História Poison - Capítulo 1


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Categorias IKON
Personagens B.I, Jinhwan, Junhoe
Tags Binhwan, Junhwan
Visualizações 51
Palavras 793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi genteee!!!
Cá estou eu estreiando o Spirit ~
Espero que curtam e acompanhem o desenrolar dessa história!
Beijos hoho
Boa leitura!

Capítulo 1 - Prelúdio.


Fanfic / Fanfiction Poison - Capítulo 1 - Prelúdio.

 

Engraçado, não é?

É engraçado isso de se lembrar das coisas que deveriam ficar no passado e simplesmente não seguir como acompanhantes, mas algumas memórias eu sei que são companheiras da alma. Também não sei qual foi o momento que comecei a pensar em você enquanto sinto as gotas do chuveiro molhar meu corpo. Meu corpo arrepia, ainda que as gotas de água estejam quentes, ainda que eu sinta as mesmas queimar minha pele.

Um sorriso escapou do meu rosto sem que eu conseguisse entender o porquê. Minha cabeça repousou no azulejo molhado e meus olhos se fecharam. É, lembro-me do dia que te conheci, aqueles seus olhos... Tão profundos e escuros quanto as profundezas do mar, penetrantes como espada que faziam sentir um frio no estômago. Você me iluminou com aquele sorriso, aquele maldito sorriso e seus olhos se fechavam formando duas luas minguantes que enfeitavam seu rosto e eu estúpido demais pra ver além disso, caí na sua armadilha.

Está feliz agora? Meu coração está completamente destruído. Com as mesmas mãos que o tocava, você o esmagou diante da sua promessa de proteção. E ainda assim, eu permiti, afinal, o amor sempre dói. Não?

Me pergunto se enquanto me beijava, já estava armando seu plano. E ri soprado, era realmente inimaginável o que você faria. Aproveito este momento para te dizer parabéns, você foi o arquiteto perfeito para a minha destruição. Sabe qual a maior pergunta que tenho? Se foder minha vida foi tão bom quanto me foder na cama. O quão prazeroso foi pra você dizer tudo aquilo que me disse e me fazer sentir como um lixo estúpido que deve ser queimado por não ter serventia nenhuma?

Meu ar falhou por um momento, o vapor no banheiro já me sufocava, mas não mais quanto as palavras do que tinha pra te dizer e não disse. Era como se eu sentisse você outra vez segurando o meu pescoço e me olhando nos olhos com aquele olhar profundo, que de oceano passou para um vulcão em erupção. E eu ainda tento entender o porquê você chorava. Sentia tanta raiva assim de mim? Ou estava realmente triste por perder seu jogo preferido?

Minha destra acariciou meu pescoço que não sentia a dor daquele momento, mas podia se lembrar de cada marca das suas digitais formigando na minha pele. E eu já não sabia se era pela água quente ou porque de fato ele se lembrava disso.

Abri meus olhos e respirava ofegante, encostei meu rosto no box e tornei a fechar os olhos, a destra do meu pescoço foi ao peito, sentindo o desespero das batidas do meu coração. Sério, como ele ainda podia bater desse jeito por uma pessoa tão filha da puta?

Um grito escapou da minha garganta, mas não foi um grito comum, foi um grito dado pela minha alma. Cerrei os punhos e me coloquei de joelhos no box, meus fios molhados grudaram contra o vidro e eu chorei desesperadamente enquanto sentia minhas mãos escorregarem pelo mesmo. Chorei como não chorei por um ano.

Era engraçado demais me lembrar das suas promessas nesses momentos de desespero, você parecia ser mais gentil quando te conheci, parecia me querer direito até que em um dia comum pra você, trocou estar comigo para ir beber com seus amigos, e sim, teve a cara de pau de chegar bêbado no dia do nosso aniversário de namoro.  Você pediu tantas desculpas ao amanhecer que eu não sei porque aceitei. Essas seriam as primeiras de muitas não é?

Antes eu sentia que podíamos conversar sobre qualquer coisa, e eu gostava disso, dessa nossa conexão. Uma conexão cheia de erros.

As únicas coisas que saiam da sua boca eram “Me desculpa” e “eu te amo” pra mim, nenhuma das duas faziam sentido. Como poderiam palavras como essas não surtirem efeitos de mudanças e atos de amor? Eu era um otário e suportei por nós.

“Nós... “

Eu já não conseguia respirar dentro daquele box, não sabia se pelo vapor que havia tomado conta daquele lugar ou se pela minha incapacidade de não parar de chorar. Sério, porque ainda doía tanto sendo que pra mim eu sabia que era o melhor?

Não só eu, mas todos os nossos amigos, amigos que você também deixou, amigos que você julgou serem indignos de você, amigos que assim como eu, foram descartados pelo seu egoísmo. Mas tudo bem, eu posso suportar essa dor sozinho como suportei ainda com você, seus ataques de raiva sem sentido, suas agressividades verbais e físicas... suportei calado ainda que insistissem tanto para que eu falasse.

Mas aos poucos eu vou me reconstruir. Não preciso ter pressa dessa vez. As coisas vão se encaixar em breve, quando seu sorriso for destruído junto com seu orgulho.


Notas Finais


Nosso Jinanzinho já inicia na sofrência, tadico,
senti um ar de vingança e vocês?
Quem será que é o @ que o Jinhwan quer se vingar?


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