História Please, bite my neck! - Capítulo 5


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Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Personagens Originais, Taemin Lee
Tags 2min, Drama, Jinki, Jonghyun, Jongkey, Jongmin, Jongtae, Jongyu, Jonho, Key, Kibum, Lemon, Medieval, Minho, Onew, Onho, Onkey, Ontae, Romance, Shinee, Taekey, Taemin, Vampiro, Yaoi
Visualizações 38
Palavras 1.616
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Harem, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Heavenly.


A fala de Taemin ecoou de uma maneira tão única que Jonghyun não resistirá em selar os lábios fartos. O escritor o envolveu em um ósculo afoito, entre deslizes estalados das línguas e as trocas de respirações descompassadas, devido aos atritos que os corpos estavam a debater.

Kim não aguentava, o seu desejo maior foi em abrir bem as nádegas e forçar o seu falo que estava a melar, de tão excitado, contra a área sensível que contraia sobre a sua glande. Era tão apertado que um gemer rouco escapou de sua garganta e ele o penetrou, forçando-o de uma vez para senti-lo e pode apreciar o drácula que antes lhe dominava, contorcer com a sua estocada.

Lee gemia alto e forte, mas Jonghyun sabia que para ter isso parte de si era forçada a ser doada. O vampiro deslizou os lábios quentes sobre a face do humano e em um provocar sedento até alcançar o pescoço, o qual abocanhou e cravou os seus dentes a pele, rasgando-a como antes. Jonghyun ofegou perante as presas, porém, uma de suas mãos deslizaram até o tronco alheio afastando-o e erguendo o seu corpo para olhá-lo nos olhos, estes tão azuis e tão diferentes dos que antes o amedrontava. — Você quer muito isso, hn? — Kim indagou olhando com um sorriso malicioso, o seu sangue parecia ferver, entretanto, controlava por um breve momento para cessar a fricção dos quadris. — Você vai ganhar isso, mas só se gemer como uma vadia para mim. Vai ter que implorar mais do que eu fiz. — O mais baixo completou. E, Taemin gemia erguendo as suas mãos sobre o corpo do escritor, sentindo a sua entrada contrair em volta da ereção, nunca alguém havia o dominado desta maneira.


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Após trocas de olhares e demonstrações de irritação, Jinki e Key deixaram aquele ambiente repleto de olheiros e bebidas. O ruivo havia convencido em sussurros que iria mostrar e falar somente o que havia visto se Kibum o deixasse seguir caminho de volta o castelo. E, se principalmente, convencesse Minho, o que era o mais difícil ao menos era o que pensava.

Me espere do lado de fora, capitão. Não quero que você arrume mais confusões por hoje. — Kim disse com o olhar sério assim que ambos aproximaram do portão, devido a agilidade que ambos tinham alcançaram rapidamente a chegada do local e Jinki, moveu a cabeça de maneira positiva, concordando com este, mesmo que a sua mente o dissesse ao contrário. — Irei esperar, Key. — O mais velho afirmou percebendo o outro se afastar, mas antes que desse tal chance ele aproximou-se um pouco e o segurou pelo braço direito para assim perguntar. — Você acha que vai conseguir convencer o Minho? 

Kibum o ouviu e sorriu convencido, enquanto deslizava a própria mão sobre a alheia para afastar de seu braço e a guiar, forçando Lee a tocar na frente da sua calça para dar uma boa resposta. — Eu tenho a minha maneira de convencê-lo. 


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Jonghyun. — Quando os dedos melados o abandonaram, o nome do escritor soava cheio de desejo e luxúria da boca de Lee, este que demonstrará o mesmo ao ondular os quadris fodendo o próprio interior e mostrando o quanto estaria disposto a ser o que este desejasse para livrar. Em verdade, os dois aparentavam a mesma sede de prazer. — Me fode, por favor. Você não quer se vingar? Aproveite e acabe com a sua vadia. — Este foi o pedido ofegante de Taemin, chegará a ser um pecado este usar palavras tão maliciosas para Kim; a aparência deste se mantinha a angelical. Porém, isso não evitou que o respondesse com um tapa estalado sobre a bunda de Taemin, marcando o seu palmo.

Kim não aguentava mais manter aquela postura, mas ainda ansiava o controle absoluto para não ser pego frágil pelo vampiro. E, então, segurou as pernas de Lee o fazendo elevar contra o abdômen e em seguida, o agarrou pelos quadris, forçando a deitar de lado para posicionar com agilidade por trás, sem abandonar a entrada. Uma das mãos de Jonghyun deslizou por baixo da cintura de Lee, elevando o palmo até o abdômen para empurrá-lo contra seu corpo, enquanto a mão livre alimentava a sede dos lábios Taemin.

Agora que tinha as costas coladas ao seu peitoral, Kim suspendeu o rosto e gemeu próximo a audição de Lee, deixando a sua respiração cair sobre ao movimento seguido dos seus quadris contra os outros, voltando a estocar com força. Podendo apreciar a maneira que Taemin chamava e empinava para si. 

O atrito da pele chegava a tornarem um só, os seus corpos estavam tomados por uma camada fina de suor. O soar melado de ambos os quadris acompanhado dos gemidos e ofegares eram sonoros, não se importava de alguém ouvir fora aquele quarto. E, sedento a mais provocação a mão de Kim deslizou até o pau rijo e necessitado de Lee, o pegou e deu início a uma masturbação lenta que tornava intensa pela demonstração deste ao movimentar sobre os seus dedo.


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Choi? — Key andava pelo corredor maior do castelo chamando do outro servo, sabia que este estava a manter a proteção hoje do ambiente, mas, precisava saber e avisar o que estava a acontecer. — Voltou cedo, Key. — A voz soou de uma maneira surpreendente atrás de si, Minho tinha avançado e nem havia percebido, tal ato acabará arrancando de si uma risada baixa. — Estava tedioso lá fora e eu precisava te pedir algo. — O mais velho respondeu.

Minho desconfiou das últimas palavras e pode perceber Kim virar a sua direção com aquele sorriso cheio de segundas intenções. — O que você quer? — Choi indagou sentindo o seu queixo ser pego com as pontas dos dedos de Key, este sempre transbordava excitação e não era novidade as propostas deste.

Neste momento não poderia, estava tentando resolver uma pendência para si, mas o maior não sabia como recusar, o controle do outro em especial esbanjava a luxúria. — Ah, Minho... — Kibum assim que elevou o rosto gemeu propositalmente sobre a boca do mais novo, deixando aquele roçar de ambos os lábios, enquanto o seu corpo ia a frente esfregando-se para mostrar a leve ereção que se formava a sua calça justa. 

Vou ter que te mostrar... e te fazer sentir. — Key continuou a falar para ganhar tempo para si e arrastá-lo até fora do castelo, pelo menos até onde Jinki prometia estar. — Você não muda nunca, Key? — Minho indagou envolvendo as mãos sobre os quadris de Kibum, apertando entre seus palmos e deixando um esfregar mais forte dos corpos. — Mudo só a posição ou o lugar, mas a vontade de foder e os gemidos sempre são os mesmos. — A sua fala pareceu convencer bem o mais alto e entre troca de selares carregados de malícia, Kim o guiou.


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O orgasmo anterior já havia deixado Jonghyun em extremos, sabia que aquela intensidade iria acabar se desfazendo fácil. O corpo de ambos ofegaram e contraiam de uma maneira deliciosa, os peitorais subiam e desciam ao tamanho prazer em busca de um controle para a respiração devido o ato. E, os quadris moviam com insistência, enquanto a mão de Kim acelerava o toque ao falo com mais pressão. Foi em um gemer mais alto que Taemin acabou se denunciando, os fios platinados e levemente úmidos grudaram em sua testa quando jogou a cabeça para trás, pressionando os olhos e entreabrindo a boca carnuda para que um chamado insistente do nome do outro soasse com mais força.

O escritor pode sentir as mãos meladas devido o novo ápice, era delicioso ver o conde tão sensível e com o corpo pesado. E, o menor forçou ao segurar a as laterais da face para forçar a ver aquele olhos azuis e o rosto delicado, enquanto em mais um mover foi a sua vez de chegar ao orgasmo. Jonghyun sentiu um espasmo pelo tamanho prazer ao preencher o interior e fazê-lo seu como havia falado. 

Com os olhos fechados, Kim tentava manter a respiração, notando o quão entre aquele atrever tinha alimentado Taemin. Mas, isso não lhe deu fraqueza alguma ao contrário, a sua força e desejos obscuros aumentavam. E, aonde havia sido mordido escorria friamente o sangue desejado por Lee, este que parecia cada vez mais ansioso para tê-lo. 

Tão frágil... poderia acabar facilmente com ele. — Novamente a voz estranha soou, porém, desta vez era diferente quando Jonghyun ergueu o olhar percebeu a porta levemente destrancada, o estranho havia passado despercebido pela concentração do prazer.

Você pode morrer ou pode matar ele. Escolha? — A insistência do estranho fez Jonghyun erguer o rosto, mesmo que Taemin o chamasse baixo. — Você não sabe o que diz... — O escritor disse ao olhar nos olhos do vampiro e envolvê-lo com mais força em seus mãos. Nesse instante, perceberá que o desconhecido era o capitão de antes. Onew não havia suportado ficar apenas fora do castelo.

Existiam boatos de que haviam sobreviventes da aldeia celestial, pensei que tinham exterminados todos. Mas, parece que restou um. — Jinki olhava com aquele sorriso malicioso, admirando os dois juntos a cama, não importava em ver os corpos expostos, ele admirava principalmente a forma que os dois estavam na mudança repentina de aparência. — O que quer dizer com isso? — Jonghyun perguntou acolhendo Taemin mais em seus braços como se estivesse a proteger, a sua percepção aumentou ao ponto deixar notar os passos arrastados de Onew próximos a beirada da cama. — Que você não é apenas um humano. — O ruivo respondeu passando a língua entre as presas, podendo ver a confusão nas expressões do escritor.



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