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História Pleasure Girl - Capítulo 1


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Notas do Autor


Só leiam!

Capítulo 1 - Introdução.


Há coisas que não podemos contar para ninguém, porque se contarmos dá merda, sacou? Bom, eu meio que fiz essa merda porque estava tão empolgada que acabei contando para a minha melhor amiga que eu queria ser atriz pornô, a próxima Tera Patricks, mas ela não me deu suporte, eu até entendo, afinal, não é todos os dias que se chega na sua melhor amiga e diz que seu sonho é ser atriz pornô, mas vou contar como foi toda essa história e daí minha gente vocês podem chegar as suas próprias conclusões sobre a minha pessoa.

Eu peguei uns gostosos pra um caralho, começando pelo que tinha mais cara de galinha (não galinha pintadinha, entende?), daí fui pro casado, pro emo, para os melhores amigos do meu irmão mais velho, fui pro pedagogo, o irmão do meu melhor amigo, peguei meu melhor amigo também e peguei o melhor amigo do meu melhor amigo que também é meu amigo, também peguei a senpai do meu irmão e o namorado dela (foi um quase ménage).

E por alguma razão, tudo isso me fez parar na cadeia... Sorte que eu não tenho 18 anos, mas passei o rodo em geral, só não peguei o Tanjirou porque é meu irmão e daí ele ia preso.

Quem eu tô querendo enganar...

Nezuko parou de escrever no chão da cela com o giz de cera que tinha no seu casaco e encarou seu amigo Senjurou Rengoku, que estava muito, mas muito bravo com ela porque fez os dois pararem na delegacia e logo seus pais viriam.

— Senjurou, tá muito puto comigo?

— Vai a merda.

— Já vi que tá... — ela olhou o que escreveu no chão. — Pelo menos vou ter uma boa história para contar aos meus netos!

Senjurou a fuzilou com o olhar.

— Nossa, tu tá putasso level Shinazugawa-sensei!

— Não quero ouvir a sua voz, por favor!

Senjurou suspirava, estava de pé, segurando as grades com as mãos e na mesma cela que Nezuko, sua amiga desmiolada e insana.

— Estamos em uma situação digna de filme pornô e você não se aproveita de mim? — ela falou indignada, não acreditava que havia tanta pureza em alguém.

— Você não faz o meu tipo!

— Só isso? — Nezuko se levantou do chão e o olhou.

— Só. — ele a olhou. — Não quero mais falar sobre isso. — olhou para frente, vendo as mesas dos policiais e eles andando para lá e para cá.

— Obrigada. — Nezuko sorriu e ele a olhou sem entender.

— Pelo quê?

— Por sempre estar ao meu lado.

— Não foi nada. — ele voltou a olhar para frente, tentando esconder seu rosto envergonhado.

— Venham, o delegado quer ouvir a história de vocês! — disse um policial abrindo a cela e os encaminhando para a sala do delegado Rokuro.

— Eu quero ouvir essa história do começo, sim? — pediu o delegado ao ver os adolescentes se sentarem a sua frente nas cadeiras.

— Pode deixar que eu conto! — disse Nezuko animada.

— Ah meu Deus... — Senjurou não aguentava mais, não via a hora do seu pai chegar com a cinta para lhe esquentar o couro.


Notas Finais


Continua...


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