História Playboy - Capítulo 30


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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Amor, Dança, Dance, Dyo, Exo, Exol, Fanfic, Kai, Kaisoo, Playboy, Sulay, Xiuchen, Yaio
Visualizações 156
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - 30


Fanfic / Fanfiction Playboy - Capítulo 30 - 30

Abri a porta do apartamento e dei passagem para Jongin entrar fiquei o observando de costa, ele entrou e ficou olhando em volta, entrei e fechei a porta.

Ele ficou parado alguns passos a minha frente e virou para trás me olhando de uma maneira estranha, parecendo procurar algo, talvez tenha reconhecido a blusa. Deixei as chaves na bancada e me sentei em um dos bancos da mesma. Jongin aproximou-se e se sentou no banco ao meu lado.

Fiquei olhando para frente não que estivesse vendo algo em particular, mas, pensando em como falar com ele. - Você tinha razão - falei - foi Chungho que pagou aquele cara.

A imagem de Jongin beijando aquele cara passou diante dos meus olhos, balancei a cabeça. Olhei para Jongin que parecia aliviado. - Que bom que você acreditou em mim. - Ele abriu um sorriso que aqueceu meu coração. - Eu tive de confirmar por motivos que não preciso lhe explicar - seu sorriso diminuiu um pouco permanecendo ali, tinha mais coisa em jogo agora do que uma traição então tinha que estar certo. Fiz o que fiz por desencargo de consciência, conhecia a letra de Chungho e o cheque era do banco que ele possuía conta. - Eu sai com ele - o sorriso de Jongin sumiu, seu rosto ficou da mesma forma de quando aquela menina me puxou naquela balada.

Eu sei quando você fica com ciúmes Jongin.

- Fiz Chungho confessar que foi ele que armou tudo aquilo e pelo banho de suco que ele tomou vai sumir por um bom tempo. - A lembrança surgiu em minha mente. - Banho de suco? - não me segurei e comecei a rir - é uma longa história. - Jongin apoiou o braço na bancada - sou todos ouvidos.

Contei sobre meu plano e de como Chungho caiu nele, como disse, ele não era muito inteligente quando o assunto era encobrir as merdas que ele faz. Omitir algumas partes da história é claro, como a minha parada no beco. Jongin ouviu tudo atentamente. - Eu vou matar esse dejeto.

Ele bateu o punho no balcão e se levantou indo em direção a porta, do jeito que estava se encontrasse Chungho não iria acabar bem, Jongin descontrolado não é uma coisa muito boa de se ver. Ao menos em algumas situações. O segurei pelo braço e assim que sentiu meu toque ele parou onde estava e me olhou.

Esses olhos são minha perdição.

- Deixa isso para lá, Jongin - ele voltou a se sentar de frente a mim - como deixar para lá? Olha o que ele fez com a gente Kyungsoo. Por culpa dele passei o inferno longe de você todo esse tempo, você tem ideia o que é te amar e ficar longe de você, acorda sem você ao meu lado? Ou não...

Coloquei minhas mãos em seu pescoço e o beijei com toda minha intensidade, sua língua invadiu a minha boca e meus dedos subiram para seus cabelos. Foi um beijo rápido, porém, durou o suficiente para toda aquela dor que sentia em meu peito sumir como se nunca estivesse existido. - Eu faço ideia sim, eu faço ideia do que acordar longe de você todos os dias, de não te sentir, de não te beijar. - Meus olhos começaram a marejar - eu te amo, Jongin.

Suas mãos me puxaram e eu me deixei ser levado, nossas bocas se encontraram violentamente, quem se importa, abracei seu pescoço e ele desceu os braços para minha cintura. Não sei se foi a emoção ou simplesmente o serzinho sentindo o toque do pai, senti um incômodo e nos separei, Jongin encostou sua testa na minha. - Volta para mim, amor?

Eu não sei em que momento me apaixonei e muito menos comecei a amar esse homem, depois de tudo que ele fez esses dois meses sofrendo a falta dele, morrendo de saudades dessa boca, desse corpo de tudo que Jongin representa para mim. Meio romantismo isso, mas, meu mundo era Kim Jongin e mesmo que fique longe dele vai continuar a ser.

- E algum dia deixei você de verdade, Jongin? - disse passando a mão em seu rosto ele a segurou e a beijou, logo depois ele entrelaçou nossos dedos e seguiu a cabeça em direção ao meu pescoço, me arrepiei todo sentindo Jongin me fungar, virei o rosto para o dele e me soltei saindo correndo.

Foi sentir o cheiro do perfume dele que o enjoo volto.

Abri a porta do banheiro e me agachei, alguns instantes depois Jongin apareceu com cara de apavorado.

- Você está bem?

Essa cena não me é estranha.

Fiz sinal para ele sair, com um pouco de relutância e rolo de papel higiênico jogado, ele obedeceu.

Depois que me recompus, lavei o rosto e escovei os dentes e sai do banheiro, Jongin estava sentado no corredor olhando para a luminária. Estendi a mão para ele é o chamei com a cabeça.

Que ele reaja bem e não o rejeite, não nos rejeite.

Seguimos para a sala onde nos sentamos frente a frente - sabe eu fiquei um tempão atrás dessa blusa, quando você a pegou? - revirei os olhos, eu aqui quase enfartando para conta algo para ele e ele preocupado com uma blusa.

Esse é o pai do meu filho.

- Faz um tempo já- ele sorriu- você fica lindo com ela.

Esse sorriso destruidor de sanidades ainda vai acabar me fazendo cometer uma besteira. - Obrigado.

O silêncio se instalou e ficamos nos olhando, Jongin com cara de curiosidade e eu de desespero.

- Jongin, aconteceu uma coisa durante esses dois meses ou melhor antes desses dois meses - seu olhar ainda estava fixo em mim - não estou o obrigando a nada, quero deixar isso claro. Na verdade, eu não iria te contar nada pois, achei melhor depois de tudo que aconteceu. Mas, agora sei que isso seria errado.

Jongin ficou sério, e me arrependi dessa ideia. Lisoo tinha razão, apesar de tudo ele era o pai. - Soo - levei o indicador até a boca dele - deixe-me terminar, por favor. - Ele concordou. - No dia em que aconteceu aquilo eu fui ao médico se lembra? - ele concordou - ele pediu... Espera.

Levantei do sofá e fui até o quarto abri a gaveta do criado e peguei o exame e coloquei no bolso da blusa. Voltei para sala e Jongin estava do mesmo jeito que havia deixado, me sentei novamente ao seu lado. - Bom - ele me olhou - ele pediu um exame - peguei o papel do bolso da blusa. - Eu ia te entregar ele naquele dia, mas tudo aquilo aconteceu - entreguei o papel para ele e ele o pegou começando a ler - não se sinta obrigado a nada eu posso...

Jongin começou a chorar lendo o papel em sua mão - você ... Nós vamos ter um bebê?!

Suas lágrimas caiam, nunca tinha o visto chorando antes - sim Jongin, estou de três meses e meio. - Ele deu um berro e me abraçou me derrubando no sofá, logo depois se levantou todo apavorado- te machuquei? - Comecei a rir - não, não machucou - o puxei para mim o beijando. Suas mãos foram para minha cintura e as minhas para sua nuca - eu- ele beijou minha bochecha - te - beijou a outra - amo - beijou novamente minha boca, comecei a rir ele saiu de cima de mim e me colocando em seu colo, deitei a cabeça em seu peito, fechei os olhos mexendo em seu cabelo e ouvindo seu coração bater. Senti a mão de Jongin em cima da minha barriga - ela é tão durinha- concordei com os olhos fechados. - Oi, bebê - abri os olhos e o vi todo bobo. - Posso? - ele olhou para minha barriga - fique à vontade.

Jongin subiu o moletom me fazendo o tirar, senti um pouco de frio e estremeci e ele me abraçou. Sua mão foi até a blusa que usava e a subiu deixando minha barriga exposta. Agora foram meus olhos que se encheram de lágrimas olhando essa cena. Jongin se baixou beijando minha barriga.

- Obrigado, Soo - ele me olhou com os olhos brilhando e com algumas lágrimas caindo - obrigado, por me fazer pai.

* * *




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