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História Playlist - Capítulo 14


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Notas do Autor


Oie nem demorei tanto dessa vez né, tive uns problemas pessoais que afetaram o meu desempenho mas que ao mesmo tempo me deram ainda mais convicção de escrever esse capítulo então eu dei uns últimos retoque agora. Bem eu vou avisando que eu estou corrigindo erros de ortografia e de formatação dos capítulos já postados, então pode ser que apareça alguns detalhes diferentes em alguns capítulos mas não vai afetar a história, é por isso que eu não estou corrigindo os capítulos que eu estou postando, porque eu já vou corrigir tudo de uma vez então desculpe qualquer erro de ortografia. Avisos dados, até segunda ou terça. Boa leitura.
Bjs da Tiela💋

Capítulo 14 - Desbotado


Fanfic / Fanfiction Playlist - Capítulo 14 - Desbotado

Faixa 13: Faded

Alan Walker

“You were the shadow to my light
(Você era a sombra para minha luz)
Did you feel us?
(Você sentiu nossa conexão?)
Another start
(Um novo começo)
You fade away
(Você desaparece)
Afraid our aim is out of sight
(Com medo de que nosso objetivo esteja distante)
Wanna see us
(Quer nos ver)
Alive
(Vivos)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Was it all in my fantasy?
(Foi tudo minha fantasia?)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Were you only imaginary?
(Você era apenas imaginário?)
Where are you now?
(Onde você está agora?)”

 

O clima estava úmido e os ventos estavam gelados enquanto levavam os cabelos de Marinette, mas, ao menos boa parte de sua cabeça estava protegida pelo capacete e ela vestia a jaqueta de couro de Adrien, aquela peça de roupa podia estar bem velha mas ainda era bem quente. Seus braços estavam envolta da cintura de Adrien enquanto o loiro dirigia a motocicleta com maestría pelas ruas e avenidas. Provavelmente fazia uns vinte à trinta minutos que haviam saído do apartamento de Marinette, a estrada ainda era longa para o destino final. A clínica onde sua mãe estava internada ficava bem no interior, pela a localização de seu apartamento — já que ela morava bem longe do centro da cidade — eles não levariam mais do que uma ou uma hora e meia para chegarem até a clínica.

Durante esse meio tempo, Marinette pensou no que poderia dizer. Era estranho pensar na possibilidade de ter um diálogo sensato com a sua mãe mesmo depois de muitos anos sem nem verem a cara uma da outra. Poucas vezes teve noticias de Sabine, todas elas sempre eram as mesmas, sua mãe continuava relutante em tomar os remédios ou começava a se machucar. Marinette até mesmo já ouviu dizer que sua mãe tinha sido levada para um quarto vazio, ainda fizeram de tudo para que ela não arrumasse nenhum jeito de se machucar. Marinette nunca teve coragem de ir até a clínica, até porque ela sempre soube que se fosse até lá talvez até acabasse piorando  a situação de sua mãe, ir até lá naquele exato momento era um grande esforço para ela e Adrien via isso.

Ele não imaginou que ela fosse capaz de ir tão longe e em um curto período de tempo, realmente achou que ela pegaria leve, primeiro tentando manter uma relação antes de tentar concertar o passado. Porém, Marinette estava certa, durante todo o tempo em que esteve tentando conquistar Marinette e até mesmo durante toda a vida da própria Marinette, ela esteve sendo assombrada por esse passado que não deixava ela em paz. Sua relutância em ficar ao lado de alguém, se comprometer e formar uma família era o pavor, que talvez chegasse a ser uma fobia, que Marinette tinha em acabar tendo um futuro igual o de sua mãe. Por isso ela gradativamente acabou afastando as pessoas aos poucos, chegando em um ponto que a vida dela seguia em modo automático e em função apenas do trabalho.

A exaustão que ela teve assim que ele se mudou para o apartamento dela há seis meses atrás era uma prova de que, se não era o trabalho, Marinette não teria motivos para continuar vivendo. Uma coisa triste de se pensar, contudo, era a mais pura realidade se formos encarar as coisas de forma sensata. Marinette chegou a um nível onde apenas o trabalho era importante, afastou todos os que se importavam com ela e nem mesmo notou o que estava fazendo porque estava se protegendo instintivamente. De certa forma, se Marinette não fosse capaz de mudar logo, ela provavelmente teria um destino pior que o da mãe dela. Uma vida solitária e infeliz, onde o único objetivo é continuar produzindo e produzindo, mas nunca buscando a felicidade ou os prazeres da vida que tinha fora da tela do computador. Sentiu-se feliz por ela estar tentando, isso já era um bom presságio.

Não que Adrien pudesse julgar Marinette por algo, ele também estava condenado a um destino pior que o de seu pai antes de conhecer Marinette.

“Atlantis
(Atlântida)
Under the sea
(No fundo do mar)
Under the sea
(No fundo do mar)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Another dream
(Outro sonho)
The monsters running wild inside of me
(Os monstros correm selvagens dentro de mim)
I'm faded
(Estou desbotado)
I'm faded
(Estou desbotado)
So lost
(Tão perdido)
I'm faded
(Estou desbotado)
I'm faded
(Estou desbotado)
So lost
(Tão perdido)
I'm faded
(Estou desbotado)”

 

Era estranho recapitular a coisas e tentar entender quando exatamente caiu nos encantos da mestiça. Só notou que as coisas que aconteciam entre eles passavam da simples idéia de ser apenas uma amizade comum quando já era tarde demais. Não que estivesse arrependido de ter se apaixonado por Marinette, mas nunca imaginou que acabaria ficando de quatro por uma mulher que tinha insinuado que ele era um velho tarado quando se conheceram. Olhando para o passado, aquilo era um bom motivo para se rir, tanto ele quanto Marinette não imaginaram que chegariam tão longe juntos, talvez o futuro fosse incerto, mas o mais importante era que estavam juntos e Adrien não pretendia largar Marinette nem que o mundo se acabe.

Segurou a mão de Marinette quando chegaram em frente à clínica. Era uma enorme e luxuosa casa de campo, logo de cara podia-se ver alguns pacientes fazendo atividades com os enfermeiros e enfermeiras. O clima estava silencioso e tranquilo. Marinette acabou se lembrando da primeira vez em que entrou naquela clínica, seus avós tinham deixado ela vir até ali a muito custo, ela até mesmo havia preparado uma encharpe vermelha — a cor favorita de sua mãe, e, coincidentemente, de Marinette também — para Sabine.

Mas... nada terminou como o planejado, Sabine além de rejeitar o presente, rejeitou a presença de Marinette. Naquele dia, a mestiça não havia passado da recepção. Nem mesmo havia chegado a ir até o quarto de Sabine ou visto ela. Nem sequer lembrava da última vez em que viu a sua mãe ou teve uma conversa civilizada com ela. Talvez fosse esse o maior motivo dela não saber como classificar a sua mãe em sua vida, tiveram muito pouco contato antes dela ficar doente de novo após a morte de seu pai. Lembrava-se de Sabine como uma mulher de família tranquila e serena, agora como mãe, ela nunca soube definir muito bem.

— Olá, Senhorita Dupain-Cheng, é uma surpresa tê-la por perto depois de tanto anos, a última vez que eu a vi você era apenas uma menina, olhe só, agora já é uma mulher e anda muito bem acompanhada pelo visto - Aproximou-se deles a doutora Daizzi, uma mulher de curtos cabelos róseos, pele estranhamente branca quase rosada, olhos castanhos escuros e com uma mancha escura bem peculiar e seu olho esquerdo, ela era uma velha conhecida, estudou junto com seus pais e era a tutora de Rose quando a mesma estava no ensino médio com Marinette, era formada em psicologia e psiquiatria a mais de vinte e cinco anos e bem respeitada pelos seus funcionários na clínica, além de ter uma linda porca de estimação chamada Oinc, além dela ser uma velha companheira de edição medicinal de Tikki

— Faz bastante tempo desde a última vez, pelo visto os negócios andam bem - Marinette comentou apertando um pouco a mão de Adrien, ele acabou percebendo aquilo e apertou a mão dela de volta

— Claro, enfim, eu tenho um palpite muito forte pelo que trouxe você de tão longe até aqui, mas você sabe muito bem que eu não posso obrigar ela a conversar com você - Daizzi disse olhando gentilmente para Marinette, a mestiça sabia bem que ao mesmo tempo que a doutora tentava passar conforto ela ainda a analisava e sabia bem que ela tinha vindo até ali para tentar um diálogo com Sabine

— Eu não quero tomar muito tempo dela, só quero apresentar Adrien e falar algumas coisas para ela, ela não precisa falar nada comigo, só... me escutar um pouco, é importante - Marinette olhou um pouco receosa para a doutora, por um momento Daizzi hesitou mas soltou um suspiro e revirou os olhos

— Você e Tikki são muito persuasivas - Daizzi revirou os olhos e apontou para dentro da casa - Ela está na sala de estar, a essa hora do dia ela gosta de sentar em frente ao piano e fica parada por lá até o horário do almoço
 

“These shallow waters, never met
(Nestas águas rasas, nunca encontrarei)
What I needed
(O que eu precisava)
I'm letting go
(Eu estou desapegando)
A deeper dive
(Um mergulho mais profundo)
Eternal silence of the sea
(Eterno silêncio do mar)
I'm breathing
(Estou respirando)
Alive
(Viva)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Under the bright
(Sob o brilho)
But faded lights
(Mas as luzes estão desbotadas)
You set my heart on fire
(Você pôs calor no meu coração)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Where are you now?
(Onde você está agora?)”

 

Marinette sorriu para Daizzi e apertou a mão de Adrien seguindo em direção a sala de estar. Era uma enorme área de lazer onde continha uma televisão, algumas mesas e cadeiras de madeira, sofás, uma mesinha de centro, um racker, algumas estátuas de significados desconhecidos, um tapete enorme da cor vinho com alguns desenhos aleatórios e um enorme piano de cauda. No banco, em frente ao piano, estava uma mulher chinesa idosa, os cabelos de Sabine que um dia já foram da mesma cor que os de Marinette estavam mais claros e com apenas alguns fios pretos azulados, ela ainda os mantinha curtos, porém, Marinette notou que eles estavam crescendo novamente e passando um pouco da nuca, o olhar da mulher era vago fixados nas teclas do piano, a mãos pousadas em seu colo ainda tinha a aliança com o seu nome e o nome de seu falecido marido gravados nela.

Sabine Cheng parecia uma casca vazia, continuava com a beleza e elegância que Marinette se lembrava, mas aquela beleza era vazia. Tão vazia quanto seus olhos castanhos.

— Mamãe - A voz de Marinette saiu fina e trêmula, quase nem sequer sentia o toque de Adrien em sua mão quando o olhar de Sabine saiu das teclas do piano e passaram para o seu rosto, viu um lampejo de surpresa passar pelo olhar de Sabine, mas a surpresa foi substituída por irá quando a senhora passou o seu olhar para a doutora atrás do casal

— Daizzi, eu te disse que eu não queria essa menina perto de mim - Sabine falou friamente voltando seu olhar para as teclas do piano

— Não custa nada ao menos ouvi-la, Sabine - Daizzi tentou argumentar

— Eu não quero tomar muito do seu tempo, mamãe, eu só quero...

— Vai embora - Sabine ordenou cortando a fala de Marinette - Nós não temos nada para falar uma com a outra

Marinette não sabia mais o que dizer, sentiu todas as palavras que queria dizer agora a pouco fugirem e sua voz não saia, por um momento voltou no tempo em que ainda tinha dezesseis anos pouco depois de seu pai falecer e sua mãe rejeitá-la, sentia-se inútil. Não tinha sido uma boa idéia vir até ali, Marinette devia ter em mente que nada iria mudar. Que Sabine não iria mudar. Que Marinette não podia mudar. Que ela e Adrien não podiam ficar juntos. Seus olhos arderam e sentiu seu corpo todo tremer. Estava preparada para desistir, mas os seus pensamentos pararam quando ouviu a primeira nota.

Levantou o olhar em direção a sua mãe e percebeu que Adrien estava sentado ao lado de Sabine e que estava tocando o piano. Não sabia o nome daquela música, mas sabia que era a que seu pai mais adorava ouvir, Tomás Dupain era um grande fã de clássicos. Por um momento estranhou o fato de Adrien saber o significado daquela música. Mas entendeu tudo quando viu a partitura perto do piano. Sabine também pareceu abalada com a reação repentina de Adrien. O loiro sorriu quando terminou de tocar e estendeu a mão em direção à Sabine.

— Sou Adrien Agreste, namorado da sua filha, é meio estranho conhecer a mãe da minha namorada porque é tipo a primeira vez que eu faço esse tipo de coisa, então eu espero que você goste de mim, Senhora Cheng

O sorriso de Adrien parecia iluminar toda a sala e Sabine um pouco hesitante levantou a sua mão para apertar a mão de Adrien.

“Where are you now?
(Onde você está agora?)
Atlantis
(Atlântida)
Under the sea
(No fundo do mar)
Under the sea
(No fundo do mar)
Where are you now?
(Onde você está agora?)
Another dream
(Outro sonho)
The monsters running wild inside of me
(Os monstros correm selvagens dentro de mim)
I'm faded
(Estou desbotado)
I'm faded
(Estou desbotado)
So lost
(Tão perdido)
I'm faded
(Estou desbotado)
I'm faded
(Estou desbotado)
So lost
(Tão perdido)
I'm faded
(Estou desbotado)”

 

— Diga, rápido - Sabine falou tirando sua mão da de Adrien e olhando para a janela ao lado do piano

Marinette voltou ao seus sentidos e olhou para Adrien com um sorriso agradecido, o loiro levantou-se do banco e pôs-se ao lado de sua amada entrelaçando seus dedos com os dela. Naquele momento o calor da palma de mão de Adrien estava recuperando cada vez mais um pouco da confiança que Mariette tinha antes de entrar na clínica. Ela suspirou fundo e reuniu todos os seus sentimentos e pensamentos guardados em um só e tentou organizar cada um deles em sua cabeça para que suas idéias não ficassem embaralhadas. Estava tentando fazer tudo dar certo, até porque ela tinha um bom motivo para seguir em frente.

— Eu... eu sempre quis entender o motivo de você não me querer por perto, durante boa parte da minha vida eu sempre achei que era porque eu não fui forte o bastante, eu sempre achei que você estava decepcionada comigo porque eu não consegui manter a sua felicidade do mesmo jeito que o papai mantinha, que eu não era motivo o suficiente para você querer viver. Acho que... boa parte desses pensamentos eram inseguranças de uma adolescente, inseguranças que até mesmo agora eu tenho, mesmo depois de tantos anos, mas não é como se a idade definisse nossa autoestima, nós duas somos exemplos perfeitos disso - Marinette sorriu triste enquanto uma lágrima rápida saia do seu olho esquerdo caindo diretamente no chão - Durante um tempo eu te odiei, te odiei tanto que nem mesmo conseguia olhar para o seu rosto sem ficar com raiva, durante um tempo eu odiei o papai, odiei tanto que eu não pude ser capaz de ir até o enterro dele, durante um tempo eu odiei as pessoas, odiei a um ponto que eu não quis mais elas por perto e depois que todo esse tempo passou, eu percebi que quem eu mais odiava no mundo era eu mesma, por isso eu coloquei na minha cabeça que eu não tinha o direito de ser feliz

Marinette fungou e continuou chorando por um tempo, sentia-se um bebê. Agradeceu mentalmente por todos terem sido pacientes em deixá-la falar com calma.

— Eu tinha medo de ser como você, porque eu precisava cuidar de você, eu precisava achar um jeito de fazer você feliz porque você era a única pessoa que tinha me sobrado, era o único vínculo que eu ainda tinha com ele, eu me fingi de forte e fiz do meu trabalho um objetivo de vida, coloquei meu esforço e alma dentro de cada página e quando eu descobri que aquilo não estava adiantando eu enlouqueci, trabalhei até ficar exausta e se não fosse por um completo estranho que a minha melhor amiga enfiou dentro do meu apartamento eu provavelmente estaria num hospital, teria me forçado ainda mais, teria me destruído. Eu rejeitei as pessoas com medo delas me machucarem de alguma forma, mas fui eu quem acabei machucando elas, eu virei uma pessoa pior do que você

Marinette riu mais uma vez, mordeu o lábio inferior enquanto seu queixo tremia e seu rosto continuava molhado pelas lágrimas.

— Mas, eu quero mudar, quero ser feliz, eu quero viver, eu não quero mais ficar presa nos contos de fadas genéricos que eu escrevi durante todos esses últimos dez anos, e eu realmente quero que um dia você queira tentar mudar também - Marinette respirou fundo e apertou a mão de Adrien mais um pouco - Papai já morreu, nós duas temos que aceitar isso e seguir as nossas vidas e não ficar paradas no tempo, eu vou me esforçar, o máximo que eu puder, pra aproveitar cada segundo restante da minha vida porque é isso que ele queria que nós fizéssemos, eu não vou fingir que eu sou uma pessoa forte ou corajosa, Adrien sabe muito bem o quão medrosa e fraca eu fui nos últimos meses

Adrien teve que tentar evitar um leve sorriso bobo ao ter seu nome mencionado.

— Por isso, mãe, esse é o meu namorado, ele é um ex-modelo da revista Gabriel, é filho do dono da empresa, atualmente é desempregado, mas costuma a ajudar o primo dele com o trabalho da empresa da família da mãe dele quando não tem muita coisa importante pra fazer, ele cozinha bem, é um ótimo dono de casa, eu acabei de descobrir também que ele é um bom pianista, ele é péssimo com trocadilhos, adora soltar uma cantada diferente o tempo todo, é irritante mas faz eu sorrir quando eu tô triste, gosta de fazer brincadeiras mas é uma das poucas pessoas com quem eu mantenho um diálogo sério e construtivo, é um ótimo crítico de livros, é uma pessoa objetiva e determinado até demais, enfim, ele é o idiota que por algum motivo me quer perto dele e o azarado que acabou fazendo com que eu gostasse dele - Marinette riu um pouco mais feliz junto com Adrien e Daizzi, ela podia jurar que tinha visto um sorriso pequeno nos lábios de Sabine, mas preferiu se concentrar nas palavras antes que elas fugissem de sua boca mais uma vez - Eu... eu vou ser feliz, pra que o papai possa descansar em paz, eu espero que... caso tudo isso de certo e eu acabe construindo uma família, você esteja por perto

— Era só isso? - Sabine perguntou com a voz ainda dura, mas Marinette notou o leve tom embargado e sorriu olhando em direção de Adrien, o loiro sorriu de volta para a mestiça demonstrando todo o seu afeto e o seu apoio através de seus olhos verdes e seu sorriso brilhante, Marinette não podia ficar mais agradecida de ter ele por perto naquela momento, ao ponto de que toda a tristeza e mágoa que ela estava sentindo a pouco tempo atrás acabou se tornando em  felicidade de estar perto dele

— Era só isso

























 

“O perdão é um catalisador que cria a ambiência necessária para uma nova partida, para um reinício.

Martin Luther King”


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Bjs da Tiela💋


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