História Please, help me - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Ansiedade, Depressão, Jeon Jungkook, Jikook, Kookmin, Park Jimin, Romance, Síndrome Do Pânico, Sope, Yoonseok
Visualizações 15
Palavras 2.558
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoinhas, tudo bom com vocês? (isso é intro de um canal?)
Segundo cap pra vocês, primeiro na verdade, ou prólogo conta como? Não sei, mas gente, isso aqui, me fez pensar, do como eu consigo escrever uma história e não uma introdução grande para um trabalho ABNT.

Fotinha jikook para acalmar o coraçãozinho de vocês, mas gente vamos lá.

AVISOS:

- Está fanfic contém, ansiedade, ataques de pânico e depressão, caso fique desconfortável, não leia.
- Não reclame que a doenças não é assim, estou contando de acordo com minhas experiencias e aprendendo ainda, as doenças atacam cada um de um jeito diferente.
- Plágio é crime

Capítulo 3 - O que realmente me acontece (não revisado)


Fanfic / Fanfiction Please, help me - Capítulo 3 - O que realmente me acontece (não revisado)

Abri meus olhos devagar com ardência nos olhos por conta da luz forte no qual eu não estava acostumado, senti que estava deitado em um lugar confortável, provavelmente uma cama, recuperei meus sentidos aos poucos e as lembranças do que acontecia antes dali.

 

Quando percebi que estava na enfermaria olhei pelos lados rapidamente tentando achar uma silhueta, o que não foi muito difícil, lá estava ele, cochilando na poltrona ao meu lado.

“Meu deus, como eu vim parar aqui? Ele que me trouxe? Será que não foi muito difícil, ele ‘tá perdendo a aula por minha culpa? Deve me achar ridículo. “

 

Tentei correr dali sem acordar ele, mas fui interrompido pelo garoto que ainda estava um pouco sonolento.

 

- Park? Você já acordou? Que ótimo, está melhor? – Vi meu coração acelerando de novo, mas agora não podia mais simplesmente sair correndo, deveria ser educado, então respirei fundo e peguei o cobertor que havia caído na correria.

 

- S-sim, estou, sinto m-muito pelo incomodo. – Minha voz saiu mais baixa do que esperado, meu olhar fixo para o chão branco, talvez devesse ter agradecido, no entanto na minha cabeça me desculpar era mais necessário.

 

- Não precisa se desculpar, você não fez nada, no entanto a enfermeira disse que você não está comendo direito, então se alimente mais oky? – Ele bagunçou o meu cabelo com um sorriso simpático, me perguntei se ele estava fazendo isso apenas por pena. Acabei me encolhendo um pouco. – Ei, eu não mordo, não tenha medo.  – Concordei com a cabeça.

 

- Então, acho que já vou indo, estou perdendo a a-aula. – Falei pegando minha blusa e indo em direção da porta.

 

- Espera! Você deveria descansar e comer alguma coisa, comprei um pão doce para você e um pouco de leite. Já peguei licença e avisei os professores. – Olhei bem para ele, ainda faltavam três horas para o sinal tocar, pensar em ficar apenas com ele todo esse tempo, depois de tudo, me acelerava o coração e os enjoos vinham. – Você sabe que eu não deixarei você ir sozinho nestas condições.

Ele se levantou da poltrona, pegou no meu pulso e me deixou sentado na cama e se voltando para a poltrona.

- Agora coma e descanse oky? Qualquer coisa estou aqui. – Ele me deu um sorriso e pegou seu celular. Olhei para a mesa do meu lado e realmente havia um pouco de comida lá, mas eram cinco pães doces diferentes e quatro leites, um de cada sabor. – Então, é que eu não sabia do que você gostava, então acabei comprando todos que haviam na loja. – Ele coçava a nuca em forma de nervosismo, era fofo de certa forma.

 

Peguei qualquer um deles e comecei a comer, era estúpido ser pego assim, fazia quase uma semana que não tinha uma refeição de verdade, apenas macarrão instantâneo e outras porcarias que eu ganhava por trabalhar em uma lojinha de conveniência. Percebi que ele tinha guardado o celular e começou a me observar, fiquei um pouco quente, provavelmente corei um pouco.

 

- O o-que foi? Tem algo no meu r-rosto? – Comecei a passar a mão pelo meu rosto, tentando limpar seja lá o que fosse para ele estar me olhando tanto.

- Hm? Não, não, não é nada disso, é que... – Ele se levantou e se sentou do meu lado no colchão, seu rosto estava perto do meu, o suficiente para eu conseguir sentir sua respiração quente se encontrando com a minha. – Mesmo a gente sendo da mesma sala há muito tempo, só agora percebi, você é realmente muito fofinho.

Acabei corando mais, me distanciei na surpresa e continuei a comer sem olhar para ele.

- Ei, por que nunca disse que dançava? – Ele me perguntou se levantando e indo para a janela, que era a mais sem graça de todas pois a enfermaria ficava no primeiro andar em frente ao pátio. Me lembrei do porquê eu ter desmaiado, foi como eu consegui escapar do desespero. Fiquei nervoso em lembrar do acontecido, parecia que tudo que eu consegui fugir com o desmaio estava voltando, mas tive que respirar, dois desmaios era um acontecimento difícil para agora.

“Ele me viu dançando e cantando, isso não era para acontecer, e agora? Mas, ele me... elogiou não?”

 

- Sabe, eu formei um grupo de dança, que depois por acaso se tornou um grupo de idol escolares por algum motivo, eu estava pensando, que estava faltando uma coisa no grupo, talvez uma aura mais pura? Não sei ao certo, mas sei de uma coisa. – Ele virou-se para mim de novo e olhou nos meus olhos. – Você é perfeito.

 

Meus olhos se arregalaram, eu? Perfeito? Meus shows eram para os brinquedos do meu irmão, ele estava me chamando para fazer parte do grupo dele? Mas o grupo dele não era aquele que apareceu na TV? Talvez estivesse apenas alucinando, era quase impossível, Jeon Jungkook foi nomeado um dos garotos mais invejados do colégio, bonito, talentoso, gentil e engraçado, talvez me achasse tão miserável para me elogiar? Ou talvez estivesse tentando me humilhar.

 

- N-não, não acho que seja. – Olhei para minhas pernas, elas estavam inquietas, eu amassava o plástico do pãozinho.

 

- Ei, acredite em mim, é verdade, que tal vir amanhã depois da aula para ver nosso ensaio? – Ele parecia animado com isso, não parecia estar com pena ou algo do tipo, abri a boca para responder, mas fui interrompido. – Então está decidido! Amanhã eu te levo, pois ensaiaremos em um lugar especial.

 

O último sinal tocou e ele se despediu de mim antes mesmo que eu conseguisse pensar em uma resposta, fui deixado naquela sala branca com cheiro de remédios sozinho.

 

(...)

 

Estava a caminho da farmácia, tinha que pegar os remédios de minha mãe que estavam já acabando, queria ir logo para a minha casa, ficar na escola e depois ir direto para meu trabalho de meio-período era desgastante, então logo peguei os remédios e fui para casa.

 

Chegando lá, senti um cheiro de queimado, corri para a cozinha e vi uma fumaça saindo do fogão, corri para desligar e peguei o que estava dentro, coloquei água fria e deixei na pia.

 

- Minha mãe deve ter tentado cozinhar de novo, quantas vezes tenho que falar? – Falei comigo mesmo, não era a primeira vez que isso acontecia. – MÃE! – Gritei alto e fui em direção da sala.

 

Ela estava lá, deitada no sofá, dormindo, não quis acordá-la, até porquê é muito difícil ela conseguir isso, desliguei a TV e a cobri com um cobertorzinho que havia ali. Voltei a cozinha e cozinhei poucas coisas pois já havia jantado, subi para o quarto de Jinhyun – meu irmão de 11 anos. – Para acordar ele.

 

- Ei, Jinhyun, não durma antes de tomar um banho. – Sacodi ele, que ainda estava sonolento. – Venha, fiz o jantar para você.

 

- A mãe e você vão comer também? – Ele coçava os olhos com sono enquanto se levantava da cama.

 

- A mãe está dormindo, eu já jantei, vamos, fiz o seu omelete favorito.

 

Ele pulou em alegria, fui para o meu quarto fazer as lições e as redes sociais, depois de um tempo ouvi que Jinhyun estava tomando banho, então desci para lavar seu prato, encontrei minha mãe acordada observando a cozinha.

 

- Mãe, já acordou? Quer comer algo? – Falei indo em direção dela.

 

- Não precisa filho, obrigada... Eu fiz novamente certo? – Não respondi, apenas abaixei o olhar, sua voz suave parecia fraca e sem vida, aquele pequeno sorriso no rosto dela parecia esforçado em fazê-lo. – Me desculpa, estava vendo o jornal e acabei adormecendo, ontem mal consegui cair no sono.

 

- Está tudo bem mãe, pode descansar, vou tentar chegar mais cedo para fazer o jantar oky? Então a senhora poderá descansar, eu comprei os remédios, estão na mesa, tome antes de ir a cama. – Peguei o prato de Jinhyun e coloquei-o na pia.

 

- Meu filho, eu sinto muito, me desculpa... – Me virei novamente para ela, seus olhos ficaram vermelhos em conta das lágrimas que desciam, ela tossia em meio dos soluços, perdeu um pouco as forças e se desabou ao chão. Corri até ela, abraçando-a como forma de consolo.

 

- Não, está tudo bem mãe, não é culpa da senhora. – Falei sentindo as lágrimas virem, fiquei arrasado em ver minha mãe daquele jeito.

 

- Se eu não estivesse tão cansada, e com essa maldita insuficiência cardíaca, você não precisaria trabalhar para os remédios que são tão caros, aprender a cozinhar sozinho ou qualquer outra coisa. – Fiquei um pouco surpreso, nunca havia contado a ninguém que fazia um trabalho de meio-período.

 

Fiquei um pouco mais abraçado a minha mãe, fiz meu máximo para não chorar junto, quando ela se cansou, ela disse que iria dormir e subiu as escadas, esperei um pouco para subir depois. Estava indo para o meu quarto, quando sinto alguém puxando a minha manga longa.

 

- Por que a mãe estava chorando Jimin? – Ele disse baixo, talvez não quisesse que minha mãe ouvisse. Me abaixei e segurei suas mãozinhas, fiz meu melhor sorriso naquele momento.

 

- Quando você cresce um pouco Jiny, vão ter coisas que vão te deixar tristinho, e para te animar de novo você precisa contar a alguém de confiança e chorar um pouquinho para depois se animar, entendeu? – Falei calmo, não queria que ele soubesse que a mãe se culpa por não conseguir fazer as coisas.

 

- Crescer deve ser um saco né? - Dei uma pequena risada e baguncei seus cabelos.

 

- Sim, realmente é um saco. – Falei abrindo um sorriso grande. – Agora vai dormir vai, já está tarde.

 

Ele foi correndo para o quarto dele.

 

Entrei no banheiro e liguei a água quente, entrei e fiquei ali olhando para o nada.

 

“ Eu deveria ter ajudado mais minha mãe, chegar mais cedo em casa, assim ela poderia ter ficado tranquila quanto a tudo, e se cuidado mais, talvez desse jeito ela consiga dormir mais. Por que eu nunca faço as coisas direito? Quando as coisas ficaram tão difíceis de se fazer? Por que meu pai teve que ir? “

 

Me surpreendi em ter lembrado do meu pai, fazia um tempo desde que não pensava muito nesta palavra, não gostava dela, na verdade a odeio, me faz ter más lembranças, não queria ela em meu vocabulário, então a excluí.

 

Em pensamentos assim, me vi chorando desesperadamente, em silencio para não incomodar ninguém da casa, não queria ser um fardo a ninguém, faria de qualquer coisa para ajudar a todos, mas eu não consegui ajudar meu pai, isso me irrita, isso me faz lembrar o quão estúpido eu sou, a péssima pessoa que eu sou.

 

Gostaria de voltar no tempo em que meu pai ainda estava aqui.

 

(...)

 

Acordei e fiz o de sempre, a mesma coisa, todo santo dia, sem nenhuma mudança. Mas na manhã vi minha mãe na cozinha, ela estava lendo o jornal e tomando um café.

 

- Bom dia, mãe. A senhora não foi trabalhar? – Falei pegando meu cereal e o iogurte.

 

- Não, parece que a energia de lá foi cortado por um dia inteiro por conta da chuva de ontem na madrugada. – Ela falou mostrando uma das matérias do jornal que falava do como a chuva foi forte naquela parte da cidade.

 

- Entendi, e o Jiny? Foi ‘pra escola?

 

- Não, lá a energia acabou também, leia direito a matéria meu filho. – Falou ela me dando um tapa fraco na cabeça. – Ele foi para a casa de um colega fazer trabalho.

 

Concordei e terminei meu café da manhã, me despedi de minha mãe e fui para a escola. Foi o de sempre, nada de novo quanto meus ataques e outras coisas. Entrei no corredor e tentei correr para o banheiro, mas fui barrado por algumas meninas com roupas de torcida.

 

- Com pressa Park? – A do centro falou, Seulgi, líder de torcida, acompanhada de suas fiéis companheiras, Maria Julia, Laura e Isabella, três estrangeiras que por acaso se acham por causa disso. Eu mexi a cabeça de um lado para o outro rapidamente, negando a ela.

 

Foi sorte ela não ter me encontrado ontem, pois sempre que elas podiam, elas acabavam vindo falar comigo, o que não era coisa boa.

 

- Que ótimo. – Abriu ela um sorriso grande cínico.

 

- Vi que você estava na enfermaria com o Jeon ontem. – A Isabella se pronunciou, era incrível como seu coreano era bom, poderia me confundir caso ouvisse apenas elas falando.

 

- Além de ridículo resolveu ser um viadinho Park? – Laura, sempre tão direta. – Dando em cima de meninos indefesos como o Jeon?

 

- N-não é is-isso. – Minha voz não saia direito, minha respiração tão descompensada e minha visão embaçada, eu estava com calor, muito calor, aquela luz começava a incomodar, meus olhos lacrimejavam. Eu só queria sair dali.

 

- Ei, você vai chorar? – Maria Julia se aproximou do meu rosto, o que me fez ir rápido para trás e virar o rosto.

 

Elas começaram a dar risadas fracas e falar coisas entre elas, no qual eu não conseguia ouvir direito, quando eu senti alguém tocando no meu ombro, era o Jeon.

 

- Ei, saiam da frente, nos deixe passar. – Ele falou duro, recebendo a atenção das meninas, que obedeceram sem questionamentos, mas com múrmuros. Ele passou seu braço pelos meus ombros e passamos, ele me puxou até o pátio que estava vazio. Continuava enjoado e com a visão turva, eu suava frio, apertava com força meu celular e fones. – Pode cantar se quiser.

 

- Ahn? – Fiquei surpreso, não gostaria de fazer aquilo ali, nunca fiz isso na frente de alguém, sem ser ontem quando eu fui pego de surpresa. – C-como as-assim?

 

- Vamos, sei que vai ao banheiro todo dia antes da aula para se acalmar enquanto canta. – Falou ele andando em minha direção, pegou o celular e os fones, colocou-os em mim e ficou escolhendo uma música. – Park, eu estou te observando a muito mais tempo do que imagina.

 

Ele ligou a música, fiquei nervoso, meu coração ainda acelerado, mas o enjoo estava passando, fechei meus olhos e respirei fundo, tentei colocar cem por cento da minha atenção na música e não nele. Reparei bem na música escolhida por ele, era a minha favorita, por acaso uma original deles, fiquei mais nervoso nisso, mas respirei fundo e fiz a coreografia que eu lembrava de cabeça já que fiz questão de dançar ela mais de cem vezes.

 

Quando a música acabou, eu estava muito mais calmo, relaxado, mas abri meus olhos e lembrei o que havia esquecido em meio os passos, Jeon Jungkook, o coreógrafo desta música, o nervoso veio novamente, então lembrei, havia combinado de ir ao ensaio deles.

 

“ Será que irá zombar de mim? Dizer o quão horrível estava? O que faço? Por que eu fiz isso?”

 

Minha respiração ficou pior descompensada e comecei a lacrimejar novamente em desespero, mas ouvi palmas vindo dele, o que me fez estranhar.

 

- Quase senti um dejá vú, você dança incrivelmente bem Park, não precisa ficar nervoso, não irei te criticar duramente. – Ele abriu um sorriso, de orelha a orelha, mostrando seus dentes.

 

Ele me elogiou um pouco mais, disse algumas dicas para mim não tropeçar como fiz durante por ser uma coreografia difícil, mas fez tudo isso com um sorriso no rosto e algumas risadas, e talvez fosse isso que me fez ficar tão relaxado e tranquilo.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E é isso gente, vou colocar outros perfis, estou até vendo que terei que colocar vários ao longo da fic, mas é a vida né? Mas vejam caso queiram.

As meninas estrangeiras são amigas minhas, coloquei elas como vilãs mesmo porque sim rs, no próximo cap teremos ele no ensaio dos meninos! Mas alguma teoria sobre o que aconteceu com o pai dele? adoro ler essas coisas então comentem por favor.

beijus~~mel


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