História Poderoso Chefe - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bdsm
Visualizações 149
Palavras 2.316
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Inspirada em Fatos Reais (e ligeiramente modificados), essa é minha primeira produção no "Mundo Fujoshi"
Espero que gostem. :D

Capítulo 1 - Capítulo Único


Ele me mandou uma mensagem desesperado, não sabia onde tinha deixado sua chave. Falei que estavam comigo e ele disse que mandaria um Uber vir me buscar. Ele precisaria apenas da chave, não é? Não entendi um pouco direito, apesar de ter parecido um convite.

O que ele estava querendo com aquela mensagem? Eu ainda não tinha processado aquelas palavras destacadas num balãozinho branco naquele aplicativo de conversa. Não vou mentir, uma parte de mim queria muito descobrir o que era aquilo, mas outra parte me dizia que era tudo culpa dos desejos pervertidos que eu alimentava toda vez que o via (o que era bem pouco, mas mesmo assim).

Quando o carro chegou fiquei sem chão, era um Uber Black. Aquele dilema ainda me torturava, mas parei de viajar. Desci até a portaria e deixei a chave com o motorista, ele não disse nada, apenas retornou. Eu, sem também dizer uma palavra retornei para meu apartamento.

Quando cheguei lá tinha uma mensagem outra no celular: "Agora só falta você". Gelei, fiquei pretérito, sem ar. O que era aquilo? Olhei pela janela e o Uber estava lá novamente. Outra mensagem chegou: "Você deveria vir com a chave, não entendeu o convite?".

Aquilo não podia ser real. Ele estava realmente me esperando? Respirei fundo umas duas vezes e pensei bastante: Eu tinha que atender ao convite, então desci. Ao abrir a porta o motorista sorriu ao dizer: "Disseram que só aceitam a entrega em mãos." Nesse momento eu já  imaginava que não seria apenas a chave que estaria em mãos mais tarde. Minha mente fervilhava com as possibilidades do final daquele história.

Depois de aproximadamente uma hora e meia de viagem, chegamos no prédio dele. O porteiro me recebeu com um recado: "Ele disse que você poderia ficar a vontade, toma a chave." Tinha apenas um número 30 escrito na chave e eu já imaginava que iria me perder procurando o apartamento, mas o porteiro completou: "Siga direto para a cobertura, o elevador direto à direita".

Enquanto o elevador subia o frio na barriga aumentava até que cheguei. Nem de longe a decoração do meu se comparava àquele luxo. Em cima da mesa de centro um bilhete: Fique a vontade, tive que sair mas volto logo.

Fiquei apreensivo por estar sozinho naquele apartamento imenso e com uma vista espetacular da cidade. Fiquei um tempo admirando a paisagem e perdi a noção do tempo. Me espantei quando senti uma mão forte me segurar pelo braço. "Está gostando da vista?" Ele sussurrou bem próximo ao meu ouvido. "É incrível." Respondi ofegante, com o coração batendo a mil.
"Só que na verdade eu queria te mostrar outra coisa." Me virei para ele com curiosidade e tive uma surpresa. Fui rendido com um beijo intenso e aos poucos fui me entregando. Em segundos ele tinha as chaves em mãos, mas também me tinha por completo.

[FLASHBACK]

“Então, você deve ser o Júlio, nosso novo estagiário. Seu currículo é impecável. Que prazer ter você no nosso time.” Esse era Olavo Neri, CEO da empresa. Ele pouco aparecia, por motivos óbvios, mas nos presenteou com sua presença naquela confraternização. E que presente.

Seu sorriso simpático ornava perfeitamente com o rosto. O modo como mantinha as mãos no bolso era atraente, lhe conferia um ar de mistério e timidez. Seu cabelo bem cortado numa altura média deixava o visual bem despojado. Não vou mentir, fiquei seco na hora.

Não sei porque no meio do beijo minha mente voltou ali. Nosso primeiro momento juntos, mesmo que não significasse nada pra ele, foi marcante pra mim.

[/FLASHBACK]

Eu não sabia exatamente como reagir. Não me parecia necessário tomar alguma atitude, deixei como estava.

Imersos naquele beijo, fomos caminhando devagar para dentro da cobertura e ele me “derrubou” no sofá. Fiquei admirando aquele maldito sorriso que insistia em me fitar sem dizer nenhuma palavra.

“Alguém me ajuda a entender o que está acontecendo aqui?” Questionei sorrindo.

“Não precisa entender nada, apenas sentir.” Nesse momento ele se pôs por cima de mim, meu coração sairia pela boca a qualquer momento.

Voltou a me beijar enquanto tirava minha camiseta, achei justo fazer o mesmo com sua camisa social, mas fui interrompido assim que comecei. Ele agarrou minhas mãos e as prendeu acima do meu corpo.

“Acho que você não está entendendo. Eu sou o chefe, lembra? Você me obedece” Essa frase, dita com essa entoação, me deixou mais excitado ainda e ele percebeu.

Sem muita resistência continuou segurando minhas mãos com uma de suas mãos, enquanto descia com a outra até encontrar meu pau. Segurou com vontade e me encarou, ansiando por ver minha reação. Arqueei o corpo, evidenciando meu pênis para que ele pudesse agir. Quando sua mão soltou as minhas eu senti que me complicaria.

“Você acha que serei o primeiro a chupar? Já esqueceu quem manda aqui?” Um misto de medo e tesão me possuiu, eu ainda não acreditava no que estava acontecendo, mas precisava fazer alguma coisa. Me levantei do sofá e fui até ele.

Após um outro beijo acompanhado de mãos percorrendo todo o corpo um do outro, segurei em seu pau e disse, obediente. “É você quem manda aqui. Chefe.” Ajoelhei-me em sua frente e sem cerimônia abri-lhe o zíper e explorei sua cueca. Encontrei ali uma rola maravilhosa. Enfim era toda minha.

Comecei uma masturbação  lenta e logo fui interrompido por aquela mão firme que, sobre a minha, aumentou o ritmo dos movimentos, eu entendi o recado e continuei a ação enquanto admirava sua expressão de prazer. Entre gemidos e sussurros ele me pediu para chupar, o que fiz sem hesitar. Senti sua glande preencher-me a boca enquanto firmava com as mãos a base do seu pau.

Quando pensei em parar ele segurou minha cabeça com força, avisando que o momento estava próximo, continuei até que senti um jato morno na boca, umas três ou quatro pulsações inundaram-me de gozo.

Sua pica estava bem lubrificada e eu já imaginava o que viria a seguir. Levantei-me e fui em direção ao balcão da cozinha, ele me seguiu. Mas ao invés de me foder, ele segurou forte no meu braço, fiquei espantado pela reação. “Você ainda não entendeu que sou o chefe aqui?” Sinceramente, no início aquilo me assustou, mas agora me excitava ainda mais estar sob o comando do meu chefe e obedecê-lo.

“Sim, senhor. Entendi perfeitamente.”

Fui guiado para um quarto escurecido, iluminado apenas por uma luz azul de LED.

“A partir de agora você pode escolher continuar ou pararmos por aqui.”

“Acho que minha presença aqui é implícita, não é?” Ele me segurou pelos cabelos, puxou minha cabeça para trás enquanto mordia meu pescoço. “Aceito isso como um sim.” Trancou a porta do quarto e agora éramos somente eu, ele e seus “brinquedinhos”.

Ele se dirigiu a um armário no canto do quarto e trouxe consigo uma venda e cordas, e disse: “Vamos começar devagar. Não serei tão exigente hoje.”

“Você costuma ser muito exigente?”

“Apenas quando existe contrato.” Minha mente fantasiou muitas possibilidades e após isto fui vendado e não vi nada mais. Porém, cada toque que sentia parecia ter dez vezes mais poder, e então ele começou a me dominar.

Segurou minhas mãos para trás com firmeza, atando-as com um nó forte e amarrou o restante da corda em meu pescoço. Se afastou dando-me um beijo molhado e uma mordiscada em meu lábio inferior.

Fiquei perdido por um tempo, tentando ouvir o que acontecia ali, mas o som ambiente não me permitia saber nada além do que eu sentia. Era uma privação excitante e eu imaginava mil e uma situações, o que acelerava meu coração.

Fui surpreendido com um golpe de estrangulamento acompanhado de sussurros: “Tenho uma surpresa pra você, estagiário. Não achou que a sociedade terminaria nas dependências da empresa, não é?” Aquilo me atingiu como uma bomba. O que ele quis dizer com sociedade? Me esforcei para não pensar na situação que viria a seguir, mas novamente fui surpreendido. Alguém começou a arrancar minha calça enquanto Neri continuava a sussurrar: “Não precisa se preocupar, você não vai se machucar. Não faremos nada além do suportável.” Aquelas palavras inundaram meus pensamentos e era impossível conter o tesão. Entreguei-me por completo em seus braços musculosos, nada exagerados, aceitando tudo o que fariam/faziam.

Neri me deixou e nesse momento seu sócio tomou posse de mim. Eu me esforçava para descobrir qual deles era, pois de meu conhecimento haviam outros dois sócios além de Olavo, mas era impossível. Algo naquele quarto tinha o poder de me deixar alucinado, sem dúvidas era o efeito colateral da mistura de prazer e desejos realizados. Então subitamente fui roubado de meus pensamentos quando comecei ser chicoteado. Neri aproveitou que seu sócio se divertia comigo, tocando-me o pau enquanto mordiscava-me os mamilos com certa pressão e percorria toda a extensão de meu peitoral.

A dor e o prazer se misturavam numa amálgama poderosa de sensações e quanto mais eu recebia aquelas chicotadas ainda mais eu me esforçava para fugir, sabendo que seria castigado e contido. Minha bunda ardia e eu ansiava por algo que pudesse preencher-me e parece que alguém lia meus pensamentos, pois exatamente nesse momento tudo parou. As punições e os toques foram suspensos para serem substituído por algo melhor ainda. Fui forçado a me inclinar para baixo enquanto alguém segurava em minha cintura e abria-me as nádegas, procurando refúgio, lubrificando-me em preparação para aquilo que eu havia imaginado há tanto tempo.

Minha boca foi preenchida por um pau diferente e eu agora sabia quem estava prestes a foder meu rabo, era óbvio que Neri não deixaria de explorar-me primeiro.

Continue aquele felácio enquanto era vitimado com tapas em meu rosto e rabo. Fui domado por Neri, que segurou meus cabelos e os puxou para trás, eu sabia o que viria. Enquanto sentia seu pênis forçando a entrada, fui levantado e empurrado contra a parede, mas ao invés disso fui apresentado ao corpo esculpido do outro, estávamos os três em sincronia, em movimentos vorazes, sedentos pelo prazer um do outro. Enquanto Neri fodia-me, seu sócio continuava a me estimular com mordidas no pescoço, nossos pênis em atrito, corpos em chamas.

Eu queria sentir cada vez mais aquele membro em mim e para isso eu inclinava-me para frente, saboreando cada centímetro do peitoral e abdômen do outro enquanto projetava meu rabo para Neri foder. Em meio às estocadas fortes e cadenciadas ele batia-me sem piedade e se deliciava ao ouvir meus urros de prazer. Seu sócio não se conteve e logo senti seu jato de prazer em meu rosto. Ele ergueu-me a face e me beijou, misturando suor e porra numa junção que não importava mais, tudo era permitido, inclusive ter a oportunidade de sentir o rabo do meu chefe.

Após a ejaculação do outro, Neri parou as estocadas, desamarrou-me as mãos, amordaçou-me e guiou-me para uma cama. Derrubou-me com força e aquela sensação de impotência e domínio fez meu pau pulsar. Senti meus braços e pernas serem puxados, fui ajustado ao centro da cama e amarrado aos quatro cantos. Ouvi Neri dizer que era a hora e não entendi muito bem, só entendi quando senti um dildo pedindo passagem em meu rabo, sem resistência, eu cedi.

Alguém veio por cima de mim e começou a me beijar o corpo todo. Eu sentia alguém percorrer toda a extensão do meu peitoral e abdômen dando mordidas e chupões. Após cada mordida e/ou chupão uma gota quente caia no local. Eu estava sendo torturado com vela derretida, mas ao invés de sentir a agonia da dor, o prazer tomava posse de meu sistema nervoso e cada nova gota era motivo para estremecer de tesão.

Após a “tortura”, tive tempo para recuperar o ar e me concentrar novamente no que viria a seguir. Seguraram-me pelo antebraço, apoiando-se para se pôr acima de mim. Alguém sentou entre minhas pernas e colocou seu pênis junto ao meu e iniciou uma masturbação acelerada e eu me contorcia de prazer ao sentir outro pau junto ao meu e estava quase gozando quando tudo se encerrou. Senti agora estar sendo cavalgado por alguém, que sentou-se pouco acima do meu pau e ao segurá-lo parecia querer guiá-lo a algum lugar. O destino era maravilhoso.

Logo pude sentir a pressão aumentar sobre meu pênis, alguém estava subindo e descendo lentamente, dando leves reboladas e vez por outra subindo devagar e descendo com força. Sem poder gritar, eu urrava de prazer, sentindo que estaria próximo de gozar. A cavalgada parou, senti meu pau pulsar, a ejaculação estava próxima. Porém, contrariando tudo o que eu esperava, senti algo muito frio envolver-me a pica. Filho da puta, aquilo era gelo. Não queriam meu gozo ainda.

Eu ainda sentia aquele vibrador no meu rabo, mas de súbito ele foi retirado. Desamarraram-me os pés e ergueram me as pernas e ao invés daquele corpo de silicone eu sentia agora um membro de carne me penetrando com força, estocando-me até eu sentir suas bolas junto as minhas. Aqueles movimentos lentos me tiraram os sentidos e tudo o que eu pensava era em não terminar aquilo nunca.

Senti quando fui inundado com aquela porra morna, alguém caiu ao meu lado, exausto, e exclamou: “Com certeza essa é a melhor parte da sociedade”. Percebi que o sócio havia gozado novamente, mas Neri ainda não e eu esperava esse momento.  “Está satisfeito?” Ele perguntou como se eu pudesse responder. “Como é sua iniciação, irei realizar um desejo seu, pense muito bem no que você vai querer.”

Aquilo me instigou de diversas maneiras, mas tudo o que eu queria era ter a oportunidade de me vingar. Tudo parou novamente e ouvi apenas minha respiração por algo que pareceu uns dois minutos. Em seguida ele me desamarrou, tirou a mordaça e a venda, procurei desesperado pelo outro, mas não havia mais ninguém lá.

“Não se preocupe com ele, acabou de sair. Agora somos só nós dois.”


Notas Finais


Espero que tenha sido tão bom pra vocês quanto foi pra mim ;)
Até a próxima


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