História Playtime - Capítulo 50


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber, Zayn Malik
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Palavras 2.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 50 - Capítulo 16


Fanfic / Fanfiction Playtime - Capítulo 50 - Capítulo 16

Arthur Cooper Pov

Samantha já havia chegado, depois de algum tempo com minha família, minha mãe pediu pra que eu e ela tivéssemos o nosso tempo. Peguei na mão de Samantha e a levei para cavalgar um pouco.

- Está vendo ali – apontei para um ramo de flores Girassol – e pra lá que vamos – sorri e ela apertou mais contra meu corpo

                                   ***

- Vem – desci e estendia mão para que ela conseguisse descer e ela a segurou e desceu

- Aqui e lindo – ela disse e olhou para as flores

- Lá dentro e mais – a puxei levando para perto das flores – mais pra lá tem uma estofa e você vai adorar as flores de lá – vem – corremos entre as flores

- Espera – ela me puxou, fazendo meu corpo fica contra o seu – Eu não tive a oportunidade ainda de – ela olhou pro céu e voltou a me olhar – Dizer que te amo – ela sorriu e olhou em meus olhos

- Me ama? – sorri e coloquei minhas mãos em seu rosto e aproximando o meu

- Amo, amo muito – sorri – Você sempre esteve comigo sempre que precisei, me dando amor, carinho, proteção. Sempre que eu ficava mal, você me fazia se sentir bem, e eu estava apaixonada por você a muito tempo, só não tinha a coragem de dizer o que sinto. Mas – ela sorriu – EU TE AMO ARTHUR – ela gritou e sorriu no mesmo instante a beijei, seu beijo tinha sempre um gosto de quero mais e era maravilhoso. Separei nossos lábios e a puxei em direção a estufa

- Samantha- abri a estofa – Aqui e a minha estofa – sorri – claro, minha mãe cuida disso aqui pra mim, mas enquanto eu morava aqui, era eu que cuidava – sorri e a levei pra uma parte da estofa onde tinha um rosa azul – essa aqui e a sua rosa

- Minha rosa? – ela sorriu e me encarou – Por que?

- Des de cheguei e vi que essa rosa cresceu azul, me lembrei de você, me lembrei que e sua cor favorita, que e tudo que você sempre gostou. – sorri e arranquei a flor e dei pra ela

- Obrigada – ela sorriu e me beijou.

                                              ***

Estávamos cavalgando já de volta para a casa, estava ficando muito tarde e não tinha por que ficar lá até tarde da noite então voltamos.

- Suas rosas são lindas – Ouvi Samantha murmura enquanto saia de cima do cavalo com minha ajuda

- E elas são especiais para mim, assim como você é pra mim – ela sorriu sem graça e começou a andar na minha frente

- Eu tenho um presente para você – ela se virou me fazendo bater meu corpo contra o seu novamente

- Não precisa

- Você vai adorar

                                      ***

Estava ajudando minha mãe e marcela a fazer comida, até que minha mãe meteu na cabeça que devia chamar a Samantha para dar comida aos peixes, deixei elas irem e continuei a terminar a comida

              Samantha Willians Pov

Teresa pegou algumas folhas e ração também para jogar na lagoa atrás da casa

- Você realmente ama meu filho? – ela começou a jogar a comida

- Amo – sorri – ele e muito especial pra mim é

- Você e tudo que eu procuro em um nora e é tudo que ele procura em uma mulher, claro que ele vai querer outra filha, não sendo a Kate isso e obvio. Mas ele ama muito vocês duas, e ele vai querer casar e.... – ela me interrompeu e continuou falando como metralha – eu não quero vê-lo sofrer como sofreu com a Leticia e..

Antes mesmo que ela pudesse terminar Arthur chegou atrás dela

- O que estão falando? – ele começou a rir – e algo sobre eu e a Leticia de novo mãe – ele a observou e voltou seu olhar pra mim – ela tem medo de alguém em machucar novamente Samantha

- Eu juro pra senhora, eu amo seu filho – sorri – vou tentar fazer de tudo pra ele não sofrer

- E assim eu espero, minha filha – ela sorriu e entrou pra dentro de casa

- Arthur, que constrangedor – disse e o abracei – vamos entrar

- Eu sabia que ela estava falando algo relacionado a isso – ela riu baixo – ela nunca gostou da Leticia

- E com razão né – ri – agora vamos – o puxei pra dentro de casa

                                                          ***

Fizemos um bolo para ele e todos nos subimos para os quartos depois de tudo.

- Vem cá – o chamei – vem – ri – e ele veio na minha direção – te amo – sorri e tirei sua blusa – te amo – dei vários selinhos nele e o joguei na cama – vou pegar seu presente

- Ei – ele me puxou pela cintura e me deitou em cima dele - ter você aqui comigo, já e um presente. Um grande presente

Eu senti a mão de Arthur passar por minha cintura, ele levantou minha blusa devagar e a jogou em qualquer lugar, deixando meus seios visível para ele, ele logo desabotoou meu sutiã, tirando-o com certa rapidez e se aproximando mais dos seios se virou e fez com que ele ficasse por cima

- Você e linda – ele sorriu e eu retribui o sorriso

Ela abocanhou um dos meus seios e com a outra mão fez uma pequena massagem no outro. Ele parou e me fitou, logo veio me beijando um beijo calmo mais excitante, minhas mãos estavam em seus cabelos negros. Minhas mãos foram descendo conforme o beijo ficava mais quente. Abri o zíper da calça dele e a tirei com a ajuda dele. Ele se afastou para tirar e logo se aproximou novamente, ele desceu a minha calcinha com rapidez e a jogou em qualquer lugar. Ele começou a beijar cada parte do meu corpo e desceu suas mãos para minha intimidade fazendo movimentos circulatórios na minha vagina, aquilo me fez querer gemer alto, mais sabia que não podia. Eu estava precisando dele dentro de mim novamente. Ele me olhou nos olhos e penetrou, entrelaçamos a nossas mãos, estávamos em êxtase estávamos cheios de prazer. Ele vazia movimentos de vai e vem enquanto nossos gemidos baixos se misturavam. Eu estava muito molhada, esse homem me deixava assim.

Eu o arranhava cada vez que sabia que não podia soltar um gemido alto o bastante pra demostra o meu prazer, as estocadas que ele dava eram rápidas e calmas ele ficava nesse ritmo.

Eu senti todo meu corpo enrijecer e eu sabia que meu gozo estava por vim, até que chegamos ao nosso ápice, ele foi diminuindo as estocadas até parar, e saiu de mim ficando do meu lado e me puxando para perto do seu corpo

- Esse foi melhor que todos – sorri

- E por que a amor – ele retribuiu o meu sorriso e beijou a minha testa

- Vamos dormir? - perguntei e ele puxou uma coberta branca e nos tampou e pegamos no sono

                                             ***

                             Arthur Cooper Pov             

Abri meus olhos com a claridade do sol, e com os galos cantando e não vi Samantha ao meu lado e logo a procurei com o olhar

- Samantha??? - A chamei

- Oi – olhei para a direção da voz, ela estava em pé na porta do quarto com uma camiseta grande

- Ei – sorri e ela logo veio para a cama novamente – você está bem? – passei meu braço em volta da cintura dela

- Sim – sorri e selei nossos lábios num beijo curto – por que essa carinha? – ela sorriu fraco

- Que cara? – perguntei e acariciei seu rosto

- Essa cara – a fitei e ela sorriu de lado – me diga

- Estou feliz – voltei a beija-la só que dessa vez com mais calma, passei minha mãos pela coxa nua dela e levei elas até sua cintura a apertando, o beijo dela era doce e calma, me fazia não querer parar de beija-la.

Ela subiu por cima de mim conforme nos beijávamos e logo separou nossos lábios e me encarou

- Está feliz por que eu disse que te amo?

- Sim, estou feliz por isso também- passei a mãos em seus cabelos e sorri – também por você ter saído de Nova York pra vim pra cá uma cidadezinha do interior e....

Ela interrompeu tudo que eu estava falando com um simples beijo, ela pedia passagem com língua e era sempre um prazer da essa passagem, ela massageava a minha língua assim como eu fazia com a dela, mesmo ela beijando com mais pressa o sabor não mudava era sempre o mesmo. Ela começou a descer seus beijos até meu tórax.

Ela me encarou – Temos que descer – ela sorriu e se levantou – nos encontramos lá em baixo – ela disse indo para o banheiro.

                                     ***

                           Samantha Willians Pov

- Marcela faz companhia pra Samantha – Teresa gritou da cozinha

- Tenho que dar comida aos patos – ela gritou de volta

- Eu te ajudo se quiser- sorrir

- Ótimo – ela sorriu e puxou minhas mãos

                                   ***

- Eu fico feliz – ela sorriu – de meu irmão achar alguém que nem você – ela sorriu e arrumou o chapéu

Sorri – e eu também fico feliz de achar alguém que nem ele – sorri – e você está de olho em alguém?

- Estou de olhou em um rapaz ai – ela pulava as pedras que tinha na cachoeira

- Esse e o caminho?

- Quero te levar pra um lugar

- Um lugar?

- É – fiz a mesma coisa que ela

      Chegamos em um pequeno campo de futebol onde todos os meninos jogam bola, ela me olhou e sorriu

- Esses daquele lado e meninões da nossa família e desse lado são os meninos da família Gonçalves.

- Da nossa? – a fitei

- Sim nossa – ela se sentou em um local onde dava pra ver direitinho o campo – quando se casar com Arthur vai ser a nossa família

Nós continuamos ver o jogo, e claro eu não iria disperdia rua chance de ver Arthur sem camisa.

                                ***

Estávamos voltando para casa até que me esbarrei com uma menina, a expressão de Marcela mudou assim que viu essa menina

- Você – a menina espremeu os olhos

- Eu? – coloquei a mão em meu peito

- Quem e Você? – ela olhou pra marcela e logo voltou seu olhar pra mim – A e a menina da cidade, Samantha

- Sim, me conhece

- Sim, você está atrás do Arthur

- Eu não estou atrás de ninguém – a encarei

- Leticia, deixa ela em paz – marcela disse entrando na minha frente

Só então que fui entender que o Arthur que essa menina estava falando era o meu Arthur, o Arthur que eu conheço. Ela era a Leticia a tão odiada pelos Cooper.  

- Você não vai ser feliz com o Arthur, eu não vou deixar – Leticia me empurrou e sorriu debochada

- Sai de perto dela, Leticia – ouvi a voz de Arthur e o olhei

- Já estou longe da sua princesa, meu amor – ela sorriu e seguiu o caminho, dando um arranhada no ombro de Arthur.

- Então e essa que e a Letícia ela parece uma

- Puta – Marcela termino – eu também acho – ri junto com ela e levantei indo em direção a casa

                                             ***

- Marcela, você me disse que está interessada, mas e em quem?

- E um menino chamado Jonas, mas ele e mais velho

- Você sabe né, o que homens mais velhos costumam querer com mulheres mais novas como você

- O que? – pensei antes de falar

- Você já viu um homem pelado?

- Aiii não credo cruzes – ela fez uma cruz e começou a rir – uma vez eu ia entrar no banho e estava o Henrique no banho então o vi pelado, mas logo corri.

Ri – os meninos Costumam um papagaio entre as pernas que fica escondido e quando ele fica com fome ele vai pro ninho

- Pro ninho? – ela me olhou muito confusa

- E pro ninho, que está em baixo da calça, saia ou vestido da mulher

- Quer dizer que eles? – ela arregalou os olhos – e como eles conseguem entrar?

- Bom isso você vai descobrir com o tempo, não posso te falar

- O que está acontecendo aqui? – ouvi uma voz da porta e olhamos para ela, era Arthur e Henrique.

- O que vocês querem? – Perguntei

- Eu quero nada, sua filha que quer te ver – ele disse rindo – mas depois que vi o que explicou pra marcela, tenho até medo de deixar Kate perto de você – todos começaram a dar gargalhadas

                                             ***

 

Desci e fui de encontro com minha filha. Ela estava com um notebook na sua frente conversando com alguém, eu estava tentando reconhecer essa voz, só que estava mais rouca que o normal mas consegui reconheci, era o Justin falando com ela

- Kate, minha filha – ele ri – então você está vivendo com as galinhas

- Papa e só 1 dia – ela disse colocando a mão na tela do computador

- Quando chegar quero que passa 1 mês aqui em casa

- Se mãe deixar eu vou sim – sorrir com aquilo fazendo ela me encarar - tenho que ir papa

- até breve filha, tome conta da sua mãe viu

- Está bom papa – ela disse e fechou o notebook

 

                                                     ***

- Mama, papa estava chorando – Kate disse e me olhou triste – eu não gosto de vê-lo chorando – ela me abraçou – faz ele sorrir, mama – ela começou a chorar – quando papa chora eu também quero chorar

- Minha menina – peguei ela no colo

- Quero ir embora mama – ela dizia aos prantos

- Nós vamos amanha

- Quero ir hoje- ela gritou 

- Ei, se controle menina – engrossei a voz, o que a fez ela chorar mais

- Nós vamos embora agora – disse colocando ela no chão e indo pro quarto fazer as malas e observando pelo ombro um coisinha minúscula vindo atrás de mim

                                 ***

Minhas coisas e de Kate já estava pronta a passagem já estava comprada, faltava somente o táxi que chamei e não havia chegado até agora

Assim que ouvir buzinas desci com as malas e com Kate e adentramos dentro do táxi, já que não tinha ninguém na casa, não tinha ninguém para se despedir.

Quando já estava no aeroporto mandei mensagem para Justin e para Arthur, apenas Justin respondeu minha mensagem, deduzi que Artur não tinha visualizado ainda

Justin 12:00 AM

Esperarei vocês no aeroporto, assim te levo no seu apartamento e levo Kate comigo, tudo bem pra você? 

                                              ***

Já havia um tempo que eu estava no avião e já estava quase chegando. Finalmente chegarmos e o voou correu tudo bem.

Realmente assim que saímos do avião lá estava Justin e seus seguranças nos esperando

- Justin – sorri fraco – ela queria muito você

- Sinto muito ter atrapalhado sua viajem – ela estendeu os braços e Kate correu em direção deles o abraçando

- Você estar enorme – ela riu

- Eu sei – ela começou a dar várias gargalhadas

Vendo os dois assim aquecia meu coração de tal forma, era linda a aproximação deles o jeito a qual eles eram próximos

- Quer tomar um café? – seu olhar foi de encontro com o meu

- Não, obrigada – sorri – apenas vamos embora, preciso de um banho

Entramos dentro do carro e deram partidas. Eles me deixara primeiro na minha casa e logo seguiram para a casa de Justin. Assim que vi o carro sumi da minha visão, entrei.



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