História Pluméria - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Drama, Incesto, Romance, Tragedia
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Palavras 469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Vadia


Hanna conferiu o batom vermelho sangue uma última vez, ajeitou a saia de couro preto mais uma vez e sorriu para seu reflexo. A personificação de Satã, era com o que ela parecia, sexy e perigosa, exatamente como esperavam que fosse.

Ela não se sentia exatamente confortável em se vestir daquela forma, mas se não fosse o que esperavam que ela fosse, quem seria? Hanna nunca havia tido a oportunidade de se conhecer de se descobrir, de ser quem realmente era, sempre haviam decidido por ela quem ela era.

Criança traumatizada. Órfã. Vitima. Garota problema. Vadia. Manipuladora.

Quem era Hanna sem esses rótulos? Quando dissecavam seu ser até as suas partes intrínsecas não havia muito para se ver. Apenas uma criança confusa e machucada.

Hanna desceu as escadas ao ouvir a buzina do táxi, estava prestes a sair pela porta quando ele agarrou seu pulso.

- Aonde vai? - Jack disse, a voz grossa e imponente.

- A uma festa - Hanna respondeu sem olhá-lo.

- Não vai a lugar nenhum vestida assim.

- Assim? Assim como? - Hanna franziu as sobrancelhas.

- Como se fosse uma vadia.

- Vadia? Como o tipo de garota que transou com o irmão? Esse tipo de vadia? - Hanna perguntou cínica - Talvez eu seja um tipo pior, já que fiz isso duas vezes.

Hanna deu as costas ao irmão. Às vezes ela não reconhecia a si mesma, às vezes fazia coisas, magoava pessoas sem querer.

A festa daquela noite era na casa de Lindsay Thorne, uma garota do primeiro ano que tentava a todo custo se inserir na elite do colégio. Hanna tinha pena dela, ela se via em Lindsay, se reconhecia no olhar perdido e no desespero por atenção.

Hanna desceu do táxi como se estivesse em um desfile de moda, e como se fosse de fato um, todos pararam para observá-la. Ela avistou Edward conversando com a garota nova, caminhou até eles.

- Oi amor - disse, se inclinando para selar os lábios aos do namorado.

- Oi - ele sorriu - Ah, essa é Taylor Avery. Taylor, essa é Hanna Margarizzi, minha namorada.

- Prazer - disse, estendendo a mão para a garota. Ela apertou minha mão de volta.

- Por que não foi à aula hoje, Hanna? - a garota perguntou.

Hanna a encarou, o vestido preto curto, botas de couro até os joelhos, o cabelo ruivo caindo em cachos sobre os ombros. Ela era linda. A garota passou a língua pelos lábios pintados de roxo, e encarou Hanna. Hanna não soube identificar seu olhar, estaria ela provocando Edward ou Hanna?

- Precisei ir a outro lugar - Hanna disse simplesmente.

- Ed, querido - Hanna virou-se para o namorado - Onde estão os outros?

- Lizzie, Noah, Cameron e Alex estavam jogando Beer Pong da última vez que os vi.

- Certo, vem, vamos me arrumar uma bebida - ela disse puxando o namorado pelo braço.



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