História Pode me chamar de Jimin - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags 7além, Íncubo
Visualizações 7
Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Passado


Acordei e Jimin estava do meu lado, sua pele estava num tom de cinza mais escuro o que me assustou, me movi para longe dele e o mesmo me olhou.

- O que foi aquilo ontem? – Encarei Jimin que parecia mais estranho do que o normal.

- Nome dele é Kokma, e se você ficou com medo dele, nem queira saber quem está atrás de você.

- Aconteceu alguma coisa? Sua pele está mais escura.

- Mantive meu corpo quente durante a noite, isso fez meus vasos sanguíneos dilatarem e minha pele ficar mais escura. Basicamente o que está acontecendo com suas bochechas agora, estão num tom avermelhadas, diante da situação, posso chutar que está com vergonha. – Será que ele sabe disso porque é um demônio ou porque está muito obvio?

Me levantei e fui tomar meu “banho” de novo, após terminar voltei para o quarto que já estava arrumado, Jimin estava sentado na cama sem sua camiseta o que me permitia ver seu corpo, a apresentação de Danger do Mama 2014 invadiu meu pensamento e eu sorri sem querer imaginando ele dançando aquilo.

- Sinto muito, mas hoje isso é a única coisa que tem para você comer aqui – Disse segurando meu chocolate na mão. – Me sentei ao seu lado e peguei o chocolate, Jimin olhou atento a minha tatuagem do braço e depois puxou para perto dele.

- Flores? Porque tatuou isso? – Ele ainda segurava meu braço.

- Porque são bonitas, gosto de flores.

- Eu não. – Fiquei em dúvida sobre falar algo ou ficar em silencio, mas ele acabou continuando.- Flores significam o nascimento, o amor e a morte. Quando um bebe nasce ele é recebido com flores, quando amamos alguém, damos flores e quando morremos, recebemos elas também. Nenhuma dessas fases me agradam.

- Você já passou por isso? Pela morte? – Agora eu realmente estava curiosa.

- Sim, eu já vivi na terra, já fui como você. Meu coração já bateu forte por uma garota, e ela me destruiu, eu recebi flores no meu nascimento indesejado e na minha morte não natural. – Ele dizia aquelas palavras de forma arrastada, como se falar aquilo lhe trouxesse uma dor muito grande.

- Me desculpe por te fazer lembrar sobre isso. – Jimin se levantou e caminhou para a porta, corri atrás dele, mas já havia sumido. Guardei meu chocolate no bolso e sair para andar no parque, os brinquedos estavam destruídos, mas havia uma balança que ainda funcionava, me sentei e deixei que aquele ar frio batesse no meu rosto. Fiquei ali por muito tempo porque senti mãos empurrarem o balanço e quando olhei para trás era Jimin. Ele segurou a corda do balanço para ele ir parando e parou na minha frente ainda segurando a corda.

- Eu nasci em 1985, minha mãe tinha 15 anos quando me teve, fui fruto de uma relação abusiva e ela tentou me abortar 3 vezes. Assim que nasci fui morar com meus avós e fiquei lá até os 16 anos. Depois disso sai de casa para trabalhar, pagava um apartamento e vivia do dinheiro que eu ganhava dos meus avós e do trabalho. Conheci uma garota nesse tempo, ela foi a melhor coisa que tinha acontecido comigo durante toda minha vida. Me vi comprando flores e presentes para ela. Após um ano descobri que na verdade eu era seu amante, e fui covardemente morto pelo namorado dela. – Ele não tirou os olhos dos meus em nenhum momento.

- E porque não foi aceito no céu?

- Eu descontava todo o meu desgosto sobre a vida em pessoas que não tinham nada a ver e em mim mesmo, eu me fiz muito mal, e isso não agradou Deus. Na minha balança haviam mais atitudes ruins do que boas, eu tinha muitos pecados para pagar.

- Então isso aqui é o purgatório? Eu... estou morta? POR QUE NÃO ME DISSE ANTES – Me levantei e empurrei ele. – ME FEZ ACREDITAR TODO ESSE TEMPO QUE EU PODERIA VOLTAR PRA QUE? – Nem deixei ele responder, sai andando o deixando para trás, pisava forte no chão querendo descontar todo meu ódio de alguma forma, eu queria gritar, queria chorar, mas nada adiantaria. Senti alguém me seguindo, quando olhei para trás tudo se apagou.

Acordei sendo arrastada, olhei para cima e era Jimin me puxando pelos braços, seu rosto estava coberto de um sangue escuro, quase preto e ele grunhia de dor. Ainda me arrastando chegamos a biblioteca onde ele me deixou no chão e logo se jogou ao meu lado. O liquido viscoso jorrava de sua blusa e eu não conseguia levantar para ajuda-lo, tentei gritar por ajuda mas parecia que eu não tinha voz, foi então que eu vi, ao fundo de um dos corredores uma luz e um zumbido muito alto invadiu o ambiente, a luz me cegava e assim que fechei meus olhos, dormi.



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