História Please, reciprocate my feelings. (Fanfic BTS: Kim Taehyung) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, TWICE
Personagens Dahyun, Jennie, Jimin, Jisoo, Jungkook, Momo, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Suga
Visualizações 7
Palavras 739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês.

Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 2 - Capitulo II


S/N point of view

 

_Então, me fale um pouco sobre você. -entramos na cafeteria e sentamos em uma mesa perto de uma das janelas.

_Não tem muita coisa para falar. Apenas que meu nome é Kim Taehyung, eu tenho 19 anos, nasci em Dezembro e minha condição financeira não é das melhores.

_Como assim? Você é pobre?

_Sim S/N, eu sou pobre. Apesar de não parecer eu durmo na rua mesmo, mas isso não quer dizer que eu não seja limpo. Eu sempre tenho onde tomar banho. –falou como se achasse que eu estava pensando que ele era um porquinho, pelo simples fato de morar na rua.

_Entendo. Até porque eu estou sentindo o cheiro do sabonete que você usou daqui, e tenho que confessar que amei o cheiro. –corou com minha fala. –Mas como você chegou a essa situação? Digo... Como você chegou a morar na rua?

_Meus pais morreram em um acidente de avião quando estavam voltando da Espanha. Quando meus tios souberam do acidente foram logo procurar um advogado pra ficar com tudo, tudo mesmo que os meus pais construíram com tanto esforço e amor. O advogado disse que era tudo meu por direito, já que eram meus pais. Mas como eles queriam tudo a qualquer custo, arranjaram um jeito de dizer que eu era viciado em drogas e bebia. Compraram garrafas de bebida e alguns maços de cigarro e colocaram no meu quarto para parecer que era tudo meu e que eu desmaiei de tão chapado que estava. No dia da audiência mostraram a foto ao juiz e ele declarou que eu não tinha condições de ficar com a herança e passou tudo para eles. Não sobrou nem ₩100,00 pra dizer que ficou alguma coisa pra mim.

_Eles foram bem covardes com você. Meus pais são advogados também, e tenho certeza que eles fariam isso. Eles se importam mais com o dinheiro do que com a felicidade e o bem estar da filha. Às vezes eu acho que nem meus pais eles são. Nós três somos tão diferentes. Eles só se importam com dinheiro, enquanto eu moraria embaixo da ponte se isso significasse que eu teria felicidade.

_Quero que me perdoe pelo que vou falar agora, mas por mim, meus tios morrem engasgados com o dinheiro que tiraram de mim, e que aqueles advogados morram junto.

_Nossa! Pesadão hein? Mas não tem problema, eu te entendo.

_Você não tem faculdade daqui a alguns minutos?

_Na verdade eu já estou atrasada. –falei olhando no visor do meu celular. –Mas não significa que eu vou deixar você aqui sozinho. Vamos pedir algo e nos conhecer melhor? Vamos. –respondi minha própria pergunta e chamei um dos garçons que estavam atendendo.

Enquanto comíamos, conversávamos sobre coisas que queríamos ser no futuro. E acabei descobrindo que ele pretendia seguir carreira como ator, cantor ou modelo.

_Quando sairmos você poderia cantar pra mim, por favor?

_Eu tenho vergonha. E pra tentar conseguir um emprego como cantor, eu precisaria ter uma voz no mínimo bonita, e a minha não passa nem perto.

_Mas eu quero ouvir e dar minha opinião. Podemos ir naquele parque que você fica me observando. -me arrependi no mesmo momento.

_Você sabe? Como? Por quê? Eu sabia que não deveria te ver passar quase todos os dias. Soa meio psicopata.

_Não tem como não saber que você me observa. Sempre que eu passo você está lá, no mesmo horário, no mesmo banco e olhando para a mesma direção. E também, eu sinto o peso do seu olhar em mim.

_Me perdoe mesmo, por favor. Não era a minha intenção ser tão psicopata assim. -ri internamente com o seu desespero em se desculpar.

_Tá tudo bem. Sei que não foi intencional. -me levantei e fui até o caixa. Mas ele me parou antes que eu o fizesse.

_Eu pago o meu café. -apenas dei de ombros e fui pagar o meu. Paguei e percebi que ele não tinha saído do lugar. Estava olhando o cardápio com uma cara de preocupado. -O que foi?

_Não achou esse café muito caro?

_Realmente é caro, mas é delicioso. Por quê?

_Não tenho esse dinheiro todo.

_Não se preocupe. Eu já paguei o meu e se quiser pago o seu também.

_Com uma condição... Se eu puder lhe devolver o dinheiro amanhã.

_Tudo bem. -fui até o caixa novamente e paguei o dele, em seguida saindo com ele em direção ao parque.

Continua...


Notas Finais


Se vocês acharem que está tudo indo rápido demais, sinalizem-me por favor.

Juro pra vocês que eu tentei postar na segunda mas não consegui e estou postando às 00:05 de terça-feira.


De qualquer forma, até o próximo. <3


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