História Playtime - Capítulo 51


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber, Zayn Malik
Visualizações 83
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie <3

Capítulo 51 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction Playtime - Capítulo 51 - Capítulo 17

          Samantha Willians pov

 

Assim que já havia terminado de pôr todas as roupas sujas na máquina e as limpas de volta no guarda- roupa. Fui me deitar a viajem foi cansativa.

                                            ***

Assim que acordei tinha milhares de chamadas e mensagens, antes mesmo de conseguisse ler, ouvir o barulho da campainha

- Já vai – Gritei. Fui em direção a porta e a abrir dando de cara com minha mãe

Ela estava aos prantos, o rosto chegava esta vermelho por conta das lagrimas ela apenas me abraçou forte e cochichou três palavrinhas que acabaram com meu mundo

“Seu pai morreu”. Essas palavras acabaram comigo naquele momento eu fiquei sem reação, nem chorei nem gritei apenas fiquei em choque.

                                                ***

Com a notícia que recebi ontem me desabei a noite inteira, mas hoje eu deveria mostrar mais força, por mim e por todos que estariam lá

Estava terminando de me arrumar quando me lembrei do colar que meu pai havia me dado, fucei a gaveta e o achei

Era um colar lindo de prata com um pingente de abrir e lá tinha uma foto nossa e atrás estava escrito “Para minha eterna criança” eu nunca vou esquecer a forma a qual ele me tratava.

As lagrimas não paravam de cair e cada lembrança a cada foto era uma lagrima

Uma vez meu pai me disse que “com a morte vem a paz”, mas a dor e o preço pra quem vive, assim como o amor, pois só assim sabemos que estávamos vivos

Eu nunca achei que fosse fácil perder alguém, mas e mais difícil do que eu imaginava. Você sempre vê alguém perdendo alguém mais nunca acredita que isso possa acontecer com você. Quando pensamos nessa possibilidade nosso coração se destruí

- Está pronta? – Arthur assim que ficou sabendo do acontecido veio no mesmo dia

- Estou – seguei as lagrimas com o pulso e passei a mão no vestido antes de sair de casa

                                              ***

Quando cheguei lá e todas aquelas pessoas estavam lá a vontade de chorar novamente voltou. Ver aquelas pessoas lá partiram mais meu coração, ouvi os sentimentos daquelas pessoas e continuar ali, era uma verdadeira guerra para mim

- Mamãe, se acalma

- Filha – tentei segurar o choro, mas era impossível

- O vovô só está dormindo – As palavras dela me fizeram chorar ainda mais – quer ver – ela empurrou uma cadeira e ficou olhando ele no caixão – vovô acorda, vovô, pode acorda agora, vovô – ela me olhou com os olhos cheios de lagrimas – Porque o vovô não quer acorda?

Não conseguir manter reação ao ver essa cena, eu paralisei enquanto as lagrimas caiam em velocidade.

Justin a pagou e a levou pra fora e logo o vi voltando e vindo em minha direção – Ei – ele disse me abraçando – seu pai não iria querer te ver assim

- Eu sei – o abracei mais forte – está doendo, Justin – ele apenas me escondeu mais em seus braços

- Calma, calma – ele passava a mão em meu cabelo – sua vez de presta o elogio – assenti com a cabeça e sai do seus braços e fui lá pra frente

Flashback On

- Filha – ele sorriu e tocou a nota novamente – Dó

- Dó – repetir tudo que ele fez

- Isso, agora Ré – ele fez isso com todas as notas ate que eu aprendesse

                                        ***

- Vamos cantar aquela música – ele disse começando a tocar

-  Not afraid

Not alone – comecei apenas de onde conhecia

-Let us hope by some good pleasure

Safely to arrive at home – ele continuou e cantou maravilhosamente 

                      Flashback Off

Olhei para toda aquela gente me encarando esperando que eu dissesse algo

- Bom, hoje mais cedo, estava me lembrando que ele disse que quando morremos encontramos a paz, mas sempre nos que ficamos sentimos a falta enorme de quem se vai e sei que vamos sentir bastante a falta dele- sorri sem vida – vou cantar uma música que costumávamos cantar juntos

Olhei para minha mãe que estava sentada bem ao lado de Jules e Mariah

- Go in peace

Go in kindness

Go in love

Go in faith

Leave the day

Day behind us

Days done

Go in grace

Let us go into the dark

Not afraid

Not alone

Let us hope by some good pleasure

Safely to arrive at home – A cada frase da música, lagrima velozes escoriam, assim que terminei a música, sai da igreja.

- Samantha – me virei para ver quem era o dono da voz, podendo ver Felipe – O Samantha – ele disse vindo em minha direção e me abraçando – Eu sei o que está passando – o rosto dele estava assim como o meu

- Ele se foi, Felipe – o olhei e voltei a cabeça para seu peito – ele se foi, meu pai se foi – meu choro saiu como um grito e ele apenas me abraçou mais forte – a sua partida deixou um vazio tão grande em meu coração

- Guarda as memorias que você tem com ele no seu coração, de onde o amor que você sente por ele nunca vai acabar. Eu sei como era seu pai, o cara bacana que ele era e sei o quanto ama ele, eu também o amava, ele sempre foi importante para mim, assim como toda a sua família – ele depositou beijos em minha cabeça e me apertou mais em seus abraços

                                                      ***

Todos nós estávamos a caminho do local onde iriamos enterra-lo

Flashback On

- Filha – ele me gritava – eu vou te encontrar – ele abriu a cortina na intenção de me achar – mocinha você tem 15 anos, não consegue mais se esconder como antes – ele disse rindo

-  Você e velho – ri – não consegue correr como antes – foi só abrir minha boca que ele me encontro e me jogou na cama me enchendo de cosquinhas

- Aaaa, repete mocinha – ele disse e eu não conseguia parar de rir

- Pai, eu não sou mocinha, sou mulher já – ri – eu fiz quinze lembra

- Você sempre será minha criança e minha princesinha, lembra? – ele pegou o cordão que estava no meu pescoço e o balançou

   - E quando eu me casar?

- Vai continuar sendo sempre a minha criancinha- ele disse e se levantou da cama

- Paii, eu te amo – gritei o fazendo sorrir

- Eu também te amo minha criança

Flashback Off

O corpo dele já estava sendo coberto por terras e flores, dava nem para ver mas o caixão e assim terminou o enterro dele e ali acabou, e ali foi a última vez que o vi.  


Notas Finais


Gente esse capítulo me deixou a prantos


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