História Poesias de sangue - Renmin - Capítulo 7


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Tags Huang Renjun, Na Jaemin, Nct, Nct Dream, Pet Play, Renmin
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Palavras 2.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


@ja3mren, sinta-se abençoada (o).
@Plasweet, você é tudo. OLHA QUE CAPA LINDA, GENTE. PELO AMOR DE DEUS, EU TÔ ME ACHANDO MUITO (obrigada pela capa 💜)
desculpem a demora, criancitas.
agora que eu estou de férias, vou me aprofundar mais nesta fic.
- escolham nos comentários: noren ou renmin?
boa leitura🌈

Capítulo 7 - Tesouro roubado.


Fanfic / Fanfiction Poesias de sangue - Renmin - Capítulo 7 - Tesouro roubado.

1 de maio de 1964.

Palavras de Huang RenJun.



--- Juni? --- uma voz ecoou pela cabana que, agora, estava com a porta aberta. O pior de tudo era que foi o JaeMin que trancou a casa e levou a chave consigo... como a porta poderia estar aberta? --- Ei.

Tentou chamar novamente e desistiu, jogando a sacola cheia de alimentos no sofá rapidamente e tirando a espada do suporte da calça. O príncipe de Vormam estava tenso. Era como se alguém tivesse roubado o seu maior tesouro e, enquanto caminhava pela sala atento a cada barulho feito, percebeu que o RenJun, o seu maior tesouro, desapareceu. Não... impossível, pensou ele. Na não seguia nenhuma religião, porém rezava mentalmente que o seu Gatinho estivesse bem. 

Ainda andando pela casa, foi até a cozinha com uma expectativa. Nada. Ninguém. O coração do mais novo aperta. Huang jamais iria embora sem avisar, portanto, aonde ele estaria? 

Correu para o quarto e viu a porta trancada. 

--- RenJun, abre a porta! --- gritou, mas nem ao menos sabia se era ele mesmo. --- Juni... Juni! 

Pensou em arrombar a porta de madeira, mas ouviu alguém correndo por trás de si e quase acertou o tal rapaz com a espada em sua costela ao perceber quem era. 

--- Ah!!! --- gritei assustado e fazendo os próprios braços de escudo. --- Mestre, o que você está fazendo?!

Céus, o JaeMin quase me matou. Ele quase me MATOU.

--- Juni?! --- me olhou espantado. --- Como a porta está aberta se eu estou com a chave no meu bolso?

--- Ah, é que eu estava explorando a casa e acabei encontrando uma chave dentro de uma das caixas empoeiradas do sótão. --- me expliquei. --- Fui testá-la e descobri que ela é a segunda chave da casa, pois eu consegui trancar a porta do quarto e destranquei facilmente a porta principal. 

Em minha defesa eu estava entediado. JaeMin não demorou, mas o meu braço e a minha bunda já estavam cansados de ficar segurando uma espada enquanto continuava sentado no sofá. Tive a brilhante ideia de investigar a casa e tchram!, os mistérios acabaram.

Na colocou a mão livre no peito e suspirou aliviado. 

--- E você continuou deixando a porta aberta?

--- Não, Senhor. --- neguei com a cabeça. --- Para falar a verdade, eu acabei de abrir a porta.

--- Então em que lugar da casa você estava? --- indagou ainda preocupado e um pouco irritado.

--- No sótão. --- falei simples e franzi o cenho. --- Mestre, você está bem?

Jae não parecia estar bem. A sua expressão era confusa e desacreditada. Provavelmente ele...

--- Você achou que eu tinha sido sequestrado? --- soltei, vendo o olhar do coreano se tranquilizar aos poucos. Foi uma tensão momentânea e que abalou a estrutura do mais alto fortemente. Céus, ele está se preocupando tanto comigo. 

Nem parece que quase fui cortado ao meio pela espada do meu Dono segundos atrás. 

--- Achei. Era inevitável não pensar nisso com a porta principal aberta. --- mordi o lábio inferior e ele passou a olhar a minha boca, provavelmente pensando em beijá-la. Até eu sinto falta. O nosso primeiro beijo foi incrível e ainda estou apaixonado demais. Eu sou tão boiola por ele. --- Eu estava prestes a quebrar a porta do quarto. Por favor, não faça mais isso. 

--- Tudo... --- bem. Tudo bem. Mal terminei de falar e fui puxado para um beijo calmo, mas desesperador. Por um momento, o príncipe achou que alguma pessoa tinha me levado embora, porém eu não permitiria assim tão fácil. Eu lutaria pelo JaeMin. Me colocaria na frente de uma arma carregada e destravada por ele. Parece loucura, mas eu amo loucuras. Elas me alimentam e me fazem flutuar para as estrelas. 

Na JaeMim é uma loucura. 

Guardou - ainda me beijando - a própria espada no suporte da calça e segurou com as mãos o meu rosto, deixando um minúsculo espaço entre nós dois. A adrenalina chega e queima os nossos corpos de uma vez ao ponto do mais novo me pegar no colo e agarrar a minha cintura em um abraço apertado e acolhedor. Dá para notar a sensação horrível que ele sentiu quando não me encontrou na cabana de primeira. Parecia... que Na não queria me soltar nunca mais. 

Com as minhas pernas entrelaçadas nas costas do coreano, apoiei uma mão em seu maxilar e a outra no ombro direito, me deixando ser enfeitiçado. As nossas línguas se tocando, ah... 

Me pergunto o porquê de eu não ter tomado uma atitude no início do plano como essa. 

Senti um gosto doce no meio do beijo e parei, me afastando um pouco da cara do amor da minha vi- Quer dizer, do JaeMin, e coloquei as minhas mãos naqueles ombros.

--- Você comeu bala, Mestre? --- perguntei calmo.

--- Uhrum. --- concordou. --- Quer uma também?

--- Sim. --- sorri. Já o de cabelos claros começou a fingir que estava forçando para vomitar a bala e me dar. Tão brincalhão. --- Não quero mais, não!

--- Por que não? --- ele indagou e parou para me ouvir.

--- Eu perdi a fome. --- nós rimos. Céus, a risada dele tão próxima de mim... 

--- Tem certeza? Eu trouxe muita comida, mas pelo visto vou ter que levar de vol-

--- Não! --- o interrompo, vendo Jae tomando um pequeno susto com a minha exclamação. 

--- Tudo bem, então. Vamos comer? 

--- Vamos, mas... 

--- O que foi?

--- Você está me apertando demais. --- admiti, pois o mais alto realmente está me abraçando de um jeito que eu não consigo me mexer tanto.

--- Desculpe, Hyung. --- ouço ele me chamando de "Hyung" e quase surto, pois nunca o escutei me chamando assim. Não considero uma coisa tão fofa, mas sim, inovadora. --- É que você parece um pelúcia.

Na me levou até o sofá e me soltou, fazendo o meu corpo cair sentado no móvel. O admirei enquanto o mesmo trancava a porta principal e voltava para mim, sentando-se do meu lado. 

--- Coma o que quiser. --- ele soltou. Min me fez entender que não iria comer junto com a minha pessoa, portanto, neguei com a cabeça.

--- Coma comigo. --- falei e abri a sacola que ajudaria o meu estômago de uma maneira deliciosa a se aquietar. --- Oh, o que é isso?

--- Kkotgetang. --- o príncipe de Vormam me respondeu ao ver o que eu tinha nas mãos. Era um pote com tampa que, dentro dele, há uma sopa bastante carregada e com um destaque nas partes de um caranguejo. --- É uma comida típica da Coréia.

--- "Kkotjeta"? --- indaguei, arrancando uma risada satisfatória de JaeMin que se controlava para não apertar as minhas bochechas por conta da minha dificuldade na língua coreana. 

--- Não. Kko. 

--- Kko.

--- Tge.

--- Tje.

--- Não, sem esse som de "j". --- tentou me explicar. 

--- Ah, me desculpe. --- falei sem jeito. --- T!

--- T! --- disse no mesmo tom de voz que eu. --- T! T... tge.

--- Tge. --- o coreano soltou um "Isso!" em celebração e eu me senti o homem mais vitorioso do mundo. Apesar de eu ser chinês, aprendi coreano, mas não entendo o idioma dos pés à cabeça. --- Okay, ah... Kkotge.

--- Tang. --- completou.

--- Tgetang. --- sorri.

--- Muito bem. Agora fala tudo. --- se concentrou em meus olhos, tornando a minha atenção na última coisa que eu tinha no momento. O seu olhar me encanta e preciso aproveitá-lo antes do fim chegar. JaeMin, dias atrás, afirmou para mim que o seu pai está desistindo da ideia Festa Vermelha por conta de suas conversas longas e feitas todos os dias. É triste saber que vou perdê-lo, mas me tranquilizo ao meu lembrar que Hagas estará viva e sem nenhum sinal de sangue no chão. Já Jae estava vendo em mim a esperança para pronunciar Kkotgetang corretamente. Declaro diante a todos que não vou decepcioná-lo. Respirei fundo para sair daquela hipnose e, com as energias se esbarrando dentro de meu corpo, respondi:

--- Kkotjetang!

--- QUE "J", GAROTO? QUE "J"?? NÃO TEM "J", NÃO. --- se levantou e gritou de um jeito engraçado e revoltado. Acabei rindo da irritação dele e coloquei o pote na minha frente como um escudo para ele não me matar de primeira. --- ESTAVA TUDO DANDO CERTO E NO FINAL ELE FAZ ISSO, DEUS? --- o mais novo finge estar falando com Deus sobre a minha atitude e tampa os olhos com uma mão. --- ESSE PIRRALHO... AI, SINCERAMENTE.

--- Perdoe-me, Mestre. Juro que não foi proposital. --- soltei ainda deixando a risada livre naquele ambiente. Era bom rir por causa do mais alto... era bom estar com ele. 

Sinto que Na está começando a gostar da minha companhia. Se ele não estivesse gostando, obviamente eu já seria um rapaz morto há cinco segundos atrás quando pronunciei a palavra de um jeito errado depois de um minuto tentando entendê-la com a ajuda dele.

--- Come. Só come. --- falou balançando a cabeça e voltando a se sentar.

--- Kkotge... --- sussurrei para mim mesmo. --- Kkotgetang. 

Os olhos de Na brilharam.

--- O quê, Juni?

--- Kkotgetang. 

--- Bingo. --- ele levanta uma mão e eu levanto a minha, dando um "Toca aqui" em seguida. --- Parece que eu te ensinei a sua primeira palavra. 

Nós rimos.

--- Não é a primeira, mas eu aprendi a falar o nome de uma comida típica da Coréia pela primeira vez na vida. 

--- Hum... isto significa muito para mim, pois sou péssimo em ensinar algo para alguém.

--- Mas você é o meu Mestre. --- tirei a tampa do pote e a coloquei em cima do braço do sofá.

--- Temporário. --- o coreano apoia uma mão em meu ombro e se levanta. --- Mas nunca falhei na minha missão, pelo visto. 

Foi em direção à cozinha e pude ficar sozinho para sentir com mais clareza o aroma da comida de Vormam. Infelizmente eu não sentirei este cheiro no palácio de Na enquanto me sento na mesa de jantar com os seus pais em um "almoço em família". Ficarei nessa eterna vontade.

JaeMin volta com uma colher na mão direita e se joga no sofá, recebendo a minha cara desentendida.

--- Você não vai comer comigo?

--- Vou, por quê? 

--- Por nada. --- dei de ombros e peguei a colher, preenchendo a mesma com uma quantidade generosa e tomando a sopa. Já o coreano ficou agoniado. --- O que foi?

--- Não está quente? Como você consegue tomar uma sopa quente demais sem queimar a boca inteira?! 

--- Eu sou chinês. --- disse como se isso fosse a coisa mais óbvia do mundo e que já bastasse como uma resposta. --- Já sou muito acostumado com comidas quentes.

--- Céus... --- Na se abraça com os próprios braços ainda desacreditado. --- você é insano.

--- E isso te fascina. --- nossos olhos se encontram e acabei deixando um sorriso escapar.

--- Sim... --- o príncipe encarou os meus lábios. --- isso me fascina.

Me aproximei um pouco mais do rosto magnífico do mais novo e, quando as nossas bocas quase se tocaram, ele sorri de canto e se afasta.

--- Coma primeiro. --- fiz um biquinho e ele pegou o pote que eu estava segurando juntamente com a colher. --- Se comer tudo, ganhará muitos beijos.

--- Fechado. --- disse e Jae encheu a colher com sopa e assoprou um pouco para aliviar o fervor da comida. 

--- Quer que eu te dê na boquinha, Juni?

--- Sim, Mestre. --- concordei e me virei para ele.

--- A minha mãe sempre fazia o famoso "Aviãozinho" comigo quando eu não queria comer. --- comentou e se virou para o meu corpo igual eu fiz. --- Tentava ser forte até o fim, mas não conseguia resistir.

--- Pobre guerreiro. --- fiz uma careta. --- Prometo facilitar para ti.

E assim Na começou a me alimentar e algumas vezes ele fingia que ia colocar a colher em minha boca para, depois, voltar com o braço e tomar a sopa por mim. No final do pote, subi no colo do mais alto e começamos a nos beijar. As mãos de JaeMin acariciaram as minhas nádegas por debaixo do vestido branco, mas logo elas pararam e me abraçaram. Eu queria desfrutar dos toques dele até o meu último fôlego, porém sei que este pedido não vai se realizar nem se eu chamasse uma Fada Madrinha.

Para a tristeza de muitos, eu ainda sinto que tenho esperança. 




                                   [...]




--- 20h34. Melhor irmos embo-

--- Não quero. --- admiti, me ajeitando no colo do mais alto e voltando a beijá-lo. 

--- Gatinho... --- o interrompi com um selinho. --- você já me beijou tanto ho...

--- Hum... --- murmurei e toquei nas bochechas alheias, espalhando vários selares no rosto de Na.

--- Eu amo te beijar, mas está tarde. --- deixei ele falar uma frase inteira e me arrependi.

--- Não quero. --- rebati.

--- Juni.

--- Hum? 

--- Vamos embora. --- mesmo não querendo ir, suspirei e me levantei. Ele tocou na minha mão, mas logo a soltou e depositou um tapa fraco em meu quadril, sorrindo depois. Fui para o quarto - que já estava com a porta destrancada - e peguei as minhas roupas, indo tomar um banho rápido. A água do chuveiro é gelada demais e me obriga a acabar a minha limpeza em menos de dez minutos. Quando voltei para a sala já vestido adequadamente, tive a visão do príncipe de pé e com as nossas espadas nas mãos. Entregou a minha e saiu comigo da cabana. Aquela cabana. Imagino como será a minha vida quando esta casa não for mais um local do plano Hainsu. Ela voltará a ser:

A cabana do segurança que morreu por causa de sua velhice.

Sentirei falta. Muita falta.

Depois de eu ter trancado a porta, desci os pouquíssimos degraus desnecessários da casa e conversei sobre algumas coisas aleatórias com o coreano antes de ir embora. Dessa vez Na não pôde me levar até a metade do caminho de meu reino porque tinha que chegar o mais cedo possível para resolver um assunto importante. Portanto a minha única companhia era a floresta e os sons naturais dela.

Enquanto caminhava, permiti a minha mente voar. Será que Na realmente me ama ou apenas está sendo gentil comigo? Se a paz se estabelecer entre Hagas e Vormam, vamos continuar mantendo contato ou fingiremos que nem ao menos nos conhecemos? 

E se for recíproco?

E se tudo o que eu sinto pelo JaeMin for recíproco? Como viveríamos juntos se os nossos reinos são rivais? São tantas perguntas que conseguem arrancar mais pontos de interrogação de onde não existia. 

Por exemplo: Quem acabou de fazer um barulho na floresta?

Ouvi um barulho de um galho sendo quebrado e mal tive tempo para pegar a minha espada.

--- Ah! --- senti um soco bem dado em minha cara e não consegui aguentar por conta da força. Eu desmaiei. Meu corpo foi colocado no ombro de um homem que correu comigo, a última atitude que eu percebi antes de fechar os olhos e apagar por um bom tempo.

Estou sendo levado e Na JaeMin não sabe que o seu maior tesouro foi roubado por alguém. O seu medo se tornou em algo humano e cruel:

ChunGo.


Notas Finais


- noren ou renmin? comentem qual dos dois vocês preferem, pois eu pretendo fazer mais uma fickjjjjjjjkkk por favor, não me deixem no vácuo. o mais escolhido, ganha, mas não se preocupem: pretendo fazer muitas histórias.
- logo logo chegaremos a 100 favoritos, então não hesitem em divulgar esta fic para o mundo todo.
- a capa é linda, chupa😎😎😎😎😎😎😎😎😎😎😎😎
- #ripchungo
desde já, agradeço por tudo. eu amo vocês 💜


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