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História Players of Life (Imagine-Jeon Jungkook) - Capítulo 16


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Notas do Autor


EAE GENTE?? TD BOM COM VCS?!

Ai, cansei de prometer q eu n vou demorar, a vdd é que eu ñ tenho data prevista para escrever e nem para postar. Ora vai, ora não... meus dedos e e mente são um mistério!.

AAAAAHHHHH! VOLTEI! Mas de um mês, foi mal.

Gente, tô cheia de fic nova, vejam lá depois, criei um canal no YouTube, depois coloco o link lá embaixo e muitíssimo obrigada pelo amor q essa fanfic recebe. Ontem eu estava relendo alguns caps e vendo alguns comentários... meu coração ficou quentinho ;u;. Obrigada pelos favoritos, isso é muuuuuito importante para mim.

E, avisando q o enredo sofreu uma BELA alteração, então ñ me matem kkkkkk

Ouvindo: Loucked Out Of Heaven - Bruno Mars


BOA LEITURAA!!

Capítulo 16 - Sixtheen


Fanfic / Fanfiction Players of Life (Imagine-Jeon Jungkook) - Capítulo 16 - Sixtheen

Capítulo 16 - Sixtheen

Kim Seokjin On.

Despertei do cochilo da tarde, ouvindo a voz chorosa da minha mãe no andar de baixo e meu pai tentando acalma-la. Sentei na cama, tendo um olhar fixo na porta do quarto. Tentei ouvir algo sobre a conversa, mas fora em vão. Apenas choro e murmúrios do pai. 

Levantei, apressado, com medo de que algo muito ruim havia acontecido. Mamãe não costumava chorar desse jeito, nunca foi de seu gênero. Passei pela porta e virei o corredor pequeno, dando de cara com Taehyung que tinha o nariz e olhos inchados.

— O que está acontecendo…? — perguntei baixo.

— Eu… — nada saiu de sua boca, apenas um soluço sofrido. 

Franzi a testa.

— Desembucha Tae! O que 'tá acontecendo?! — gritei.

Meu coração já estava com as batidas aceleradas e minhas mãos soavam com o nervosismo. 

— É a S/n; houve um acidente no hopistal. Parece que explodiram uma bomba no andar onde ela estava. — chorou ainda mais.

— Como ela tá?! Conseguiram tira-la de lá?! 

Meus olhos estavam úmidos.

— Esse é o problema. Jin, ela ainda está lá. 

— Meu Deus… — cobri a boca com a destra, fechando os olhos com força para impedir que as lágrimas caíssem.

Eu não queria chorar na frente do meu irmão caçula, ainda mais com ele em um estado ainda mais lastimável do que eu. Teria que me controlar e mostrar que tudo ficaria bem, mesmo nem sequer sabendo se minha irmã estava ou não viva.

Papai passou por nós, entrando em seu quarto e logo saindo com um casaco.

— A mãe de vocês não está bem, preciso que fiquem aqui com ela. — seus olhos estavam vermelhos. 

— Eu posso ir com o senhor? — o segui até à sala onde mamãe estava debruçada sobre o sofá, chorando muito. 

— Melhor não, você é o mais velho, tem que estar aqui, em casa e em segurança.— pegou a chaves do carro em uma bancada.

— Pai, o senhor não está em condições de dirigir, deixe que eu vá. 

Ele respirou fundo, parecendo querer explodir.

— Não! Seokjin! Você fica! 

Minha boca estava entreaberta.

Seus olhos arregalados estavam fixados no meu, um olhar de superioridade.

— Pai…

— Kim Seokjin! Você fica! — repetiu ainda mais alto. — Sua irmã está naquele hospital por sua culpa! Se não tivesse saído para comprar um cereal idiota, nada disso estaria acontecendo! Não quero que venha comigo para não trazer ainda mais mal para essa família! Está me entendendo?!

Mordi a mandíbula com força, segurando o choro que insistia em sair.

— Dae-Ho… — pude ouvir mamãe dizer ao fundo, surpresa e horrorizada. 

— Então é isso que sempre pensou de mim…? — sorri cínico. — Um problemático de vinte e dois anos… um fardo para a família Kim.

Ele pareceu notar o que havia acabado de falar e cobriu a boca espantado, olhando-me com oa olhos arregalos que agora transkitiam remorso.

— Filho, eu não queria… — tentou tocar em meu ombro, mas desviei, parando em frente a porta de entrada.

— Não, quer saber? Eu me culpo todos os dias pela S/n estar naquele estado. Todos. Os. Dias. — eu estava chorando.— Se eu pudesse, eu trocaria de lugar com ela; preferiria estar sofrendo do que vê-la sofrer…. E obrigado pela sinceridade. É bom saber que eu não sou nada para você. 

Antes que alguém falasse, passei pela porta e corri. Corri sem rumo e querendo que toda aquela merda parasse. Só desejava que S/n estivesse bem

Kim Namjoon On.

Assim que saí da casa, fui em direção ao carro de Lay que estava estacionado do outro lado da rua. Mas antes que eu pudesse tocar na maçaneta, fui surpreendido com um soco na bochecha esquerda. Cai na mesma hora.

— Você não vai estragar tudo. — o policial disse, balançando a mão no ar. 

— Acha que pode me impedir? — levantei com dificuldade. — Acabou. Vocês foram longe demais.

Uma gargalhada sádica e horrenda saiu de seus lábios.

A estrada estava vazia e não tínhamos vizinhos. Apenas algumas luzes de portes nos iluminavam, junto da luz vibrante da lua sobre nós.

— Vocês? Poxa Nam, pensei que estivéssemos juntos nessa. — fez um bico. — E as drogas, hum? Não quer que seu papai saiba né? Ser preso deve ser uma dureza.

— Eu vou pagar pelo o que eu fiz. — andei até a porta do motorista, mas Lay me empurrou. 

— Já disse; você não vai estragar tudo.

— Já está tudo estragado! Implantar uma bomba em um hospital público?! Não, isso já acabou.

Fui até a porta novamente e consegui abri-la, mas dessa vez travei assim que ouvi o barulho do gatilho.

— Sai do carro.

— Eu não vou sair. — o desafiei.

— Sai da porra do carro ou eu juro que te mato agora mesmo!

Engoli em seco.

Me distanciei do veículo, parando na frente do mais velho e de braços para cima, completamente rendido.

— Entre na casa e nem pense em sair de lá outra vez. — ordenou ainda com a arma virada para mim.

Obedeci ao meu mandado, virando-me para ele e atravessando a rua em direção a casa velha. 

Meus lábios já estavam com o gosto metálico do sangue, de tanto que eu estava os mordendo. Me senti um covarde. S/n poderia estar morta naquele momento e não havia nada que eu pudesse fazer para mudar isso. Não, eu não desistiria assim, tão idiota e babaca.

Um barulho; pude ouvir  um  zumbido fraco vindo logo atrás de mim, do bolso da calça de Lay. Era tudo que eu precisava.

Me virei em rápido e o desarmei, caindo sobre si e desferido diversos socos em seu rosto.

Uma de suas mãos tentou me derrubar, contudo não foi o suficiente para me tirar de cima de si. Tomado pela raiva e sem pensar, grudei ambas as palmas pelo seu pescoço e, com força, comecei a pressionar a região. 

— Desgraçado! 

— Nam.. Joon. — ele estava começando a ficar em ar.

Pressionei ainda mais. Seus olhos reviravam debaixo da pálpebra, descontrolado. Suas pernas pararam de se debater e suas mãos estavam estendidas, moles no chão. Foi só aí que notei o que de fato estava fazendo.

Soltei de imediato, vendo-o desacordado no chão. Me levantei atordoado. Eu poderia tê-lo matado. Passei as mãos pelos cabelos, confuso pelo meu real caráter. Respirei fundo, notando que abdômen contraia aos poucos. Lay estava vivo.

Corri em direção ao carro mais uma vez. 

Porém.

— O-O quê? 

Um barulho alto se fez presente e uma dor intensa se instalou no meu quadril, próximo ao umbigo. Olhei, sangue escorria ali.

Caí no chão, sentindo a dor ficar ainda mais intensa. Minhas mãos estavam cobertas pelo sangue alheio, misturando-se com o meu. Tudo ficou borrado, estava ficando em uma escuridão total. Vi a silhueta de Lay na minha frente, apontando a arma mais uma vez para mim.

— Eu disse 'pra você ir para a casa. 



Notas Finais


EAE GOSTARAM?? ESPERO Q SIM!!

Teorias??
Gostaram??
Aaaahhhh

Fics novas! Dêem amor, pfv. Estou tentando entrar em uma nv era de escrita e espero de vdd q todos gostem:

Apenas Existindo a primeira original: https://www.spiritfanfiction.com/historia/apenas-existindo-original-19754823

Redamar em parceria com a @Hiuvaga: https://www.spiritfanfiction.com/historia/redamar-19557192

Estrela Cadente minha nenê:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/estrela-cadente-jeon-jungkook-19625578

Alumbramento que é minha segunda saga: https://www.spiritfanfiction.com/historia/alumbramento-19438332

Meu Pequeno Efêmero que é uma Shot-Fic com o Jimin: https://www.spiritfanfiction.com/historia/meu-pequeno-efemero-park-jimin-19456638



ATÉ O PRÓXIMO CAP!!


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