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História Pocket Monsters: Stars - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Apollo King


Fanfic / Fanfiction Pocket Monsters: Stars - Capítulo 1 - Apollo King

WEDGEHURST TOWN - MANHÃ

É por volta das 8h em Galar. Corviknights voam pelo céu tranquilamente, Grookeys pulam pelas árvores e Greedents correm pelos matos. Em Wedgehurst, um garoto está se preparando, sobretudo mentalmente. Hoje é o dia que ele sairá de casa e partirá numa jornada em que todo jovem quer embarcar. Isso mesmo, ele está indo na famigerada Jornada Pokémon. Seu nome é Apollo King, ele tem 19 anos.
- Apollo, venha aqui por favor. - um homem alto, moreno de cabelo cacheado e bagunçado grita da sala
- Já estou indo tio. - diz Apollo

O jovem corre até a sala, e vê seu tio em pé segurando um colar na mão. O colar era dourado, e tinha uma pokébola de enfeite nela.
Eu quero que você pegue isto. - diz o tio - Era do seu pai, e ele certamente gostaria que você usasse isso em sua jornada.
- Tio... - o garoto pega o colar e se dirige até sua mochila - Eu não sei se posso ficar com ele. Nem lembro do meu pai, só sei que fui abandonado por ele...
- Não diga isso, seu pai simplesmente desapareceu, não sabemos ao menos o que aconteceu com ele. Depois da morte da sua mãe, ele simplesmente sumiu.
- Vamos encarar os fatos, 17 anos se passaram, provavelmente ele morreu.
- Não fala isso Apollo...

O garoto abraça seu tio por alguns segundos. O jovem guarda o colar que seu tio lhe deu dentro da mochila.
- Na verdade. - Apollo diz - Você que esteve presente comigo todos os momentos, me ensinou tudo que eu sei até hoje, cuidou de mim minha vida toda... Você é meu pai, você sabe disso. Obrigado por tudo tio Kurt.

O tio sorri, e os dois se abraçam de novo. Apollo pega sua mochila preta com detalhes vermelhos, e com o desenho de uma Pokébola no centro.
- Você sabe que as portas sempre estão abertas pra você voltar. - diz Kurt
- Sei sim. Mas não se preocupe, a próxima vez que eu vir aqui serei campeão de Galar.
- Vai bater o imbatível Leon? - o tio dá risada - Eu confio em você.
- Eu sei que confia. - o garoto abre um sorriso, abre a porta e se prepara pra sair - E tio... vai atrás dela.

O garoto sai andando, e o tio fica sem entender muito o que o garoto quis dizer, então ele apenas olha pela janela imaginando. Enquanto isso, Apollo anda pelas ruas de Wedgehurst, uma pacata e pequena cidade suburbana, conhecida em toda a região por ser o lar do famoso laboratório de pesquisas Pokémons da professora Magnolia, uma senhora com muita experiência no ramo Pokémon. Outro lugar interessante na cidade é a estação de trem, que é muito utilizada. Além de um belo Centro Pokémon, uma loja de berries e um boutique. Após andar alguns minutos, Apollo chega em frente ao laboratório, e bate na porta. A professora abre a porta. Ela é uma mulher com seus 70/80 anos, com cabelos castanhos preso, olhos azuis, usando óculos, jaleco e uma bengala com o apoio no formato de corvo.
O que quer? - ela pergunta com tom sério
- Olá professora, eu sou Apollo King, e quero ser um treinador.
- Ah, entendo. Você quer que eu lhe dê um Pokémon né?
- Sim, sim senhora...
- Não vai rolar.
- Como assim?
- Os Pokémons iniciais Grookey, Sobble e Scorbunny são para treinadores específicos, não tenho quantidade infinitas deles. Me desculpe.
- Droga. Tudo bem, é que meu tio sempre dizia que eu podia vir aqui pegar um Pokémon.
- Quem é seu tio?
- Acho que a senhora não conhece. O nome dele é Kurt King.

A professora olha bem para o garoto, parece ter um pouco de espanto em seu olho, porém ela sorri logo em seguida.
- Me desculpe perguntar... mas você é o garoto com o pai desaparecido né?
- Bom, existem muitos garotos com esse rótulo, mas sim, sou eu.
- Eu conheci seu pai, e conheço seu tio. Acho que posso quebrar esse galho pra eles. Entre!

Apollo não entende muito o porquê dele ter sido selecionado pela professora, mas não hesita em entrar em seu laboratório. Eles andam pelo laboratório até chegar em uma sala com outras três pessoas, e uma mala com três Pokémons.
- Ellie, Drew e Sonia. Esse é o Apollo. - a professora apresenta o garoto
- Olá, eu sou Sonia, assistente e neta da professora Magnolia. - diz uma garota branca, ruiva dos olhos azuis, usando um casaco bege e óculos na parte de cima da cabeça. - Prazer em conhecer.
- É um prazer te conhecer Sonia. - o garoto sorri cumprimentando a jovem
- Vovó, preciso ir ali, resolver aquela pesquisa. - diz Sonia
- Claro, pode ir. - Magnolia responde

Ele olha pros outros dois e eles parecem ser sérios. Drew é um garoto branco de cabelo escuro bagunçado, olho azul e risco na sobrancelha esquerda, ele veste uma camisa preto com detalhes vermelhos e um cachecol vermelho, além de estar usando uma luva preta com uma esfera azul no centro. Ellie é uma garota branca ruiva com cabelo preso, olho azul e com uma cicatriz na bochecha. Ela usa uma camiseta de botão preta um pouco desabotoada, dando pra ver uma camisa azul por baixo. Ela usa um colar com uma rocha misteriosa no meio, e sua bolsa é marrom com apenas uma alça.
- Essa rocha... - Apollo se aproxima de Ellie - Onde conseguiu?

O garoto aproxima sua mão do colar, mas a garota afasta com um tapa.
- Não te interessa. - diz Ellie
- Só fiz uma pergunta. - Apollo parece desapontado procurando algo em sua mochila - Só disse isso pois tenho algo semelhante.

O jovem tira uma rocha de dentro da mochila e mostra pra todos.
- Isso é uma estrela cadente. - diz Drew - Vocês não são os únicos que têm, eu também tenho.
- Todos vocês têm estrelas cadentes? - pergunta a professora surpresa
- Acredito que sim. - diz Apollo
- Interessante. - a professora sorri - Galar é rodeada de lendas e mistérios. Há alguns anos atrás foi travada uma guerra contra a região de Kalos, e muitas estrelas cadentes caíram do céu nesse período. Os soldados usavam para transformar seus Pokémons na forma de Dynamax.
- Dynamax? - Apollo pergunta
- Dynamax é um fenômeno que acontece apenas em alguns locais específicos de Galar, e faz com que os Pokémons assumam formas gigantes. Não só a forma dos pokémons mudam, mas como sua força, aumentando significantemente. - a professora explica - O mais curioso, é que alguns Pokémons trocam até de forma quando entram no modo Dynamax, e isso chamamos de Gigantamax. Com o Dynamax, conseguimos neutralizar tropas de Kalos, e chegamos a um acordo, acabando com a guerra.
- Uau! - diz Apollo - Eu não sabia disso.
- Pois é... - diz a professora - Contudo, não sabemos quase nada sobre esse fenômeno, nem esse tipo de energia que contém na rocha para despertar esse poder temporário nos Pokémons. Preciso pesquisar mais sobre... Sei que querem os Pokémons por interesse próprio, mas gostaria de pedir um favor para todos vocês.

Os treinadores ficam um do lado do outro.
- Preciso que vocês me ajudem a descobrir mais sobre o fenômeno Dynamax, e preciso que coletem dados sobre todos os Pokémons que encontrarem. - a professora completa
- E como faremos isso? - pergunta Ellie

A professora entrega três dispositivos móveis para os treinadores. Parecem celulares comuns.
- Isso na mão de vocês são Rotom Phones. São celulares, contudo estão possuídos pelo pokémon fantasma Rotom. - explica a professora
- É bem assustador na verdade. - Apollo olha atrás do dispositivo e vê os olhos do Rotom.
- Na verdade não, esses Rotoms me ajudaram muito no meu laboratório, e são bons na verdade. Eles serão úteis e leais companheiros a todos vocês. Falar em lealdade e companheiros... - Magnolia se dirige a uma mesa com uma mala

Ela abre a mala contendo três Pokébolas. Ela joga as esferas para cima e de lá sai três criaturas: Scorbunny, o coelho do tipo fogo; Grookey, o macaquinho do tipo grama; e Sobble, o lagarto do tipo água. Os Pokémons começam a brincar entre si.
- Esses são Grookey, Sobble e Scorbunny - diz Magnolia - Então, quem irá escolher primeiro?
- Sempre escolhemos Pokémons. - diz Drew - Que tal deixarmos eles nos escolher dessa vez?
- Eu nunca tinha escutado essa antes. - diz a professora - Na verdade é uma ideia interessante, o que vocês acham?

Os iniciais ficam pulando na mesa, e acenam com a cabeça afirmando que sim. Eles ficam batendo um papo entre eles por alguns instantes, e se alinham aos treinadores. Sobble é o primeiro, ele dá um passo e vai na direção de Ellie. A garota abraça ele, e mostra que naquele poço de dureza, há algo sentimental. Scorbunny é o segundo, ele fica olhando para Drew e Apollo, fecha os olhos e faz uma espécie de Uni Duni Tê, porém antes de chegar ao final ele dá risada e pula no colo de Apollo sorrindo. O garoto fica sem reação por um instante, mas logo sorri de volta. Drew então se aproxima da mesa e estende sua mão, Grookey sobe pelo braço do rapaz e fica em seu ombro.
- Bom, espero que estejam felizes com as escolhas dos Pokémons. - a professora anda até os três treinadores. - O comportamento dos Pokémons pode variar, mas no geral a Pokédex ajuda vocês com isso. Enfim... gostaria da estrela cadente de vocês para fazer um "Dynamax Band". Só assim vocês despertarão o poder Dynamax que existe no Pokémon de vocês, e assim vocês terão batalhas contra os líderes, eu suponho...
- Bom, sem hesitação. - Apollo entrega seu pedaço de Estrela Cadente para a professora
- Claro, por que não? - Drew confia e faz o mesmo que Apollo
- Espera... - Ellie segura seu colar - Você promete que não vai acontecer nada com a minha rocha né?
- Claro. - a professora responde - Prometo. Parece especial pra você...
- Sim, e muito! - a garota olha cabisbaixa para a rocha e entrega para a professora
- Certo, agora eu gostaria de ouvir como vocês três conseguiram as rochas. - a professora encosta sua bengala no chão, e vai para uma mesa pegar algumas pulseiras. Assim ela conseguirá fazer as "Dynamax Bands"
- Bom, primeiro eu. - diz Apollo - Eu estava passando por muitas dificuldades financeiras junto com meu tio, e eu só conseguia clamar por um poder divino para que pudêssemos atravessar aquela situação. Então, eu vi uma estrela cadente caindo, e desejei que tudo aquilo passasse logo. Mal eu sabia que a estrela caiu mais perto que eu imaginava. No outro dia eu fui em um parque, vi o pedaço da estrela, e peguei. Eu sabia naquele instante que tudo ia ficar bem. E acreditem, foi daquilo pra melhor.

Apollo sorri, e olha ao seu redor. Drew não esboçava nenhuma reação; Ellie estava sorrindo, feliz pelo garoto, mas quando percebeu que Apollo olhou pra ela, ela ficou séria; a professora fechou os olhos, e deferiu a palavra: "Entendo."
- Drew, poderia ser o próximo? - pergunta Magnolia
- Acho isso uma besteira. Não importa como ganhamos as rochas, mas importa que temos elas! - o garoto balança a cabeça em negação - Enfim... Eu tinha acabado de terminar minha jornada em Sinnoh, e vim para Galar para conseguir ser o campeão da região, então encontrei a rocha do lado de uma árvore. Aquilo poderia ser um sinal que eu seria vitorioso, mas já que todos aqui tem uma, creio que seja meio que impossível.

Drew olha ao redor, e vê Apollo com um olhar desafiador e um sorriso no rosto; Ellie teve a mesma reação que na história de Apollo; e a professora simplesmente disse: "Entendo."
- Então Ellie, gostaria de nos dizer como conseguiu a rocha? - A professora pergunta

Ellie suspira, pois de início ela não queria falar muito sobre o assunto.
- Meu pai me deu. - a garota sorri - Eu era mais nova e tava treinando boxe, quando cheguei em casa ele me deu de presente de aniversário. Foi bem legal.
- Só isso? - Apollo pergunta
- É babaca, só isso. - Ellie responde

Os dois garotos não esboçam muita reação na história curta de Ellie, simplesmente aceitam e ficam quietos; enquanto a professora suspira e mais uma vez diz: "Entendo."
- Bom, eu perguntei para todos, pois essas estrelas cadentes têm certa história. - diz a professora
- Sério? - Os três perguntam ao mesmo tempo
- Sim. - explica Magnolia - Dizem que quem encontra essas rochas ao acaso estão destinados a algo grande, e que seus sonhos e ambições poderão se tornar realidade. Mas cuidado, a lenda não diz quando vocês conquistarão o sonho de vocês. Sejam pacientes, e o tempo será generoso com todos.

A professora entrega para os três pulseiras diferentes. A pulseira de Apollo tem a cor preta com um detalhe vermelho; A pulseira de Drew tem a cor preta com um detalhe verde; e a pulseira de Ellie tem a cor preta com um detalhe azul. Ela também devolve o colar de Ellie, só que sem a rocha, pois ela extraiu do colar para colocar na pulseira.
- Isso é incrível. - diz Apollo - Se ajustou perfeitamente no meu pulso.
- É última tecnologia, ela detecta o tamanho do braço do dono e se ajusta conforme isso. De nada, foi inventando por mim. - Magnolia sorri
- É, interessante de fato. - diz Ellie - E ainda fiquei com meu colar.
- Hmph. - Drew suspira e sai andando em direção a porta - Vamos Grookey
- Uh Ah Ah! - o Pokémon faz som de macaco, e pula no colo da professora. Grookey abraça ela uma última vez, e pula no chão olhando para seu treinador. Drew aperta o botão do meio da pokébola, fazendo o Pokémon do tipo grama retornar.
- Já partindo? - Apollo pergunta
- Primeiro que eu não devo satisfação a você. E segundo, já consegui tudo o que eu queria. Só tenho a agradecer a professora, nada mais. - Drew responde enquanto abre a porta
- De nada. - diz Magnolia acenando adeus para o garoto - Só não esquece do nosso combinado.
- Pode deixar. - Drew sai do laboratório
- Eu também estou de saída. Vai lá Sobble, se despede da professora. - diz Ellie sorrindo

Sobble fica quieto, e não faz muito barulho, se aproxima aos poucos da professora, e logo recebe um abraço de adeus. O Pokémon vai aos prantos.
- Sobble? - Ellie fica preocupada - Você está bem?
- O Sobble é chorão mesmo, relaxa. - a professora sorri - Ele só vai sentir saudades.
- Poxa. Já tava preocupada. - Ellie sorri e bota a mão na cabeça
- Relaxa amiguinho, você vai ficar bem. Eu confio na sua treinadora. - Apollo sorri para o Pokémon

Ellie olha para Apollo e sorri.
- Sabe babaca? - a garota diz para Apollo - Você pode não ser tão babaca assim.

A menina retorna seu Pokémon para a pokébola e sai pela porta da frente dando adeus para a professora.
- Bom Scorbunny, sobrou você pra se despedir amigão... - Apollo olha para os lados procurando seu Pokémon

Scorbunny aparece atrás da professora e pula em cima dela, derrubando - a.
- SCORBUNNY! - O garoto corre para tentar ajudar a professora. Ele ajuda ela a levantar enquanto Scorbunny dá risada. - Não pode fazer isso! Você podia ter machucado ela!
- Você nunca muda não é mesmo? - a professora sorri ao olhar para o Pokémon do tipo fogo - O mesmo pregador de peças de sempre. Vem cá.

Magnolia abraça Scorbunny, e o Pokémon fica feliz ao abraçá - la. Após o abraço eles se encaram e Scorbunny chuta a pokébola dele na cara de Apollo.
- Ah, e cuidado com os chutes do coelhinho aí. - a professora dá risada - Costumam ser bem fortes.
- Eu percebi. - Apollo fica mexendo na sua cabeça com cara de choro, mas logo sorri - Doeu Scorbunny!

Apollo faz Scorbunny retornar para a pokébola.
- Obrigado pelo Pokémon professora. Você é incrível! De verdade.
- Relaxa. - Magnolia se senta em um sofá - Sei que todos vocês darão o máximo de si para conseguir suas ambições.
- Sim, eu prometo isso. Você vai ver, vou ser o treinador número um.
- Tem potencial para isso, afinal, não sei se seu tio te contou... mas seu pai era um grande treinador. Se você herdou alguma habilidade dele, espero que tenha sido o potencial de batalhas Pokémon.
- Eu sei pouca coisa do meu velho, mas também não quero saber muito. Ele sumiu, e não posso me apegar muito a isso. Mas obrigado por me dizer que ele era um bom treinador. Até a próxima professora, você é bacana.
- Claro, até a próxima! - a professora sorri

Apollo sai pela porta da frente, respira fundo, olha para o céu azul de galar e pensa: "Esse é o meu momento!". Para surpresa do jovem, ele vê Drew na frente do laboratório mexendo em seu Rotomphone, possivelmente vendo informações do Grookey, . O garoto até olha para os lados, porém não vê Ellie, sinal de que a garota já havia ido para a Rota 2, ou Rota 1, ou até mesmo ido para algum lugar na cidade. Então ele resolve ir fazer um desafio para Drew.
- E aí Drew. - Apollo chega perto do jovem - Quer saber, você parece que vai ser um bom treinador. Disse até mesmo que foi treinador em Sinnoh, quero que me mostre suas habilidades em uma batalha!

Drew olha para Apollo por algum tempo, e simplesmente diz: "Não".
- Como não? - Apollo fica confuso
- Só temos um Pokémon, nem são treinados, pra que eu vou querer batalhar contigo? Já tive muitas batalhas, não quero entrar em uma insignificante agora. - Drew completa - Se me permite, preciso pegar um trem.

Drew deixa Apollo olhando para o nada, enquanto anda.
- Drew! - Apollo chama o menino
- Diga, Apollo. - o rapaz para de andar e olha para trás
- Me parece que vamos ter uma rivalidade. Então, gostaria de dizer, boa sorte na sua jornada... e tente ser melhor que eu, meu rival tem que ficar forte pra me empurrar ao meu limite.
- Quando apenas uma pessoa ganha todas as batalhas, não existe rivalidade. - Drew sorri, olha para a frente e começa a caminhar - E esse, Apollo, é o caso.

Apollo vê Drew sair andando. Ele olha para baixo, fecha os olhos, sorri e diz: "É o que vamos ver." Assim a história de Apollo King como treinador começa a ser escrita.

CONTINUA...


Notas Finais


E aí gostaram? Espero que sim :D
Elogiem a vontade, critiquem a vontade, mas acima de tudo sinceridade. É isso galera!


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