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História Pohiri: A Raça Escondida - Capítulo 7


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Notas do Autor


Voltei com mais um capítulo.
Quero agradecer a todos que comentaram nos capítulos anteriores e que estão ajudando a continuar.

Capítulo 7 - Revelações


Fanfic / Fanfiction Pohiri: A Raça Escondida - Capítulo 7 - Revelações

Na ponte da montanha direita.

Um casal Pohiri com dois filhos caminhavam. O pai e a mãe carregavam cestos com frutos coloridos e as crianças, que também eram um menino e uma menina, apenas andavam de um jeito saltitante.

A mulher da família percebeu a chegada da tartaruga com os visitantes, por isso ficou próxima das paredes da ponte, olhando para eles. O marido viu que ela ficaria para trás e chegou perto dela:

- O que foi amor? –

Logo ele também se surpreende com a chegada dos estrangeiros. As crianças ficaram nas pontas dos pés, para ver o que acontecia.

Outro casal, dessa vez mais velho e sem crianças, apareceu e também focou seus olhos na tartaruga.

Não tardou para que os Pohiris das duas pontes se deparassem com os visitantes.

--

Lá embaixo, no rio.

Enquanto a tartaruga nadava, os visitantes olhavam para tudo ao redor. Desde o rio transparente, até as grandes construções brancas ao redor das montanhas.

Goku percebeu que os cidadãos estavam olhando para eles lá de cima, nas duas pontes:

- Vai ser difícil convencer tanta gente. Estão nos olhando de um jeito estranho. Será que estão lendo minha mente? –

- Acho que não. – Disse Lich. – Eles temem que você tenha algum tipo de poder que identifica a leitura de mente. Mas se eu fosse você, não falava nada. Não vai querer que vejam seus momentos mais íntimos, né? –

- NÃO! Nem pensar! –

- Aqui é bem calmo. – Disse Chichi. – Sua mãe fez um ótimo trabalho sendo rainha. Aqui não tem cara de ter sido um local de escravos. –

- É uma mudança impressionante. – Vegeta entrou na conversa. – A maioria dos reis que eu já ouvi falar, se apoderavam da riqueza. –

- Somos mais inteligentes que boa parte dos planetas. – Explicou Lich. - Vivemos do que plantamos e do que vendemos. Não devemos satisfação para ninguém, exceto para o Deus da Destruição. –

Nesse momento, todo mundo ficou assustado e surpreso. Como assim? Bills sabia daquele planeta e não havia contado para ninguém? Goku já começou a perguntar:

- COMO ASSIM!? TÁ FALANDO DO SENHOR BILLS!? O DEUS DA DESTRUIÇÃO DO NOSSO UNIVERSO?! O GATO ROXO, GIGANTE E NERVOSINHO?! –

- Sim, vocês o conhecem? –

- Sim! Conhecemos sim. A gente treina no planeta dele quase todo dia.–

- Ele poupou vocês por causa da comida ou pelo caráter? –

- Eh... Um pouco dos dois. –

- Entendi. Quando ele veio aqui, eu e Cheelai não eramos nascidos ainda. Veio quando meus pais tinham 18 anos. Foi uma visita para experimentar comidas diferentes.  Gostaria de conhecê-lo, mas não quero desperdiçar o último desejo da minha mãe.–

- Desejo? –

- Sim.

(Flashback)

Antes de ir embora, o ajudante do Senhor Bills, o Anjo Whis, presenteou a minha mãe com dois desejos com algumas condições. O primeiro, ela usou para pedir que a vida dos nossos cidadãos fosse estendida entre 100 e 200 anos, para que os idosos tivessem o privilégio de viver o paraíso que construímos. O segundo, ela deixou pra uma emergência, que com certeza não tardará a chegar. –

(Fim dos Flashbacks)

Vegeta ficou sério e perguntou:

- Mas por que ele deu esses desejos pra vocês? Um anjo ou Deus não tem a obrigação de fazer isso. –

- Pelo o que ele disse, minha mãe foi a única rainha revolucionária, que mudou a nossa terra e deixou tudo igual para todos. Ela e meu pai nos educaram para nunca nos posicionamos em cima dos outros, porque isso seria ridículo e nos tornariam seres nojentos e desprezíveis. Foi um motivo justo. –

- Entendi. – Vegeta ficou de cabeça baixa.

Cherry entrou na conversa:

- Sobre educar os filhos, a mamãe tá tendo um pouquinho de trabalho em educar a Clemência e a Clementina. Elas são as segundas, as únicas gêmeas da família e estão muito patricinhas pro meu gosto. Até o Persi e a Piche, que nem saíram das fraldas, são mais educados que elas. –

- Falando nos pequenos. – Charlie disse. – A Cheelai tem que conversar direito com eles. Quando ela saiu, eles só tinham um aninho, agora eles têm quatro. –

Chichi ficou surpresa com a maturidade das crianças:

- Gente! Essas crianças de hoje já estão sabendo falar mal dos outros. -

- Estão iguaizinhos a Bra. – Bulma fofocando da própria filha. – Todas as noites, ela fala mal das meninas do colégio, só porque não são guerreiras ou empoderadas como ela. –

- E ela tem toda a razão. – Vegeta defendendo a filha.

Bulma revirou os olhos e sorriu sarcasticamente, pois não iria adiantar de nada tentar mudar o pensamento do marido.

--

No castelo.

Cheelai estava em quarto luxuoso, sentada em uma cadeira, em frente à um espelho, enquanto uma serva penteava seus cabelos curtos com uma escova de madeira. Suas roupas não eram de cientistas, mas sim de uma verdadeira princesa. Era um vestido branco com uma armadura cinza, que também possuía penas em seus ombros.

Sentada em cima da cama de casal, um pequeno menino Pohiri, bem mais novo que Charlie e Cherry, ficava perguntando várias coisas para Cheelai:

- Irmã! Irmã! É verdade que você roubou uma nave da Patrulha Galáctica? Conta pra mim!

Cheelai deu uma risada sarcástica:

– Sim, eu roubei. Eles estavam me perseguindo, por causa do limite de velocidade. Eu fui até um planeta qualquer, autodestruí a nave Pohiri e esperei os patrulheiros saírem da nave deles, pra que eu pudesse rouba-la. Não usei nenhum poder psíquico. Depois que me descobriram, me juntei ao exército do imperador para fugir.

Mas escuta só Persi, não faça isso, eu tive sorte. –

- Claro! Não vou roubar nada não! (Sorrisinho).-

Cheelai revirou os olhos, pois não adiantaria falar nada. O menino continuou:

- O papai disse que você casou com um sayajin. Eu não acreditei quando ouvi. Eu li que eles eram uma raça muito, muito, muito forte. Só que morreram por causa de uma pedrinha do espaço. –

- Não. Foi o imperador do universo que matou eles. –

- Ué!? Como você sabe? –

- Um amigo, que também é sayajin, descobriu à muito tempo. Vamos ter que renovar os livros de raças.

Aliás, cadê a Piche? Nem conversei com ela direito. –

- Uma das maiores características da Piche é ficar andando pelo castelo e pela vila, por sorte, nunca se perdeu. Ela vive querendo saber cada ponto de cada pedaço das nossas terras. Daqui à pouco vai ficar curiosa que nem você e vai sair pra explorar o universo. –

- Ela que decide o destino que vai seguir. Mas se for desse jeito, já vou avisando à ela que não será fácil. –


Notas Finais


Espero que gostem


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