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História Please Fuck-me - Nabrina - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capítulo 02 - Scratch 25


Apartamento de Sabrina e Prudence
07:45 A.M
Hoje.

Sabrina estava na sacada da cozinha, com uma caneca de café na mão direita e um cigarro entre os dedos da mão esquerda. 
Seu apartamento ficava numa via movimentada do centro da cidade, dando uma boa visão do trânsito caótico. Aquilo a distraía nos momentos de grande tensão. Ela ficava lá, do alto do sétimo andar vendo as pessoas brigarem entre si, buzinarem como se esse ato fosse liberar uma hélice para saírem voado, vendo as pessoas andarem rapidamente de terno e gravata rumo a mais um dia chato e exaustivo no escritório... Se sentia como a Deusa observando a todos do alto e julgando-os. Era fácil pra ela julgar, até gostava dessa coisa de usar suas experiências de vida nos outros. Mas tinha certeza que as pessoas que gostaria de julgar não encarariam bem o fato de ter um desconhecido aninhado em sua cama.

O sujeito não acordou mesmo com o grito de estupor de uma taurina de ressaca. Na realidade, ele mal se moveu, causando ainda mais assombro na menina. Eles teriam usado alguma droga? Sabrina enfim tinha perdido a virgindade com aquele belo espécime masculino? Estaria ela fadada a nunca se lembrar de um dos momentos mais importantes de sua vida?
As perguntas se faziam em sua cabeça, mas o álcool ainda não a deixava raciocinar. Tentava procurar alguma notícia no celular, mas o mesmo não tinha nada além de inúmeras felicitações de aniversário, mandou mensagem para Prudence e Dorcas, mas ambas não deram o menor sinal de vida. Desesperada por não saber o que houve na noite, resolveu seguir o fluxo normalmente, até o momento que o rapaz acordasse.

Quando levantou, notou que estava apenas com uma regata, e roupas íntimas. Ela solta um risinho preocupado ao notar que a regata era a regata dele, e que suas roupas íntimas não combinavam. Calcinha rosa-claro e sutiã bege, não muito exitante, Spellman.

Ela saiu do quarto, e vai até a sala, o recinto estava normal, o que a desanima um pouco. Já que tinha perdido a virgindade não custava ter feito um sexo selvagem e intenso no tapete da sala. Teria sido um papai-e-mamãe bem básico e chato em sua cama? Será que ela gemeu alto demais? Se sim, nunca mais teria coragem de sair do apartamento, já que as paredes eram finísismas. Por mais que tentasse puxar na memória, ela não se lembrava de nada concreto, só pequenos fleches, lapsos da noite anterior.

Tendo desistido de pensar no ocorrido (sua cabeça estava doendo mais do que quando acordou), ela sai da sala, vai até a cozinha, liga a cafeteira (melhor presente de sua tia Hilda), e começa a caça de uma Aspirina, encontrando a cartela de medicamentos no quarto da amiga. Toma os dois sem água, e deita na cama da outra, fechando os olhos.
Por um momento ela pensa em como seria sua vida, se o namorado não tivesse embarcado para o Canadá. Provavelmente teria passado a noite anterior com ele, assistindo algum desses filmes cafonas da Netflix, depois comeriam um fundue de chocolate com morango e transariam por no máximo uns quinze minutos, com direito a preliminares. Nesse caso, não sabia se tinha ou não um namorado ainda, e, tomada por uma grande coragem, resolveu que mandaria mensagem ao jovem Harvey Kinkle. Mensagem definitiva, como deveria ser a relação dos dois.

Ela levanta, e volta ao ponto de partida: Seu quarto. Da porta (tem medo de passar e acordar abruptamente o hóspede inusitado) encontra o jovem desconhecido, esparramado em sua cama e dormindo plenamente, como uma preguiça sob efeito de midazolan 05mg. Ela tem medo de se aproximar, mas também tem curiosidade de saber se ele é tão lindo de perto quanto é de longe. Ele dorme de barriga para cima, seu peito esta nu, e ela nota como a respiração dele é tranquila, e como ela queria poder deslizar os lábios por aqueles dois morros de carne tão chamativos. Parecia estar sonhando, e ela cruza os dedos involuntariamente, pedindo que ele estivesse sonhando com ela.
Com passos silenciosos de um bandido, ewla vai até o guarda-roupa, pegando uma camiseta bem maior que ela (camiseta de Hockey de Harvey), material básico de higiene, e uma calcinha e sutiã de renda roxo. Nunca se sabe.

Ela vai até o banheiro, liga o chuveiro e espera alguns segundos antes de entrar. A água quente penetra em seus poros, fazendo a menina soltar um pequeno e involuntário grunhido de satisfação. Nunca tinha pensado que um banho poderia ser tão prazeroso. Ela pega o sabonete, e esfrega carinhosamente por seu corpo, como se fossem mãos de homem bonito. Ela fecha os olhos, tentando absorver ao máximo aquelas sensações. O sabonete escorrega de sua mão, e caí no chão, mas ela nem ligava mais, suas mãos se arrastavam pesadas por seu corpo, como se estivessem se conhecendo pela primeira vez. Seus olhos estão grosseiramente fechados, e sua boca se retorce, enquanto a jovem Sabrina Spellman desliza suas mãos para seu baixo-ventre, tateando em busca de um prazer desconhecido por ela. Por um instante ela consegue sorrir, pensando que suas mãos frias e magras, eram as mãos do namorado. As mãos que deslizavam por suas costas, que acariciavam as auréolas de seus seios e brincavam com seu umbigo... mãos que chegavam ao seu sexo , que salivava por algum contato mais intimo e masculino. Ela se sentia em êxtase, rindo sozinha naquele banheiro.  Ela murmurava "Harvey", mas as mãos fingidas não eram as do rapaz, ela se acariciava pensando naquele sujeito que estava deitado em sua cama, rolando em seus lençóis de seda. Ela solta um gemido completamente agudo e imoral, e, meio desequilibrada, caí com força no chão do Box.
Ela ri, apanha o sabonete, levanta com alguma dificuldade, e começa a esfregar o corpo, sem segunda intensões, em seguida põe shampoo na mão e massageia o couro cabeludo com carinho, afinal a cabeça ainda doía. Triste vagina era aquela daquela menina. Se tinha conhecido um homem, estava bêbada demais para lembrar.
Sabrina apanha a toalha, seca seu corpo, em seguida escova os dentes e logo depois veste a langerie roxa de renda. Gosta do resultado, sua bunda parecia mais atraente e os seios com certeza estavam mais empinados. Coloca a camisa azul e enrola a toalha na cabeça. 

Uma mulher que não consegue chegar no orgasmo quer guerra com todo mundo

- Você não deveria se masturbar no banho, sabia? Por causa das suas obscenidades, uma série de criancinhas africanas ficarão sem água.

O rapaz já não estava mais deitado, porém continuava sem camisa. Ele estava em pé, na cozinha arrumando pratos na mesa minúscula do apartamento. O cheiro bom de ovos e bacon fez o estomago da menina dar voltas atrás de voltas, enquanto ela cora violentamente com o comentário, e mais ainda quando vê os olhos do mesmo encarando-a de cima abaixo. Por mais que fosse a camiseta, ela ainda estava bem acima do joelho, dando uma visão das pernas e de algumas curvas da bunda da jovem estudante.

- Eu não estava me masturbando... eu... eu caí! Aquilo não eram gemidos de prazer, eram gemidos de dor.

- Desculpa, mas eu já senti muita dor nessa vida, e nunca gemi daquele jeito. - disse ele rindo enquanto olhava descaradamente para as pernas da garota.

- Ei! Será que você pode parar de me olhar como se eu fosse um pedaço de Bacon? Aliás, quem te deu o direito de ficar cozinhando  na minha casa, aliás cozinhando sem camisa... Deus!

- Devo encarar essa última frase como um elogio? Meu deus, garota, será que tudo que eu te disser vai causar o seu rubor? Tu tá quase a bandeira da Griffyndor. Eu achei que depois da sua bebedeira de ontem, algo que caísse no seu estômago e que não tivesse álcool etílico na composição seria uma boa opção. E você é bem mais atraente que um pedaço de bacon.

- Tá bem, eu não vou encarar isso como um elogio.

- É uma pena. Então pelo menos come. Nós temos um pão de passas que deve ser péssimo, mas não tem outro, um cafe fresco feito em uma máquina duvidosa enquanto a limpeza - Sabrina faz  uma falsa cara de ofendida - ovos e bacon. Do que você e a Prudence sobrevivem?

- Nicotina, vinho barato e comida congelada - diz ela como se fosse a pergunta mais normal do mundo - espera, como você conhece a Prudence? Vocês são amigos de onde?

- Ué, foi ela quem me contratou - dize ele colocando as frigideiras na mesa.

Sabrina sente uma pontada forte na cabeça.

- Contratou?

O rapaz vacila. O clima começa a pesar e sua vontade era pular pela janela do sétimo andar.

- Bem... pra transar com você.

Ela arregala os olhos.

- Quem diabos é você?

Ela tinha medo da resposta.

- Eu me chamo Ni.. Scratch. Scratch 23. O 23 não é da idade, acredite.

- Espera,  tu é um garoto de programa? Meu deus do céu, eu dormi com um garoto de programa. Eu perdi a porra da minha virgindade com um garoto de programa - dizia ela  a si mesma em um estado de perplexidade tão grande que nem ligava para se o garoto ouvia ou não.

-  Você não deveria ficar falando esses palavrões,e não, a gente não transou. - diz ele franzindo o cenho - na verdade o máximo de contato que nós tivemos foi quando você tentou fazer algo que eu achei que fosse um Lap Dance  em cima de mimdepois eu fui três vezes no banheiro feminino te ajudar a vomitar, aí eu te trouxe em casa você tentou tomar um banho sozinha, caiu no box e eu tive de ir te ajudar - sabrina estava mais vermelha que a bandeirada grande e extinta URSS, ao pensar que aquele belo rapaz tinha a visto nua - aí eu te coloquei pra dormir. Então no máximo nós dormimos juntos, e você ronca bastante.

Ele riu, mas ela não acompanhou. Estava séria, com suas bochechas vermelhas e seus olhos cerrados como se pudessem soltar lazer. o lábio inferior tremia e um nó se formava em sua garganta.

- Por quê a Prudence contratou um garoto de programa pra mim?

- Na verdade eu prefiro o termo acompanhante masculino especializado. E não, eu não sei porque a Prudence me contratou

- Por quê caralhos a minha amiga de te contratou? - disse ela um pouco mais alterada.

- Pra você perder a virgindade. Elas me contrataram pra você não ser mais virgem. Segundo elas você tem 23 anos, e nunca foi beijada de uma forma prazerosa, e nem nada assim.

Ela levanta da mesa de forma brusca e vai pisando duro até o quarto, batendo a porta com força quando entra no quarto.

 

Sabrina P.V

Eu queria chorar, mas as malditas lágrimas não saiam pelos olhos. Me sentia frustrada, ridícula e angustiada, e como uma garotinha me jogo na cama, perfeitamente arrumada. Sim, o Sr Garoto de Programa arrumou a minha cama. Talvez, se ele precisasse de um segundo emprego, poderia tentar de diarista, ou descabaçador de meninas virgens. Bicho, como eu sou ridícula! Tenho 23 anos, nunca tive um daqueles beijos de revirar os olhos e sentir o coração batendo ritmado como um pandeiro, nunca fui tocada por outro homem, e eu não consigo nem me satisfazer. 
Qual seria a merda do meu problema?

Pego o celular, disposta a mandar uma mensagem das mais desaforadas para as minhas "amigas", mas acabo me surpreendendo com uma notificação de um número de fora: Era o Harvey, o sujeito responsável pela minha incômoda virgindade. Desbloqueio o celular e vejo uma foto dele sorrindo com um alce (estupidamente fofinho, com seu sorriso perfeito de dentes naturais) e uma outra fazendo pose com um bastão de Hóckey.

De: Harveykinkle 
Querida Brina, espero que essa mensagem chegue a tempo do seu aniversário, sinceramente eu não sei como funciona, mas não custa tentar. Queria muito do seu lado agora, assistindo A Barraca do Beijo enquanto a gente comia brigadeiro de panela. Acredite, meu coração doí de tanta saudade sua. Espero que você tenha saído pra fazer alguma coisa com as meninas, e não tenha caído na besteira de sair com a Zelda. Não vou ficar floreando muito, porque sinceramente eu não leria. Só quero dizer que o Canadá é lindo (frio, mas lindo), e o meu professor de mestrado gostou muito da minha tese, e ele gostaria que eu fosse apresenta-la na Inglaterra, daqui dois meses, então talvez eu fique mais um bocado por cá.
Espero que você tenha se divertido mesmo, meu amor, e eu espero também que você sinta um terço da falta que eu sinto de você.
Eu te amo, Sabrina. Por favor, não esquece disso, ok?

 

aperto o celular contra o peito, e sinto que as lágrimas começam a rolar por minhas bochechas. Lá no fundo agradeço por  não ter perdido a virgindade com aquele rapaz desconhecido, o tal Scratch.
Harvey é meu namorado, e ele me ama. Bicho, ele me ama!  Eu me sinto insuficiente pra ele, como pra qualquer um. Não queria estar aqui agora, trancada no meu quarto porque tem um acompanhante masculino especializado na minha cozinha, aparentemente sem camisa e fazendo ovos e bacon. É perfeito demais, e eu não sei se mereço tudo isso.
Ele é lindo. como é dificil dizer isso. Perfeito como uma escultura grega.
Os cabelos encaracolados negros como os olhos, a barba por fazer, os dentes brancos, o queixo proeminente, os braços malhados sem exagero... e aquela barriga. Tenho que parar de pensar nele, talvez ele tenha ido embora, no entanto tenho medo de encontra-lo ali e querer agarra-lo como uma preguiça bêbada agarra um bambu

- Brina, saí daí por favor - diz ele dando pequenas batidas na porta.

O porra, ele não foi embora.

- Você não vai sair nunca? Se está esperando o pagamento, passa o número da conta que eu deposito.

- Eu imagino o quão você ta magoada, mas não precisa ofender.

O tom dele foi extremamente sincero, e eu me sinto pior ainda. Afinal, ele não tem culpa disso tanto quanto eu.

Levanto da cama, abro a porta e vejo-o sentado no chão. Ele parece um cão depois de ter feito uma travessura, esperando o perdão do dono.

- Achei que você nunca ia abrir...

Sorrio, e o puxo para cima, acabo me desequilibrando (maldita bebida), e ele me segura com força. Instintivamente seguro suas costas nuas, e quando vejo estou aninhada no peito dele. Nada relacionado a tesão, só um instinto de proteção, como se eu conseguisse enfrentar tudo amparada por aqueles braços. No entanto, sinto algo endurecendo na minha perna, e me afasto rindo.

- Avisa o sr 23 que eu tenho namorado - digo dando a língua pra ele.

- Ontem você ficava bem empolgada quando o sr 23 levantava. - diz ele maliciosamente.

- Amigo, depois de tudo que eu bebi, tudo é possivel. - digo pulando na cama e fazendo um gesto pra ele deitar comigo.
Ele se joga na cama, fazendo o colchão saltar, quase me levando ao chão. ele ri, e eu acabo rindo também. Num determinado momento, estamos rindo como dois idiotas que se conhecem a décadas

Scratch vira em minha direção, e olha no fundo dos meus olhos, e eu me sinto hipnotizada por ele. Seu sorrisinho de lado, seus cabelos desorganizados, os pequenos cravos na testa... tudo aquilo mexe comigo, e eu não sei o porquê, mas sei que gosto.

- Qual é a boa de hoje? Quer dizer, presumo que você não vai querer que sua Tia Zelda a veja nesse estado.

- Como você sabe da minha tia?

- Você falou dela por exaustivos sete minutos. Aliás, você tem uma questão muito complexa com ela... Era sempre de como você queria que ela pudesse te ver sendo uma vadia, e depois o quão a sua infância foi conturbada por conta da pressão psicológica que ela fazia na sua cabeça, em seguida foi de como você nunca pode ter um namorado, porque ela nunca deixou, por último, esse você chorava bastante, dizia que não queria acabar chata sozinha e amargurada como ela. 

- Posso te fazer uma pergunta?

- Se for o meu primeiro nome, eu nunca vou te dizer.

- Por quê você não transou comigo?

Ele me olha, e eu me sinto nua perante aqueles dois faróis, em seguida ele faz um carinho desengonçado no meu braço e diz:

- Você estava bêbada, e sinceramente não acho que a melhor forma de perder a virgindade seja comigo; quer dizer, teria sido ótimo, acredite, eu teria te levado ao céu num unicornio colorido, mas...

- .. Tá, eu entendi.

- Obrigado.

Nos encaramos por alguns segundos, e sorrimos feito bobos.

- Que tal assistir um filme?  Para Todos Os Garotos que Já Amei já está disponível.

Eu realmente ia assistir um filme com o cara que foi contratado pra romper meu hímen? 

- Seu serviço é tão completo assim, Sr Scratch 23? Você come as menininhas, depois faz café pra elas e assiste filmes românticos?

- Digamos que sim.

Minutos depois ele levanta, vai para a cozinha e me deixa sozinha, confesso que fico um pouco apreensiva com aquela situação, mas nada poderia ser mais inusitado ou dar mais errado que isso. De súbito enfio o nariz nos lençóis, e consigo aspirar o cheiro dele. álcool, perfume amadeirado e nicotina. Era um viciado como eu.

- Sabrina?

- Hum?

-Sabrina! Se tu queria sentir meu cheiro, era só ter avisado, agora eu devo avisar que essa sua posição tá bem estranha. - ele sorri malicioso e com os olhos brilhando, tornando-os ainda mais escuros

- Eu queria fazer brigadeiro, mas nessa casa não tem nada de bom, o máximo que encontrei foram essas barras de chocolate 0 açucar.

- São da dieta da Prudence, traz pra cá.

Ele pula na cama, apanha o controle e liga a televisão. Vou aproximando meu corpo do dele até estar deitada em seus braços. Não parecia errado, era como se tivéssimos feito isso uma vida inteira. O filme começa, ele dá uma mordida no chocolate e faz careta (de fato são péssimos)
Eu fecho os olhos ao sentir uma pequena pontada na têmpora, mas já não doí tanto, era como se ele me protegesse. 

Gosto dessa sensação.



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