História Pocket Monster: Lightness and Darkness - Capítulo 1


Escrita por: e mathS2i

Postado
Categorias Pokémon
Personagens Gray, Violet
Tags Pokémon
Visualizações 13
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Saga, Shounen
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Navalhas que cortam o tempo.


 O mundo Pokémon, incrível de se ver. Lar das mais misteriosas de todas as criaturas; nas florestas, no céu e nos mares. Os Pokémon podem ser encontrados em todos os lugares desse mundo, as vidas das pessoas e dos Pokémon estão ligadas desde o início dos tempos, compartilhando elos de confiança e respeito.

 Eu me chamo Gray e essa é a história de como eu me tornei um grande treinador Pokémon. Eu sou da cidade de Celadon na região de Kanto. Minha História começou comigo ainda pequeno e me lembro como se fosse ontem, estava completando meu aniversário de 6 anos. Violet, minha grande amiga, me chamou para brincarmos na floresta perto da cidade.

- Ei, Gray – disse ela com bastante empolgação – Feliz aniversário, mas anda logo vamos brincar! Eu achei um lugar muito legal na floresta, vamos, vamos!

- Tá bom, tá bom – respondi com rapidez – Já vou descer!

 Pulei pela janela do meu quarto, que não era tão alto, e a encontrei usando um vestido longo até quase seus pés e um cabelo de cor violeta com uma franja que cobria parte de seu olho esquerdo.

 Conversávamos sobre várias coisas, mas o principal era:

- Ei – Disse Violet com a mesma empolgação de sempre – qual vai ser o Pokémon que você vai escolher? Bem, estamos com 6 anos agora, falta pouco para fazermos 10 e começar nossa jornada.

- Boa pergunta – respondi – Não sei, mas espero que seja um bonito.

- Você e esse seu jeito – falou ela com um olhar de desaprovação – mas seria legal se fosse um Pokémon forte.

 Continuamos a caminhada até chegarmos na beira de floresta e estávamos prontos para entrar. Ao entrarmos nos deparamos com marcas de batalhas nas árvores, algo que era normal para nós, já tínhamos ido até aquele local diversas vezes. Era um local muito usado para treinar Pokémon.

- Ei, Gray, o que a gente vai fazer quando chegarmos lá?

- Não sei, espero encontrar algum Pokémon legal e bonito.

- Deveria ter imaginado – mesmo olhar – Mas como o que? Um Caterpie?

- Não, Caterpie é muito normal. Queria algo como um Ninetales, raro e bonito.

 Foi então que ouvimos um barulho e vinha de árvores acima de nós e um vulto foi para um arbusto a nossa frente. Fiquei emocionado com a ideia de ser um Ninetales que fui correndo em direção ao barulho, porém Violet me avisou.

- Gray, não corra assim – disse ela – você pode terminar caindo e se machucando, não estou a fim de ter que voltar para chamar ajuda por uma burrice sua. Lembra que da última vez você se machucou e não pudemos sair durante uma semana?

- Eu sei – respondi – Não se preocupe eu vou ficar bem.

 Ao menos era o que eu acreditava até ver um Scyther muito grande à minha frente. Ele pulou em cima de mim com aquelas foices prontas para me cortar como se fosse um pedaço de carne e ele o açougueiro. Eu desviei por muito pouco, a foice passou raspando meu cabelo, e corri o mais rápido que pude sem nem olhar para trás. Pude ouvir apenas os gritos do Pokémon vindo logo atrás de mim e os de Violet ao longe. Minhas pernas já estavam cansadas, não sabia a quanto tempo estava correndo, mas o medo de para era maior, por fim achei uma árvore com uma abertura em sua raiz e entrei, passados alguns segundos vi a minha frente o Scyther perto e com suas foices a mostra.

 Ainda estava ofegante, mas tentei conter a respiração forte e me recolhi o máximo que pude, então, ele foi embora, estava seguro, apesar de não ouvir mais a voz de Violet, resolvi sair de meu esconderijo e encontrá-la. Perambulei por bastante tempo sem qualquer rumo apenas na esperança de encontrar Violet ou qualquer outra pessoa, podia ter passado 2 ou 3 horas e nada, eu estava cambaleando de tanto cansaço resolvi, então, me sentar para descansar, mas meu descanso não durou muito, pois, ao ouvir um barulho familiar eu percebi que o Scyther estava de volta, porém foi tarde demais ele já estava a minha frente.

 Tentei correr, mas ele foi mais rápido, usou um double team e se multiplicou para me cercar e impossibilitar minha fuga, ele, com uma velocidade extrema, usou slash e tudo ficou frio e foi escurecendo. Não sentia minhas pernas e estava muito frio, mas conseguia ver ele caminhando em minha direção, mesmo com minha visão meio turva, ele levantou um de seus braços pronto para atacar e tudo escureceu.

 Eu não via nada, tudo estava escuro, mas bem lá no fundo enxerguei uma luz verde não sabia o que era, porém voltei a sentir o calor novamente, quando me dei conta estava na árvore ainda.

- Será que eu dormi? – Perguntei a mim mesmo ainda abalado pelo que acabara de sonhar – Bem isso não importa, tenho que ir, preciso achar a Violet!

 Me levantei e fui andando tomando muito cuidado para não encontrar com o Pokémon selvagem, pena que minha sorte não estava muito boa. Encontrei novamente o Scyther, mas pude correr novamente e gritava por ajuda na esperança que alguém ouvisse meus prantos.

 Sem sucesso ele me alcançou, mas uma voz distante gritou

- Afaste-se dele – Ela disse

 Parecia uma voz feminina, mas nunca tinha ouvido essa voz antes. Ela continuou

- Pidgeot, eu escolho você! – Ela gritou

 Um Pokémon muito grande apareceu e sua treinadora o acompanhava logo atrás.

- Pidgeot, Air Slash! – Ela ordenou o Pokémon

 E o Scyther foi cortado ao meio com uma velocidade incrível.

 Foi uma visão incrível de um belo Pokémon e de sua treinadora tão bela quanto. Ela então se virou para mim, estendeu sua mão e me ajudou a levantar. cada momento foi como se estivesse em câmera lenta devido a eu estar completamente desnorteado com a beleza dela.

- Ei, está tudo bem com você? – Ela disse isso com um tom carinhoso – Você se machucou? E o mais importante, por que está aqui sozinho?

 Eu não sabia o que responder, estava encantado com a beleza dela. Foi, então, que ouvi a voz da Violet a chamar meu nome. Ela surgiu do meio dos arbustos e me deu um abraço, claramente estava preocupada, mais do que isso parecia estar cansada de correr, sua voz estava meio rouca e ela estava muito suja e suada.

- Seu idiota, como pode sair correndo assim sem mais nem menos – Ela estava a beira do choro – Nunca mais faça algo assim de novo

 A treinadora deu uma risada e então falou.

- Vejo que tem uma boa companheira – Ela então ficou séria – Mas por que vocês estão aqui? Esse local é muito perigoso para crianças. Vamos, vou levar vocês de volta à cidade.

 Logo após terminar de falar, ela pegou uma pokébola amarela que nunca tinha visto e a jogou para o alto, liberando, assim, um Ninetales. Fiquei ainda mais desnorteado com ela, queria ser como ela.

- Subam – Disse ela com um sorriso no rosto.

 Após um tempo de caminhada, finalmente chegamos à cidade.

- Pronto, já podem descer. – ela diz enquanto nos ajuda a descer do majestoso ninetales.

- muito obrigada moça. – Violet disse dando um abraço na bela moça.

- quais são os seus nomes?

- Violet – Ela respondeu – E esse é o Gray.

- Muito bem, Violet e Gray, tomem mais cuidado. – ela retornou o Ninetales para dentro da pokébola.

- moça, qual o seu nome? – eu perguntei envergonhado.

- meu nome é Green. – ela fala com um sorriso no rosto.

 Ela parou um tempo, ficou com uma cara pensativa e perguntou.

- Quantos anos vocês tem?

- Eu tenho 6 – respondeu Violet rapidamente.

- Eu estou fazendo 6 hoje – respondi com um pouco de relutância.

 Ela, então, abriu um pequeno sorriso e disse:

- Então é seu aniversário, tenho um presente muito especial então.

 Ela pôs a mão na bolsa e retirou uma pokébola normal.

- Eu recebi esse Pokémon faz um tempo, mas ainda não tive a oportunidade de treiná-lo. Nesse caso gostaria de ficar com ele?

- Sim – respondi com muito entusiasmos.

- esse aqui é o seu novo amigo - jogando a pokébola para o alto.- Eevee.

 Aquele momento passou - pelo menos para mim - em câmera lenta, meu primeiro pokémon, um Eevee.

- esse Eevee é especial, me foi dado por uma pessoa muito importante para mim, digamos que essa pessoa quer ser o melhor treinador de todo o nosso mundo. Por isso, esse Eevee é especial. Ele é muito forte, então, pode contar com ele para qualquer situação

 Eevee pulou no meu colo querendo carinho.

- Isso quer dizer que eu já posso iniciar minha jornada pokémon? – perguntei muito entusiasmado.

- Mas é claro que não – Disse a Violet, com um tom meio raivoso – Você só é uma criança, nunca poderia iniciar uma jornada assim.

- Como é sua… sua…

- Viu, não consegue nem falar direito – Violet disse rindo de mim.

Nossa pequena discussão foi interrompida pelo riso da Green.

- pelo visto a amizade de vocês pode dar uma grande rivalidade, amigável claro. – risos – aposto que no futuro irei encontrar os dois com uma amizade diferente.

- não entendi – eu respondi confuso.

 me virei para Violet e quando eu olhei para ela percebi que seu rosto estava um pouco vermelho.

- Parece que ela entendeu – disse Green rindo

- Entendeu o que? – perguntei

- não Gray, eu não entendi nada- ela fala virando o rosto.

- enfim, eu preciso ir, estou indo para o planalto índigo agora. – Green disse indo pela estrada acenando para nós.

- Violet… eu e o Eevee seremos mais fortes que ela, então.. você vai estar do meu lado? – falo segurando a pokébola do Eevee com força na mão direita.

- sempre vou estar do seu lado Gray.

- por isso você é minha melhor amiga.



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