História Plebeian and the prince - Capítulo 1


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Categorias Cinderela
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin
Visualizações 6
Palavras 719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


espero que gostem :3

Capítulo 1 - Your life


Jimin, uma pequena criança, mas cheio de sonhos, vivia com seus pais numa fazenda, tinha uma casa grande o suficiente para todos os animais que criavam e para os criados que cuidavam da casa com uma ajudinha de Jimin. A geração de sua família cuida dessa casa há mais de 200 anos antes deles Jimin e sua família (seus pais) sempre viveram em harmonia, a felicidade fazia parte da vida deles. Seu pai, o Sr Tremaine fazia viagens longas que durava meses para trazer atributos de todo o reino para a região onde moravam, já que o mesmo era um tipo de "governador" daquela pequena região do reino, no reino Healdsburg, Texas havia um reino comandado por um rei que se chama Chad , o rei ensina o seu filho, ainda aprediz, para comandar o reino futuramente, também precisaria de uma rainha à seu lado, bem, o nome do jovem aprendiz é o Sr Jeon Jungkook, os mais próximos o chamavam de Jeongguk, igual seu pai, quando estava de bom humor.

Em umas das viagens de Tremaine, ele demorou meses para voltar, como todas suas viagens, Jimin passava o tempo com sua mãe que ambos se amam muito, sua mãe sempre o ensinava o bem, o ensinava ajudar as pessoas, a respeitar o próximo, e Jimin sempre cresceu desse jeito, com amor de sua mãe e de seu pai, eram muito unidos e sempre queriam o melhor para o pequeno Jimin. Aos 8 anos de idade seu pai voltou de uma putra viagem, ele entrou na fazenda em sua carruagem junto com seus ajudantes.

- Querida, cheguei! Cadê meu pequeno??! -Ele entrava na carruagem com cavalos brancos enquanto gritava super alto para os dois escutarem- Hey, cadê vocês?? 

Jimin escutou seu pai e saiu de dentro da casa super animado, ele correu até a carruagem esperando que seu pai descesse, sua mãe observou sorrindo na porta.

- Papai! -O pequeno garoto sorria animado potrsentir falta de seu querido pai, assim ele abraçou seu pai, o mesmo o pega nos braços e roda com o mesmo- Que saudade, pai. -Tremaine dá um beijo na bochecha do garoto-

- Eu também senti sua falta querido. -Ele sorri- Olha, adivinha o que eu encontrei, uh? -O coloca no chão e pega uma pequena caixinha de cor azul o entregando- Encontrei em uma árvore, tente abrir.

- O que é? -Jimin sorri olhando seu pai, ele puxa uma fitinha em cima da caixinha a fazendo abrir no meio, tinha uma borboleta de papel e toda colorida, ela saltou para fora- Que linda..

- É uma papillon -Ele fala "borboleta" em francês e o observa- Allez, donne-moi l'honneur d'une danse? (Venha, me dê a honra de uma dança?)

- Bien sûr, se sentir libre, monsieur. (Claro que sim, fique à vontade, moço gentil)

- Merci beaucoup, mon cher. (Muito obrigado, querido.)

Tremaine segura as mãos do pequeno e os dois começam a rodar e dançar juntos enquanto riem, ele pega o mesmo no colo e vai até a mãe dos dois.

- Olá querida. -Dá um beijo na mesma que retribue.

Eles sempre davam um jeito de conviverem em harmonia e em felicidade mas, a tristeza chega para todos, sim? E a tristeza chegou para Tremaine e Jimin. Aos 10 anos de Jimin, ela havia colocado ele para dormir cantando a música Lavanda Azul, com a seguinte letra: "rainha vai ser maravilha quando rei eu for, que cor é a flor maravilha verde-azul, deves me amar maravilha porque te amo" com sua voz doce e angelical até o pequeno dormir, ela sorri saindo junto à seu marido e assim que pisa no lado de fora ela cai desmaiada nos braços de Tremaine, que logo chama um médico para cuidar da madame. Ao amanhecer, Jimin fica sabendo que sua mãe adoeceu e vai com seu pai até o quarto onde ela se encontrava, ele se aproxima dela a observando.

- Querido.. vou te contar um segredo.

O pequeno se aproxima de sua mãe que segura suas pequenas mãozinhas, ele já chorava.

- Seja corajoso e gentil. -Ela dá um sorriso para ele- Você me promete isso? 

- Prometo, mamãe. -Ele a observa enquanto chora.

- Eu partirei em breve, você me perdoa, filho? -Ela abre os braços devagar.

- É claro que perdoo. -Ele a abraça ainda chorava e seu pai os cobre com um abraço forte.

A madame falece ao amanhecer.


Notas Finais


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