História Poderoso Cabello - Capítulo 39


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Lauren Jauregui
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Palavras 3.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - Celebrando


Lauren POV

O jardim estava completamente tomado por cadeiras e mesas, tudo em tom branco. O dia estava claro e um calorzinho agradável contribua para que o dia fosse perfeito. Voltei para dentro de casa subindo direto ao meu quarto. Parei sorrindo ao olhar os três na cama. Eu sempre ficava abobada olhando e sorrindo toda vez que via Cameron com nossos filhos.

Os três estavam lindos. Enzo e Valentina na cama, ambos de branco. Cameron usava uma calça escura e uma camisa azul clara aberta até o peito. Estava de tirar o fôlego. Ele brincava com os pezinhos dos bebês, conversando de forma carinhosa com eles. Ao perceber minha presença ele se virou sorrindo.

- Oi... já estamos prontos.

-Eu também.

-Estou vendo.

Cameron respondeu, olhando meu corpo de cima a baixo. Quase um mês após o nascimento dos bebês e eu estava subindo pelas paredes. Dormir agarrada a Cameron e não poder fazer nada chegava a ser sacrilégio.

-Está linda.

-Vocês estão lindos.

Hoje iríamos batizar nossos filhos.   Cameron fazia questão disso e obviamente não me opus. Eu também preferia que fossem batizados ainda bebês. Não sei por que, eu achava mais bonito assim. Apesar de ser um mafioso implacável, Cameron era muito católico. Confesso que esse era um lado dele que descobri apenas nos últimos dias.

Ultimamente ele estava bem mais calmo, sem tirar a ferradura, é claro. Logo após o encontro com minha mãe, nos sentamos e conversamos muito sobre o futuro dele nos negócios. Cameron queria se afastar definitivamente. Eu achava que não. Ficou decidido então que ele iria esperar um pouco. Iria comandar tudo como sempre, entretanto os carregamentos e demais serviços que o afastassem de casa ficariam momentaneamente a cargo da Dinah.

Minha mãe passou duas semanas conosco. E devo dizer que foi bom demais. Estávamos nos dando muito bem. Entretanto tudo tinha que ser feito no mais perfeito sigilo. Novamente vinha Cameron com suas idéias. Pior que ele tem uma espécie de ímã... sei la o que era. No final todos faziam o que ele queria... principalmente as mulheres.

Assim como Ariana e Megan, minha mãe também se infiltrou nos negócios de Dom Matteo. Ele ficou exultante ao ter sua “velha garota” de volta.   Eu não sei, tinha um pouco de receio. Um homem perigoso feito ele... como poderia cair tão fácil numa mentira como aquela? A historia que minha mãe contou a ele era fantasiosa demais. Ela se arrependeu de abandonar meu pai, e agora voltava cheia de ódio de Cameron por tê-lo matado e ao Chris também.

Talvez Dom Matteo fosse burro demais, ou sua ânsia em colocar as mãos em Cameron o impedissem de raciocinar direito. Minha mãe caiu nas graças dele. E em breve eles armariam uma armadilha para me pegar.

Claro que Cameron ficou furioso ao ouvir isso. O engraçado é que ele já sabia disso. Mas sempre que o assunto era eu ou os filhos, ele virava fera. Brianna ainda estava com meus sogros e Megan agora era mulher de confiança de Dom Matteo. Por causa disso Cameron sabia tudo o que se passava com ele. Eu tinha quase certeza... os dias de bandidagem de Dom Matteo estavam chegando ao fim.

Eu so queria que Cameron chamasse a polícia... o FBI. Ele tinha contatos lá, eu bem sabia disso. Eu só não queria que ele ficasse na linha de fogo. Não suportaria a hipótese de perdê-lo novamente.

- Eles estão calminhos hoje. Parece que estão adivinhando.

-Mas o Enzo é calmo. Valentina que é terrível.

Cameron deu um sorriso debochado.

-Quem será que ela puxou, heim?

-Você, Cameron, óbvio.

Ele riu alto e se sentou, puxando-me para o seu colo.

-Cinquenta por cento de cada um... sabe que é verdade.

-Concordo.

Eu ri e o beijei. Suspirei. Finalmente eu estaria livre pra amá-lo novamente. Nada de esperar quarenta dias. Já estavam completando trinta e eu me sentia bem demais. Nada de pontos doloridos, nem de sangramentos. Cameron não sabia disso. Há muito tempo ele deixou de perguntar, tentando a todo custo respeitar meu tempo. Mas eu sabia o quanto estava sendo difícil pra ele.

Segurei na gola da sua camisa, acariciando de leve a sua nuca com a mão livre.

- Lauren...

-Amor... como a gente vai comemorar?

-Puff... rodeados de fraldas e mamadeiras.

Eu ri e o beijei novamente. Realmente nossos dias eram assim.

-Sabe... eu já estou... pronta pra você.

Seu olhar mudou na hora. O castanho se intensificou e parecia que havia fogo neles.

-Não está brincando comigo, está?

-Eu brincaria com você, poderoso?

Ele não respondeu. Apenas segurou em minha nuca e colou nossos lábios. Foi um beijo ardente, apaixonado. Sua língua desviava-se da minha, devastando minha boca e somente quando eu gemi em protesto ele permitiu que as duas se enroscassem.

Meu sexo latejou e eu sentia a umidade se intensificando. Mas o choro ao nosso lado nos interrompeu.

Cameron riu ainda com a boca colada na minha.

-Só podia ser você, não é Valentina?

-Acho que ela tem ciúmes do pai.

Levantei-me e Cameron pegou-a no colo. Foi o suficiente para que ela se calasse.

-Ih... quer dizer que o papai não pode mais beijar a mamãe?

-Concorrência desleal... claro que você irá preferir a Valentina.

Cameron se aproximou com ela no colo e com a mão que estava livre, puxou-me pela cintura.

-Pra ela todo o carinho de pai. E pra mamãe dela... todo o tesão do marido...está bom assim?

Coloquei a cabeça em seu peito, as pernas trêmulas só de ouvir isso. Mas a batida na porta interrompeu o que eu iria dizer.

-Entre.

Minha mãe colocou a cabeça pela porta que entreabriu.

- Olá? Estão prontos?

-Sim, Clara. Já podemos ir.

-Ah...meu Deus...como estão lindos.

Ela entrou e pegou Enzo que já estava quase dormindo.

-Gente...ele é tão calminho. Quase não chora.

-É um anjinho.

-Sabe que nos primeiros dias você também era assim, Lauren? Quase não chorava.

Olhei para Cameron sorrindo.

-Viu? Falei que a Valentina puxou você. Pequena mafiosa.

Ele fechou a cara pra mim.

-Não fale assim da minha princesinha.

Minha mãe rolou os olhos.

-Mas é um babão mesmo. Mas vamos ou iremos chegar atrasados.

Peguei a bolsa com fraldas e mamadeiras e segui atrás de

Cameron e minha mãe. Mais um momento que me faria chorar, com certeza.

***********

Eu chorei... e chorei muito. Ver meus bebês... meus pimpolhos, como diz Cameron, sendo batizados foi uma emoção sem tamanho.

Dinah e minha mãe foram os padrinhos de Enzo. Ally e

Vero as madrinhas de Valentina.  

Cameron não chorou por pouco. Seus olhos brilhavam, cheios de lágrimas enquanto acompanhávamos a celebração. Como não poderia deixar de ser, Valentina chorou o tempo todo. Ao contrário dela, seu irmão dormiu quase a celebração inteira.

Agora estávamos de volta a nossa casa. Alguns poucos convidados se espalhavam pelos jardins, acomodados nas mesas imaculadamente decoradas por Sinu.

-Foi lindo, Laur. Não sei se por causa do pai turrão, mas foi uma emoção diferente ver meus netos serem batizados.

-Sabe que foi uma surpresa pra mim também? Quando Cameron fez questão de batizá-los...não esperava por isso.

-Ele nunca se manifestou a respeito de religião. Mas creio que isso ficou acentuado depois daquele incidente. Acho que ele passou a crer mais... tem fé.

-Ele é tão incrível...

-E você cada vez mais apaixonada por ele.

-Quem não se apaixonaria, Sinu?

-Você faz um bem a ele, Laur. Desde quando ele te levou em minha casa eu percebi isso. Alejandro mesmo falou: está ai a mulher que será do

Cameron para a vida inteira.

-Jura?

-Eu juro. Falei mesmo.

Alejandro falou atrás de mim, quase me matando de susto.

- Percebi que ele estava caidinho por você. E confesso...fiquei feliz demais. Você é forte. É esse tipo de mulher que meu filho precisava. Sinceramente, eu odiava aquelas mulheres que baixavam a cabeça para tudo o que ele dizia.

-Ah... então foi um complô contra mim?

Cameron abraçou minha cintura. Mania que essa família tem de chegar por trás sem fazer barulho.

-Complô nada. Quando você a levou até nossa casa já era caso perdido. Estava caído por ela.

- Sim. Desde quando essa topetuda passou pela minha porta.

Girei meu corpo e fiquei de frente pra ele, já esticando meus braços em torno do seu pescoço. Nossos olhos se encontraram e eu estremeci. Estava sentindo falta demais dele e aquele olhar so piorava meu estado. Sua boca tomou a minha sem ao menos se importar com sua família que assistia a tudo.

Suas mãos apertaram minhas costas, colando ainda mais meu corpo ao dele.

-Eu te amo, Cameron.

Ele riu.

-A recíproca é verdadeira.

-Palhaço.

Tentei empurrá-lo inutilmente.

-Boba. Estou brincando. Sabe que eu te amo. Amo demais.

Beijou-me novamente. Coloquei minha cabeça em seu peito.

-Foi lindo, não foi?

-Muito.

Minha mãe se aproximava com Valentina no colo.

-Acho que essa mocinha está com fome.

Ela chupava a mão com voracidade e incrivelmente não chorava. Sentei-me em uma cadeira, com Cameron ao meu lado. Dinah carregava Enzo e Normani estava ao seu lado.

-Parece que as duas se entenderam mesmo.

-Sim. Dinah está de quatro por ela. Olha lá a cara dela.

Cameron estava certo. Não sei se Dinah babava mais em Mani ou em Enzo.

- Cameron? Podemos falar com você um instante?

Sorri abertamente ao ver Ally e Vero à minha frente. Formavam um casal tão bonito.

-Sentem-se ai. Lauren pode ouvir, é claro.

-Ah sim...sei que não esconde nada dela e nem tem motivos pra isso.

-Pode dizer, Vero. O que é?

-Bom... talvez esse não seja o momento, mas já conversei com nossos pais, então acho melhor falar com você antes que...

Ela torceu nervosamente as mãos e esse gesto me deu idéia do que poderia ser. Aposto como queria a aprovação dele para se casar com Ally. E já estava passando da hora. As duas não conseguiam mais se conter.

-Resumindo: eu quero sua permissão para me casar com Ally.

Cameron franziu o cenho.

-E por que precisa da minha permissão?

-Bom, você é o maior responsável por ela. Até mais que nossos pais . Foi você que a encontrou, cuidou dela...

-Realmente. E eu fico feliz que seja você a se casar com ela. Tem meu total apoio.

Ally sorriu e pulou no pescoço de Cameron.

-Eu falei, Vero. Falei que Cameron é um gatinho de tão pacífico.

-Anhã... eu acredito.

- Menos, não é Ally?

Cameron me encarou como se me desafiasse a falar. Fiquei quieta. Hoje eu não queria qualquer faísca entre nós que não fosse a do nosso desejo.

Ally ficou ao meu lado tagarelando, falando sobre todas as suas idéias para o casamento. Cameron e Vero falavam tão baixo que eu realmente fiquei curiosa.

Logo depois que Valentina terminou sua mamada, Dinah se aproximou com Enzo.

-Desse jeito você irá virar um palito, Lauren. Essas crianças são famintas.

- Olha o porte do pai, Dinah. Você queria o que?

-Verdade.

-Eles estão cada dia mais lindos, Laur.

Mani falou aproximando-se.

-Obrigada, Mani.

-Pelo amor de Deus, heim? Quando tiverem outros filhos nada de viajar. Eu quero fazer o parto.

Cameron me encarou quando ouviu isso.

- Outros filhos? Não seria má idéia.

-Não agora, Cameron. Daqui a uns dez anos.

-Dez anos? Estaremos velhos, Lo.

Percebi que ele falava sério. Mais filhos? Sinceramente eu não esperava passar de dois. Mas os olhos de Cameron brilhavam. Ele queria ser pai novamente. Não sei... gêmeos novamente?

************

Conferi pela milésima vez. A quantidade de leite que tirei seria suficiente para que meus bebês se alimentassem e não se esgoelassem de fome. A meu pedido minha mãe iria dormir aqui hoje. O motivo não poderia ser outro... minha primeira noite com Cameron após o parto.

Logo que todos se foram, após a pequena comemoração pelo batizado das crianças, eu subi com Cameron e juntos demos banho nos dois. Parece que por um momento ele havia se esquecido completamente de que hoje seria nossa primeira noite.

- Lauren, vou descer. Preciso conversar com Dinah.

-Tudo bem.

-Por que não toma um banho e descansa? Teve um dia longo.

-Farei isso.

Assim que ele saiu, minha mãe entrou.

-Estão dormindo?

-Sim. Mãe, tem certeza que não estou atrapalhando?

-Claro que não, Laur. Que absurdo. Meus netos jamais irão me atrapalhar. E além do mais, você e Cameron precisam de algumas horas a sós.

-Acho que ele nem está se lembrando disso, mãe.

-Aposto como está. Ele está apenas preocupado... com algumas coisas.

-Há algo que eu não saiba e deveria saber?

-Creio que não. E mesmo se tiver...é ele quem deverá dizer.

-Está certa. Bom...acho que vou tomar um banho. Estou realmente cansada.

-E eu irei levar os anjinhos. Não se preocupe com nada. Eles estarão bem.

Dei um abraço apertado nela. Era tão bom tê-la por perto, um alento.

-Obrigada, mãe.

-Não precisa agradecer. Curta seu marido. Ele merece.

-Eu sei.

Esperei que ela levasse as crianças e so então fui para o banho. Enchi a banheira e mergulhei fechando meus olhos. A sensação era boa demais. Somente assim pude perceber como eu realmente estava cansada. Sai dali somente quando a água começou a esfriar. Passei uma loção cheirosa no corpo e vesti uma lingerie sexy. Já eram onze da noite e Cameron ainda não tinha subido

Alguma coisa grave deveria estar acontecendo. Mas eu não iria atrás dele. Como já disse, eu não queria nenhuma desavença entre nós dois. Se ele achava que eu não deveria saber, então ficaria quietinha. Sei que mais cedo ou mais tarde ele iria me contar.

Acabei dormindo... sozinha. Acordei mais tarde com mãos fortes me segurando. A boca macia beijava meu pescoço. Inspirei profundamente e senti aquele cheiro delicioso. Ainda sem abrir os olhos ergui minhas mãos e senti os cabelos molhados em meus dedos.

- Cam?

-Claro que sou eu, minha linda.

Abri meus olhos e tentei enxergar na escuridão.

-Que horas são?

- meia noite.

Ele esticou a mão e acendeu a luz do abajur.

-Desculpe-me. Eu acabei demorando mais do que previa.

Dei um sorriso fraco e cansado.

-Por você eu esperaria a vida inteira, Cameron.

-Meu amor...

Sua boca tomou a minha e num giro rápido ele se colocou sobre o meu corpo. Suas mãos me apertavam, meus dedos se enroscavam nos seus cabelos.

-Estava falando sério mais cedo? Porque eu estou simplesmente maluco para possuir você, Lauren.

-Eu não iria brincar com isso. Preciso ter você antes que eu enlouqueça.

Cameron voltou a engolir minha boca, seu membro latejando de encontro a minha barriga, fazendo uma enxurrada de tesão escorrer pelo meu sexo.

- Preciso ver você... ver seu corpo.

Ele se levantou e acendeu a luz, apagando a do abajur em seguida. Notei que prendeu a respiração ao me olhar.

-Deus...como consegue continuar perfeita? Perfeita e linda...

Eu deixei meus olhos passearem pelo corpo dele. Já estava nu e totalmente ereto, fazendo minha respiração acelerar-se como num passe de mágica. Novamente ele se deitou sobre mim, tomando minha boca e as mãos apertando meus seios levemente.

Seu toque mágico, sua boca quente e ávida, sua respiração acelerada e seus gemidos roucos me levavam a loucura. Cameron beijava carinhosamente meus seios, a mão deslizando até meu sexo, afastando minha calcinha e apertando meu clitóris.

- Lauren... tão molhada... me deixa maluco assim.

Num gesto rápido deslizou minha calcinha e eu terminei de retira-la, empurrando-a com os pés.

Sua boca desceu pelo meu corpo até chegar ao meu sexo. Travei meus dentes e estiquei meus corpo, ao sentir um prazer avassalador percorrer minhas veias, deixando-me sem ar. Tanto tempo sem sentir sua boca em mim contribuía para que as sensações que sempre foram maravilhosas fossem triplicadas. Eu gemia e me contorcia em sua boca.

Cameron devorava-me, a língua me penetrando cada vez mais fundo. Eu me contorcia e gemia, mas ele segurava com firmeza em minhas coxas, seus dedos quase se afundando em minha carne.

Agarrei-me aos cabelos dele, rebolando e gemendo sem parar.

-Pare, amor... eu quero gozar com você, por favor.

Eu choraminguei e milagrosamente ele me atendeu. Quando ergueu um pouco o corpo eu o empurrei e joguei-me sobre ele, feito uma leoa, mordendo e lambendo seu peito, descendo pelo abdômen contraído. Subi novamente a boca e beijei-o. Cameron segurou-me pelos cabelos, afastando meu rosto. Seu olhar me deixou ainda mais enlouquecida. Voltei a beijá-lo avidamente, descendo minha boca e mordendo seu pescoço.

Cameron também gemia e a cada mordida eu sentia um espasmo em seu corpo. Escorreguei meu corpo e beijei, cheirei e lambi seu membro. Cheiro másculo do meu homem penetrando meu organismo e impelindo minha boca a engoli-lo por inteiro.

-Ah... caralho...

Cameron rebolou e eu investi mais minha cabeça, sentindo seu membro alcançar minha garganta. Sai um pouco e mordisquei a cabeça inchada, depois lambi novamente.

-Porra, Lauren... não castiga.

Subi meu corpo e encarei seus olhos.

-Não se preocupe em ser...hã... delicado comigo.

-Mas...

-Eu te quero Cameron...e sei que você me quer com a mesma intensidade.

-Quero, mas não quero machucar você.

-Estou bem.

Girei meu corpo e cai de costas na cama.

-Vem, meu poderoso.

Seus olhos arderam e no mesmo instante ele estava sobre mim. Segurou meus cabelos com força, olhando em meus olhos.

- Lauren...

Sua mão forte agarrou minha coxa e colocou-a ao redor da sua cintura. Sem desgrudar seus olhos dos meus, Cameron investiu seus quadris. Eu gemi e fechei meus olhos ao senti-lo dentro de mim. Ele gemeu também e suspirando, fechou os olhos.

-Porra...que saudade...

Abriu novamente os olhos e começou a estocar forte, rebolando seus quadris do jeito que ele sabia que me deixava maluca.

-Oh... Cameron...

-Machuca?

-Não amor... está...bom demais.

Como querendo provar isso, apoiei meu pe na cama e ergui meus quadris. Seu membro enfiou-se ainda mais dentro de mim. Cameron trincou os dentes e voltou a investir, com mais força e mais rápido, minha respiração aumentando no mesmo ritmo das suas investidas.

Seu membro tocava fundo em mim, roçando minhas paredes, saindo e voltando com força. Às vezes ele colava nossos quadris e sua pélvis roçava meu clitóris, fazendo-me gritar de prazer.

- Gostosa... porra... eu não vou aguentar...

-Nem eu...goza dentro de mim.

Cameron agarrou meus braços elevando-os até minha cabeça e prensou meu corpo com mais força contra o colchão. Estocava forte, violento até. O suor pingava do seu rosto, mas ele continuava metendo com toda força, até que meu corpo contraiu-se fazendo-me tentar erguer o tronco sem sucesso. Cameron rugiu e estocou mais duas vezes até seu membro dilatar-se dentro de mim, arrastando-me numa onda de prazer indescritível.

Meu corpo tremia, o de Cameron igualmente. Ele me abraçou com força e colou sua boca na minha, ambos ainda gemendo, extasiados com o orgasmo fulminante.

Cameron rolou para o lado e me virei também deitando a cabeça em seu peito.

-Sua intenção é me matar...eu sei.

Ri baixinho.

-Não fiz nada.

-Deus... como você é gostosa, Lauren. Meu pau fica latejando so de me lembrar.

-Já está assim?

Ele não respondeu. Apenas pegou minha mão e desceu até seu membro. Grande, duro e pulsante em minha mão.

-Ah...merda... que delícia, Cameron. Eu quero...

Ele virou a cabeça para me olhar.

-Não vamos fazer tanta estripulia, Lauren.

-Ah..não, Cameron. Ser pai babão tudo bem. Mas ser marido frouxo eu não vo...

Não tive tempo de terminar a frase. Nem sei como, mas ele me virou na cama, deitando-me de bruços e se colocando sobre mim. Segurou meus cabelos num rabo de cavalo e puxou minha cabeça para trás.

-Frouxo é? Vou te mostrar quem é frouxo aqui, senhora Lauren Cabello.

-Ah...

-Gemendo por quê? Abra essas pernas.

Não sei por que, talvez o tesão fosse tanto que me impediu de obedecer.

Ele mesmo afastou-as com os joelhos e em seguida empurrou seu membro para dentro do meu corpo, puxando meus cabelos novamente. Começou a meter forte... muito forte, fazendo o ar sair com dificuldade dos meus pulmões.

-Geme...geme agora, minha gostosa. Era isso que queria não é? Me provocar.

-Era gostoso... era isso... queria ser fodida como antes.

-Ahhh...

Ele grunhiu e usou toda a força que tinha. Seu pau entrava com tanta força que me fazia arfar. A posição favorecia...seu membro parecia ainda mais grosso e literalmente me esfolava. Ainda assim eu estava entorpecida de prazer. Rebolava e gemia e o prazer chegou a tal ponto que levei minhas mãos à minha bunda, abrindo-a como se isso o colocasse inteiro dentro de mim.

-Assim...gostosa...devora seu poderoso.

-Oh...oh...Deus...

Eu gritei novamente e empinei minha bunda. Cameron inclinou o corpo e mordeu minhas costas. Depois puxou novamente meus cabelos, buscando minha boca. Eu o beijava, mordia sua boca e rebolava, ainda abrindo minhas nádegas.

-Goza comigo agora...

Cameron gemeu, mas já era tarde...seu membro crescia e se expandia dentro de mim, o que contribuiu para que meu corpo o esmagasse e meu gozo deslizasse em seu membro.

-Ah...porra...porra..

Seu sêmen me invadiu... quente...abundante...delicioso.

Ele soltou meus cabelos, mas continuou com o corpo sobre o meu, beijando meu pescoço e sussurrando em meu ouvido.

-Eu te amo, meu amor. Só você... pra me deixar assim... vivo... pleno. Você é minha vida.

Fechei meus olhos com força, deixando que as lágrimas escorressem livremente.

-Eu também te amo...chega a doer de tanto amor.

- Minha linda.

Quando percebi que ele iria me abandonar eu segurei firmemente em sua mão.

-Daqui a pouco começará a sentir meu peso.

-Eu não me importo. Cameron... um dia você disse que iria...

Parei de falar sem saber como continuar.

-Iria?

Levei minha mão para trás e segurei seu membro roçando-me em minha bunda.

-Aqui...

-Você quer?

Meu sexo latejou so de ouvir sua voz rouca me perguntando isso.

-Quero muito.

Ele beijou meu ombro.

-E desde quando eu neguei alguma coisa a você?

Gemi.

-Mas vamos tomar alguns cuidados. Não quero minha rainha machucada.

Ele se levantou e foi até o banheiro. Eu apenas acompanhei com os olhos o espetáculo de homem que caminhava nu. E esse era meu.



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