no portão.

Como cada turno tinha um porteiro diferente, aqui sim tenho a certeza que tem uma foto minha (espero que sexy) com um X bem grande no quadro de PROIBIDA A ENTRADA.

Toquei a campainha e ele saiu - Boa noite - assim que me viu o sorriso desapareceu. - Boa noite- dei meu melhor sorriso.

Vai que funciona.

- O senhor sabe que está proibido de entrar aqui, não sabe? - ele me disse.

Não funcionou.

- Olha, por favor, eu preciso falar com Kyungsoo. - O porteiro balançou a cabeça - pelo menos interfone para ele. - Ele entrou na portaria e pegou o telefone. Fiz ele fazer isso algumas vezes, mas sempre tocava até cair. - Lamento, ele não estar.

Não ia desistir assim, precisava falar com Soo, precisava vê-lo pelo menos de perto, conheço bem cada parte do seu corpo se pelo menos me aproximasse poderia tirar a prova se ele está ou não esperando um filho meu. Então comecei a encher o saco do porteiro novamente que começou a me ameaçar falando que iria chamar a polícia.

Parece que Jun vai realizar o seu "sonho" de pagar minha fiança.

Assim que ele se dirigiu para a portaria para ligar ouvi a voz de Soo atrás de mim, me virei. Ele estava com Lisoo que deu um sorrisinho para mim. Olhei Soo de cima a baixo e desci meu capuz.

Acho que descobri onde meu moletom foi parar.

Soo estava com meu moletom que ficou um pouco largo nele, então não dava para ver sua barriga.

Soo me olhou de volta. -Para de fazer escândalo na portaria do meu prédio - o olhei novamente tentando ver algum sinal de mudança no seu corpo- não faria escândalo se você não me ignorasse.

Lisoo olhou para mim e depois para ele -acho que essa é a hora que eu vou embora - Ela e Soo conversaram algo depois ela acenou para mim e deu uma piscadela e abraçou Soo e foi para o ponto de táxi.

Soo passou por mim o olhei novamente de cima a baixo e parei o olhar na sua bunda que parecia maior ainda. Ele parou no portão me dando passagem e entrei. Olhei bem para o porteiro.

Parece que o jogo virou, não é mesmo.

Esperei Soo na entrada do saguão do prédio e seguimos juntos até o elevador, não tirei os olhos dele. Ficamos em silêncio dentro do elevador, minha força de vontade foi usada ao máximo para não ataca-lo e beija-lo todinho. Assim que as portas se abriram saímos do elevador e fomos em direção ao apartamento dele. 

* * *




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