História Playing Whith Fire - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Harry Styles, Lily Collins, One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Lily Collins, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Família, Festa, Lily Collins, One Direction, Romance, Sexo
Visualizações 109
Palavras 1.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! ♥♥

Capítulo 17 - XII. Confusion


H A R R Y


     Se eu fechasse os olhos agora, poderia sentir os beijos de Gwen no meu rosto, o quão macia sua pele é, e o quão fodidamente eu gostaria de beijá-la agora e ficar entre suas pernas bem torneadas. Mas ao mesmo tempo, me sinto irritado por me sentir dessa forma estúpida e inaceitável. 

     Me sentia também confuso por sentir todo esse interesse exagerado à respeito de Gwen. Ela era uma garota comum, simples, sem muitos atributos físicos, tão malditamente diferente das outras com quem estive. 

     O conflito interno entre o racional e o irracional tinha me feito ficar a manhã toda irritado com qualquer coisa que se movesse depois ter visto Gwen hoje mais cedo pendurada no pescoço de seu amigo idiota, e agora, no refeitório infernal da faculdade, na hora do almoço, eu me pergunto se numa escala de zero á dez qual o número ela escolheria para demonstrar o quão áspera e abominosa está sentindo á meu respeito por eu a ter deixado uma semana atrás sem dizer nada, e não a ter procurado depois de todo esse tempo uma única vez - com muita dificuldade envolvida, devo dizer.

     Tenho certeza absoluta que ela escolheria mil, para variar. Todas sempre ficam azedas e desiludidas quando o cara não liga no dia seguinte após uma noite de sexo. 

     Depois de tantas transas casuais, a experiência me diz que Gwen provavelmente tenha chorado por frustração ou algo do tipo. É sempre assim, e não me surpreende. Já tive muitas conversas comigo sendo a pessoa à dizer que o problema sobre eu não poder ter um relacionamento ou repetir a dose de sexo era porque essa não era a minha praia. E na realidade não é. 

     Além disso, eu quase podia sentir o quanto ela evitava estar no mesmo lugar que eu. Não a tinha visto uma única vez no campus como gosta de ficar lendo nos tempos livres entre as aulas, ou no refeitório na hora do almoço com sua amiga. Só a vi de longe por rápidos segundos poucas vezes nessa semana, contando com a infelicidade de hoje mais cedo. 

     Eu gostaria de poder quebrar todos os dedos da mão do bastardo que ela gosta de chamar de amigo. Os dedos que podiam tocá-la, mas não os meus. 

     — Porra Harry, essa Gwen é gata pra caralho! Posso ficar com ela também? — Olho para Niall no momento que o escutar pronunciar o nome dela, e franzo as sobrancelhas, a irritação instantânea me fazendo subir uma oitava na voz ao dizer:

     — Que porra você disse? 

     — Você é tão cuzão! — Ele acusa, rindo da minha cara com uma risada alta. Não é nada no meio de tantas vozes juntas no ambiente do refeitório, mas ainda assim soa alta demais para mim. 

     — Não enche o saco Niall! — Rosno para ele, levantando da cadeira com brutalidade. 

     Pego minha mochila praticamente vazia ao meu lado ferozmente, e caminho para fora do refeitório escutando Niall gritar pelo meu nome com sua voz risonha. Juro por Deus que se Niall não fosse um dos meus melhores amigos, eu arrancaria suas bolas fora só para calar sua risada alta.

      Alguns pessoas me olham com curiosidade no caminho, e quando eu as encaro com toda a ira expressa em meu rosto, elas desviam o olhar ou saem do caminho.

     As pessoas conhecem minha fama o suficiente para me deixarem em paz quando me veem irritado. Alguns meses atrás chamei a atenção das pessoas exageradamente quando entrei numa briga com um filho da puta no campus. É claro que estava tendo uma festa, e eu poderia ter ficado um pouco irritado demais por ter bebido além do necessário. 

     A ideia de beber todas nessa sexta-feira de merda cruza minha mente por um momento, enquanto caminho pelo campus relativamente cheio, mas morre no momento seguinte, e, novamente, tenho vontade de bater minha cabeça contra a porra de um concreto, só para ver se as coisas voltam ao normal na minha cabeça. 

     Me recuso a acreditar que toda essa irritação misturada com abatimento seja porque deixei Gwen para trás, dormindo como um anjo, depois de uma noite que me custa dizer que foi especial. Podia ser a primeira vez dela fazendo sexo, rompendo o tão sagrado hímen, mas era minha primeira fez fazendo sexo com carinho, cuidado, paciência

     Maldição!

     Eu era um fodido filha da puta, e a certeza de que Gwen não queria me ver era um pouco incômoda, como um peso no peito. Eu a tinha deixado para trás na sua primeira vez,  e mantive distância desde então. Era compreensível, mas também ruim. Mesmo que a parte racional me dissesse que desejar à todo momento vê-la é estúpido, o outro lado, o lado que até então nem eu mesmo fazia ideia que existia, me implorava para ir até aquela merda de dormitório e beijá-la como se quisesse sugar a porra de sua alma. 

     Não! Eu não era idiota assim! Não precisava especificamente de Gwen para transar. Eu tinha um leque de possibilidades, só precisava fazer uma ligação e teria sexo num minuto. 

      Tinha passado a semana toda sem transar, indo de aula em aula como se estivesse numa nuvem cinza, irritado também com todos os emails idiotas de John, me suplicando que aparecesse na porra da sua festa de casamento. Não havia o respondido, tão focado na ideia de Gwen morrer no esquecimento e eu voltar a ser normal, como antes.

     E talvez fosse isso; todo esse desejo absurdo fosse um tipo de fantasia por garotas sem graça com bocas inteligentes que tenha se alojado em mim como uma bala. A ideia me deixa aliviado, mas algo no fundo cutucava, me chamando de covarde por fugir de algo que ainda não sei como chamar.

    Falta de sexo, idiota! Esse é o seu problema!

    Caminhando pela calçada até a fraternidade decidido a amenizar toda a tensão em meu corpo com sexo, ligo para Cherry, na mesma voz mandona e séria, e ordeno que ela venha até o meu quarto na fraternidade. Ela era como a minha submissa quando me dava vontade, e só mantinha Cherry por perto porque ela não queria um relacionamento, assim como eu. Além do mais, ela era boa quando queria ser selvagem, crua, e é exatamente disso que preciso no momento.

     Sentado em minha cama, depois de bater a porta e jogar minhas roupas pelo chão, só de cueca, penso o porquê de querer tanto o mais com Gwen. Toda a baboseira e desperdício de tempo com beijos castos e abraços. A ideia me incomodava como o inferno, mas também me fazia ansiar só pelo fato de pensar em tê-la comigo. 

     — Foi aqui que me chamaram para a festinha particular? — A voz manhosa de Cherry me tira dos pensamentos. A sua cabeça loira está na brecha aberta da porta, o olhar cheio de desejo explícito por detrás dos cílios cheios de rímel. 

     Em outros tempos, eu teria ficado duro só com a antecipação, mas não hoje; não depois de uma semana inteira frustrado. 

     Como um robô, tudo o que faço é puxá-la para dentro do quarto sem qualquer tipo de delicadeza e arrancar sua roupa curta sem cerimônias, que na realidade se resumia à um vestido curto. Cherry havia facilitado meu trabalho vindo sem calcinha e sutiã. 

    Sorrio um pouco.

     — Deita de bruços que eu vou te foder por trás — A minha voz dura e fria ecoa pelo quarto como um comando. 

     A garota bronzeada artificialmente me lança um sorriso sacana largo mostrando os dentes, e sem mais nem menos fica de quatro na minha cama, empinando a bunda o máximo possível. 

     Quando a pego pela cintura e a penetro duramente sem pedir permissão, a única coisa que preenche minha mente é o rosto de Gwen cheio de tesão, enquanto eu a sugava entre as pernas. Se me concentrasse mais, poderia sentir a sensação da sua carne macia e molhada na língua, e isso me excitava e contrariava ao mesmo tempo. 

•••

      — Você anda parecendo um lixo ambulante por aí esses dias — Louis comenta no momento em que senta ao meu lado no sofá. Ou melhor, se jogando. 

     Desvio os olhos da tevê para lhe lançar um olhar de quem não dá a mínima, e ele revira os olhos. 

     Ele não está tão errado assim. Me sinto como um lixo ambulante, sentado aqui na porra do sofá como se estivesse sofrendo por alguém. Depois de Cherry ter ido embora satisfeita, já que havia gozado duas vezes, simplesmente tomei banho para me livrar do cheiro de sexo e vesti uma roupa. Passei a tarde na frente da tevê como um vegetal idiota, me sentindo entediado como o inferno.

     — Cara, nós somos irmãos, beleza?! E se você tem algum problema, pode falar comigo. É tão idiota você esconder que não se sente bem por causa de uma garota — Ele diz como se toda a situação o cansasse muito, e também fosse extremamente grave. 

     — Você vai me pedir pra contar dos meus "problemas" enquanto a gente vai na manicure? 

     Louis imediatamente cruza as pernas e olha para as unhas como se fosse a coisa mais interessante do universo, e então  me olha batendo os cílios — Sabe que não é má idéia benzinho! 

     Caio na gargalhada, a minha risada preenchendo a sala de estar vazia da fraternidade. Todos os caras tinham saído para algum lugar hoje, afinal de contas é uma sexta à noite, mas é sempre estranho não escutar todo o barulho costumeiro preenchendo a casa. 

     — Porra, você é muito idiota — Digo, diminuindo a risada gradativamente. 

     _ Essa é minha qualidade, você sabe!

     _ E cara, não diz que estou com problemas por causa de uma garota, porque isso seria estúpido demais pra ser verdade! No mínimo, isso é só tesão enrustido. 

     — Que se foda! Agora levanta essa bunda fedorenta daí e vamos tomar uma cerveja com os caras na Barneys, vai lotar de mulheres jovens e peitudas e nós não podemos deixar uma oportunidade tão prazerosa dessas passar— Ele diz, levantando do sofá esfregando as mãos umas nas outras, um sorriso sacana estampado no rosto. 

     — Melhor bêbado do que sóbrio nos dias de merda, de qualquer forma— Digo, levantando do sofá sem muita animação.

     Desligo a tevê não me preocupando em trocar o jeans azul escuro e a blusa branca amassada que vesti hoje mais cedo, então tudo o que faço é calçar meus all stars jogados ao lado do sofá e sair junto com Louis me dando socos nas costas, dizendo que a noite seria uma criança. O cara podia parecer uma criança às vezes e dizer as frases mais antiquadas e estúpidas do mundo, mas era sempre um grande amigo.



Notas Finais


H E E E Y! ♥♥

Mais um capítulozinho com o Harry narrandoo e sendo escroto! Espero que tenham gostado suas lindas! COMENTEEEM! ♥♥

P R E P A R E M - S E: O próximo capítulo vai ter tretaaa! :3

Enfim, é isso pessoas lindas e maravilhosas! ♥♥

XOXO, Jess.


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